CabulosoCast #196 – Terry Pratchett

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Neste capítulo falamos sobre um dos autores de fantasia mais importantes do mundo: Terry Pratchett, que escreveu obras como a série Discworld e Belas Maldições (em parceria com Neil Gaiman). Participaram deste episódio: eu (Lucien o Bibliotecário), Amauri Silva, Bruno Assis, Igor Rodrigues e Nilda Alcarinquë.

Atenção!

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  • Pela Grande A’tuin… Preciso chegar logo em casa para ouvir este episódio!!!

    • Amauri Silva Lima Filho

      #ATartarugaSeMove irmão!
      #TheTurtleMoves

  • Petrus Augusto

    Ainda ouvindo o cast, mas, sobre o Gaiman…

    Cara, podem me apedrejar, mas, não consigo entender toda essa babação de ovo que fazem sobre ele!

    Tudo bem, li apenas 2 obras dele…
    -> Sandman, do caralho!!!
    -> Oceano no fim do caminho, “meh”

    Preciso ler mais (bem mais) sobre ele para tirar um conclusão real, mas, até o momento, não vejo o motivo de tanta ‘idolatria’ que fazem sobre ele.

    • Presidente Exumador

      Você já deu a resposta. Volte 3 casas e leia mais Gaiman, então e só então vc terá mais embasamento para julgar sua obra.

      Beijos.

    • Amauri Silva Lima Filho

      Caro @Petrus, eu entendo perfeitamente você 😉
      Eu li algumas coisas do Gaiman e Sandman é a menos relevante hoje em dia pra mim 🙂
      Pra entender a “babacao de ovo” recomendo fortemente Stardust e Caçadores dos Sonhos. São duas obras lindas.

      • Petrus Augusto

        Obriado Amauri, acabei de colocolos na lista de compras (sim, eu tenho um lista, assim, evito sair comprando tudo a esmo hahaha)

        • Nilda Alcarinquë

          Aumentando sua lista: O livro do Cemitério é o meu preferido!
          e exceto por Sandman, prefiro os livros infanto juvenis do Gaiman aos adultos. Não sei porque, mas eles me cativam muito mais.

    • Igor Rodrigues

      Não tem nada de errado. Pra muitos (eu, inclusive), Gaiman é um dos autores mais importantes da ficção especulativa (além de roteirista e quadrinista), mas pode ser que simpelsmente você leia e não goste, não veja graça e ache chato. E também está certíssimo. Arte é isso, discurso e percepção.

      Mas olha, eu indico fortemente Deuses Americanos (a versão original, não a especial de 10 anos que é desnecessariamente longa).

  • Gabriella Da Silva Lemos

    Sobre a dificuldade de comprar livros do Pratchett lançados pela Conrad…
    Fui na estante virtual, tinha edições na faixa de 100 reais,tive a sorte de comprar ele por 10 reais num sebo perto da federal.
    Vai ver os deuses queriam que eu lesse Pratchett mesmo!

  • Leonardo Gomes

    Parabéns por mais um ótimo episódio! Sou grande fã de Pratchett e do Discworld e achei muito legal ouvir um programa dedicado à ele.
    Gostaria de fazer uma observação sobre uma colocação no começo do programa, onde foi dito que quem quiser começar a ler Pratchett em português não consegue porque as histórias tem uma sequência e não se consegue mais achar os primeiros livros aqui no Brasil com facilidade:
    Tirando as histórias que foram definidas para serem uma sequência, como por exemplo A Cor da Magia/A Luz Fantástica e a série infanto-juvenil da Tiffany, as demais foram escritas com enredos fechados, com início, meio e fim, ainda que os mesmos personagens apareçam em várias delas. A “série” das Bruxas, por exemplo, compreende os livros 4, 6, 12, 14, 18 e 23, ou seja, não foram lançados de forma sequencial porque não demandam uma leitura sequencial, eles se encerram em si. Essa é uma das grandes vantagens do Discworld, pois quem quiser pode começar a ler tranquilamente por Pequenos Deuses, Lordes e Damas ou o futuro lançamento Men at Arms e não vai sentir perda de conteúdo.
    Tendo isso em vista, é deste fator que a Bertrand está se beneficiando, pois os direitos dos primeiros livros ainda estão com o grupo Ibep, do qual a Conrad faz parte (ela lançou 14 livros no Brasil). A Bertrand está aguardando o vencimento deste contrato para começar a publicá-los (de acordo com a mesma).
    Para quem quiser seguir a ordem de “séries”, existe um guia oficial para tal, separado por personagens e suas aparições: http://bit.ly/1NRK1OV
    Como sei dessas coisas? Sou o criador da página Discworld Brasil, então aproveito o espaço para um breve jabá (se permitido) da página e do grupo, onde todos que conhecem e querem conhecer a série e o autor são muito bem-vindos!
    http://www.facebook.com/DiscworldBR
    http://www.facebook.com/groups/DiscworldBR
    Espero ter ajudado com algumas informações! Novamente, parabéns pelo episódio!

    • Amauri Silva Lima Filho

      @Leonardo, obrigado pela sua pagina 😉
      Eu já penso que, apesar de não ser necessário, quem pegar ‘Lordes e Damas” sem ter lido “Direitos Iguais Rituais Iguais”, “Estranhas Irmãs” e “Quando as Bruxas Viajam” perde uma boa parte da experiência, principalmente a rixa entre Magrete e Vovó Cera do Tempo.

      • Leonardo Gomes

        Olá @amaurisilvalimafilho:disqus ! Entendo sua posição! Minha observação foi mais em relação ao que foi dito no início do programa, que pode dar a entender que é inviável ler Discworld no atual contexto das publicações brasileiras sem ter tido contato com os primeiros livros. Certamente existem “tramas contínuas” que se desenrolam ao longo dos livros com as mesmas personagens, afinal, boa parte delas trabalham as características de cada uma e suas relações, mas não creio que seja algo que atrapalhe ou altere a resolução da trama maior de cada história, que geralmente independem dos livros anteriores. Quero dizer que, para entender como começa e termina Lorde e Damas em relação ao que move a trama (o Mundo das Fadas), não é preciso ter lido nenhum livro anterior, pois é uma trama fechada, mas se quiser saber mais das relações entre as bruxas, apesar de Pratchett frequentemente evidenciar os pontos mais relevantes (pois acredito que ele tinha em mente que as pessoas poderiam começar por qualquer um dos 41 livros já que a maioria não é sequencial – não é à toa que muitas vezes somos reapresentados à A’Tuin mesmo que brevemente), certamente ler os livros anteriores enriquece a experiência, mas não a limita no que tange a compreensão do enredo principal.

    • Eu sou paranoico, então mesmo que me diga que não tem ordem, eu vou querer ler na ordem de publicação. Por isso peguei os três primeiros livros na internet pra pode ler no Kindle.

      E já ia esquecendo, já deixei minha curtida la na sua pagina do facebook. Abraço.

      • Leonardo Gomes

        Olá @willianpm:disqus ! Obrigado pela força! Você vai ver que nos dois primeiros existe uma conexão obrigatória, mas acredito que quando pegar o terceiro, Direitos Iguais, verá que não existe a mesma obrigatoriedade de ter lido os dois anteriores (ao menos eu acho, fica o convite pra dizer o que achou nesse sentido hahahaha). Te convido a entrar no grupo também! https://www.facebook.com/groups/DiscworldBR

  • Patricia Souza

    Olá equipe cabulosa. Gente, estou me sentindo o Lucien nesse episódio, só sorrindo e acenando porque eu não manjo nada da obra de Pratchett. Eu só li o “A cor da magia”, que seria o primeiro da série (eu acho), que confesso achei bem chatinho, e por isso não tive vontade de continuar a séria (quem sabe um dia). Pra quem está procurando as obras, acho que dar uma olhada nas bibliotecas públicas pode ajudar um pouco.

    Parabéns pelo ótimo programa, e até o próximo episódio.

  • Presidente Exumador

    Sério? Falar mal do Gaiman? Ou tão só de galhofada? Não consigo passar de 8:30 min… Se eu me recuperar volto para o cast…

  • Presidente Exumador

    Por favor, alguém consegue definir o conceito de “humor inteligente”? Sério, nunca entendi isso…

  • Muito legal o episódio (mas falar isso é chover no molhado).
    Eu conheço o Terry Pratchett já faz um tempo, mas li poucos livros dele. (Estou no mesmo barco que vc Lucien, até hoje não sei como se pronuncia Terry Pratchett)

    A forma como conheci este autor é que foi um tanto cômica: estava lá o jovem Bibliomante em uma de suas visitas a um sebo (quando retornava do trabalho para casa, isso foi em 2004). Eu costumava ir aos sebos sem ter algum livro em mente para comprar e ficava lá olhando/folheando/lendo as orelhas dos livros, decidindo qual eu compraria. E naquele dia eu estava na dúvida entre dois livros que me haviam chamado a atenção. Como os funcionários estavam querendo fechar logo a loja e ficaram me apressando, fiquei um tanto irritado (porque sou péssimo quando tenho que decidir, entre dois ou mais livros, qual eu vou levar) e acabei não levando nenhum dos dois. Escolhi um livro aleatório (na verdade, não tão aleatório, eu havia batido o olho no livro quando entrei no sebo, mas o julguei ser bem “fraquinho”; não tinha me chamado a atenção de forma positiva: uma capa um tanto infantil, mas com tons escuros e contradiziam a “infantilidade” sugerida no desenho) para acabar logo com o dilema e evitar que eu fosse expulso da loja a ponta-a-pés, kkk.

    O livro era “O Fabuloso Mauricio e seus Roedores Letrados”. Muito provavelmente os outros dois livros nem se comparariam a este (lembro vagamente de um deles, “Fortaleza Digital”, e ou outro sequer me vem á lembrança).

    Qual não foi minha surpresa quando cheguei em casa e percebi que no ônibus eu já havia devorado alguns bons capítulos daquele livro estranho com uma capa que me pareceu um tanto infantil (apesar dos tons sombrios) que eu havia julgado erroneamente como o mais “fraquinho” dentre as três escolhas que me ocorreram.

    E depois disso sempre comprava para ler os livros do Pratchett quando dava a sorte de encontrar algum nos sebos de Osasco. “A Cor da Magia”, “Direitos Iguais, Rituais Iguais” e “O Oitavo Mago” são os outros livros que li e infelizmente foi só.

    Este autor é um dos que estão no meu roll de autores fodásticos (ao lado de Gaiman, Tolkien, o “anonimo” autor das Mil e Uma Noites, Robert W. Chambers, Alexandre Dumas, entre outros: é, eu acho que tem muito autor foda por aí e eleger o melhor é tarefa impossível, kkkk). E como vocês me fizeram o favor de reviver os livros que já li do Pratchett, talvez eu faça um esforço para colocá-lo na minha lista de leituras (e re-leituras) de 2017, kkkk, Haja tempo pra tanta coisa.

    Tomara que as editoras brasileiras consigam os direitos para publicar toda a coleção e tomara que elas tenham este interesse – mas tenho um palpite de que tenham este interesse sim.

    Apesar do que foi dito no Cast; de que o autor não é muito conhecido, eu não acho que seja algo assim tão acentuado (por exemplo, em se tratando do publico em geral ele não é mais desconhecido do que Willian Blake, Robert W. Chambers, Ernest Hemingway ou mesmo Gay Talese). Aliás, para o publico em geral, só são conhecidos os autores best-seller. Claro que toda generalização é burra, mas em termos aproximados é assim que funciona a coisa. Por isso acredito que haja um publico para o Terry, esperando, quem sabe, uma coleção de suas obras traduzidas para o português. kkk

    E seus livros andam mais sumidos da boca do povo (e talvez do conhecimento dos leitores mais jovens) nos dia de hoje talvez por que hajam muito mais opções “populares” de fantasia circulando no mercado atualmente (contando com filmes de cinema e seriados de TV para alavancar as vendas) e menos obras do Pratchett nas prateleiras das livrarias. Bom, ao menos é minha a opinião.

    Bom, no mais é isso Cabulosos e Cabulosas.

    Grande abraço.

  • Henrique Tavares

    AI MEU DEUS

    Vim despretensiosamente conferir se tinha algum tema que me interessasse e… TERRY PRATCHETT.

    Acho que vou desmaiar!

  • Juliana Vermelho Martins

    Venho ouvindo o podcast há algum tempo e essa é a primeira vez que faço um comentário.

    Em primeiro lugar, o óbvio: parabéns pelo trabalho de vocês! Parabéns. Ponto. Se fosse justificar, teria que escrever demais e o objetivo do comentário é outro…

    Segundo. Eu nunca tinha ouvido falar do T. Pratchett, mas fiquei muito empolgada para conhecer. Como alguém disse nos comentários aqui embaixo, tenho uma lista chamada “Eu quero” onde guardo os links de tudo o que vejo por aí pra não sair comprando compulsivamente. T.P. acabou de invadir a lista! 😉

    Terceiro. Claro que há questões contratuais de direitos, etc. e tal. Mas precisamos realmente esperar que tudo isso se resolva para fazermos, nós mesmos, uma tradução coletiva dessas obras? Eu sou tradutora e poderia decidir traduzir um ou mais desses livros. As pessoas que participaram do post e que conhecem bem o universo poderiam revisar minha tradução para corrigir minha escolha de vocabulário. E esse texto ficaria disponível pra quem quisesse ler até que as editoras conseguissem publicá-los de forma mais cuidada, editada, formatada, etc. Outros tradutores e revisores podem se juntar ao grupo e em menos tempo o público brasileiro, que não consegue ler em inglês, poderia ter acesso ao conteúdo da obra…

    Evidentemente só poderíamos fazer isso se não houver implicações legais para os envolvidos. Se bem que, até que não seria má ideia parar na cadeia por uns tempos… Eu teria um tempo INFINITO pra ler tudo o que está atrasado! 😀

    Bem, fica a sugestão.
    Se alguém quiser encabeçar o projeto, pode contar com minha participação voluntária como tradutora.

  • Carolina Gonzalez

    ooi! Sou uma ouvinte novaa e estou adorando!! O único podcast literário que eu ouvia era o Covil de Livros… recentemente descobri o LivroCast (mas não me identifico com a conversa sem spoiler rsrs) e lá descobri o Cabuloso!
    É muito divertido e leve ouvir vocês.. e tendo ouvido uns 10 programas já estou louca pra ler doois livros que jamais pegaria pra ler se não tivesse ouvido vocês haha

    Vim fazer um pediido: a Sombra do Vento!! O último livro da série do Cemitério dos livros esquecido será lançado no 2º semestre desse ano aqui no Brasil.. =D

    • Rodrigo Basso

      KKKKKK
      A Carolina Gonzalez já deixou lá no Covil o pedido para Sombra do Vento e está tentando aqui também. Continue assim!
      kkkkkkk

  • Eu peguei os três primeiros livros de Discworld e já passei pro kindle. Fiquei muuuito afim de ler.

  • Programa muito legal pra me incentivar a finalmente continuar a ler os livros do cara, Baixei tudo nas pirataria, comecei o primeiro e nem terminei, mas já gostei muito do que li. Bagagem é maravilhosa.

  • Aline Viana

    Eu conheci o Terry Pratchett quando ele morreu por conta dos artigos que saíram na mídia inglesa sobre ele. Vi o do Gaiman, no Guardian, e depois vi o de outra colunista do Guardian (http://www.feministe.us/blog/archives/2015/03/12/terry-pratchett-rip/) dizendo que se tornou feminista muito por conta do “Quando as bruxas viajam” – daí me senti muito curiosa pra ler consegui encontrar no Estante Virtual. Enfim, é divertido e provoca mesmo uma reflexão sobre os direitos das mulheres. Super recomendo!
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    • Leonardo Gomes

      Olá @disqus_ZE7YZ6RkEX:disqus ! Os livros estão sendo relançados aqui pela Bertrand Brasil! Já temos com “Pequenos Deuses”, “Lordes e Damas”, “Os Pequenos Homens Livres” e “Um Chapéu Cheio de Céu” nas livrarias. Como gostou de Quando as Bruxas Viajam, recomendo Lordes e Damas, Os Pequenos Homens Livres e Um Chapéu Cheio de Céu, onde a Cera do Tempo também aparece e que geram reflexões tão interessantes/importantes quanto as de Quando as Bruxas Viajam (na verdade, acho que todo livro de Pratchett faz a gente refletir em algum ponto, por isso recomendaria todos hahahaha), além de serem muito divertidos. Incluo também Direitos Iguais, Rituais Iguais nessa recomendação, com o porém de ter sido lançado pela Conrad e ser meio difícil de se achar. Aproveito para te convidar a curtir a página Discworld Brasil e a entrar no grupo:
      https://www.facebook.com/DiscworldBR
      https://www.facebook.com/groups/DiscworldBR