CabulosoCast #193 – A Arte de Pedir

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Olá Cabulosos e Cabulosas do meu Brasil e Booklovers de todo mundo! Neste capítulo, eu (Lucien o Bibliotecário), Domenica Mendes e Lucas Ferraz convidamos Nilda Alcarinquë e Rodrigo Basso para falarmos sobre A Arte de Pedir, livro escrito pela artista, Amanda Palmer. Hoje você saberá quem é Amanda Palmer; qual a sua relação com Neil Gaiman e por que temos tantos problemas em pedir. Um bom episódio para vocês!

Agradecimento: Luciana Bento (narração) do blog da Mãe Preta

Atenção!

Para ouvir basta apertar o botão PLAY abaixo ou clique em DOWNLOAD (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como para salvar o episódio no seu pc). Obrigado por ouvir o CabulosoCast!

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Citados durante o programa

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  • Vitor Sandrini de Assis

    Vocês me quebram assim. Pirei no livro. Mais um pra meta de 2017. Obrigado por mais um excelente episódio!

    • Vitor, esse livro é realmente marcante! Acredito que tem muito a acrescentar. Leia! Ouça as músicas dela também! É demais! ♥
      Obrigada por sempre nos ouvir!!!
      Abraços

      • Vitor Sandrini de Assis

        Vou ler e ouvir sim. Mega animado. Já estou divulgando o cast e o livro a torto e direito sem mesmo ler.

        • Rodrigo Basso

          Esse livro valeu mt a pena divulgar mesmo. Ele é fantástico!

    • Rodrigo Basso

      Todos piramos nesse livro! A Amanda é fantástica.

      • Vitor Sandrini de Assis

        Então, curti muito o papo de vocês e as vivências dela que compartilharam. Vc já se tornou parte reponsável de duas metas minhas de leitura este ano, Basso: este e O Nome do Vento. Dou o meu feedback depois.

        • Rodrigo Basso

          Poxa, por favor, venha dar seu feedback sobre o Nome do Vento sim!!!!

  • Kell_Bonassoli

    Este livro é maravilhoso. Eu confesso que comprei por causa da relação com o Gaiman, mas fiquei apaixonada pela personalidade dela e pela história da vida. Ele também foi divisor de águas na minha vida, mas já está na hora de reler e este podcast foi providencial. Pessoal, vocês mandaram muito bem no podcast e adorei as narrações da Luciana.

    • Rodrigo Basso

      Impressionante quantas pessoas chegaram no livro por causa do Gaiman (eu inclusive) e todas acabaram se rendendo aos encantos da Amanda (inclusive eu! kkkk).

      • Vitor Sandrini de Assis

        Vou buscar o livro por causa dela e do episódio, pq (corro o risco de ser ofiado por muitos agora) não gostei de nada que li do Gaiman até hoje e, portanto, não me interesso nada por ele.

        • Kell_Bonassoli

          Já leu O livro do cemitério?

          Mesclando o fantástico e o gótico, o autor conta a história de Ninguém Owens, o Nin, um garoto que escapa do assassinato de toda a sua família e é criado por fantasmas que habitam um cemitério centenário. Com eles, Nin aprende as regras básicas de convivência e compaixão, ética e perdão.

          • Vitor Sandrini de Assis

            Só li dele O Oceano no Fim do Caminho e Deuses Americanos (livros), e Lugar Nenhum e Eternos (hqs). Tenho vontade de ler Sandman, mas já temo não gostar, pq Deuses Americanos que dizem ser o melhor livro dele eu não curti. Confesso q só leio mais alguma coisa dele se eu gostar de Sandman, senão desisto mesmo.

          • Rodrigo Basso

            Nossa, vc não curtiu Deuses Americanos? Então acho difícil você gostar da maior parte da obra do Gaiman. De qualquer formar, fique tranquilo, porque as aparições do Gaiman neste livro são bem esporádicas, mas a relação dos dois é muito gostosa de ver!

          • Vitor Sandrini de Assis

            É, Basso, realmente busquei o Deuses Americanos por dizerem ser o melhor livro dele. O Zaniolo tava mega empolgado no livrocast e me convenceu a procurar pelo cast. Li as primeiras 100 pag muito animado, mas depois achei um saco. Achei um porre, arrastado e achei o Shadow muito chato! Realmente não foi pra mim. Só leio dele agora o Sandman, que tenho vontade de ler desde adolescente. Se não curtir isso, basta de Gaiman. Mas é gosto, né? Fazer oq, né?

  • Olá cabulosos.
    Estou louco para ler o livro, fiquei apaixonado. Fui dar umas pesquisadas nas músicas dela e adorei. É um estilo bem diferente do que eu costumo ouvir, mas é bem legal.
    E outra coisa. Esse foi o primeiro CabulosoCast que me fez chorar. Na parte em que vocês disseram as passagens do livro que mais gostaram, tiveram duas vezes que eu tive que tirar os óculos para enxugar os olhos.
    Muito obrigado pelo ótimo trabalho e por indicar mais um livro fantástico.
    Um abração e até a próxima! o/

    • Rodrigo Basso

      Tem vários momentos nesse livro que dá vontade de chorar. A Amanda se entrega bastante na narrativa e é difícil não se emocionar ao ler alguém que abriu tanto assim sua vida pra gente.

  • Ótimo livro.
    Minha oficina de literatura existiu por conta dele.

    • Rodrigo Basso

      Acho que esse livro é quase que obrigatório pra quem produz algum tipo de arte e/ou quer se relacionar de forma diferente com a produção dela.

  • Eu amo Amanda Palmer do fundo da minha alma!!!!♡♡♡
    E esse livro é lindo! Me romoo ao lembrar que eu ainda não o tenho.

  • Eu “li” esse livro em audiolivro, narrado pela própria Amanda Palmer. Imaginem!!! Realmente é maravilhoso!

    Só pra adicionar na questão sobre ser ou não autoajuda: não é. Nas bibliotecas aqui no Canadá, esse livro fica catalogado na seção de obras musicais (782), não na seção de autoajuda (158). É exatamente o que o Lucas falou: relato autobiográfico focado em um aspecto único da vida dela (esse da sua experiência com o pedir e aceitar ajuda).

  • Cabulosos, muito obrigado por me apresentarem este livro. Está na minha lista de leituras para se fazer neste ano. Gostei deste tema justamente por vocês falarem muito sobre o estilo da escrita dela que, por sua vez, parece ser bem diferenciado. Aliás, devo dizer que não tenho problemas com auto-ajuda se o livro for realmente eficaz naquilo que se propõe. Acredito que nesse caso há que se separar o joio do trigo pois em alguns casos podem existir livros que realmente sejam interessantes como “Fênix – renascendo das cinzas”, de Daniel C. Luz.

    Grande abraço.
    Voltarei à estes comentários depois de ler o livro 🙂