CabulosoCast #174 – Escola sem Partido?

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Olá Cabulosos do meu Brasil e Booklovers de todo mundo! Neste capítulo, eu (Lucien o Bibliotecário) convidei Ana Luiza Karam, Fábio Melo e Mário Márcio Félix para juntos discutimos o projeto de lei: escola sem partido. Por que esse projeto incomoda tantos professores e é defendido por outros? Vamos ler a lei a luz de quatro docentes que NÃO concordam com suas diretrizes e questionaremos os motivos, sob nossa ótica, reais deste projeto. Um bom episódio para vocês!

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Citados durante o episódio

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Anderson Henrique | Carla Fernanda | Carlos ValcárcelGiselda Cruz | Mirela Lins | Marshal Rodrigues | Sidney AndradeSonara Henriques | Rafael Norris | Ricardo Brunoro

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  • Petrus Augusto

    Ainda não ouvir.. Mas, se prepare: Vc sera taxado de comunista ptralha, etc, etc… Sabe como é, ´ser sensato é ser comunista nessa merda de país, com esse populixo que nele vive.

  • Exumador from SPACE

    poderiam chamar alguém a favor.

    • FHC

      Para ter alguém a favor de um projeto tão contraditório, essa pessoa também seria contraditória e acrescentaria pouco ao debate.

      • Douglas Costa

        Ninguém que defende este projeto pode, na verdade, acrescentar algo em qualquer discussão, desculpe.

        • FHC

          Heheh, não quis ser contundente, mas é isso mesmo.

    • Ezequias Campos

      Que tal chamar um PROFESSOR DE DIREITO CONSTITUCIONAL? Sério… não conheço NENHUM que seja a favor deste ABORTO de lei.

  • Robson F. Vilela

    A vantagem da democracia sobre a ditadura é ela permitir o embate de ideias. Essa lei quer destruir o debate e a liberdade de ideias que tanto o liberalismo prega. Essa lei só faz sentido dentro de um pensamento ditatorial.

    É só o que tenho a dizer agora, porque vocês já disseram tudo. Parabéns pelo programa! Lucien, nos últimos tempos têm aparecido muitos temas relevantes no caso. Parabéns!

    Abraços!

    • Luciana Mandina

      é justo o contrário. Essa lei quer o debate e a liberdade de idéias. Tudo o que vemos hoje é o pensamento ditatorial de esquerda. Por isso a grita geral, tá difícil largar o osso.

      • FHC

        Como já pediram em outro reply: me aponta onde existe uma ditadura de esquerda.
        Será que a capacidade de interpretação está tão em falta que é difícil entender como esse projeto de lei é deficiente? Não é apenas fruto de uma direita esquizofrênica, é também um projeto mal escrito, deveria servir de exemplo de como não se redigir um. Se existe essa incapacidade de ver o óbvio, não me surpreende que vejam uma ditadura acontecendo atualmente.

        • SmokeE3 .

          Meu livro de história do 3º ano do ensino médio de 2010 dizia que Fidel Castro “libertou” Cuba da “opressão da direita”. E que hoje “Indiscutivelmente” (usa exatamente essa palavra) acabou com o analfabetismo em Cuba.
          PS: Não há nenhum outro capítulo falando de qualquer outro país latino americano, só de Cuba.
          PS. 2: Em nenhum momento fala do “comunismo” ou que o cidadão tem liberdade de ir e vir. Ou seja, só apontou os “pontos mostráveis”.

          Sério, se vc acha que o governo não interfere na educação com seus pontos políticos, basta vc pegar seus livros escolares e reler.

  • Beatriz Kollenz Gama

    Esse projeto de lei me parece o exercício do duplipensamento de 1984, tentando implementar por meio de ideias contraditórias uma escola fascista no nosso país. Infelizmente parece que o projeto tem ido bem em algumas votações, espero que ao final ele não seja aprovado ou então estaremos a apenas um passo de ter uma população controlada e doutrinada para seguir sem pensar os ideais conservadores.

  • Douglas Costa

    É impossível concordar com este projeto. A Lei em si, aprovada ou não, não será seguida, será mais uma Lei que não vai “pegar”, simplesmente por que não existe maneira de cumprir a Lei e ainda existir escola.

    • Ezequias Campos

      Vai pegar sim. Para expurgar quem não aceita o governo.

  • Paulo Sena

    Ótimo cast, como sempre. É um absurdo o que estão tentando fazer. Não sou professor nem trabalho nessa área, e ainda assim me solidarizo na luta contra tal lei. Escola sem Partido não é Escola!

    • Luciana Mandina

      e qual seria o partido de sua escolha para uniformizar a “escolha” dos alunos? É apenas disso que trata o projeto, honestidade ao transmitir todas as possibilidades de todas as correntes. Sei que é exigir demais pois os professores são, eles próprios, fruto de doutrinação. E usam antolhos.

  • FHC

    Aguardando alguém aparecer aqui para defender esse lei…

  • Ezequias Campos

    Salve Cabulosos e Cabulosas!!

    Como um causídico meia boca fiquei aqui doido para comentar uns pontos importantes:

    Primeiramente é importante sim o parecer do MPF sobre a inconstitucionalidade da lei. Há um negócio chamado “controle de constitucionalidade”, que é quando um legislador escorrega (ou, como no caso, é um fascista) e uma lei entra em vigor sendo contrária (formalmente ou materialmente) à Constituição Federal. Isso porque permite-se que a lei seja retirada do campo, sendo declarada NULA, sem efeitos (apaga que ta feio).

    Contudo, o judiciário não pode controlar a atividade criativa do legislador, são poucas hipóteses que a atividade legislativa poderá ser controlada ANTES que a Lei ou Emenda Constitucional entre em vigor: no caso de proposta de emenda a constituição que seja manifestamente ofensiva a cláusula pétrea e caso de projeto de lei ou de emenda que discipline o processo legislativo.

    Em outras palavras, não podemos abortar este monstro antes dele nascer. Mas quando e se nascer (atualmente é apenas um projeto de lei), pode ser declarado NULO pelo STF que é quem faz o juízo de compatibilidade das leis e demais normas com a constituição.

    Se o MP deu parecer negativo a lei… no dia seguinte a sua publicação ele pode entrar com uma ADI, ação declaratória de inconstitucionalidade, e conseguir uma cautelar para suspender a eficácia da lei até julgamento final, decisão com efeitos para todo mundo. Embora eu tenha MUITAS reticências com a composição do STF atual (com o golpe e tudo né), mas eu acredito que SE essa lei passar, ela será declarada inconstitucional sim. Com uma declaração destas… a questão será definida para todo o pais.

    Não só o MP pode entrar com uma ação destas, mas algumas entidades podem também, na verdade já temos uma ADI questionando isso (especificamente a lei daqui de Alagoas), a ADI5537, movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino, que atualmente está com o Min. Barroso. Então a questão já está sendo discutida.

    Enfim, além de ser inconstitucional a lei é bem inaplicável por conta de ser altamente vaga, ela é inaplicável ou simplesmente arbitrária, tecnicamente ruim. É o que qualquer jurista que esteja comprometido com mínimo de verdade vai dizer.

    Honestamente eu acredito ser mais uma medida populesca do legislador em questão para atrair o público de extrema direita, o que é importante, já que financiamento empresarial não pode mais (segundo o STF, em ação de controle de constitucionalidade), o dinheiro tem que vir (ou parecer vir) de outro canto, não é.

    Mas é sim um pensamento perigossimo. Mas acreditem, cabulosos e cabulosas, a perseguição irá vir de outros lados se não for por uma via obtusa como esta da lei, mas por uma alteração da cartilha do méqui, com leis que detonem o ensino público, com porrada nas manifestações dos professores…afinal vocês sabem… eles são muito bons em serem maus.

    E eu realmente não tenho como ressaltar mais isso: não é uma lei amoral. é IMORAL e quem a defende tem objetivos escusos, que destruir um suposto inimigo, ou simplesmente é um ignorante político.

    E sim eu sou comunistinha esquerdopata, deal with it.

    • Nilda Alcarinquë

      Fiquei aqui pensando em como esta lei seria aplicada numa classe com 40 alunos, sendo um filho de católico, outro de umbandista, outro de evangélico, outro de mórmom, outro de sindicalista e outro de hippie.
      A reclamação de qual pai seria atendida?
      E uma mãe que precisou impedir judicialmente que o pai veja os filhos, pode impedir a comemoração do dia dos pais?

      E aí, teremos que ter um professor por aluno?

      • “Art. 7º. Os professores, os estudantes e os pais ou responsáveis serão informados e educados sobre os limites éticos e jurídicos da atividade docente, especialmente no que tange aos princípios referidos no art. 1º desta Lei.”
        “Art. 9º. O disposto nesta Lei aplica-se, no que couber: I – às políticas e planos educacionais e aos conteúdos curriculares; II – aos materiais didáticos e paradidáticos; III – às avaliações para o ingresso no ensino superior; IV – às provas de concurso para o ingresso na carreira docente; V – às instituições de ensino superior, respeitado o disposto no art. 207 da Constituição Federal.”

        Eu leio que: não, não terá um professor por aluno pois isso não significa nada, já que ele não pode apresentar sua opinião e crenças. O que terá é: o governo decide, ponto.

        • Ezequias Campos

          Gente, é golpe.

          Controle da educação é a primeira necessidade

  • Nilda Alcarinquë

    Olas!

    Só queria agradecer por este episódio maravilhoso, em que PROFESSORES, os mais afetados por esta aberração, puderam soltar a voz.
    E tenho que agradecer ao Lucien por não ter chamado alguém que defenda este projeto. Seria muito desagradável ouvir alguém tão mal intencionado ou tão idiota. Porque é preciso ser mal intencionado ou idiota pra ser a favor deste projeto.

    abraços

  • Exumador from SPACE

    quanto amor!!!

  • Exumador from SPACE

    olha o absurdo disso!!

  • Salve salve!

    Vejo essa lei como uma ideia que parece funcionar e aí você continua lendo e percebe os perigos. Naturalmente os professores, diretores, trabalhadores, coleguinhas, familiares, presidentes, organizadores, seres humanos devem respeitar a individualidade dos alunos. Contudo, o que vem depois é o perigo….
    Como foi muito bem colocado por vocês na discussão, a lei é contraditória em si. O problema está bem escondido, está nas entrelinhas.
    Fazer doutrinação dentro do espaço da escola é julgado por mim como algo errado. Achava errado como aluno, como professora, continuo achando como responsável por estudantes e ponto. Contudo, o que é doutrinação? Como é possível fazer doutrinação dentro da sala de aula, como vocês mesmos colocaram ali? Falta tempo útil, falta espaço, falta um monte de coisa.

    Infelizmente, está bem claro que esse projeto visa coibir o poder da força intelectual do país. Os estudantes sempre tiveram grande poder dentro de qualquer sociedade, o motivo é simples: estudantes têm acesso a conhecimentos variados, fontes diversas, opiniões que divergem. Também tem maior paixão por lutas e tempo hábil para isso. Eles podem acompanhar as coisas e questionar mais do que qualquer trabalhador desse país ou de qualquer outro. Em qualquer esquema ditatorial ele tem maior força para se imortalizar ou chances de se quebrar a partir do momento em que a força estudantil entra no jogo. A História está aí pra mostrar isso (e não precisa ir muito longe não, o gosto da ditadura militar brasileira ainda está aqui).

    Professores não são replicadores de informação, independente de sua origem. Professores são educadores, são formadores de opinião, o ensinar e aprender exige isso e possibilita isso também (o que acho lindo! – e necessário). Ao colocar a lei em prática, tira-se a função de professor do professor. É quase como falar a um médico “Olhe, você tem por obrigação funcional curar as pessoas.” “Ótimo, vou curar com meu conhecimento e atualizações.” “Agora, você tem que curar as pessoas dando a elas apenas dipirona.” “Mas governo, essa pessoa tem AIDS. Aquela tem câncer.” “Aqui na lei diz apenas dipirona, dê dipirona.” É irracional.

    As ambiguidades da lei, as brechas também são demasiadas confusas e perigosas até mesmo para quem é a favor dela. SIM, eu respeito quem é a favor, todos são livres e é de direito de qualquer um ser contra ou a favor. Além disso, se é a favor é porque deve ter visto algo ali que eu não vi e posso aprender com isso. Aliás, aceito, quem for a favor, está convidado a me apresentar o seu ponto de vista, quero aprender com você. – Como você pode exigir do professor que ele apenas passe o conteúdo que não fira a moralidade ou crença da sua família ou filho sendo que quem define o que vai ser ensinado é o governo? Por mais conservador que você seja, você percebe como isso tira até mesmo o seu poder de definir e sugerir, na prática, o que você acha que é interessante de ser acrescentado à sua criança dentro da escola?

    Ser partidário não é escolher um partido político. Educação é sempre partidária, pessoas são sempre partidárias. A sociedade exige que sejamos partidários. É simples. (Sei que parece confuso, mas é simples mesmo).

    O que mais me ofende nessa lei é que ela me representa a porta do autoritarismo. Ela delimita poderes intelectuais e ações reais de conhecimento com base em acontecimentos políticos em um momento de transição no cenário político federal, unindo-se a extermínio de ministérios, economia fragilizada e sociedade desnorteada e descontente com a posição e acontecimentos políticos, alimentos por uma mídia sedenta de poder (como sempre foi). Para quem concorda com ela (historicamente chamados de conservadores sim!), ela toca no poder pessoal com frases como “respeitar a crença do seu filho, o seu ponto de vista, a força da sua família, a sua religião”… As pessoas se apegam a isso e não vêem o que vem logo depois “desde que seja aprovado pelo governo”. Não precisa ir muito além para entender que se aprovado vai ser ensinado o que o governo quiser e que a única forma de você ter o seu próprio direito de questionar ou ter a crença e religião e moralidade do seu filho e família respeitados é apenas se a sua opinião, crença, religião e moralidade for a mesma do governo. Nesse momento histórico brasileiro isso é tudo o que não precisamos. Mesmo. Precisamos de ação, de conhecimento, de acompanhamento. Precisamos de força e precisamos aprender quais são nossos direitos e deveres. Precisamos consertar esse país, em tudo o que ele está errado, exposto dentro do Senado que não é de hoje, é de muito tempo, mas é agora que podemos exigir. Linkando-se tudo isso dá pra entender o porquê tem alínea específica sobre proibição de falar de política, informar manifestações públicas, falar qualquer coisa, trabalhar, ensinar, educar, essas coisas que professores profissionais costumam fazer, às vezes bem feito demais por isso que é preciso essas leis aí, tsc tsc.

    Resumão da aula de hoje: É uma lei perigosa. Me assusta. Muito.

    • Ezequias Campos

      O problema Do, e que quem apóia está pouco se lixando a democracia… Mas a ilusão de un discurso neutro. Rá, neutralidade é o argumento mais falacioso do opressor.

      • Não sei não, Ezequias. O problema é que é contraditório demais, esse projeto é um perigo para todos os lados. Vejo isso de forma tão absurdamente clara que quase preciso de um saco de papel para respirar.

        • Ezequias Campos

          Esse projeto não é um perigo para todos os lados, é uma ação coordenada para expurgar toda uma forma de pensar, igualitária, idéias de esquerda. É típica coisa que acontece após um golpe: precisa-se controlar o que a geração seguinte vai pensar.

          Vide o que está acontecendo agora na Turquia. Aqui no Brasil é só o começo. Vamos esperar para ver se o estado de direito que temos e a instituições seguram um pouco esta avalanche de merda que está vindo e não só com o projeto facista de escola, digo, escola sem partido.

  • Diego Web

    Karnal é um canalha mentiroso.

  • Diego Web

    “Jovens tem sua própria opinião” desde quando? Jovens sempre fora usados como massa de manobra por esses movimentos de esquerda.

    • Nesse contexto, de direita também. Foi o que aconteceu na Alemanha hitlerista.

      Jovens têm a sua opinião. Mas são manobráveis como qualquer ser humano inserido dentro de um sistema, em especial quando ele é autoritário.

      • Luciana Mandina

        Felizmente não estamos tratando da Alemanha hitlerista. Infelizmente estamos tratando do Brasil petista e seus apêndices. Tão difícil assim de entender? leiam o projeto sem atribuir aos outros os seus próprios recursos pouco ortodoxos.

        • Alimanha Hitlerista com Brasil betista uhauahuHAUHAuAHuAHUAhUAhAUhAUhAuhAuAH

        • Bruno Seixas

          @lucianamandina:disqus

          Você acha mesmo que há uma doutrinação comunista/esquerdista nas escolas?

          Você aprendeu sobre Marighella?
          Aprendeu sobre revolução cubana?
          Sabe a história da URSS na ponta da lingua?
          Sabe explicar perfeitamente sobre Stalin, Trotsky, Lenin e Marx?
          Sabe a diferença entre socialismo e comunismo?
          Sabe o que é a mais-valia?
          Leu o manifesto comunista em sala?

          Pois é, eu também não…

          Mas te garanto que aprendemos que:

          Pedro Alvares Cabral descobriu o Brasil
          Princesa Isabel aboliu a escravidão porque era boazinha
          Capitalismo é um sistema justo
          Fala aí, nas aulas de literatura por exemplo, quantas autoras mulheres voce estudou? E quantas obras vc estudou no colégio, vindo da áfrica, ou contando a história africana?
          Você também aprendeu que a evangelização dos povos indígenas foi algo bom já que eles eram “selvagens” e “sem costumes”

          Mas ainda bem que o MEC me doutrinou para a esquerda né? Se não fosse a internet, eu ainda acreditaria na bondade da princesa Isabel e que a Europa é o centro do mundo.. A escola atual já tem uma ideologia muito forte: É excludebte e eurocentrada..

          TOTALMENTE DIFERENTE DESSE “pensamento ditatorial de esquerda” que você falou em outro post, e me permite fazer essa pergunta? Lá vai…

          Qual o exemplo que voce tem para dizer que a escola tem o pensamento ditatorial de esquerda? Pode ser algum assunto de alguma matéria da escola…

        • Ezequias Campos

          Não é assim moça.
          Essa lei é uma tentativa de espurgo.
          Se não encherga isso, lhe carece empatia, e com toda vênia, conhecimento da verdadeira linha do MEC. “Doutrinação de esquerda” é uma FALACIA com todas as letras.

          Só lembrar que antes de Marx, vemos Adan Smith.

        • Wallace Rosa

          Em um contexto onde a tal “Escola Sem Partido” vigorasse e se estivéssemos numa sala de aula, nem esse “felizmente” (um julgamento, uma opinião, um “tomar partido”) poderia ser mencionado.

          Aliás, como você ensinaria numa sala de aula sobre a relação entre Hitler e os judeus sem tomar partido? Um professor deveria ensinar ao mesmo tempo que o Holocausto aconteceu e também que ele é fruto de uma farsa orquestrada pelos americanos (como defendem alguns)? Deve ser ensinado ao mesmo tempo que ele era racista e que ele também estava certo e os judeus são mesmo inferiores (tem gente que pensa assim até hoje)?

          E aí as crianças fazem o quê? Decidem se concordam ou discordam de Sr. Adolf? É sério isso?

  • Diego Web

    Todos os ditos professores tem viés de esquerda e são contra o projeto, mais um motivo para ser a favor e ainda por cima não tem uma opinião contrária.

  • O mais triste é saber que é preciso mobilizar tanta força e energia para falar o óbvio. Quem defende uma atrocidade dessas é, no mínimo, um ignorante.

    • Ezequias Campos

      Ou está de má fé.
      Com o devido respeito, só há duas possibilidades aqui.

      • Adriano

        Como todo e qualquer movimento extremista ditatorial, a cabeça do movimento está de má fé, o resto acredita que é pelo “bem maior”.

  • Excelente programa! Eu ainda não havia entendido direito essa lei.

  • Olha só, ao menos as pessoas entenderam, excetuando um ou outro que certamente precisa parar urgentemente com o uso de cogumelos olavinóides, o principal problema do projeto “Escola sem Partido”: ele não é sobre educação, ele é inócuo enquanto medida para acabar com a “doutrinação” que somente um mentecapto consegue acreditar que efetivamente exista por parte dos “professores comunistas do mal que incentivam os alunos a serem contra o Capital”.
    Nenhuma pessoa minimamente instruída conseguiria apoiar este tipo de porcaria, primeiro porque esse imbróglio apresenta um texto deveras confuso, repetitivo, contraditório e que sequer possui dados que embasem a sua necessidade. Até mesmo porque fala-se em “doutrinação esquerdista”, cuja ideia vem de um idiota que as crianças chamam de filósofo, mas nunca parou para ler um livro paradidático, nunca deu aula na vida e muito menos sabe como o ambiente de sala de aula funciona.
    O material que o MEC aprova, pautado no PNLD, é de cunho liberal, porque o Estado brasileiro é liberal, amigo mongoloide que lê a revista Veja e acredita no Constantino. Nunca num livro que tenha literatura aparecem, por exemplo, textos do Lucaks ou do Eagleton sobre teoria literária ou sobre a teoria do romance. Você nunca vê críticas ao movimento romântico, fruto da hegemonia da burguesia pós-Revolução Francesa, que é duramente criticada pelo seu processo de alienação pelos realistas franceses. Ou que a literatura brasileira só existe à partir do século XIX e que a literatura africana de língua portuguesa é influenciada pelo marxismo como forma de resistência ao controle português. Quase ninguém cita que os autores do Modernismo brasileiro eram quase todos alinhados com o comunismo e usavam as suas obras como forma de divulgar os ideais contra as desigualdades sociais. Que Capitães da Areia tem muito do Manifesto Comunista do Marx.
    E isso porque apenas citei a parte de literatura. Então, antes de algum idiota falar em doutrinação, analisa que TODA a educação brasileira é liberal, conteudista e focada em aprovação, não em qualidade. E esse projeto de lei ainda quer tirar o pouco da autonomia que o docente tem com relação ao que ele quer passar. Ninguém cria uma lei para, por exemplo, evitar doutrinação ideológica em uma igreja. Ninguém cria uma lei para evitar doutrinação ideológica na televisão. E esses meios influenciam mais gente do que a escola.

  • Igor Rodrigues

    Tô achando lindo o discurso reducionista repleto de adjetivos a toda e qualquer pessoa a favor do projeto.

    A galera defende o que considera correto na base do ódio, da desumanização do outro e na ideia de “nós x eles”. Depois perguntam porque tudo virou um grande Fla x Flu.

    • Janaina Muniz

      Igor, eu entendo seu ponto perfeitamente, mas acho que temos que colocar algumas coisas em perspectiva aqui. A indignação e o desespero são reais.
      É como se os professores tivessem ido dormir pensando em lutar por melhores condições de ensino e acordassem no dia seguinte com medo de serem presos por ensinar. É um processo de criminalização do magistério como nós pensamos. Eu entendo que você fale de reducionismo, mas infelizmente somos seres humanos, não dá pra ser 100% racional em 100% do tempo. Tem horas que o sangue ferve.

      Às vezes não dá pra ser melhor. Desculpa.

      • Igor Rodrigues

        Deixando aqui um esclarecimento: falo dos comentários e não dos participantes do cast.

        Os autores da lei e seus asseclas de fato estão com péssimas intenções e o jogo político tá cheio de gente que precisa ser combatida. Perfeito. Também entendo que em uma discussão mano-a-mano, é provável que o negócio esquente além do que uma pessoa

        Mas para mim, retroalimentar essa ideia de “só um idiota ou fascista defende isso”, só leva a derrota de todo mundo. Quem tá do “outro lado” te vê como inimigo. Quem tá do seu lado, vê o outro como inimigo. Não tem compromisso, não tem armistício, é ganhar (afinal “nós” estamos sempre certos e somos muito esclaridos sempre, e “eles” são uns paspalhos) e se der certo gritar “chupa” e “não passarão”. Afinal, qual o objetivo dessa vigilância e ativismo todo?

        Eu penso que a ideia é defender o que achamos correto, levar informação de qualidade a que ajude pessoas a enxergarem o porque a lei é absurda e construir um debate que faça a sociedade perceber o dano que vai ser causado. E tem gente que, dentro de suas convicções tão legítimas quanto às nossas, não vai mudar de ideia. Ok, assim é a política, mas não precisa gritar “nazista” pra esse cara.

        Citando aqui um texto fantástico do Pedro Burgos sobre editoriais que gostam de promover o Fla X Flu:

        “Quando compartilhamos esses textos que pintam um chapéu de burro em um monte de gente, desencorajamos pessoas razoáveis que têm uma opinião diferente a participarem das nossas conversas, seja sobre o Uber, ou o impeachment, ou parto humanizado.”

        Senão não dá pra reclamar quando um sujeito entra na discussão de voadora xingando e ameaçando. Alguém tem que quebrar a corrente.

        Deixo aqui um link pro texto citado. https://medium.com/brasil/o-brasil-est%C3%A1-dividido-sim-mas-entre-os-dois-p%C3%B3los-h%C3%A1-um-ex%C3%A9rcito-de-espantalhos-753076a82173#.w9pxy4ee0

        • Janaina Muniz

          Entendi agora, Igor. Desculpa pelo mal-entendido.

          • Igor Rodrigues

            Relaxado, Jana! Tamos aí pra conversar! 🙂

        • Ezequias Campos

          Verdade, Igor…

          O sangue sobe, mas não é a melhor maneira de resolver a coisa.

          Melhor mandar textão (sem sarcarsmo, é melhor explicar mesmo que sejamos sumariamente ignorados).

  • Janaina Muniz

    Como o Fábio Melo disse em um comentário por aqui, o Escola Sem Partido não é sobre educação, é sobre a criminalização da AUTONOMIA do pensar para manutenção de um status quo.

    Não apenas o Escola sem Partido, mas o projeto de flexibilização da CLT, privatização do Ensino Superior, projeto de criação de plano se saúde populares e o consequente desmonte do SUS e da Previdência. Todos esses projetos difundidos pela imprensa em tempo recorde na última semana tem como objeto principal subtração de direitos, pauperização dos trabalhadores e consequentemente transformar as camadas já vulneráveis da sociedade em completamente à mercê do mercado de trabalho sem qualquer estrutura de assistência. Estamos vivendo em um processo em que o direito as coisas básicas é defendido como uma mercadoria. Tem mais direitos quem paga mais por eles.

    Meus amigos, a AUTONOMIA é a semente da mudança, por isso que causa tanto medo em certos grupos sociais. Por isso que CONSTROEM UMA NARRATIVA em que o Paulo Freire é “pensador do PT”. O cara escreveu um livro chamado PEDAGOGIA DA AUTONOMIA.

    A AUTONOMIA quebra as correntes da subserviência. Faz a pessoas questionarem o “não pense em crise, trabalhe”.

    Aí quem redige a lei relaciona essa ideia de AUTONOMIA (pessoal e social) ao PT, que já está midiaticamente criminalizado, e consequentemente criminalizam o “lutar pelos direitos”. Porque, como eu disse anteriormente, o direito, para alguns grupos sociais, não é algo que se deve ser lutado já que não é universal e inalienável. O direito seria um bem de consumo.

    E quem paga o pato com isso? (com certeza não é a FIESP)
    Quem paga o pato são os mais vulneráveis, e na educação, estes são os estudantes e professores (efetivos ou temporários) do Ensino Básico, assim como estudantes de graduação vindo de camadas mais populares (e não se enganem, a classe média também vai sofrer muito com isso).

    PS: eu estava tentando há 4 dias redigir um comentário mais ou menos coerente, mas o meu nível de descaralhamento está chegando a estratosfera. Então, eu entendo perfeitamente a indignação de vocês com relação a essa lei. Minha família é de professores e eu sei o que a categoria está passando devido a pressão, falta de salários, falta de segurança em sala e falta de autonomia pra ensinar.

    • Ezequias Campos

      Caramba, Jana.

      Batendo palmas aqui com as duas mãos, porque só tenho duas.

      É, simplesmente, isso.

  • Olá Cabulosos!!!

    Além dos pontos já abordados, me incomoda muito o grande destaque à moral e valores dos pais nos espaço educacional. Essa coisa de “direitos dos pais a que seus filhos recebam a educação…” O direito à educação é alunos. Não é direito dos pais, eles não são soberanos na socialização dos seus filhos em ambiente escolar. A escola não deve estar à serviço dos pais, não é um espaço para pura reprodução dos valores domésticos e as crianças e jovens têm direito a aprender visões de mundo além daquelas adotadas pelos parentes próximos.

  • Lilian Gouveia

    Ola cabulosos…

    Queria parabenizar por este cast, este assunto q pra mim é muito importante e fundamental em uma sociedade, a educação. Sou funcionária da Diretoria de Ensino de Osasco, órgão do governo submetido a Secretaria da Educação do Estado de SP e q faz um elo com as escolas da região e supervisiona as escolas particulares. Anteriormente trabalhei em duas escolas do estado como funcionaria da secretaria e patio, sim os cargos aqui em SP sofreram uma junção onde temos q ter as duas funções, no total são 5 anos de estado. Minha mãe é funcionária de escola publica do estado na secretaria a mais 20 anos por tanto tenho contato com os bastidores a muitos anos. O Professor não é valorizado mesmo tendo a importância q tem e os funcionários de apoio na escola e os q trabalham nas diretoria regionais muito menos. Percebo q a cada dia q passa o Professor esta deixando de ser uma profissão e se tornando um “bico” ou complemento de renda ou para aqueles q não conseguem um lugar no mercado e acaba dando aula o q tbm acontece com os outros profissionais da area. De modo algum estou generalizando e colocando q todos nesta condição não são comprometidos, mas constatando q não pode haver qualidade nestas condições.

    O q percebo qdo olho pra tras e o qto piorou e qdo achava q não tinha mais aonde piorar me deparo com coisas cada vez mais sem noção, como o Lucien falou, coisas q seria óbvias dos direitos do profissional q esta na escola, na area da educação a serviço da sociedade e são tolhidos cada vez mais. Por exemplo qdo precisei cuidar de minha filha com catapora perdi dias das minhas ferias, coisa prevista na lei de 1965, qdo a realidade era de maioria de funcionarios homens e numa situação desta havia a esposa no lar. Ou qdo conheci uma Professora prestes a se aposentar qdo uma aluna bateu a porta em sua mão fazendo ela perder um pedaço de dedo e depois de anos do acontecido não conseguir se aposentar. Estas são algumas historias q ja vi e qto mais fui aprendendo sobre as leis da educação mais revoltada fico. Dai vem mais esta porcaria de lei q na minha visão tira mais ainda a autonomia da escola. Sim, falo mais ainda pq o aluno hj não tem limites, se estes limites não vier de casa a escola tem mecanismos fracos para colocar, q normalmente envolve a familia q ja não coloca limites. O aluno não se prepara para o convivio em sociedade pois eles sabem muito bem dos direitos mas nada estão comprometidos com os deveres, atrapalhando o desenvolvimento em sala, acrescentando q a escola nao tem meio corretivos eficiente e alunos passando de ano sem saber o conteúdo mínimo me pergunto q estado laico e democrático estamos construindo? Este q a moral tem base religiosa? Nos somos os adultos e nos sabemos o qto isto tudo afeta o futuro deixa los decidir o q ou como deve aprender??? É rir pra não chorar. “Choro” qdo converso com colegas q não sabem q ali onde ele trabalha o foco são os alunos, reclamam de alunos, escolhem alunos pra entrar na escola, e não percebem q sem eles não existe todo resto. Ou qdo se espantam qdo digo q politica esta diretamente ligada a educação e regem como se eu tivesse cometido algum sacrilégio em falar isso. É como foi mencionado os funcionarios la nas secretarias do governo já são partidarios.

    Mas não desisto, amo esta área e luto pra q um dia eu veja a educação melhorar. Veja bem minha meta não é tão ambiciosa, melhorar apenas. Por isso Lucien e todos os cabulosos q apio o Leitorcabuloso, pois vejo como um meio de tentar e mudar algo nem q seja um grao de areia.

  • Bia

    Olá, adorei o programa, muito bom ouvir a opinião das pessoas que serão mais afetadas com essa lei. O engraçado de todos os problemas que a sala de aula pública tem no Brasil hoje (que não são poucos), colocaram uma lei muito ambígua e com uma justificativa quase que autoritária, para resolver um problema que não é tão grande assim.

    A raiva com que falam desse projeto é a mesma raiva da qual minha mãe falava das péssimas condições das escola nas quais ela trabalhava, então não tenho como não simpatizar com suas opiniões a respeito dessa atrocidade, que alguns chamam de lei.

  • Adriano

    Eu estava totalmente preparado pra “descascar” pra cima de vocês sobre o fato de não ter levado ninguém pra ouvir o “outro lado”, quando educadamente aguentei os primeiros minutos de Podcast e ouvi o lado dos professores. Cheguei a conclusão que estava tirando conclusões precipitadas e estava sendo idiota, terminei o Podcast como Socialista… 😀

    Brincadeiras a parte, como meu primeiro comentário, de um ouvinte recente (menos de 2 semanas) do Cast, só posso agradecer pelo episódio totalmente elucidativo sobre a situação dessa lei insana.

    OBS: como sou ouvinte novo, sempre escuto um ep mais novo e um mais antigo, pra não perder assuntos antigos bem abordados, então minha pergunta curiosa, o que aconteceu com Serena e Sem Nome?

    Abraços e continuem com esse excelente trabalho. Do seu mais novo ouvinte assíduo. 😉

    • Ezequias Campos

      Sou um ouvidor entusiasta do cabuloso, bem vindo! Você vai notar que a qualidade dos programas só aumentam com o tempo.

      Serena seguiu carreira solo, mas ainda é irmã do Lucien kkkk

      • Adriano

        “Serena seguiu carreira solo, mas ainda é irmã do Lucien kkkk” Que bom… kkkkkkkkkkkkkkk

        E o sem nome? Você sabe?

        • Ezequias Campos

          Dizem que ainda anda por ai!

  • FrankCastiglione

    Salve, Cabulosos! Quero expressar aqui minha solidariedade a vocês, professores.

    Acompanhei vários vídeos debatendo exclusivamente ou pontualmente o assunto. Como o Roda Viva com o Karnal, Pondé e debates da Folha. Sobre o Karnal, acho que ele já disse tudo no trecho reproduzido no início do podcast (e os que são contrários a ele, como podemos perceber aqui e nos vídeos do Youtube, são vazios de argumentos, limitando-se a desqualificá-lo).

    Quanto ao Pondé, já li o citado “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”, o acompanho no Jornal da Cultural e acho que ele, muitas vezes, gosta mais de “causar” do que de expressar opiniões e pensamentos (também sinto aversão por esse lado machista que ele expressa muitas vezes).

    Mas a melhor coisa deste Roda com o Pondé foi a contribuição no Debate do Escola Sem Partido (deixando claro que até ele, um “liberal-conservador”, é contra), saindo da visão binária, de forma objetiva e esclarecedora, mostrando o liame existente entre bancada evangélica e liberais, que juntaram forças para derrubar as fileiras da Esquerda nas escolas.

    Em um vídeo da Folha, Thiago Cortês (defensor do Projeto) diz que é contra professores colocarem determinados assuntos em aula de forma enviesada, mas no final do debate solta um “Ele era um Charlatão” [se referindo a Paulo Freire e não fazendo jus ao seu próprio sobrenome ]. Isso tirou qualquer credibilidade que ele tenha construído durante o debate.

    Vejo um perfil ideológico (entre os que defendem esse projeto) que, de um lado, defende a redução da maioridade penal, aplaude quando uma criança de 11 anos é morta com um tiro na cabeça, justificando que a mesma já possui discernimento. Por outro, esse mesmo perfil ideológico julga que marmanjos de 15 e 16 anos são coitadinhos, inocentes, verdadeiras “amebas” que não tem o menor senso crítico e dizem amém para tudo que ouvem.

    Sejamos francos: assumir uma bandeira e declarar que quer conquistar mais filas de militantes para sua ideologia ou eliminar as que existem da ideologia oposta, é bem mais honroso do que esse embuste que está sendo colocado.

    Esse Thiago Cortês se comportou de uma maneira bem baixa e desleal, ficou se segurando o debate inteiro para, no final, quando supostamente não haveria mais tempo disponível para réplicas soltou todo seu arsenal mostrando livro já proibido pelo MEC (aliás, apenas prints que deve ter baixado no Google Imagens, porque não trouxe o livro em questão?) e fez críticas a nomes ligadas a uma ideologia contrária a sua. Dessa forma, me parece mais uma caça às bruxas do que qualquer outra coisa.

    Grande abraço e aos que defendem o Projeto: pessoal, vamos confiar mais na capacidade dos jovens. Eles podem até não se interessar em estudar, mas não são bobos, definitivamente, não são.

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  • Fernando Rocha

    ou seja vamos permitir a continuação da zumbificação dos alunos brasileiros, permitindo a imposição de uma unica linha de pensamento e ideologia nas escolas e universidades. qualquer um que tenha capacidade de analisar os fatos por si mesmo e tenha disposição de buscar informação vai descobrir que as instituições de ensino nesse país se tornaram antros de doutrinação marxista, comunista. e que qualquer linha de pensamento contraria é atacada.
    vcs só precisam ouvir as varias declarações de alunos e professores, e gravações feitas em salas de aulas mostrando essa realidade. a imensa maioria disponivel para quem quiser tomar contato com os fatos.
    e aqueles que não forem capazes de lidar com a realidade dos fatos, sempre podem ir para a nossa vizinha venezuela, e viver no seu paraíso utópico socialista.