CabulosoCast #143 – O que é linguística?

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Olá Cabulosos do meu Brasil Varonil e Booklovers de todo mundo! Neste capítulo, Lucien o Bibliotecário convida Cecília Garcia, Marcos Dorian Sá, Rodrigo Basso e Sérgio Magalhães para juntos responderem a pergunta que dá título a este programa: o que linguística? Qual a importância desta disciplina para os estudos língua portuguesa e textuais? Existe um português correto? Essas e outras perguntas serão respondidas hoje. Um bom episódio para vocês!

Atenção!!!

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  • Beatriz Santos

    Quando entrei pro bacharelado em Letras: port-ingl na federal aqui do Rio tbm não fazia ideia do que seria linguística, entrei só pensando em estudar literatura de língua inglesa (pq tava começando a ler autores como J.K. Rowling, Allan Poe, Marion Zimmer Bradley, tava curiosa pra ler Joyce etc) e me tornar tradutora. Sim, nunca pensei em ser professora dos ciclos fundamental e médio (fazer a licenciatura só comprovu isso), e hoje (após 3 anos de formada) vivo da tradução e da revisão de textos, além de fazer o mestrado em literatura comparada por amor msm à literatura. Mas o primeiro choque é esse msm do “sabe a gramática que vc aprende na escola? esquece tudo”. XD
    Esse foi um choque muito bacana, porque abriu demais a minha cabeça, tbm deixei de ser “gramatiqueira” e comecei a olhar com mais respeito a galera que não utiliza a norma culta em diversas situações; quando estudei análise do discurso com 2 professores que trabalham com linguística aplicada, então, foi importantíssima: mudou minha forma de olhar o mundo. Entender como as construções sociais são feitas através da linguagem dá outra perspectiva sobre a nossa formação familiar, sobre as diversas mídias por aí, sobre como nossos conceitos de vida são estabelecidos. E isso é incrível! Porque sabendo aproveitar, a gente pode se tornar uma pessoa melhor a partir disso, e um profissional de letras ainda melhor tbm!
    Muito bacana o podcast, gente!!! 😀
    E o preconceito com o trabalho dos linguistas é complicado msm… mtos amigos tbm escutam essas besteiras!!! ¬¬
    Obrigada pelas dicas cinematográficas!!

    Abração!

    • Lucien o Bibliotecário

      Beatriz,

      Que depoimento lindo! Fico feliz que você esteja fazendo seu mestrado em literatura.

      Acho que essa é a maior vantagem de quem estuda linguística olhar a própria língua de um forma mais ampla, mais diversa sem procurar preciosismos.

      Obrigado por ouvir e comentar.

      Abraços.

  • Carlos Valcárcel Flores

    30 anos, Físico, Morando em São Paulo.
    Lendo: A Noite Eterna, de Guillermo del Toro e Chuck Hogan. Livro III da trilogía da Escuridão.

    Primeiro: Eu acho que se perdeu a oportunidade de por de título: “Ajudando ao povo de Linguística a fazer miçanga.”

    Segundo: Eu também tinha uma amiga linguística e ficava decepcionado quando ela não conhecia alguma palavra do dicionário.

    Bom, agora sim, basta de piada boba..achei interessante o episódio. Quando cheguei ao Brasil, São Paulo exatamente, estudei num instituto onde quase todos os brasileiros eram de diferentes estados de Brasil, quando me ensinavam a dizer alguma palavra, cada um pronunciava diferente, e claro, todo mundo dizia que o jeito que eles falavam era o correto. Achei muito curioso quando me diziam que alguns brasileiros não
    entendiam as gírias de outra região. Quando alguém fazia alguma piada muito regional, os outros não entendiam completamente.

    Embora no Peru temos diversos sotaques, não é algo que impede que as pessoas entendam mais ou menos o que conversamos. Agora, com outros falantes de língua espanhola é outra coisa. Já conheci pessoas aqui que acham que o espanhol é tudo igual, mas também temos diferentes sotaques e gírias, dependendo cada pais. Inclusive algumas palavras tem significados completamente diferentes. Uma vez conheci um colombiano e me foi muito difícil entender o que ele falava em espanhol! Mas devia ser pela região, já que conheci outros com os que nos entendíamos perfeitamente.

    Uma coisa que também acho curiosa é como se adaptam algumas palavras estrangeiras por aqui. Por exemplo, e-mail, whatsapp, feedback ou podcast são pronunciadas como em inglês, mas outras tem uma pronunciação diferente hot-dog é algo assim como “hoti-dogi” hip-hop é “hipi-hopi”, internet como “internexi”, e me pergunto se são regras do português o são simplesmente aceitas pela maioria das pessoas. As primeiras palavras do meu exemplo nascem na web, então possivelmente por isso elas são usadas assim pela maioria já que os formadores de opinião da internet as usam em inglês. ..bom, não sei.
    Abraço!

    • Lucien o Bibliotecário

      Carlos,

      Acredite eu pensei muito em você durante o episódio, pois ficava sempre me perguntando o que você acharia dele. Logo não sabe a minha satisfação ao saber que você ouviu e curtiu o nosso programa.

      Sobre os estrangeirismos, existe um livro bem legal que mostra que nós absorvemos as palavras de outras línguas das formas mais diversas. Não uma regra clara, mas ao que parece, como falamos trata-se de uma convenção.

      Obrigado por ouvir e pelo comentário.

      Abraços.

      • Carlos Valcárcel Flores

        Obrigado Lucien!
        Minha visão é um pouco diferente já que cheguei a Brasil só conhecendo espanhol e inglês. Só aprendi escutando e imitando…tanto o bom quanto o ruim. Devido a minha carreira, a escritura científica que pratico é em inglês, então nunca me esforcei em aprender regras do português, achando que enquanto as pessoas me entendam seria bom..

        Sim, escutando como se falam os estrangeirismos eu achava que existia um convenção, mas nos últimos anos me parece que se estavam usando algumas palavras em inglês mesmo.

        Como falei, eu tinha uma amiga que estudo linguística, mas ela nunca falava muito sobre o que estudavam na carreira, só sabia que ela decidiu se especializar em inglês, já que ela gostava de fazer traduções, mas alguns dos colegas estudavam dialetos da Amazônia para manter essa cultura.

        Abraços!

    • Igor Rodrigues

      Então, conversei com uma pesquisadora e aproveitei pra perguntar isso das pronúncias. Seguinte:

      O “hipi-hopi”, ‘facebooki” e afins são adaptações naturais que o cérebro faz baseados na fonética do idioma que domina. Como o português não tem esse som seco no fim das palavras (tap, cat) acabamos criando essas pronúncias engraçadas de maneira natural. Repare que falamos “kitch-katich” para o doce kit-kat. Ah e ao contrário do que você pensa tambpem falamos “podcast” errado. Dizemos podicastchi.

      Essa é a explicação curta. A longa eu estou editando para um podcast vindouro. 😛

      Curiosidade: Na Romênia eles falam laptopui. XD

      • Carlos Valcárcel Flores

        Olá Igor,

        Eu não acho essas falas erradas..eu acho curiosas, e algumas ate engraçadas. Eu achava que as pessoas estavam brincando comigo quando falavam assim. Agora, em espanhol também não são comuns as palavras que terminam com P ou T, mas as regras para estrangeirismos são diferentes em cada pais. Se vem se tenta manter a pronunciação como no inglês, essa pronunciação não é perfeita e vai formando as vezes uma nova palavra. Por exemplo: Watchman: vigiante, é pronunciada como guachimán, e essa palavra já é aceita na real academia da língua espanhola. Falando com uma espanhola, ela me comentava que lá os estrangeirismos eram totalmente traduzidos.

        abraço

      • Lucien o Bibliotecário

        Igor,

        Sim, sim. A adaptação segue as lógicas do próprio idioma isso sempre tive claro. Mesmo quando queremos inventar uma palavra é quase que impossível que sigamos regras implícitas da nossa língua.

        A questão que o Carlos fala é quanto a absorvição de algumas palavras e realmente já percebi que se a pronúncia é colocada nas nossos regras a grafia não possui explicação aparente.

        Obrigado por comentário, meu amigo. Sempre agregando ao episódio.

        Abraços.

  • Rodrigo Basso

    “A Linguistica sofreu um ‘raio gumertizador’ hoje em dia”. A Cecilia é diva!

    • Lucien o Bibliotecário

      Ceci,

      É demais! Vou fazer uma camiseta.

      Abraços.

  • Rodrigo Basso

    Sou suspeito para falar que o cast ficou excelente, então não vou comentar sobre o fato…
    Muito obrigado pelo convite para participar deste cast, Lucien! Adorei gravar com todos vocês!
    Abraços e até uma próxima!

    • Lucien o Bibliotecário

      Rodrigo,

      Quem agradece sou eu! Sua participação foi importantíssima neste episódio.

      Abraços.

  • Gente, vírgula é importante sim!
    São vários os exemplos na história onde uma vírgula significou a diferença entre a vida e a morte.

    Conta-se que um antigo rei foi visitar o Oráculo de Délfo a respeito de uma batalha que iria enfrentar. O oráculo entregou a mensagem sem vírgulas:
    IRÁS
    VOLTARAS
    NUNCA
    MORRERÁS
    NA GUERRA.
    e o rei interpretou: “Irá, voltarás, nunca morrerás na guerra”.
    Ele foi e não voltou. Morreu na guerra. As vírgulas deveriam estar em outro lugar: “Irás, voltarás nunca, morrerás na guerra”!

    Outro caso é da czarina russa Maria Fyodorovna que, sendo contrária a decisão de seu marido Alexandre II, alterou uma sentença de um prisioneiro que dizia: “Perdão impossível, enviar para a Sibéria” simplesmente mudando a vírgula de lugar: “Perdão, impossível enviar para a Sibéria”. E o prisioneiro foi libertado.

    E outra, se a gente não se preocupa com a vírgula é capaz de virar um monstro. Tente falar a próxima frase sem elas: “Eu, como ser humano, sou feliz com minha vida”… O que diferencia uma pessoa simpática de um canibal desumano (e, apesar disso, feliz com sua condição) é apenas duas vírgulas…

    Mais uma coisa, aproveitando que estou aqui: não existe uma diferença entre língua, linguagem e dialeto? Pois durante o episódio esses termos foram usados como sinônimos – ou pior, um usado com o significado do outro… Quando reclamam do sotaque ou da forma de falar, estão falando de dialeto, não de língua, não? Podemos dizer que a linguagem é viva e sempre muda, e é essa linguagem que vai permitir a comunicação interpessoal – a capacidade de organizar ideias, transmiti-las e compreendê-las. Mas a língua, o código utilizado para esse fim, precisa ser claro e de comum acordo entre as partes, caso contrário, a comunicação fica inviável. Entendo que a linguística que estuda a linguagem é diferente daquela que estuda a língua, ou seja a gramática… acho que essa diferenciação é importante, principalmente para a gente saber que podemos nos comunicar de várias formas, inclusive de formas não-verbais – e a linguística pode até nos ajudar a compreender isso, com outras áreas como a semiótica, por exemplo. Mas a língua como código base de comunicação verbal precisa ser clara – mesmo que essa língua seja o miguxês, internetês ou qualquer outra invenção dialética local e/ou temporária… 😉

    Abraços!

    • Lucien o Bibliotecário

      Pablo,

      Peço desculpas se minha frase soou como “vírgulas não são necessárias”. Eu sei que são principalmente se tratando de documentos oficiais. No caso, eu citei apenas um exemplo das orações subordinadas adjetivas, não estava falando do seu uso como um todo.

      Sobre a diferença entre língua, linguagem e dialeto há diferença sim, mas não queria enveredar por conceituar constantemente para não frear o dinamismo da conversa, contudo se você sentiu falta de um esclarecimento mais aprofundado destes termos então reconheço que errei. Espero esclarecer isso na leitura de e-mails.

      Muito obrigado por enriquecer nosso debate apontando nossas falhas!

      Agradeço por ouvir (que honra, hein?!) e por comentar.

      Abraços.

      • Não precisa se desculpar… só comentei pra gerar debate, não pra gerar desculpas…
        Agora não comento mais! 😛

  • Lucas Mancio

    Amei o cast, numa primeira instância fiquei um pouco com medo do conteúdo ser muito pesado, denso e que eu não fosse entender nada sendo um leigo.
    Achei todas as opniões muito interessantes e coerentes, com relação aos sotaques eu acho super agradavel escutar podcast’s com pessoas de regiões diferentes da minha, gosto da sonoridade das palavras nas diferentes regiões do Brasil.

    parabéns e continuem assim!

    • Lucien o Bibliotecário

      Lucas,

      Fico imensamente feliz que você, enquanto leigo curtiu e aproveitou o conteúdo deste CabulosoCast.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Thadeu Antonio Ferreira Melo

    O primeiro email lido é a definição de uma feminazi ao máximo.

    Parece até que ela estava de brincadeira.

  • Mega Mendigo

    Ótimo episódio! Ouvir ele me fez relembrar uma frase: “A língua não evolui pelas regras, e sim pelo uso”.

    • Lucien o Bibliotecário

      Isto é uma verdade! Mas apesar da língua fala ser mais livre existem diversos projetos que visão estudá-la e catalogá-la sim.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Bruno Trajano

    Que “tesão” de programa ein!!
    ” Vc’s são mt d’mais! LOL! (rskk)
    Obrigado pelo ótimo episódio!!

    • Lucien o Bibliotecário

      Bruno,

      Fico feliz que tenha gostado, meu amigo.

      Abraços.

  • Renato Dantas

    Salve Cabulosos,

    O fato de logo nos primeiros minutos ter um “Pasquale não me representa” foi show de bola.

    Me identifiquei com todos os relatos de começo de curso de Letras, me formei em Licenciatura Português – Inglês na UFPE e passei pelos mesmos choques e surpresas descritos por todos. Trabalho como Revisor de Textos e estava há algum tempo afastado da área acadêmica. Comecei há algum tempo uma Pós em Docência no Ensino Superior, pensando em dar aula de Comunicação e Expressão (nome bonitinho que as faculdades estão usando para aulas de português), mas estou me apaixonando por Filosofia e Sociologia da Educação. Graças a uma professora super fofa, que apesar de ainda estar no começo da Pós já escolhi como orientadora, estou fortemente inclinado a trabalhar com uma junção de Análise do Discurso, Filosofia e Sociologia.

    Como Pernambucano morando em São Paulo já passei por muitas situações constrangedoras e engraçadas relativas ao sotaque, mas felizmente sempre convivi com pessoas legais e nunca passei pela situação de ouvir um “você fala errado”. Normalmente as pessoas com quem convivo são bem mente-abertas e curiosas e essas situações acabam virando uma troca de curiosidades.

    Abraços

  • Que programa excelente!! Só posso dizer isso, pessoal! Me deu vontade de estudar sobre o tema.

  • Marcos Vinicius Moreira

    Parabéns pela abordajem abranjente do assunto. Foi menas enrolada de entender. Mais o assunto ainda é muito complicado pra mim aprender. Prifiro deixar com vocês, que são mais copetentes nesses temas mas abistratos. 😉

    Tudo de bom a vocês, caros cabulosos, e continuem com esses excelentes episódios.
    Abraço, e quero mais!

  • Jeferson Nichel

    Achei esse episódio um tesão!

    (Jeferson – Curitiba)

  • Jeferson Nichel

    🙂

    Brincadeiras à parte, excelente discussão! Acho extremamente importante todos os lembretes de que, na comunicação, o que realmente importa é se fazer entender! Gostei bastante da opinião de que a formalidade gramatical possa ser utilizada como “criadora de castas”. Realmente, em alguns casos ela acaba sendo mesmo, e isso é muito triste…

    Sobre a gramática ser ou não importante, concordo com o que disse a Cecília, existem ocasiões em que é importante utilizar uma fala ou escrita mais “formal”. Sou grande defensor de que as pessoas devem falar como lhes agrade mais, mas acho extremamente importante que todos tenham um repertório para identificar que tipo de linguagem é mais apropriada em cada situação e consigam utilizá-la bem. Solução: educação de qualidade. Coisa a que, no Brasil, pouquíssimas pessoas têm acesso.

    Parabéns pelo episódio supimpa!!

  • Vitor Sandrini de Assis

    Olá, para todos os cabulosos.
    Lucien, gostei muito da temática e do programa como um todo. Não entendi por que você achou que não teria boa aceitação. Achei excelente e fiquei querendo mais. Estudei um pouco do tema na graduação de psicologia em uma aula optativa de psicolinguística e gostei bastante. Gostaria muito de um novo cast sobre esse assunto no futuro aprofundando um pouco mais no Saussure, Chomsky, e em outros, além de discutir mais sobre os “erros”. Grande abraço e continuem com o ótimo trabalho!

  • Fernando Possidente

    Lucien, “apesar do sotaque” você é formidavelmente elequente, um ótimo host. =) Parabens!
    Agora sobre a linguística: Aqui em Santos, nós utilizamos bastante o pronome “tu”. Mas o que é mais engraçado é que nunca fazemos concordância. Por isso desde sempre falo, e escuto falar, construções como: Tu vai, Tu quer, Tu pode…

  • Ouvindo, super atrasado, percebi que eu tinha abordado o tema em uma coluna no passado mesmo sem nenhum conhecimento técnico. Na verdade sem saber que existia um campo de estudo formal discutindo o assunto ou que ele se chamava linguística.

    http://leitorcabuloso.com.br/2015/04/coluna-mas-voce-tem-certeza-que-esta-errado/

  • Nem tanto a Chico, nem tanto a Francisco. Entendi a ideia de que mais importante que a gramática é se fazer entender. Quando escrevemos ou conversamos com uma criança, não utilizamos a mesma linguagem que utilizamos com um adulto.

    Contudo, não vamos exagerar no aceitar erros básicos, apenas porque a comunicação se tornou possível. Ninguém usa “vós”, de fato, mas não precisa ignorar o plural também né?

  • Luiz Fernando Teodosio

    Apenas um breve comentário 🙂

    A pílula vermelha é a Linguística.
    A pílula azul é a Gramática.