CabulosoCast #139 – Review: Terras Pós-Apocalípticas

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Olá Cabulosos do meu Brasil Varonil e Booklovers de todo mundo! Neste capítulo, Lucien o Bibliotecário, Domenica Mendes e Lucas Ferraz indicam obras ambientadas em mundos pós-apocalípticos, em mais um program para da série Review que compõe a pauta anual do CabulosoCast. Façam suas reservas, estoquem o que for necessário, coloquem os fones de ouvido e ouçam! Um bom episódio para vocês!

Atenção!!!

Para ouvir basta apertar o botão PLAY abaixo ou clique em DOWNLOAD (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como para salvar o episódio no seu pc). Obrigado por ouvir o CabulosoCast!

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  • Baixando!

  • Renato Dantas

    Renato, 34, São Paulo, Revisor

    Salve cabulosos,

    Eu particularmente não gosto de mundos pós-apocalípticos, especialmente se tiver zumbis.

    Não sei se conta como spoiler, porque a série é antiga, mas o universo de Shannara do autor Terry Brooks é uma terra pós-apocalíptica. É um mundo de fantasia com elfos, anões e magia, mas que se passa no futuro da Terra, depois que a civilização que conhecemos foi destruída por guerras nucleares e químicas. Depois desse apocalipse a magia ressurge, o que nunca ficou muito claro para mim foi se os elfos, anões e outras espécies não-humanas apareceram por conta da magia ou se seriam mutações causadas pela radiação e armas químicas.

    Outro livro pós-apocalíptico legal, mas acho que só tem em inglês, é o The Dying Earth, do autor Jack Vance, sobre um mundo de fantasia com magos e guerreiros que na verdade é o futuro distante da Terra. Esse livro tem um valor especial para o RPG, porque muitos elementos dele foram usados na criação do Dungeons & Dragons (D&D para os íntimos), como o sistema de magia no qual os Magos memorizam os feitiços e depois de lançá-los esquecem e precisam memorizar novamente, esse sistema é chamado de Magia Vanceana. Além disso, o Deus da Magia no cenário de Greyhawk foi batizado de Vecna (anagrama de Vance) em homenagem ao autor.

    Abraços e continuem o ótimo trabalho!

    • Lucien o Bibliotecário

      Renato,

      Eu reparei isso quando vi o trailer que estão caminhando e encontram um enorme navio.

      Vi recentemente um livro do Terry Brooks na estante de uma das livrarias daqui de Caruaru.

      Não conheço o The Dying, mas me deixou curioso.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Olá amigos cabulosos!

    Muito foda o episódio. Gostei muito do tema e minha tese é: observando bem o mundo como ele está, acho que nós já vivemos em um mundo pós apocalíptico! kkk Bom, isso soa sempre engraçado e trágico, conforme o angulo que se observa o assunto. Mas, indo além da piada, gosto sempre de lembrar que, para além da visão antropocentrista o mundo já acabou para muitas espécies, incluindo-se até mesmo hominídeos com inteligência comparável à nossa. O mundo já acabou um bocado de vezes. O mais triste, contudo, é pensar que nós já fomos (e ainda o somos) agentes desse apocalipse. Enquanto que para nós os vírus e as armas nucleares soam como uma ameaça pairando à espreita sob nossas cabeças, nós pairamos sob a cabeça de muitas criaturas como um meteoro já pairou sob a cabeça de uma galera jurássica.

    Eu já conhecia Evangelion, mas apesar disso nunca li o mangá ou assisti o anime (para dizer a verdade cheguei a ler apenas 2 volumes do mangá na minha adolescência e parei por motivos de falta de $$$ tempo na época, kkk). Realmente é uma obra fantástica. Deixo duas recomendações aos amigos cabulosos: o anime Ergo Proxy; que apresenta um mundo pós apocalíptico bastante deprimente e aborda muitas questões filosóficas a respeito da humanidade e do antropocentrismo: será que é verdade que Cogito Ergo Sum? Outra obra que eu não poderia deixar de indicar é Full Metal Alchemist (tanto os animes – pois há duas versões do mesmo – como o Mangá de Hiromu Arakawa). Lembrei de FMA quando o Lucien e a Domenica disseram que há episódios de Evagelion que nos deixa simplesmente para baixo, no fundo falso do poço. O mesmo acontece em FMA; que apesar de não ser uma obra retratando uma atmosfera pós-apocalíptica, faz paralelos com alguns dos horrores vividos durante as grandes guerras; principalmente no que tange às experiências realizadas pelos exércitos (principalmente o nazista) na busca por novas e melhores armas. O anime ainda apresenta outras importantes filosofias e questiona questões bastante espinhosas e polêmicas, como religião, os limites da ciência, as consequências de nossas escolhas entre outras. Realmente vale muito à pena.

    Fiquei muito curioso para ler “Um cântico para Leibowitz”. Quanto à guerra mundial Z, não assisti e nem li o livro, mas durante o cast lembrei justamente de outro filme do qual vocês falaram: Eu sou a Lenda. Este eu vi o filme e assisti ao livro (que na minha opinião é bem diferente do filme, tanto que encarei a ambos como obras distintas). Parece que o mesmo ocorre com Guerra Mundial Z: o livro e o filme falam da mesma coisa, mas não dá para dizer que o filme é uma adaptação do livro, é mais uma outra obra “inspirada em” do que “adaptada de”. Como não sou muito fan do gênero zumbi clássico (embora já tenha sido há muito tempo, na era em que Resident Evil 2 – o jogo – era uma novidade, kkk) eu acho que iria gostar de Guerra Mundial Z.

    Voltando ao “Um cântico para Leibowitz”, achei muito legal o autor ter adicionado o “judeu errante” no livro. Acabo, inclusive, de pesquisar na internet sobre o assunto, na tentativa de entender que papel o “judeu” representa no livro.

    Mas claro que não consegui, kkkk.

    Eu pensei que algumas coisas interessantes já são deixadas como pista pelo que o Sr. Lucas fala à respeito do Livro: quem dá a pista de onde encontrar o banker com uma série de itens tecnológicos esquecidos é o “Judeu errante” e é este evento que, por assim dizer, desencadeia uma nova “corrida tecnológica” rumo ao desastre. Não seria então, este judeu, o responsável por desviar a Humanidade do seu caminho e empurra-la na direção do abismo cíclico de auto-destruição? Ou ele só fez isso para matar o tempo? Pois afinal, este personagem é o único capaz de assistir o curso da humanidade até o seu derradeiro fim.

    Lucien, você tem razão, quem fala que anime, desenho, mangá, HQ e afins são apenas obra para criança não faz a menor ideia do que as crianças estão lendo e assistindo. Isso pode até ser bom, porque vai que um adulto desses resolve impedir uma criança de ler Evangelion, Full Metal Alchemist, entre outros?

    No mais é isso Cabulosos. Agradeço por mais um incrível episódio.
    Obrigado Lucien pela citação 🙂 na leitura de e-mails.

    Aguardando o próximo cast e o pocketespecular.

    E pelo que vocês falaram sobre a pauta anual, preciso retomar a leitura do “A Torre Negra”. =-)

    • Lucas Rafael Ferraz

      Cara, eu não acho que ele desviou a humanidade. Quando ele ajuda a encontrar o bunker vemos o renascimento da ciência e do conhecimento, e a reconstrução da sociedade. A humanidade poderia ter continuado em paz, mas caiu no mesmo erro, e isso não foi culpa dele.

      Valeu pelo comentário!

      • Lucien o Bibliotecário

        Lucas,

        Acho que ele deve ser um impulsionador da humanidade. Igual ao Monolito de 2001.

        Abraços.

    • Lucien o Bibliotecário

      Bibliomante,

      Como sempre com reflexões incríveis a cerca dos temas do CabulosoCast.

      Não conheço Ergo Proxy, vou procurar. FMA eu já assisti ao primeiro anime, mas preciso assistir ao segundo! Sonho em colecionar e ler o mangá.

      Sobre A Torre Negra, retome sim a leitura.

      Em relação a perspectiva das pessoas quando a desenhos em geral existem diversos exemplos que provam o contrarário, além dos já citados Eva e FMA, contudo há uma outra questão. Desenhos precisam ser sempre cabeças? Idem para filmes e livros.

      Obrigado, como sempre, pelo seus incríveis comentários.

      Abraços.

  • Ouvi o
    Lucas mencionar o judeu errante no episódio. É uma lenda antiga, que já foi
    inclusive utilizada no Sandman, na história “Homens de boa fortuna”. Se não me engano, está no arco “Casa de Bonecas”. É uma história
    fechada, bem curta. É uma das minhas preferidas do Sandman. Fica minha recomendação
    em cima de uma recomendação. Rs. Fiquei interessado no Cântico, vai entrar pra
    minha lista. Ouvi metade do episódio no caminho para o trabalho. Terminarei de
    ouvir mais tarde. Abs.

    • Lucas Rafael Ferraz

      Olá Anderson! Li um pouco de Sandman, mas não tudo. Vou dar uma olhada nesse arco.
      Obrigado pela recomendação!

      =D

      • Nem precisa ler o arco todo. A história funciona sozinha. Pode ler sem medo.

    • Lucien o Bibliotecário

      Anderson,

      Não cheguei neste arco do Sandman e de antemão agradeço pela recomendação.

      Sobre o Cântico fiquei curioso para ler também.

      Obrigado por ouvir e comentar.

      Abraços.

      • Lucien, essa história funciona de forma isolada. Pode pular direto pra ela, se desejar. É muito interessante. Acho importante apenas conhecer a Morte antes. Fora isso, ela funciona por si só.

  • Já ia me esquecendo…
    Embora não seja uma obra pós apocalíptica eu preciso mencionar (novamente, kkk) e indicar para alguma pauta anual de algum ano futuro (pós apocaliptico ou não); “O Estranho Misterioso” de Mark Twain. Masssss, para não deixar essa indicação sem nenhum elo com este episódio, posso dizer que há uma relação entre ele e o “Um cântico para Leibowitz”: a religião também recebe uma critica que nos faz parar para pensar nesta obra.
    É isso, kkk

    Abraços

    PS.: se eu lembrar de mais algum eu posto aqui.
    PPS.: Não reparem se eu começar a mencionar em looping esse livro do Mark Twain, mas é que realmente ele me surpreendeu.

    • Lucien o Bibliotecário

      Bibliomante,

      Um livro de Mark Twain que tem temática pós-apocalíptica, me deixou curioso.

      Agradeço pela indicação.

      Abraços.

  • Valdo Alves

    Ola, sou professor e desenhista de quadrinhos e passei pra elogiar o cast.
    Ótimas recomendações e o tema como sempre nos lembra que o ser humano necessita compreender quem ele é, para poder então saber que rumo tomar e o papel dele na existência. A leitura se não cumprisse esse papel de reflexão” ver-se a si mesmo” não teria significado relevante, além é claro de nos entreter. Adoro mangás e animes e também de qualquer história contada por qualquer meio de comunicação seja ele filme ,quadrinhos, livros, etc.
    abraços.

    • Lucien o Bibliotecário

      Valdo,

      Muito obrigado por ouvir e pela reflexão. Acho que no fundo esta é a principal lição da temática pós-apocalíptica fazer com que tenhamos medo de nós mesmos para que possamos pensar e refletir sobre nosso próprios limites.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Rodrigo Basso

    Tomara que a série Torre Negra ganhe!!! É isso aí, Lucas Ferraz, a Torre Negra é um épico!
    E se essa série ganhar, me chama pra gravar esse Lucien!!!

    • Lucas Rafael Ferraz

      Pois é Basso, acho que vai ganhar hehhe.
      A série é foda mesmo, apesar do final que me dividiu entre respeito e vontade de esganar o King, hahahahahaha

      • Rodrigo Basso

        Lucas, pouquíssimas vezes na minha vida eu gritei de desespero. O final dessa série foi uma delas. Muito tempo depois de terminar de ler e conversando com um amigo eu vejo que aquele era o final que mais fazia sentido para o Roland.

  • Paulo Elache

    Oh What a Cast! WHAT A LOVELY CAST!!!… Putz, perdi essa abertura!

    Parabéns ao trio simpatia da Família Cabulosa, tema delicioso e quase terminando de ouvir.

    Abraços.

    P.S.: Já ia me esquecendo, sou Paulo Elache, 56, engenheiro e maluco leitor/divulgador de ficção científica.

    • Lucas Rafael Ferraz

      Cara, faz o PS direito.
      Você é o PAAAAAAAAAAAAAAAAAAI DA FICÇÃO CIENTÍFICA, todo mundo sabe.

      =D

      • Paulo Elache

        É ruim, hein?
        Além do que, num cenário pós-apocalíptico isso não serve de nada ?
        P.S.2: Dune Rules!!! ?

    • Lucien o Bibliotecário

      Paulo,

      Sendo humilde, nosso querido PAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI da ficção científica!

      Fico imensamente feliz que tenha gostado do tema e que tenha apreciado a abordagem, meu grande amigo.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Carlos Valcárcel Flores

    Carlos Valcárcel. Físico, São Paulo-SP
    Lendo: A Queda, de Guillermo del Toro e Chuck Hogan. (Livro II da trilogia da Escuridão)

    -Eu deveria ter uns 18 ou 19 anos quando assisti Evangelion. Realmente é um anime espetacular. Eu gostava muito de Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball, mas com Evangelion aprendi que tinha muita mais “adulta” dentro do Anime. Nessa época eu assisti de uma forma pirata. Um amigo tinha gravado os capítulos em fitas VHS, e por acaso, os dois últimos capítulos não estavam gravados. Minha ansiedade foi grande, mas alguém me diz que o final era estranho, e o melhor era assistir o filme…que foi muito mas muito legal. A luta de Asuka contra os evas de produção massiva é para chorar…e a música, a música! Se tem que haver um fim do mundo, tem que ter por música de fundo Air de Bach.

    Outro anime/mangá bem legal com uma ambientação bem no fim do mundo é X/1999 (ou X) de Clamp. No qual dois grupos lutar por destruir/salvar a terra. O mangá ainda está inconcluso, então recomendo fortemente o anime (Eu assisti com um irmão e primos e todos estavam bem impressionados). Nesta batalha se enfrentam personagem bem diferentes, temos uns que usam robots, outros magia…alguns agua, outros fogo. Bem legal.

    Atualmente estou lendo a Trilogia da Escuridão. Um vampiro inicia uma infecção a grande escala na cidade de New York. E pouco a pouco a humanidade vai perdendo contra os vampiros. E claro, um grupo de humanos tenta acabar com a plaga. Curto muito da historia porque os vampiros são seres horríveis, sofrem uma transformação total no corpo, tem um ferrão por onde sugam a sangue e o vampirismo é infectado a traves de vermes. No primeiro livro trata sobre o inicio da infecção, já no segundo o combate contra a plaga é mais frontal. Existe um seriado baseado no livro, atualmente esta na segunda temporada.

    Abraço!

    • Lucien o Bibliotecário

      Carlos,

      Você é um cara foda demais! X – 1999!!!! Tinha me esquecido deste!

      Trilogia da Escuridão pode passar o nome do autor? Fiquei curioso.E qual é o nome do seriado?

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Carlos Valcárcel Flores

        Lucien,
        A Trilogia da Escuridão é escrita por Guillermo del Toro e Chuck Hogan. Os livros são: Livro I: Noturno, Livro II: A Queda, Livro III: Noite Eterna. Aqui foram publicados pela editora Rocco.
        O seriado se chama: The Strain.
        Como comentei, o que gosto é que os vampiros não são seres glamourosos, são seres bem nojentos. Devido ao caráter da infecção do vampirismo, por meio de vermes parasitas…se procuram meios “científicos” para deter a praga, tanto assim que entre os combatentes contra os vampiros temos um doctor do centro de controle de doenças e um exterminador de ratos.

        Abraço

  • Norberto Silva

    Muuuito legal o cast.
    Curti demais as sugestões e já tinha conhecido o Guerra Z e o Evangelion, vou tentar ir atrás do Cântico.
    Agora vou deixar uma dica de mangá que tenho acompanhado:
    Green Worldz.

    Tem vários clichês de mangás “para meninos”, mas a ideia do que rolou pro mundo acabar é uma das mais criativas que já vi.
    Podem conferir sem medo de ser feliz.

    • Lucien o Bibliotecário

      Noberto,

      Green Worldz, anotado. É impressão minha ou há muitos mangás com essa temática Pós-Apocalípticas? Acho que é a 4ª indicação de mangá aqui nos comentários.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Isadora, 19 anos, morando num fim de mundo chamado Viçosa do Ceará.

    Olá Cabulosos!!!
    Bem eu não sou uma grande fã de terra pós-apocalíptica são poucas as histórias que me atraem e realmente ás vezes chego a desistir.
    Mas sinceramente gostei do programa. Com certeza, se a gente estivesse vivendo um apocalipse se eu sobrevivesse eu seria uma daquelas nerds que estaria testando e estudando muitas possibilidades de sobrevivência para humanidade, mas se tivesse um apocalipse zumbi teria que ir para casa da minha amiga e me esconder por lá enquanto a família dela matava todos os zumbis. Além disso segundo um teste que fiz se isso ocorresse eu só duraria 3 horas, então não valeria muito a pena.
    Realmente histórias pós-apocalípticas eu só conheço as modinhas porque meus amigos me fazem ler ou assistir e lá se vai eu.
    Mas um que gosto muito é um anime chamado Guilty Crown que se passa em 2039, ou seja, só temos mais 24 anos até isso ocorrer e digamos que a história mostra que um Vírus Apocalíptico tem se espalhado pelo Japão e nisso vai mostrando algumas coisas que se passou, como esse vírus se espalhou, entre outras coisas.
    Gostei muito das recomendações de vocês e não vai ser o topo da minha lista de ver, porque tem muita coisa ainda que tá na frente mas bateu uma certa curiosidade.
    E é isso então.
    Até mais pessoal 😉

    • Lucien o Bibliotecário

      Isa,

      Se você durava 3 horas, eu só 30 minutos hauahuahauhau

      Agradeço pela indicação de Guilty Crown, não conhecia e vou procurar correr atrás.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Rodrigo Basso

    O “Judeu Errante” que o Lucas menciona é chamado de Ahasverus. Ele teria sido condenado a vagar eternamente pela Terra por ter negado descanso a Jesus durante o calvário. Castro Alves tem um poema muito bonito dele chamado “Ahasverus e o Gênio”. Castro Alves também menciona essa figura no seu famoso poema “Mocidade e Morte”.

    • Lucas Rafael Ferraz

      Oi Basso!
      Poxa que legal! Valeu mesmo pelas informações.
      Nesse contexto ele se encaixa no livro, sendo que é por intermédio dele que se dá o fato que desencadeia toda reconstrução da sociedade.

      Abraço!

    • Lucien o Bibliotecário

      Rodrigo,

      Putz! Que demais não fazia ideia! Muito bom mesmo.

      Valeu pela explanação.

      Abraços.

  • leonardo garcia

    Olá amigos

    Demais o episódio, realmente Evangelion é uma animação para explodir a cabeça e para o amigo Lucien quero deixar recomendado um futuro cast que será apocalíptico: Livro DUNA Frank Herbert rsrsrs, devo ser o único a pedir isso.

    Grande abraço.

    Leonardo Garcia
    Rio de janeiro

    • Lucas Rafael Ferraz

      O único? Tem uma legião de gente pedindo Duna!
      Um dia com certeza vai rolar, mas no momento tá perdendo pra Torre Negra. 😛

      • leonardo garcia

        Opa Lucas

        Uma boa notícia. Obrigado por responder a minha mensagem.

        #partiuduna

    • Lucien o Bibliotecário

      Leo,

      o nosso querido ouvinte Ezequias faz campanha constante para Duna, mas ele está levando uma surra do Torre Negra na enquete anual.

      Obrigado pela indicação e por ouvir.

      Abraços.

  • Marcela Uchôa

    Marcela Uchôa

    21 anos, Curitiba.

    Lendo O Conde de Monte Cristo

    Apesar de não ter sido a minha opção na votação, gostei muito da temática do episódio. Muito bom! Vendo pelas recomendações, acabo apenas confirmando a ideia de que a humanidade vai se autodestruir. Nada de alienígenas colonizadores a lá Hernán Cortés.

    Das indicações, a única que conheço é Evangelion, embora só tenha visto o anime tempos atrás. Acho que vou pegar o mangá para ler, já que o fim do anime deixou aquela sensação… estranha.

    Confesso que não assisti Guerra Mundial Z (nem li o livro), devido a comentários negativos que ouvi de meus amigos, falando que é mais do mesmo. Um herói qualquer que tem de salvar o mundo em meio a um dilema bobo estilo “ou salvo minha família, ou salvo milhões de pessoas”. Como se salvar milhões de pessoas não impedisse de salvar a família também. Mas depois de ouvir sobre o livro me interessei pela leitura, e penso em dar uma chance.

    Um Cântico para Leibowitz está na minha lista de leitura. Me empolgou bastante essa ideia de clico de destruição em que a humanidade está inserida, além das consequências da falta do conhecimento em história trás.

    Filme pós-apocalíptico que sempre costumo recomendar é Wall-E, que é amorzinho. Gosto como o filme vai mostrando as críticas ao comportamento humano (sedentarismo, consumismo) e apresenta isto em uma obra para todos os públicos e gostos.

    Abraços

    • Lucien o Bibliotecário

      Marcela,

      Você está lendo O Conde de Monte Cristo, está gostando?

      Sobre Guerra Mundial Z, não acho que o dilema seja assim tão bobo ou óbvio acontecem coisas para que o personagem principal tenha que tentar encontrar o paciente zero, me refiro ao filme, claro.

      Wall-E é simplesmente incrível!

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Mozarotto

    Olá, galera Cabulosa. Só vim elogiar o Cast e agradecer por me indicarem o J-Wave.

    • Lucien o Bibliotecário

      Mozarotto,

      Agradeço os elogios e espero que goste do episódio do JWave que indicamos.

      Abraços.

      • Giuliano Peccilli

        Obrigado Lucien pela indicação. Ouvi o podcast e parabéns pelo tema.

    • Giuliano Peccilli

      Eu que agradeço por descobrir o JWave.

  • Gostei muito do programa, mas acredito que estamos vivendo o processo do fim do mundo. Já me perguntei algumas vezes se os selos do apocalipse já foram abertos ou não. Guerras, pestes, intolerância social e religiosa, sem mencionar todas as atrocidades que acompanhamos através dos telejornais e mídias diversas. O ser humano já escolheu os seus próprios deuses, e esses deuses não são pacientes e muito menos misericordiosos!

    • Lucien o Bibliotecário

      Fernando,

      É verdade, se olharmos diante desse prisma temos evidências de que estamos apressando nosso contador para o fim da raça-humana neste planeta.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Amei o que foi falado sobre Um cântico para Leibowitz, certamente vai estar na minha lista de leitura!

    Deixo como indicação de livros sobre mundos pós-apocalípticos o Estação Onze, da Emily St. John Mandel. Acabei de ler hoje e lembrei na hora do cast. É um livro super delicado e palpável sobre o fim do mundo (que, no caso, veio na forma de uma epidemia de gripe) e sobre o que, na visão da autora, realmente importaria; solidariedade, relacionamentos, adaptação, arte. Nele, um número ínfimo de pessoas ainda vive, distribuindo-se em vilarejos pequenos e buscando se adaptar, enquanto um grupo de artistas percorre o território levando peças de sheakspeare, apresentações de música clássica, esperança e memória. A história também se intercala com relatos de antes e pouco depois da catástrofe, complementando a crítica e a reflexão que o livro traz. Falei sobre ele no blog em que participo, se alguém quiser dar uma olhada.

    Indico também os livros de James Lovelock. Não é literatura ou ficção, ele é um cientista, pesquisador e ambientalista que aborda muito a extinção da humanidade (da humanidade, não da terra) e o que deveríamos ter feito para aumentar nossas chances de sobrevivência. Se a questão é trazer reflexão sobre nossos limites e medo de nós mesmos, ele faz isso de modo extremamente efetivo.

  • Aloha, gente!

    Mais um CabulosoCast muito Show de Bola! Obrigado, Família Cabulosa!

    Lembro que li Um Cântico para Leibowitz quase em querer, não lembro bem, mas acho que este (e Uma Sombra Passou por Aqui, de Ray Bradbury) foram encontrados na estante de um saudoso avô. A identidade do andarilho (judeu errante), vim saber muitos anos depois. Na primeira leitura eu, ainda garoto, tive a impressão de que o andarilho era uma referência a força divina, aquela força que, parecendo caótica, às vezes molda nossa vida dando um empurrãozinho aqui, pondo um obstáculo ali.

    Detalhe que tenho a impressão de recordar (posso estar errado, escrevo sem referência no momento) é que o “São” Leibowitz, em algum momento, e mostrado como só um cientista que, diante da “inquisição do conhecimento”, que queimava tudo e todos que tiveram haver com as ciências que destruíram o planeta, o carinha só tentou clamar por um pouco de razão e guardar um tanto de conhecimento, sendo “martirizado” por isso.

    Curiosamente tive uma impressão diferente dos Cabulosos ao terminar o livro, tive medo sim do “fim nuclear” (eu vivia em plena Guerra Fria, e a Revista de Ciência da Fapesp tinha anunciado: as potências já possuem poder de fogo capaz de aniquilar todo o planeta umas 15 vezes em um minuto, ou algo assim aterrorizante, estou citando de décadas atrás, de cabeça), mas fique com a sensação de que o pulo do gato era focar não apenas na óbvia repetição do fim (causado pela aversão ao conhecimento, como vocês bem sugeriram, concordo), mas da paralela insistência da vida e da humanidade em persistir existindo, apesar do Universo inclemente e da própria natureza predatória. Hoje vejo isso como um embate entre as “regras matemáticas”, basais no Universo, que regem a entropia e a organização complexa. Parece, mas não é necessariamente um embate entre o bem e o mal, pois nenhuma dos dois lados vive sem o outro, e as posições são tremendamente relativas. Mas, enfim, no fim do livro UCPL me entristeci com nossa ignorância, mas um pedaço de mim rejubilou-se com nossa coragem de persistir existindo.

    Agregando o conceito que o indivíduo pode ser bastante inteligente, mas a massa nem sempre, e que, na treva da ausência de instituições científicas, o que pode muitas vezes levar a humanidade pra frente, até um novo renascimento das ciências, é o mito, a religião (o mundo ardeu em chamas, o que não foi esquecido foi intencionalmente apagado, mas o Vaticano ficou lá, de um jeito ou de outro. Creio que deve haver alguma metáfora de vivências do autor em um “fim do mundo” europeu durante a Guerra, será?) e, claro, o simples e básico instinto.

    Não li o livro Guerra Mundial Z, mas vi o filme, que achei divertido, embora tenha achado a cena do ataque à Jerusalém um furo lógico, pois me pareceu impossível que uma cidade sitiada não tivesse percebido antes que os zumbis eram atraídos por barulhos. E fiquei com a sensação (modesta opinião, claro, de um modesto roteirista) que mergulhar num oriente mergulhado nas trevas de um apocalipse zumbi merecia mais foco e mais tempo, tem série que viraria um bom filme, pois “estica” uma história que deveria ser curta, o caso aqui é o contrário, acho, a história foi comprimida, e merecia ser mais esmiuçada.

    Quanto a Neon Genesis Evangelion, infelizmente, não posso opinar, mas a admiração dos Caríssimos Cabulosos cria a vontade de conhecer.

    Finalizo (com o convite dos donos da casa, agora sim me sinto à vontade para publicar, rs) com o meu jabá: Sou o roteirista da primeira websérie nacional de scifi, Onda Zero (www.ondazero.com.br), e sou consultor na nova websérie Nomade 7 (www.facebook.com/Nomade7.Webserie). Sou também autor auto-publicado da fantasia urbana nacional “Mônica” (http://bit.ly/livro-monica-wagner), entre outros trabalhos, e meu blog, onde todos serão extremamente bem-vindos, é o http://www.wagnerrms.com. Obrigado, Mestre Lucien.

    Abraços e Sucesso para todos!!!

  • Tenho trauma de Evangelion sem nunca ter lido o mangá ou visto o anime… coisas de gente que entrava em sala de chat de RPG quando era pré-adolescente…

    Mas me senti feliz quando a Dô citou o Marvin! Qualquer referência ao Guia do Mochileiro das Galáxias me deixa feliz!!

    Precisam fazer um CabulosoCast só sobre Douglas Adams, viu!

    Abraços, amigos Cabulosos!

  • Nery

    Olá, pessoal do Cabulosocast. Ótimo episódio, parabéns a todos.

    Aliás, já ouvi vários episódios e curto cada vez o Cabulosocast. Ótima produção e conteúdo.

    Lucien, já que você é fã de Evangelion, dá uma olhada nessa obra de arte em papercraft sobre Evangelion:

    http://www.papercraftsquare.com/neon-genesis-evangelion-eva-01-ver-2-free-papercraft-download.html

    Grande abraço!