SobrEscrever #014 – Filosofia Trágica e os diálogos

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Novo episódio do SobrEscrever no ar, e nesse capítulo falamos mais uma vez sobre um conto lançado no Leitor Cabuloso, e dessa vez se trata de Filosofia Trágica, de Matheus Salfir. Com base nesse conto, batemos uma papo bastante interessante sobre a escrita de diálogos, vem ouvir!

Atenção!

Para ouvir basta apertar o botão PLAY acima ou clique em BAIXAR.

Leia:

Filosofia Trágica

Participantes:

Lucas Ferraz (@ferraz_lucas)

Rodrigo Rahmati (@rodrahmati)

Matheus Salfir (@MatheusSalfir)

Edição:

Matheus Salfir

  • Eu prefiro o travessão para ler e para escrever. Acho que passa mais energia do que as aspas, e sou obcecado com a energia da narrativa nos meus trabalhos.

    Não curto ler texto sem pontuação, acho que até vale para algum material experimental, mas no geral, concordo com o que o Rodrigo falou sobre forma e trama (acho que foi ele que falou). Quando você capricha demais na forma, ela acaba desviando a atenção da trama.

    Vou sair um pouco dos diálogos pra comentar sobre o que falaram de estética no kindle. É verdade que a fonte não faz diferença, mas dá para brincar com as cores. No meu último livro eu acrescentei um mapa colorido e os títulos dos capítulos vinham em vermelho, ao invés de preto.

    Gostei do episódio! Abraços 😀

    • Muito pelo contrário, Joe! Acho que a fonte faz toda a diferença sim — inclusive, no cast, o Lucas (acho que foi ele) foi irônico em relação a isso, porque eu sou meio surtado com essas coisas, haha… Todas essas escolhas estéticas — travessão, aspas, fonte, cores — contribuem e muito para o que se quer passar na obra… E quase todas, com exceção da fonte e das cores, podem sim, atualmente, ser bem emuladas nos e–books… No entanto, realmente acho que isso tem que ser dosado para não distrair do texto 😉