Perdidos na Estante #001 – Chick-lit não é para mulherzinha #opodcastedelas

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Olá Cabulosos e… não, pera. Esse não é o CabulosoCast, esse é o piloto do Perdidos na Estante! Nosso primeiro contato com a podosfera está no ar! Então… Salve, salve podosfera! Domenica Mendes, Priscilla Rúbia e Lucas Ferraz convidam Janaína Muniz para discutir o gênero literário chick-lit. É um gênero só pra menininha? Livro de mulherzinha? Discutimos o porquê chick-lit não é para mulherzinha, além de citarmos filmes e séries que se baseiam no gênero e, é claro, livros que fazem parte do gênero.

Esse podcast faz parte da campanha #OPodcastÉDelas, iniciativa do Leitor Cabuloso com o Covil Geek que tem como objetivo gerar maior visibilidade e espaço para as mulheres na mídia e está rolando durante todo o mês de março. Para saber mais sobre a campanha procure a hashtag nas suas redes sociais e os programas que usam o selo da campanha na vitrine.

Agradecimentos ao Paulo Elache por nos emprestar sua voz para a abertura deste episódio.

Atenção!

Para ouvir basta apertar o botão PLAY acima ou clique em BAIXAR.

Citados durante o programa

[Netflix] Miss Simpatia
[Netflix] Gilmore Girls
[Link] Girls
[Netflix] Delírios de Consumo de Becky Bloom
[Netflix] Legalmente Loira
[Link] As Patricinhas de Beverly Hills
[Link] Sex and the City
[Link] The Carrie Diaries
[Netflix] Desperate Housewives

Compre

[Amazon] Orgulho e Preconceito de Jane Austen
[Amazon] O Diário da Princesa
[Amazon] Cidades de Papel
[Amazon] O Diabo veste Prada
[Amazon] Procura-se um marido
[Amazon] Mentira Perfeita
[Amazon] No mundo da Luna
[Amazon] Delírios de Consumo de Becky Bloom

 

Arte de logo e layout de vitrine: Rebecca Agra

  • Rodrigo Basso

    Esse eu já tinha ouvido!

    Parabéns pelo primeiro episódio lançado, pessoal! Apesar que nenhum de vocês é marinheiro/a de primeira viagem, então já sabem como é, não é mesmo?

    Estou curioso sobre como serão os próximos episódios!

    • Oi, Basso!

      Obrigada por nos ajudar e principalmente pela paciência na hora da edição! 😉

      Aguarde os próximos episódios, #muahahahahaha 😛

  • Altemar Gavião

    Minha singela contribuição. Com relação a As Patricinhas de Berverly Hills, o filme é baseado no livro Emma, de Jane Austin. Mudam os nomes dos personagens e a época, mas a história é mesma, uma garota que gosta de bancar a cúpido, mas que se apaixona pelo rapaz que ela tenta juntar com uma de suas amigas.

    • Jamais imaginaria, interessante!

    • Oi, Altemar!!!!
      Rapaaaaaz, eu também não sabia disso e achei demais! Obrigada por trazer essa contribuição pra gente!

      Abraços

  • Daniel Monteiro

    Muito bom, a parte do humorismo e leveza ser fundamental me pegou de surpresa. Acho que meu projeto atual não é uma chick lit, então.

    • Olá, Daniel!

      Sim, o humorismo e o estilo de escrito leve e fluído são características marcantes da obra. No entanto, a leveza não entra nos temas que possam ser trabalhados dentro do livro.

      Abraços

  • Nay

    Parabéns meninas (e menino) pelo primeiro episódio! Já comentei via twitter mas vim aqui também dar meu tostão. Como eu disse, achei o cast bastante leve, informativo e divertido. Esperando pelos próximos!

    Com relação ao Chicklit, achei que vocês pontuaram muito bem as caraterísticas mas pra mim, apesar de gostar e ler o gênero com certa frequência, noto que as obras acabam girando sempre em torno do romance. Eu sei que, ok, os romances fazem parte da vida da mulher moderna, mas me incomoda em muitas histórias o que a Janaina falou: a mulher é completa, tá otima ali na vida dela, ai ela encontra um cara “perfeito” e ela percebe que não era tão completa assim… me incomoda alguns conceitos…

    Mas continuarei lendo? Continuarei lendo! rsrsrs

    Pra mim é como assistir realmente uma comédia romântica: é aquele momento que você não está disposto a discutir grandes questões da humanidade, você só quer relaxar e se divertir…

    Deixo aqui também as três indicações de títulos que mandei no twitter:

    – Dizem por Aí – Jill Mansel
    – De Volta para Casa – Karen White
    – Desaparecida – Chaterine Mackenzie

    Um beijo!!

  • Lilian Gouveia

    Olá.. e Parabéns.. adorei o episódio… qdo o Lucas disse q não lê chick lit não por escolha.. mas por estar no automático.. me identifiquei.. como pude como mulher estar neste automático tbm?? sei a resposta.. mas sempre me surpreendo com o qto deve ser descontruído ainda.. e o trabalho de vcs contribui muito pra isso.. Obrigado e continuem sempre!!!

    • Oi, Lilian!

      Obrigada! Há alguns anos atrás eu estava na mesma situação que você: escolhendo fugir desse tipo de livro por ser de “mulherzinha, mimimimi”. Foi durante uma ressaca literária que conheci os livros da Jojo Moyes e me surpreendi com a leveza, o tom de humor e ao mesmo tempo em como a protagonista e outras personagens femininas podiam ser fortes. Foi aí que entrei pela porta do mundo do chick-lit e percebi que “uau, gosto disso!”.

      Fico feliz que tenhamos ajudado em sua desconstrução. Dê uma chance, é sempre surpreendente.

      Abraços e obrigada, novamente, pela companhia!

  • Beatriz Santos

    Adorei o novo programa e achei mto interessante o tema. No meu caso, o chicklit é algo que sempre ouvia alguém comentar, mas nunca procurei saber o que era. Achei mto bacana vcs esclarecerem o que pode se encaixar ou não no termo, e tbm consegui identificar mais fácil os filmes e séries do que os livros. Agora fiquei curiosa pra encontrar mais livros com a temática e ver como as histórias são desenvolvidas. Parabéns pelo programa e queremos mais episódios, gente!!!??

    • Oi, Biaaa!!!
      Que bom te ver por aqui!

      Obrigada pelo carinho e por nos ouvir.
      Chick-lit é bem legal.

      Esqueci de falar mas o livro “Antes de Você” como ser encarado como chick-lit. Existem muito mais obras do que a gente imagina, depois que a gente entende como funciona, facilita. Daí nossa vontade de trazer isso pro cast.

      Abraços

  • Geeeeente, eu pensei que vocês fossem terminar o podcast sem falar de Sophie Kinsella! Um dos melhores livros que já li é dela: “Menina de Vinte”. Fala muito sobre carreira, um pouco sobre amor, tem mistério e nos ensina a valorizar as pessoas. Há quem considere romance sobrenatural, pelo fato de existir uma mulher fantasma, mas eu defendo que é chick-lit.

    No mais, adorei o programa! Fica aqui uma recomendação de chick-lit nacional: “As GRANDES aventuras de Daniella”, que inclusive fala sobre um tema que vocês pediram, gordofobia. A personagem mora em Florianópolis e vive na pindaíba. Chick-lit não tem restrição de classe social.

    Meu marido dá risada da literatura “de mulherzinha” que eu leio. Sinceramente, não estou nem aí. Pode chamar como quiser, eu não me importo.

    Beijos e até a próxima!
    http://culturanerdegeek.com.br/podcasts/papo-autor/

    • Janaina Muniz

      Me identifiquei com essa protagonista que vive na pindaíba. Vou procurar.
      Obrigada, Karen. =)

    • Oi, Karen! Que bacana o seu comentário!!!!

      O chick-lit é uma tendência nova, mas o preconceito é velho, né?!
      Adorei sua indicação, vou procurar depois!

      Obrigada por nos ouvir e sinta-se abraçada!

  • Carlos Valcárcel Flores

    Olá!
    Parabéns pelo primeiro programa.
    Eu só conheci o termo “chick-lit” quando entrei no wattpad e tinha toda uma seção dedicada a esse gênero. Em termo de livros, não estou muito interessado no gênero, mas já assisti alguns filmes “chick-lit”, possivelmente o mais conhecido seja: “O diabo veste prada”, só que agora não lembro o motivo exato por ter assistido esse filme.Em termo de seriados, por exemplo se só focamos na vida da Rachel do Friends, não seria um estilo “chick-lit”: jovem rica, fugiu de casa e aprende a viver independentemente, fazer uma carreira, e assim?
    Abraço
    P.D: Assim como a Nay, eu também acho que por alguns momentos a música de fundo ficou bem alta. Consegui escutar tudo o que falaram os participantes mas deu para perceber a música de fundo.

    • Oi, Carlos!
      Muitos filmes do estilo comédia romântica ou personagens femininas que se destacam nessa mídia acabam tendo sim o perfil das protagonistas de chick-lit.

      Concordo com você! A Rachel do Friends seria perfeitamente uma personagem do gênero, se estivesse em um livro. A trajetória dela é exatamente essa mesmo.

      Obrigada pelo feedback das músicas, já acertei isso na edição do episódio 2, espero que agora esteja melhor aos nossos ouvidos!

      Abraços

  • Vanessa Straioto

    Adorei! parabéns!
    Tem muitos livrinhos interessantes nessa categoria chick lit…
    nesse link, tem mais algumas definições da categoria e indica as sub categorias, deem uma olhada…
    http://www.lostinchicklit.com.br/p/o-que-e-chick-lit.html

    Para mim a maior representante é a Marian Keyes.

    algumas indicações dos que eu gosto:
    – todos da Marian Keyes (Melancia é o meu favorito);
    – A irmandade das calças viajantes, Ann Brashares;
    – Pri, tem o Amor pluz size da Larissa Siriani;
    – Serie A mediadora, Meg Cabot;
    – Serie A Caçadora, Vivianne Fair;

    – Tamanho 42 não é gorda, Meg Cabot;
    – Tamanho 44 não é gorda, Meg Cabot.

  • Patricia Souza

    Gente, parabéns pelo programa. Literatura de mulherzinha o caramba, você chora, ri, se irrita e se envolve com as personagens, muitas vezes porque elas não são perfeitas, nem tem super poderes, mas ainda assim precisam encarar a vida. Não sei se eu não prestei direito atenção, mas senti falta de falarem sobre “O diário de Bridget Jones”. Foi o primeiro livro do estilo Chick-lit que eu li, mas acho que foi um com os que eu mais ri na vida. Vale a leitura, e o filme, e as sequências porque também são muito bons.

  • Italo Thiago Rodrigues

    Recentemente eu li um livro chamando pequenas grande mentiras da Liane moriarty, o livro teve adaptação pra uma minissérie na hbo. Eu queria perguntar se encaixa na categoria porque trata-se de três mães que apesar de sua amizades, elas vivem problemas pessoais e conjugais, como por exemplo uma das personagens sofre agressões doméstica e outra teve um filho fruto de um estupro. A serie foi muito boa adaptada e bem fiel a a obra da autora. Eu fiquei com a dúvida depois que vocês falaram que tem ter uma dose de humor da obra e nesse livro/série trata de problemas obscuros sofridos pelas mulheres. Colocando em géneros a coisa se aproxima mais do gênero de suspense/drama do que comédia romântica ou drama romântico. Eu super recomendo o livro e a serie.

  • Bárbara Oliveira

    Chick-lit é legal 🙂