Perdidos na Estante #005 – Mães na Literatura

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Salve, salve podosfera! Nesse episódio, em comemoração ao Dia das Mães vamos nos lembrar de mães incríveis presentes na literatura! Domenica MendesPriscilla Rúbia e Lucas Ferraz convidam a Lu Bento do blog A Mãe Preta para conversar sobre o por que de poucas histórias com mães como protagonistas? É possível criar uma história tendo uma mãe como protagonista? Tentamos responder essas e outras questões, vem com a gente!

Atenção!

Para ouvir basta apertar o botão PLAY acima ou clique em BAIXAR.

Citados durante o programa

[Netflix] Preciosa
[Trailer] Minha mãe é uma peça
[Conto] Quantos filhos Natalina teve?
[Blog] A Mãe Preta

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Agradecimentos:

Ao Paulo Elache pela abertura desse episódio
Arte de logo e layout de vitrine: Rebecca Agra

  • Italo Thiago Rodrigues

    Eu posso indicar um livros sobre mães, mães boas? No começo do semestre eu li o livro pequenas grandes mentiras, Liane moriarty, que eu fiquei sabendo sabendo que hbo iria fazer uma minissérie (foi por isso que eu me interessei. Assistir um teaser da série todo habientado em mistério, quem iria interpretar as personagens principais – nicole Kidman, Shailene Woodley e a reese witherpoon – e já foi amor à primeira vista). O livro é em primeira pessoa e é sempre contado em flashbacks, então você só tem a visão das persoangena que estão contando, sem saber se é verdade ou não. Logo na primeira cena do livro, alguém é assassinado aí volta um ano antes desse acontecimento. Quando jane (woodley) chega na cidade (não lembro o nome) na Austrália. Ela fica amiga das mães celeste (kidman) e madeline (whiterpoon) depois que o filho de jane é acusado (injustamente na visão da própria mãe) de estragular uma outra criança. Com o passar dos livros, o leitor nota que o parece ser não é. Como por exemplo no casamento de celeste – ela loira, alta, rica, bem sucedida – porém tem problemas com seu marido. Jane e madeline também tem problemas nas suas famílias – porém no caso da jane, e só ela e o filho. E a pessoa que morreu na primeira cena, o um grande plot twist, e você só sabe literalmente no último capítulo. Super indico o livro. Sobre a adaptação da hbo, tá incrível, super fiel. A fotografia, a trilha sonora e o elenco são maravilhosos – amor, é hbo, ela quase nunca erra numa adaptação.
    Eu se puder avaliar o livro – cinco selos cabulosos fácil.
    Ps: estou lendo americanah.

    • Laine

      Verdade… Pequenas Grandes Mentiras é ótimo. Livro e série maravilhosos. Fala sobre maternidade de uma forma interessante.
      =D

  • Beatriz Kollenz Gama

    Adorei o programa, vou indicar pra vocês o livro Por Favor Cuide da Mamãe. É um livro escrito por uma autora coreana e que trata sobre a maternidade. Temos no livro os pontos de vista dos filhos, do marido, da mãe, é o livro sobre o assunto que mais me cativou e fez chorar. Uma mãe importante da literatura para mim é a Fantine de Os Miseráveis.

  • mateuspl

    Longos dias e belas noites. Achei muito bom o cast, e me fez ficar procurando grandes mães no meio literário. O nome que me veio foi Rosemary Woodhouse. Apesar dela ser muito mais famosa pela adaptação cinematográfica por Roman Polansky em “O Bebê de Rosemary”, a história foi primeiro um livro. E embora a Rosemary não passe pelos desafios de ser uma mãe(criar uma criança e os demais desafios decorrentes disso), a trama inteira da história gira no tema da maternidade dela e se a sua paranoia é justificável ou não.
    Enfim, era isso que eu tinha para adicionar. Fico feliz sempre que sai um programa novo. Continuem o bom trabalho.

  • Marcus Vinicius Lima Martins

    Qual é a diferença entre esse programa e o Cabulosocast?

    • Marcus, tem diversas, mas a principal é que o formato é menor e o host é diferente. Como o CabulosoCast está chegando ao fim, o Perdidos na Estante surgiu da nossa vontade em continuar fazendo podcast 🙂

      • Marcus Vinicius Lima Martins

        Entendi. Obrigado.

  • Pingback: CabulosoCast #204B - Literaturas Africanas e Afro-Brasileiras | Leitor Cabuloso()

  • Laine

    Oi Pessoal, a pergunta do porquê não temos tantas histórias de aventuras protagonizadas por mães me trouxe muitas reflexões. Livros de drama com um foco considerável na maternidade conheço pouquíssimos. A FILHA PERDIDA da Elena Ferrante é muito sobre maternidade. Vi também o tema explorado como pano de fundo no livro A COR PÚRPURA da Alice Walker (que linda história).
    Existe uma linha de obras utilizando a fantasia para tratar da maternidade. O Bebê de Rosemary (vi aqui embaixo no comentário do Mateus), Alien em suas metáforas que incluem inclusive um parto de um homem e Precisamos Falar sobre o Kevin.
    Todas essas acima me lembro de ter lido no livro da Diana Corso, no qual é abordado um período que se desejava abordar a “idealização da maternidade” e outras questões da mãe após as 2 guerras mundiais.
    Esse papo foi ótimo. Só parei por causa do spoiler de GoT e, no carro, não dá pra avançar. Mas ainda quero concluir no computador. Cada vez gosto mais de ouvir vcs.
    Abraço,
    Laine
    @bellsgabi
    FACE: laineccl

  • Ivone Mariano

    Oi Pessoal! Ouvi o cast e lembrei demais dos livros da Elena Ferrante, se vocês lerem qualquer livro dela vão enconttrar mães interessantíssimas, porém, os que tem mais foco na maternidade são A Filha Perdida, Um amor incômodo e Dias de Abandono (na tetratologia napolitana também tem, porém é um série grande com histórias mais esparças). Em Elena Ferrante as mães são PROTAGONISTAS e, quando não são, tem uma importância significativa na história, são vistas como seres inteiros e não como suporte, recomendo bastante.

    • Olá Ivone! Muito obrigada pelas dicas. Quero muito começar a ler Elena Ferrante, todos falam muito bem dos livros dela.