Os 12 Trabalhos do Escritor #05 – Eduardo Spohr: Crítica e Auto-Crítica

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E aí escritores? Tudo bem? Espero que sim! E no quinto trabalho do Escritor, eu, A. J. Oliveira, trago o Ofanim Mor da trilogia “Filhos do Éden” e do épico “A batalha do Apocalipse” para conversarmos sobre o terror que assombra vários e vários autores pelo mundo afora: CRÍTICA E AUTO-CRÍTICA. Nele, Eduardo Spohr nos contará um pouco sobre SUA forma de lidar com esse tipo de tratamento para com suas obras, além disso, também passearemos sobre os benefícios que as opiniões alheias acrescentaram à sua saga, mesmo após a conclusão do livro.

Espero que gostem!

Atenção!

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  • conselhorebelde

    Oi caras, não achei vocês no iTunes!
    Vim pelo Sphor, mas acho que ganharam um ouvinte.
    Abraços e continuem o bom trabalho.

    • AJ Oliveira

      Opa! Que ótimo!

      Pois seja bem vindo, caro! E espero que goste do conteúdo do 12 trabalhos!

      Um forte abraço!

  • Davi Paiva

    Olá, tudo bem? Espero que sim.
    Para variar, mais um bom programa. Vou comentar o que penso da pauta e do que foi dito em duas frentes: a de criticador e a de criticado.
    A ideia do Spohr de só falar daquilo que gosta é muito boa. Principalmente para um povo “hater” por aí que gasta mais tempo procurando destruir o trabalho dos outros em vez de aprimorar suas habilidades e aproveitar que o mercado tem bastante espaço para todos (afinal, se autor X é ruim e publica, por que você não vai ter chance?). No entanto, acho legal desenvolver o argumento daquilo que você não gosta. Sou um fã de Harry Potter, mas tenho opiniões sobres os livros 1, 2, 3, 5 e 7 que não coadunam com a de fãs mais assíduos (mesmo considerando os livros 3 e 5 como prediletos). É a quebra do paradigma “é bom porque eu gosto e é ruim porque eu não gosto”. Você não precisa disseminar o que pensa diariamente como se fosse uma missão pessoal. Só mantenha a sua opinião e responda se perguntado.
    Ainda no aspecto de criticador, o bom de você ver o que não gosta em uma obra é que isso o ajuda a criar o seu estilo. No começo da minha jornada na escrita, criei um personagem pobre e sem aparência chamativa ou popularidade em oposição ao Harry, considerado bonito/atraente e rico (no mundo dos bruxos).
    Por último, como sou organizador de antologias, tenho sempre em mente os aspectos técnicos do conto para avaliação: a abertura está atraente e faz o público querer continuar lendo? O personagem é bem apresentado?Seu objetivo é claro?O obstáculo confere com o tempo, época ou realidade vivida? Há verossimilhança? Os diálogos coincidem? As cenas têm desfecho? Há clímax? Se tiver tudo isso, eu aprovo. O gostar é uma questão subjetiva que eu coloco em último na lista (mas não muda o fato que está lá).
    Já no aspecto de criticado, remeto novamente ao que foi dito no podcast anterior de leitores beta e digo: não adianta mostrar o seu livro de literatura policial para quem gosta de literatura consagrada. Fato. Ela não vai gostar, não vai achar graça e vai querer reclamar. E se você lança e a pessoa não é da praia, vai reclamar. Fato.
    Por outro lado o público pode ser um fã do gênero/tema e não vê que você é um novato no ramo. Eu escrevi um livro que tem previsão de sair até março de 2017 e vi pessoas querendo que ele fosse algo capaz de rivalizar com um “Jogos Vorazes” em termos de conflito. Eu não quero rivalizar. Criei um personagem inteligente que planeja cada passo que dá. Não podia colocá-lo fazendo besteiras. Sem contar que não quero rivalizar com ninguém. Quero fazer como George Lucas lançando “Uma Nova Esperança” com sabres de luz que cortam e fazem sangrar ou pulverizam e no meu “O Império Contra-ataca” eu aprimoro o enredo.
    Por último, outra sugestão do Spohr que eu gostei foi a de aceitar que alguns trabalhos são mais aclamados que outros. J. K. Rowling dificilmente fará algo melhor que “Harry Potter”, Escher não fez outro quadro melhor que “Relatividade” e o Led Zeppelin não fez álbum melhor que o IV. E daí? A vida tem dessas. Mantenha a qualidade e deixem que gostem do que quiserem gostar.
    Peço desculpas pelo tamanho do texto e agradeço a leitura.
    Obrigado a todos(as).

  • Caara, muito bom. Eu ainda não li nenhum livro do Sphor, mas meu pai é muito fã. Ta na minha lista. E cara, eu achei muito foda o audio-drama de Porto Alegre dos Amantes. E olha que eu nem me interesso muito por audio-dramas. Vou atrás desse livro.

    • AJ Oliveira

      Valeu Madfiel!

      Pois pode ler! O Spohr tem evoluído consideravelmente no que se aplica à escrita e suas histórias vem ficando cada vez melhores (filhos do Éden – Paraíso Perdido é incrível)

      Ah, se você gostou do áudio-Drama, dá um pulinho lá no Sarjeta. Eles tem o áudio na integra!

      Um forte abraço!

  • Claudia Dugim

    Acabo de ouvir todos os episódios de os 12 Trabalhos do Escritor, agora vou por em dia os das leituras de emails. Não sei se ainda está valendo indicações para convidados. Mas gostaria de ouvir o Rodrigo Van Kampen falando sobre como viver da escrita e o Eduardo Kasse sobre marketing e relacionamento leitor/autor, eles manjam muito sobre estes assuntos.

    • AJ Oliveira

      Olá Claudia! Tudo bem?

      Fico super Feliz de que esteja gostando do conteúdo. Ah, e é claro que aceito sugestões para autores, seria um prazer conversar tanto com o Rodrigo, quanto com o Eduardo, esses assuntos são muitos bons e até o fim do 12 trabalhos você vai ouvir muita coisa relacionada a isso. Fique no aguardo!

      Um forte abraço!

  • Davenir Viganon

    Estou recuperando esse episódio 5 e já vou ouvir o seguinte.
    A escolha foi bem acertada pois o Spohr é de tantos leitores que ele tem acaba acumulando crítica negativa e no meio delas tem muito chorume.

    • AJ Oliveira

      Opa, Davenir! Tava sumido mesmo. haha

      Um forte abraço e continue acompanhando!

  • E quando a crítica é sem fundamento, isto é, procura fazer uma crítica dita “construtiva” sem ter base para isso, indo na direção contrária de opiniões feitas por profissionais? E ainda feita por um youtuber que resolveu escrever livro no mesmo estilo que o seu? Difícil engolir…

    • AJ Oliveira

      Concordo contigo, Paul. Mas como o Eduardo explica, talvez não valha a pena passar uma imagem de esbaforido. É difícil, mas infelizmente é nossa realidade 😉