CabulosoCast #144 – Coleção Vagalume

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Olá Cabulosos do meu Brasil Baronil e Booklovers de todo mundo! Neste capítulo Lucien o Bibliotecário e Lucas Ferraz recebem Bruno Alves de Daniel Constatine para falarem sobre um das coleções mais amadas pelos leitores: a Coleção Vagalume. Lançada pela editora Ática na década de 70, livros como O Escaravelho do Diabo, A Ilha Perdida, O Mistério do Cinco Estrelas dentre outros são responsáveis por trazer tantos ao mundo dos livros. E hoje falaremos de todos (dentro do possível, claro!). Um bom episódio para vocês!

Agradecimento especial aos Cabulosos:

  • Albarus Andreos
  • Arita
  • Domenica Mendes
  • Monique
  • Bruno Luiz
  • Rodrigo Rahamti
  • Inn Moura

Atenção!!!

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  • Norberto Silva

    Nem ouvi ainda, estou baixando, mas já adianto que tem chances de ser meu programa favorito!

    • Lucien o Bibliotecário

      Noberto,

      Espero não tê-lo decepcionado.

      Abraços.

      • Norberto Silva

        Nossa, ando tão ocupado que nem lembrei de vir comentar…
        Foi realmente um dos melhores casts que vocês já fizeram, conforme iam falando os títulos eu ia praticamente entrando numa viagem ao passado, lembrando de como era gostoso ir até a biblioteca, pegar um novo título da coleção Vagalume, ser avisado de que só tinha uma semana para ler o livro e devolvê-lo em pouco mais de três dias e já sair com outro para ler.
        Ri muito com as piadas dos livros do Xisto e lembro de que acabei lendo-os quando praticamente não restava mais nenhum para ler e, pela memória afetiva, lembro de até ter curtido… Uma baita saudade dessa época, de ler mais de um livro por semana… Hoje em dia levo meses por causa da falta de tempo…
        Valeu mesmo Lucien e a toda a galera do Leitorcabuloso por me proporcionar essa viagem no tempo.

  • Francesca Abreu – Manu e Nelle

    Nunca te li, mas sempre te amei

    • Francesca Abreu – Manu e Nelle

      ouvindo

    • Lucien o Bibliotecário

      Francesca,

      Espero que goste.

      Abraços.

  • Janaina Muniz

    Peraí, a JanaÍna Amado escreveu livro da Coleção Vagalume?!

    Eu só li 1 livro da Coleção Vagalume: “Um Cadáver Ouve Rádio” e nem foi pra escola, apesar da escola que eu estudava chegou a indicar esse livro pro pessoal de 8ª série (na época). Da coleção, minha irmã leu mais do que eu.
    Queria lembrar que existe/existiam outras coleções de paradidáticos nos anos 90 e, por exemplo, o Luiz Galdino escreveu muito livros paradidáticos pra FTD como “A Vingança de Electra”, “Viagem ao Reino das Sombras”, etc.

    PS: Uns meses atrás fui dar uma olhada nuns armários aqui de casa e encontrei “Missão no Oriente” do Puntel. Aliás, tenho certeza que aqui em casa tmb tinha “A Árvore Que Dava Dinheiro”, mas não li nenhum dos 2 na época da escola. Em compensação li aqueles livros “emos” chamados “O Estudante” e “O Estudante II” da Adelaide Carraro.

    • Lucien o Bibliotecário

      Janaína,

      Acredito que o seu susto foi o meu ao ver o nome do Marcos Bagno.

      Não sei que coleção é essa da FTD, mas acredito que fosse inevitável, ao ver a Ática faturando com a Coleção Vagalume as demais editoras iam lançar mão de suas próprias coleções.

      Também não sei quais são esse livros finais que você cita. Acho que minha infância foi mais debilitada do que pensei…

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Sou Luciana, livreira e socióloga, 30 anos, São Paulo-SP.

    Sobre a pauta, sem dúvida a Coleção Vagalume é uma das minhas melhores lembranças da infância. Aprendi a gostar de ler com esse coleção e tenho muito carinho por ela, mesmo sabendo que ela é bem datada e que hoje, muitas histórias dessas eu não recomendaria para uma criança pelo machismo em alguns livros e por algumas histórias serem tão pueris que nem as crianças de hoje em dia conseguem achar interessante.
    Uma coisa que eu acho muito legal da Coleção Vagalume é que ela nos ajudou a descobrir que estilo de leitura a gente curte, eu por exemplo, curto muito romances policiais, livros com temáticas sociais e não curto muito fantasia, e eu descobri isso lendo a Coleção Vagalume, porque eu amava os livros do Marcos Rey como O Diabo no Porta-Malas ou Sozinha no Mundo, e não curtia Xisto no Espaço ou O Super Tênis. Gostaria que a coleção fosse reativada, não no sentido de que os livros antigos fossem reeditados, porque concordo que as histórias não são adequadas para a sociedade de hoje, os leitores mudaram muito e os interesses atuais são outros. Mas os editores poderiam buscar novos autores para um projeto nesse sentido.

    Quanto as outras opções, a coleção Os Caras é tb maravilhosa, e merece um CabulosoCast dedicado a ela no futuro!

    Excelente cast, gostei muito dos diálogos, e me senti muito representada por esse cast que me trouxe as grandes lembranças da minha infância. Valeu galera!

    • Oi Luciana!

      Você é livreira aqui na capital? Conte mais! Gostaria de conhecer sua livraria. 🙂

      • Sim, na realidade, tenho uma livraria intinerante especializada em ciências sociais, relações raciais e literatura infantil. Circulamos vários eventos pro São Paulo! Um trabalho be bacana! 🙂

        • Puxa vida, que projeto legal!
          Espero encontrar com a livraria pela cidade em algum evento! =D

    • Luciana, que lindo! Realmente, apesar dela não ser atualizada, ela foi responsável por instigar muito nossa literatura e também nossa aventuras quando criança e com certeza ela faz parte de uma construção pessoal inacreditável! Obrigado por escutar!

    • Lucien o Bibliotecário

      Luciana,

      Os Caras merece sim. Fiquei muito triste ao perceber que o Pedro Bandeira não compunha a Coleção Vagalume.

      Obrigado por compartilhar conosco a sua história com a Coleção Vagalume.

      Abraços.

  • Só pra constar, lágrimas cairam dos olhos nesse cast, pq a Coleção Vagalume tá na raiz da minha formação como leitora, e refletindo agora sobre minhas leituras na infância, vejo que foi a partir delas que eu descobrir vários interesses na minha vida, minhas escolhas profissionais, pessoais… enfim, esse cast tá demais!

    • Lucien o Bibliotecário

      Luciana,

      Fico imensamente feliz que tenhamos tocado o seu coração. E não se preocupe vou colocar como uma sugestão para o próximo ano um CC sobre Marcos Rey.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Augusto Ganzert

    Fico feliz por finalmente um podcast sobre a coleção Vaga-lume. Eu me lembro que em 2012 eu sugeri esse tema para o Ghost Writer, e só agora em 2015 posso escutar algum podcast falando desses livros fantásticos, que considero melhores qualquer série de fantasia ou ficção científica de livros volumosos. Este é o meu primeiro cometário no podcast de vocês. Conheci vocês este ano, quando lançaram o episódio 129 sobre o livro O Escaravelho do Diabo. De lá para cá escutei todos os episódios do Cabulosocast, e sinto na obrigação de mandar um email para vocês dizendo o que eu acho do podcast de vocês. Peço que esperem meu email, ainda preciso de tempo para escreve-lo corretamente.

    • Lucien o Bibliotecário

      Augusto,

      Nós ouvimos sim as sugestões e anotamos, mas a questão é que nem sempre conseguimos uma “equipe” para gravar.

      E estou no aguardo do seu e-mail, meu amigo. Pode enviar sim.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Vinicius

    Lucien, apenas um “disclaimer”.

    Eu não falei de “concerto em Minas” (tenho uma prima muito envolvida nisso, se ela ouvir você falando é capaz de me matar depois =P), e sim concerto no interior de Minas! hahaha
    A autora de Escaravelho do Diabo tentou criar uma cidade do interior de Minas misturando Belo Horizonte com São Paulo… Queria até morar lá nessa cidade criada por ela, mesmo com os assassinatos malucos da história. =P

    Parabéns pelo Cast, gostei muito, apesar de conhecer pouco ou quase nada sobre o tema. Minha relação com a Vaga-lume foi só a do Cast que eu gravei aqui com vocês, mesmo tendo nascido em 91. As escolas em que estudei adotaram outros livros (principalmente livros pesadíssimos para o ensino fundamental!) e eu nunca ouvi falar de nenhuma dessas histórias quando novo… :/

    Grande abraço!

    • Lucien o Bibliotecário

      Vinícius,

      Foi mal pela citação equivocada. Agradeço pelo puxão de orelha, meu amigo.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Renato Dantas

    Saudações Cabulosos

    Assim como muitos aqui, também cresci lendo a coleção vagalume e tenho ótimas lembranças, meus preferidos eram A Ilha Perdida, O Escaravelho do Diabo, Corrida Infernal e Na Mira do Vampiro.

    Mas apesar de todo o carinho e memória afetiva envolvidos, não me empolga a ideia de a coleção retornar, por um simples motivo, não confio que a Editora Ática vá fazer um bom trabalho. Basta ver os preços que cobram hoje em dia por esses livros para perceber que a editora perdeu o contato com a realidade, SE eles chamassem novos autores que conseguem dialogar com o público atual e lançassem livros a preços condizentes com o mercado, eu acharia ótimo. Mas não duvido que simplesmente lancem os livros antigos, com um leve trabalho de edição para adequar coisas como ortografia e capas atuais, mas com os preços descabidos esperando um “lucro fácil”.

    Acho mais provável uma editora como a Gutenberg ou um selo como a Galera Record organizar uma coleção nos moldes do que gostaríamos que fosse a nova coleção vagalume.

    Abraços!

  • Eugenio Hoch Jr

    Tonico foi o primeiro livro que li da coleção Vaga-Lume para um trabalho de redação na minha infanto/adolescência. Depois vieram Tonico e Carniça, Spharion (que deveria virar um filme) todos do saudoso Marcos Rey, O Caso Da Borboleta Atíria, Éramos Seis…Enfim, li muitos livros desta coleção na biblioteca da escola e em casa. Não tenho vergonha de dizer que sinto saudades desta leitura e quando meu filho crescer com certeza irei mostrar alguns livros para ele. O meu preferido? Tonico, de José Rezende Filho.
    Parabéns pelo excepcional episódio.

  • O Maia

    No CabulosoCast o Álvaro de Tupã falou sobre o livro A Ilha Perdida e que queria saber o gosto de fruta pão. A fruta pão é amazônica parecido com a jaca, os caroços cozidos tem sabor parecido com o de grão de bico cozido.

  • Bruno Trajano

    Daí, como qualquer ouvinte, decidi procurar pela capa do GRANDIOSO Xisto e o Pássaro Cósmico…olho para a interessante arte de capa… e a minha mente corrompida, só conseguiu pensar que o xisto decidiu “flertar” com o pássaro cósmico…. (Desculpem, eu precisava alimentar a zoeira” com isso)
    Gente que programa bacana, foi muito bom saber dessa riqueza que foi e tomara ainda seja, a coleção.
    Abração a todos! Mt obrigado!!

  • Léia Souza

    Olá! Espetacular! Sabe quando agente vai se arrepiando a medida que vocês vão falando…vêm lembranças…uma infância bem vivida! Muito obrigada!

  • Jonas Daggadol

    Boa noite, galera cabulosa!
    Ouvi este maravilhoso cast agora há pouco! Muito bom, muito nostálgico. Vocês fizeram eu entender qual o “tamanho” da Vagalume na minha leitura infanto-juvenil.
    Sempre fui fã e leitor da coleção, mas eu não tinha ideia de quantos livros havia lido. Li todos os livros da década de 70 e 80 que vcs citaram. E de 90 li apenas 1, e curiosamente foi o último que li, em 2010, meio por acaso, e já com mais de 30 anos nas costas.
    Com isso vocês mostraram onde a coleção começou e terminou pra mim.
    Parabéns, ótimo trabalho e abs!

  • Nilda Alcarinquë

    Olás!

    Estou pra falar algo sobre o livro Açúcar Amargo, do postar isso aqui desde que ouvi, mas só agora tive tempo pra escrever, e também pra ir atras de dados mais concretos.

    O Lucien estranhou o facão na capa da primeira edição e todos acharam violento. Bem, o facão faz todo sentido de estar ali, poias a protagonista e uma bóia-fria que corta cana no interior de São Paulo.
    Luiz Puntel retratou neste livro uma fato emblemático no país da década de 80: a rebelião dos bóias-frias de Guariba, interior de São Paulo.
    Rebelião que teve como estopim o aumento na conta de água, mas que acabou revelando ao país que estes bóias frias cortavam 5 toneladas de cana por dia, e agora exigiam que cortassem 7, não tinham alimentação decente, trabalhavam sem proteção, etc
    A protagonista é uma mulher, na verdade uma adolescente de 16/17 anos, e por isso recebe metade do valor que os homens recebem ao cortar cana.
    É um romance em que a garota tem que enfrentar o machismo do pai, dos colegas de trabalho, dos patrões e a árdua jornada de trabalho para tentar mudar de vida, estudar e deixar de ser bóia fria.

    Não sei se a narrativa se sustenta hoje em dia, mas na época marcou muita gente, porque a memória dos eventos de Guariba ainda estavam frescas, e a realidade dos trabalhadores rurais ainda era notícia nos jornais do país.

    abraço

    Nilda