CabulosoCast #207 – Estereótipos Lésbicos na Literatura

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Olá Cabulosos e Cabulosas! Neste capítulo, discutiremos sobre a literatura lésbica. Afinal de contas quando podemos dizer que um livro é voltado para mulheres lésbicas? Há uma resistência do mercado em publicar livros voltados para esse público? Como as livrarias tratam estes livros? Além de responder a estas e outras questões, vocês também receberam dicas valiosíssimas de nossas convidadas. Participaram deste episódio: Domenica Mendes, Adriana Rodrigues e Karla Lima.

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  • Ticiana Valle

    Olar! Adorei o cast e ja coloquei os livros na minha wishlist. Também coloquei aqui embaixo a lista dos livros lésbicos que li nos ultimos dois meses. Todos são em inglês e tem na Amazon.

    Comecei por achar a Niamh Murphy no twitter e li todos os livros dela. Daí, a Amazon foi me indicando mais e mais e eu fui devorando todos eles. Tem livro que li em um dia, mas a maioria levei dois dias pra ler.

    Magic and Romance (Short stories collection) – Niamh Murphy
    SunKissed – Emma Rose Millar
    Gretel: A Fairytale Retold – Niamh Murphy
    Mask of the Highwaywoman – Niamh Murphy
    Escape to Pirate Island – Niamh Murphy
    A Woman Lost – T.B. Markinson
    Royally Yours – Everly James
    Seeing Her – Maria Jackson
    A Woman ignored – T.B. Markinson
    Leap of Faith – Everly James
    Heartbeat – Everly James
    Reunited – H.L. Logan
    State of Grace – Everly James
    Rhythm – H.L. Logan
    Broken Record – Edie Bryant
    Half Baked – Edie Bryant
    Cheer: A Lesbian Romance – Mia Archer
    Something About You – Jea Hawkins
    A Vote for Love – Jea Hawkins
    Must love chickens – Jea Hawkins
    Game of Hearts – Jea Hawkins
    Switchback – S.W. Anderson
    Princess Charming – Mia Archer
    The Intern – Mia Archer
    Second Chances – Mia Archer
    Starstruck – H.L. Logan
    Beauty and the Band Geek – Mia Archer
    Girl on Geek – Mia Archer
    Good Girl, Bad Girl – Mia Archer
    Just Friends – Mia Archer
    Two Lovers – Edie Bryant

  • Janaina Muniz

    Boa tarde cabulosos,

    Um esteriótipo que eu vejo muito em anime/mangá é a protagonista se apaixonar por uma outra personagem não por causa da sexualidade em si, mas sim pq a essa personagem é mais atraente/inteligente/bonita q todos meninos e meninas do círculo social. Ou seja, ela se apaixona pela outra porque a outra é “melhor” que todos os homens do lugar ou uma “versão melhor de homem” q os homens do lugar.
    Esse esteriótipo alcança os dois extremos: ou na versão “ouji/príncipe” onde a personagem atraente tem todas as características de “homem idealizado” sendo masculinizada ou não (a Juri de Utena é chamada de Ouji pelas admiradoras, a Shizuma de Strawberry Panic, etc) ou na versão “ojou/dama” onde a personagem tem todas as características de uma “mulher idealizada” (a Sachiko de Marimite, a Tomoyo de CCS – se bem que essa ninguém se apaixona, mas é um personagem idealizado do mesmo jeito).

    Quase pulei da cadeira quando vcs mencionaram Fingersmith e Na Ponta dos Dedos como sendo livros diferentes, ainda bem que desfizeram a confusão. Adicionando uma informação: além da versão inglesa (minissérie) de 2005, saiu nesse ano em circuito internacional uma versão coreana (levemente baseada no livro) chamada The Handmaiden.

    • Luiz Fernando Teodosio

      Eu estava me perguntando qual seria os esterótipos lésbicos em mangás, embora eu nunca tenha lido (ou assistido) quase nada nesse gênero. Obrigado pelos esclarecimentos. Dos que citou, só conheço a Tomoyo e a Utena (esta última nunca vi o anime), mas sempre vejo alguém a citando, geralmente vindo de pessoas lésbicas. É um anime que você recomendaria? Se sim, vou poder deixar listado no meu Myanimelist.

      • Janaina Muniz

        Eu indico, com ressalvas. Não é um anime que as pessoas entendem de primeira, principalmente, por causa da alta carga simbólica que existe e do experimentalismo. Outra questão a se considerar é que é um anime dos anos 90 e muitas questões culturais e sociais ali podem ter (ou não) sido superadas hj. E muitas pessoas se cansam de assistir lá pela metade pq elas acham repetitivo já que, superficialmente, parece um anime de “um vilão a cada episódio”. Por último, Utena é uma produção conhecida por seus personagens homossexuais, mas o anime em si não é sobre sexualidade e sim sobre libertação.

        E não assista o filme antes do anime. O filme é tipo “The End of Evangelion” do shoujo.

        • Luiz Fernando Teodosio

          Obrigado pelo esclarecimento, Janaina. Me pareceu interessante, apesar da estrutura narrativa ter essa repetição. Vou dar uma chance pra ele futuramente. E eu adoro “The End of Evangelion”. Fiquei curioso com essa comparação, haha.

  • Rodrigo Rahmati

    Para participar da discussão, e registrar meu comentário no — buaaa — último episódio do CabulosoCast, quero dizer que estou lendo o A Menina Submersa e estou gostando muito, e… nada mais, era só isso mesmo, hahaha.

  • Camila Fraga

    Para além dos esteriótipos a escritora brasileira Cassandra Rios escreveu vários livros e fez sucesso nos anos 70 aqui no Brasil https://en.wikipedia.org/wiki/Cassandra_Rios e há a Vange Leonel com livros com Baladas para garotas perdidas,As sereias do Rive Gauche, Grrrls Garotas Iradas. A abertura do espaço para literatura lésbica foi gratificante