Os 12 Trabalhos do Escritor #S02E05C – Pablo de Assis e a Jornada do Herói

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E aí, Escritores! Vamos falar sobre Jornada do Herói!

Chegamos a última parte desta bateria de episódios sobre a jornada do Herói, de Joseph Campbell.  Para o episódio de hoje, o convidado da vez é o Pablo de Assis, do podcast Papo Lendário, que além de trazer um dos melhores conteúdos mitológicos da podosfera nacional, é psicólogo e mestre em comunicação e linguagem. Seria impossível não terminar este tema sem passar outras iniciativas de jornadas possíveis através da observação de mitos antigos, de forma que a ideia principal aqui é ressaltar a importância de se observar o diferente e evoluir como criador de narrativas.

Espero que gostem!

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CITADOS DURANTE O EPISÓDIO:

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  • Davi

    Muito interessante essa de ir decidindo os acontecimentos na moeda, mas eu prefiro a estrutura comum que é começar sabendo o fim.
    Assim não tem risco de se perder na história e no que o autor queria passar com a mesma.

    • AJ Oliveira

      Eu tinha visto algo do tipo no “Sobre a Escrita”, mas apesar de também ter achado interessante, fico com a mesma opinião que você haha.

  • Gustavo Martins Rocha

    E se a carne humana fosse fonte riquíssima em antioxidantes?

    • AJ Oliveira

      Opa! Muito obrigado, Gustavo! Já está contabilizada 😉

  • Michel Costa

    Mais um ótimo episódio para fechar com chave de ouro a série sobre a jornada do herói. Como foi dito, cabe ao autor conhecer essa e outras ferramentas até mesmo para poder subvertê-las conforme a narrativa que for desenvolver. E AJ, te parabenizo novamente por sua iniciativa. Ao ouvir casts como Os 12 Trabalhos e o Curta Ficção, me sinto conversando com vocês também. E ainda que eu não conheça a receita da felicidade, acredito que entre os ingredientes certamente está uma boa conversa sobre assuntos que amamos. Abraço!

    • AJ Oliveira

      Poxa, valeu MIchel! Eu também sinto a mesma coisa quando estou escutando os outros podcasts de literatura para escritores. Esse cast com o Pablo acabou saindo meio que de última hora, mas foi um papo que achei mais do que crucial pra finalizar o tema!

      Fico feliz que tenha curtido 😉

      Muito obrigado o/

  • Michel Costa

    Sobre o “E se…”: E se o comunismo tivesse triunfado no século XX conduzindo a sociedade para uma vertente totalmente distinta (com seus prós e contras) do que temos hoje? Normalmente, o que vemos são realidades distópicas cujos governos têm vieses de direita, mas acho que seria interessante explorar um mundo onde o totalitarismo nasce da esquerda.

    • AJ Oliveira

      Acho que vc quis dizer “uma inversão de polos” certo? Digo, tendo o comunismo como a política econômica global, enquanto o capitalismo passa a ser adotado por pequenos países solitários.

      Gosto muito da ideia, apesar de achar um pouco complicado de trabalhar em um plot de tiro curto. Enfim, ta contabilizado 😉

  • gabriel_santos

    E se… Um novo avatar, fundador de religião, surgisse no nosso mundo. Trazendo a mesma mensagem de Buda, Cristo, Krishna, etc… Porém tendo que enfrentar nosso mundo globalizado, crítico e sem interesse em religiosidade…

    • AJ Oliveira

      Valeu pela dica, Gabriel! Em outras palavras, “E se o Inri Cristo fosse levado a serio” certo? haha.

      Tá contabilizado. Muito obrigado pela premissa! =)

      • gabriel_santos

        Inri Cristo, não, não, não…
        Um cara mais serio… 🙂

  • Norberto Silva

    Adorei o programa, deixo antes de mais nada o meu “e se…”
    E se os povos nativos das Américas, do Norte, Central e do Sul, tivessem conseguido resistir às suas Colonizações e tiverssem se desenvolvido sem a intromissão direta de países como a Inglaterra, Portugal ou Espanha?
    E, benditos sejam seus programas AJ, mas tal ideia já está fomentando todo um cenário para uma história que começa a nascer em minha mente.
    Quando às dicas do programa, adorei o lance da subversão da jornada do herói, sendo mudada para uma Jornada do mentor… Ideias, ideias, ideias…

    • AJ Oliveira

      Muito obrigado pela premissa e pelo elogio, Norberto! Já está contabilizada 😉

      Hahaha, esse é o tipo de cast que costuma trazer muitas ideias. Eu mesmo, enquanto os gravava, aumentei consideravelmente meu bloco de anotações .

      Forte abraço!

  • Excelente cast.

    Foi incrível ouvir o Pablo falar sobre jornada do herói. O cast não foi uma revisão rasa dessa estrutura narrativa, como também, não ficou criticando por criticar. A conversa foi fluida e o Pablo avivou a minha criatividade, dando diversas opções, disponibilidades e até mesmo novas estruturas para contar uma história.

    Uma das ideias que chamou muita a minha atenção foi possibilidade de ser criada uma jornada do mentor. A partir disto é possível aplicar essa mesma lógica para o arquétipo da sombra, do camaleão, do arauto e todos os outros. Será que esses novos filmes do universo de Harry Potter contarão a saga do mentor Dumbledore, ou ele também passará por uma jornada do herói? Espero que seja a primeira opção.
    Confesso que não sinto confiança de deixar toda a história a cargo do destino, sem nenhum tipo de controle. Entretanto, pensar na ideia de um personagem sem nenhum controle do autor é uma proposta tentadora.

    É isso, aprendi muito com o cast e acho que devemos fugir um pouco desse “vício” chamado jornada do herói. Podemos tanto como público e também como autores.

    Minha participação no “E se…”

    E se o mundo fosse construído somente com verdades.

    • AJ Oliveira

      Muito obrigado pelo comentário, Wesley! Sua premissa já foi contabilizada! =)

      Fico feliz que tenha gostado do episódio, o principal objetivo era, nessa bateria, não trazer algo repetitivo relacionado ao que outros podcasts já abordaram. (principalmente o CabulosoCast e o Papo Lendário)

      Fico feliz que tenha gostado, vem muita coisa por aí ainda 😉

      Forte abraço! =)

      • O Pablo trouxe uma visão diferente sobre a jornada do herói. Ouvir esse cast é o mesmo que dar um cutucão na criatividade.

        Como sempre espero ansiosamente pelo próximo episódio.

        Abraços

  • Auryo Jotha

    E se… os vírus fizessem parte de um projeto de controle populacional da humanidade do futuro?

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  • Haniel Lucas

    Tantos comentários, consegue se ver o sucesso dos 12 Trabalhos. Daqui a pouco vai ter que criar um filtro de leitura de comentários.

    Eu gostei de uma coisa “extra-episódio” que você botou. As recomendações e conteúdos que estendem a conversa. Fora a convocação para o projeto do “E se?” você deu recomendações de fácil acesso como podcasts e o trabalho da Karen. Os 12 trabalhos se torna ainda maior quando ele estende o conteúdo dele assim desse jeito.

    Pablo sucitou bem um “E se?” técnico pros escritores: “E se você fizesse a jornada do mentor em vez da do herói?” Acho que já falei isso aqui, inclusive, e eu falei isso justamente porque acompanho os trabalhos dele ^.^
    Ele é um ótimo orador, não é mesmo? Achei simplesmente fascinante.

    Acho que todos, assim como eu, gostaram desse podcast porque é uma coisa inovadora e inusitada, que a gente não vê por muito lugar por aí. Ele podia falar sobre isso acho que por uns 10 episodios a mais que eu não ia enjoar. Porque a proposta é procurar outras estruturas narrativas, de fato, e a principal que ele dá nos trabalhos dele é a jornada da alma, de pisquê. Acho que isso podia ser um futuro quadro pros 12 Trabalhos, já anota a ideia aí, AJ.
    “Outras estruturas de história.” Ou algo como uma pergunta que você faz no programa a todos os convidados que recebe “Que estrutura que não seja a jornada do herói você gosta e por quê?”

    “Manifesto trans-realista” Quando ouvi isso, pensei com fascínio. “Quê? O_O” Eu já tinha percebido isso mas não tinha “realizado” isto. Sempre achei que alguns animes tem algo com regras (não sei dizer se é bom ou ruim) Que eles tem muita coisa com regra e como elas funcionam.

    Agora sei porque você começou esse desafio do “E se.” e___e
    Trans-realismo na veia!

  • Nossa. Parabéns, aprendi muito. Nunca encarei a Jornada do Herói como uma regra a ser seguida, mas uma estrutura que pode ser usada como ferramenta e ouvindo este programa finalmente tive a compreensão de que a Jornada do Herói nem tenta ser a única estrutura existente (infelizmente as coisas na internet tendem a ganhar proporções maiores do que são e serem transformadas em times de futebol, “a minha escolha é a certa e todas as outras estão erradas”). Pretendo ler Machado de Assis em breve e farei isso com um olhar inteiramente novo sobre a obra dos clássicos escritor por ele. Valeu!