CabulosoCast #147 – Anna e a Trilha Secreta

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Olá Cabulosos do meu Brasil Varonil e Booklovers de todo o mundo! Neste capítulo, Lucien o Bibliotecário, Priscilla Rúbia e Domenica Mendes convidam Rafael Noris para juntos falarem do livro: Anna e a Trilha Secreta escrito pela Ana Lúcia Merege e lançado pela editora Draco. Além de saber sobre a obra em si, você também conhecerá esta incrível autora de literatura fantástica. Um bom episódio para vocês!

Atenção!!!

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  • Taí um livro que me interessei! Tenho essa queda por literaturas “fáceis”, digamos assim, de poucas páginas, linguagem simples, enfim! Culpa dos malditos livros da literatura nacional que fui forçado a ler na época do colégio!

    Mas voltando ao livro… todo o conteúdo que vocês apresentaram (principalmente na parte dos spoilers) me motivou a conhecê-lo!
    E sim, vou puxar o saco da Titia Dô e falar que ela arrasou na interpretação (mesmo que possa estar totalmente errada, se é que existe interpretação errada na literatura)!

    Agora é esperar ansiosamente pelo próximo CabulosoCast!
    Abraços pra vocês!

    • Lucien o Bibliotecário

      Ricardo,

      a Domenica fez um grande diferencial ao episódio. Nós tínhamos gravado esse programa já, mas acredito que por um erro meu os áudios se perderam, a Domenica não participou desta primeira grava, logo ela foi o ar novo na segunda gravação, pois não sabíamos o que ela iria dizer.

      Espero que compre e goste do livro.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Cast beeem longo e um pouco cansativo pra acompanhar todo, mas ao mesmo tempo com um conteúdo muito rico. A entrevista com a autora foi muito boa, gostei muito de saber um pouco do processo criativo dela e do trabalho dela na Biblioteca Nacional que é uma área com a qual me identifico muito. Sobre o livro, já está na minha lista de sugestões pra presente. Me parece ser o tipo de livro que estimula a leitura, aquele livro que a pessoa lê e a partir dele quer conhecer coisas novas.
    Gostei muito da participação do Rafael Noris, acompahei o blog dele durante um tempo e foi bom saber que ele e o filho hoje fazem vídeos, vou procurar conhecer tb.

    Estou curtindo muito os casts patrocinados, temas interessantes, posts com excelente qualidade. Parabéns à equipe cabulosa e aos colaboradores que escolhem os temas.

    Um abraço e até o próximo!

    OBS: Lucien, tô comentando toda semana, em geral comentários meio longos, então vc tá totalmente autorizado a comentar “obrigado pelo seu comentário” algumas vezes. Sem ressentimentos. 🙂

    • Oi, Luciana, fiquei mega feliz em descobrir que alguém que acompanhou meu blog passou por aqui. Vi que você também bloga, comecei a acompanhar 😀

      Abs!

    • Lucien o Bibliotecário

      Luciana,

      Como eu disse na leitura de emails deste episódio dá sim para ler e responder.

      Sobre ter achado o episódio longo e cansativo, vou ficar mais atento na hora que o Beber me repassar para a revisão. Pois você pode não ser a única que tenha achado o mesmo. Agradeço demais pela dica.

      Dê de presente sim, mas se possível leia antes de entregar, não vai se arrepender.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Daniel Monteiro

    Não li por causa da faixa etária do público-alvo, mas a Ana Lúcia Merege é minha autora de fantasia predileta.
    Ótimo cast, parei antes de ouvir os spoilers, tô pensando se termino, rsrs.

    • Daniel, pode ler! Mesmo sendo infantil! =) Você não vai se arrepender. Aí depois você ouve os spoilers! =D Dá pra ler em uma sentada só! Uma hora e meia é mais que suficiente! =D

    • Lucien o Bibliotecário

      Daniel,

      Recomendo muito que leia antes de terminar, pois vale muito a pena. É u livro lindo.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Rick Galasio

    Anna Vs Wolverine

    Carcaju. Lembram-se do Wolverine dos X-Men ?
    Então, Wolverine significa carcaju. E na verdade, na concepção original do Super herói canadence, ele seria mesmo um homem carcaju.
    É um animalzinho encardido e perigoso. É valente e pode mesmo “rasgar o bucho” de um urso.
    Tem o temperamento de um pintcher só que com presas e garras mais eficientes e ele não fica só latindo em ameaça.
    Em outras palavras a Anna enfrentou o Wolverine e venceu.

    • Lucien o Bibliotecário

      Rick,

      Vendo por este ponto de vista é verdade! 😀

      Agradeço pelas informações.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Bruno Trajano

    Acabando de ouvir agora, até a parte sem spoilers!
    Preciso meio que pedir que por favor não fiquem dizendo: – Ah! claro que esse livro não vai mudar sua vida, é um livro infantil, infanto juvenil e tal e coisa…”. Assim gente, a maioria aqui tem “décadas” de vida, então é bem difícil uma obra infanto juvenil (ou outro) mudar sua vida, seus conceitos e etc…
    Mas pra quem tá começando a ler, que imagino que é um dos públicos alvos, ele até pode ser “transformador” e sim mudar a vida!
    Não sei se ficou claro o suficiente o que quis dizer mas, eu apenas quero enfatizar, que não precisamos ficar preocupados em classificar como “ótimo”, “Muito Bom”, “Incrível”, apenas as obras “mudadoras” de vida e tal e coisa. (rskk)
    Abração!
    Foi um ótimo programa!!

    • Oi, Bruno, falando por mim:

      tem obras infantis que mexem DEMAIS comigo quando leio, li recentemente com meu filho “O Mágico de Oz” e, ele é infantojuvenil, e foi mega foda, tudo muito bem construído, divertido, com muitas camadas de histórias e interpretações. Indo pr’uma faixa etária anterior, li “O Dinossauro que Fazia Au-Au”, do Pedro Bandeira, e foi maravilhoso cada capítulo que li. Pra eles eu dou 5 selos fácil.

      Pra essa obra da Ana eu dei 4 porque não adorei todos os momentos, teve uns que achei mais ou menos, embora na maior parte do tempo tenha curtido. E 4 é uma nota que considero MUITO boa, ainda mais que foi a primeira incursão dela nesse gênero 🙂

  • Mais um excelente Cabulosocast, parabéns!!!!
    Achei muito legal o pensamento de Ana, uma de nossas grandes expoentes na ficção fantástica, sobre o bom senso na construção de personagens femininas. Uma de minhas personagens, Milena Ramirez Martins, de C7i (http://wagnerrms.com/c7i#Inicio) arrebanha também críticas e elogios no estilo que a Anna, personagem da autora, recebe. Alguns leitores e leitoras enxergam Milena, versada em artes de combate, se postando ao lado do protagonista (que não é alter ego meu, diga-se de passagem, e sim de um amigão jogador do RPG de onde se originou C7i) da história de forma superprotetora, maternal até, e acham que a personagem está mal construída, que é submissa, etc., enquanto outras pessoas vão em frente e descobrem, no decorrer da trama, que a personagem é mais do que bidimensional, que protege excessivamente por não ter resolvido forte sensação de culpa, e acabam curtindo e elogiando Milena por ser, na verdade, humana.
    Outro ponto de “discórdia” em Milena (e onde também se encaixa o mesmo sentido de bom senso e de contexto citado por Merege) é a beleza. Milena não usou nenhum dos recursos futuros (C7i é uma space opera, scifi, pessoas podem mudar até de sexo ao nível molecular) para escurecer sua pele e clarear seus olhos e “esculpir” sua exótica e grande beleza, mas as gerações que a precederam (da nossa em diante) fizeram uso intenso destes recursos ao ponto de alterar o patrimônio genético humano. Basta usar o bom senso para concluir que as pessoas, muito provavelmente, farão isso se os recursos estiverem à mão. Em larga escala, comprarão pílulas, cremes, e farão tratamentos genéticos para o aumento não só de saúde e capacidade física, mas de “beleza”. Ainda assim há gente que critica a aparência da personagem. Sim, Milena é “bonitona e gostosona”, pois faz sentido no universo que ela habita que as pessoas tenham sido selecionadas assim (eu, por exemplo, sou obeso, acho que os portadores de “excessiva fofura” feito eu precisam ser muuuuuuuuuito melhor representados na ficção, mas compreendo que em um ou dois séculos, provavelmente, raríssimas pessoas serão obesas, talvez nenhuma, com o desenvolvimento de tecnologias médicas, e daí eu mesmo não os apresento em C7i, não faria sentido), mas Ramirez não termina ali na pele tropical e nos olhos nórdicos, e se o leitor também não parar ali, me esforço muito (põe “muito” nisso, rsrs, sou aprendiz) para que encontre traumas, dores, alegrias, inseguranças, nobrezas e tolices, em quantidades diversas, mas parecidas em essência com as características que todos nós carregamos naquilo que somos, na nossa humanidade imanente. Precisamos incluir, SIM, SEMPRE, mas não somente o personagem que faz a pessoa forte e aguerrida se sentir incluída, mas toda a gama de personalidades que constroem aquilo que é ser uma pessoa. Obvio que, para encontrar as boas exceções, se tropeça em muitas regras ruins, rsrs, e isso cansa de tal maneira que a gente acaba descartando as coisas que aparecem pela frente sem muita análise, mas faz parte de ser leitor também (como faz parte de ser humano) sofrer e exultar, na busca do que o ilumina, acrescenta e diverte.
    E hoje em dia aquele que lê pode, mais do que nunca, participar! Como também sublinhou a gentilíssima (a Senhora Merege trabalha perto de onde trabalho, aqui no Centro do Rio, e certa vez passei por ela na rua, e essa minha timidez idiota me impediu de apertar-lhe a mão e, talvez, conseguir com ela um autógrafo, mas consegui ao menos dizer isso a autora pelo Facebook, e ela, super gentil, me disse que eu deveria ter falado sim, com ela. Uma simpatia!) e competentíssima autora: nós, que escrevemos, temos que usar bom senso para, humildemente, peneirar as críticas. De fato. Costumo dizer que você deve responder às críticas gentis, não responder às agressivas, mas analisar ambas, cuidadosamente.
    Forte abraços e Sucesso para todos!

  • Renato Dantas

    Salve Cabulosos

    Nunca li nada da Ana, mas pretendo corrigir esse erro o mais rápido possível. Eu cheguei a comprar o Castelo das Águias há alguns anos, quando ainda morava em Recife, mas em meio as mudanças acabei perdendo o livro. Acredito que ele foi parar por engano no lote de livros que eu separei para serem doados para uma biblioteca, quando estava me preparando para vir para São Paulo. Lembro de estar conferindo os livros que ia deixar na casa da minha mãe para pegar depois e de não encontrá-lo.

    Esse foi o PRIMEIRO cabulosocast em que eu parei antes de entrar na parte de spoilers, mas não foi o primeiro sobre um livro que não li hehehe

    Abraços a todos

    • Lucien o Bibliotecário

      Renato,

      rapaz, corra a trás, não sei se você já leu o conto da Trasgo, mas eu sempre estou recomendando começar por lá.

      Espero que compre, leia e volte aqui para dizer o que achou.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Patricia Souza

    Olá equipe cabulosa.
    Conheci o site de vocês a poucas semanas, mas estou achando ótimo. Estou ouvindo os podcast anteriores (desde o primeiro, na verdade, o que vai demorar um pouco pra me atualizar sobre o que é comentado nos casts mais atuais), mas gostei bastante de como o podcast evoluiu em comparação ao primeiro episódio. Parabéns pelo programa, e prometo participar mais vezes.

    Beijos, e até o próximo.

  • Maíra

    Gostei muito deste episódio, Lucien. Quer mesmo conhecer agora a obra da Ana. Parece um tipo de fantasia que quer ser mais do que uma cópia das fantasias estrangeiras e que foge dos cliché óbvios. Obrigada!

  • Vanessa Straioto

    depois de um longo sumiço, to aqui novamente, me atualizando nos Casts….
    sei que sou uma madrinha relapsa, mas prometo aparecer mais…
    logo comento sobre esse cast…
    adorei o livro…