CabulosoCast #135 – Cidades de Papel

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Olá Cabulosos! Seja bem-vindos a mais um CabulosoCast! Neste capítulo, Lucien o Bibliotecário, Priscilla Rúbia, Domenica Mendes e Lucas Ferraz falarão sobre Cidade de Papel do John Green que ganhou adaptação para cinema neste ano (2015). Deixe de lado o seu preconceito literário e ouça mais um CabulosoCast! Um bom episódio para vocês!

Atenção!!!

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  • jedimdk

    Klaus
    Sobradinho (DF)

    Mantenho o que disse sobre o filme: Cidades de Papel é o filme cujos personagens ganhariam de mim exclusivamente tesouras bem afiadas.
    Quanto ao cast, ótimo como de costume. Domenica na leitura de emails? Cade a Priscila? Não estou me lamentando, mas o que houve? Cabuloso Cast em clima de revolução?

    • Pode falar que eu sou melhor Klaus AHHAHAHA

    • Eu cheguei lá e se a Priscilla ou alguém reclamar, eu chego de novo! Duas vezes. E tenho dito. Vlw. Flw. =D

      • jedimdk

        Imaginei você de saia xadrez, com a cara pintada e espada em mãos enquanto lia.

    • Lucien o Bibliotecário

      Klaus,

      Papel e tesoura. Isto é outro jogo. hahuahua

      Eita, senti um desafio, Priscilla!

      A Do se saiu muito bem na leitura de e-mails.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • bibliomante

    Olá amigos Cabulosos.

    Mais um episódio para fazer a cabeça explodir e cheio de questões interessantes: quem é pai e mãe e nunca virou para o filho e falou “eu te dei a vida e posso tirá-la”? kkk Eu mesmo já ouvi da minha mãe e já falei para a minha filha. =-D

    (Mas quando precisar falar de novo vou lembrar do ritual que o Lucas ilustrou bem, kkkk, já vou comprar uma garrafa de Wisky especialmente para essas ocasiões).

    Gostei de conhecer sobre a obra do João Verde (confesso que nunca li nenhum livro dele); eu via os livros nas livrarias online (como a “culpa é das estrelas”) e por preconceito/dedução eu pensava “esse livro definitivamente não é para mim”.

    De fato, pelo tipo de leitura que eu consumo hoje eu não me vejo procurando por livros que vão nessa “linha” do J.G. Mas longe de isso significar que o livro não é bom (ou até mais que bom). Lembrei nesse episódio; até com bastante saudosismo de um livro que li quando era jovem (tinha entre 15 e 17 anos na época): “A Armadilha” de Nicholas Evans. Não estou dizendo que a história é parecida, mas pelo que foi explicado do autor e da “linha” na qual ele escreve, inclusive em “Cidades de Papel”, eu lembrei bastante do estilo do Nicholas Evans em “A Armadilha”. Aliás, na época eu tive a mesma surpresa que o Lucas teve agora com “cidades de papel”: não esperava que fosse gostar tanto de um livro que parece ser “só uma historinha romântica”. O romance na história é o de menos, o livro é bem mais que isso. E como a Domenica explicou sobre o J.G.: ele escreve em duas camadas, uma é percebida por quem é jovem e a outra por quem já tem certa vivencia.

    Mais uma vez obrigado por um ótimo episódio.

    Abraços à família Cabulosa.

    • Lilian Gouveia

      Nunca disse isso pra nossa filha.. pq não acho q dei a vida sozinha e tenho certeza q há castigos piores.. kkkk… De resto concordo.. acredito que qq livro lido em épocas diferentes da vida terá uma nova visão… por isso nem mesmo o q achamos já termos uma opinião formada devemos nos fechar para uma renovação da mesma opinião… mais um ótimo episódio…

      • Lucien o Bibliotecário

        Lilian,

        Vixe! Vai ter DR? hauhauahauha

        Li o seu e-mail e ele vai para a leitura de e-mail’s do CabulosoCast #137.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

        • Lilian Gouveia

          Kkkk.. DR jamais.. Kkkk mas q o cabulosocast é um dos nossos assuntos preferidos… isso é…

          Abraços.

          • Jamais? kkk Ah tá. kkk
            Isso me lembrou uma música;;; Como era mesmo… Entre tapas e beijos… Acho que algo assim.

          • Lilian Gouveia

            ?❤

    • Lucien o Bibliotecário

      Bibliomante,

      Eu creio que o prazer de ler independe de que livro estamos lendo. Pode ser o livro mais cult, mais comercial, se você lê e gosta daquilo que lê isso vai te formar de alguma forma.

      Não conheço a obra que você citou, mas uma coisa fica clara. COmo é bom quando nos surpreendemos com a leitura, não é? Lembro que quando estava lendo Maze Runner fiquei surpreso com a leitura e não conseguia desgrudar do livro. Não é à toa que fiquei, por dias em uma ressaca literária.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Não definiria melhor Lucien: Como é bom quando nos surpreendemos com a leitura. É verdade. Disse tudo. Tenho um outro caso que aconteceu comigo (de uma lista de livros que eu poderia escolher, fui de propósito no que achava que menos gostaria de ler e eis que não só adorei o livro como conheci ninguém mais ninguém menos que Terry Pratchett. O livro em questão era “O Fabuloso Mauricio e seus roedores letrados). ^__^

  • Eu não li o livro, não vi o trailer do filme e nem sei se já saiu no cinema… sim, eu estou debaixo de uma pedra! Isso dói. Heheh!

    Maaas, preciso comentar uma coisa: quer dizer que o Quentin nunca cabulou uma aula e depois virou um… Cabuloso!? o.O #TuDumTsss

    Brincadeiras a parte, mesmo me sentindo deslocado por não saber de nada deste livro, adorei ouvir (na verdade ainda estou ouvindo enquanto escrevo isto, porque se eu não escrevesse logo meu #TuDumTsss, eu ia acabar esquecendo!) o cast e parece um livro interessante! Fiquei curioso e, quem sabe, eu o leia!

    E obrigado pela citação nos agradecimentos! 😀 E obrigado Meg (Dô, Domenica, como quiserem) por me deixar ansioso desde DOMINGO pelo CabulosoCast por causa desta citação!

    É isso! Heheh.
    Até o próximo!

    • Lucien o Bibliotecário

      Ricardo,

      A piada podia ter passado, né? ahuahauhaua

      Então a Do garantiu um ouvinte: anotado novamente.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços

      • Ah Lucien, agora que você conhece meu blog você imagina que eu não deixo passar nenhuma piada! Hahahah!

        Sim, ouvinte garantido. Ponto pra Do! o/

        Abraço!

  • Caio Borrillo

    Eu não leio John Green apenas pq é um estilo que não me atrai, mas é uma completa babaquice não ler porque é best seller, porque virou filme, pq tem romance, pq isso ou aquilo.

    Isso é só o preconceito literário disfarçado de gosto culto, o que num país que lê menos de quatro livros por ano, é completamente ridículo. Livro é pra ler, acabou.

    • Lucien o Bibliotecário

      Caio,

      Concordo plenamente: requinte literário disfarçado de preconceito vejo discursos assim aos montes.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Renato Dantas

    Salve Cabulosos!

    Não li e provavelmente não lerei! Não acho que o livro seja ruim e não duvido do talento do autor, mas a premissa não me atrai e acho que a vida é curta demais para ler algo que não me interessa. Se o João Verde escrever um livro de fantasia ou sci-fi, aí talvez, com muita ênfase no talvez, eu leia.

    Achei interessante o conceito de Cidades e Pessoas de Papel, eu conhecia essa expressão, mas de outra forma.

    Eu e meus amigos de faculdade chamávamos de Pessoas de Papel os personagens dos livros que líamos e aos quais nos apegávamos, mesmo não sendo pessoas de verdade. Nunca usamos a expressão Cidades de Papel em nossas conversas, mas por nossa lógica seriam as cidades e locais fictícios dos nossos livros favoritos.

    Abraços e #QueremosCabulosoCastDeCrônicasDeGeloEFogo e #SomosTodosNovelletes

    • Lucien o Bibliotecário

      Renato,

      Respeito sua opinião sobre os livros do John Green, se não é o gênero que você curte ou o tipo de leitura que te aprecia então passe para o próximo.

      Não tinha imaginado as pessoas de papel, mas é um conceito aplicável diante do pensamento do autor.

      Já já teremos os seu CabulosoCast tão esperado.

      Abraços.

  • Trilha sonora tava fantástica! 😀 Especialmente ali pelo começo. Parabéns! (Esse episodio foi editado pelo Lucian ou já é editor novo?)

    Nunca li John Green, mas meu motivo é: O humor certo ainda não chegou. Fiz uma overdose de livros “Tipo John Green” final do ano passado e ainda estou meio saturada.

    Conheci o John Green no youtube e só depois descobri que ele era O John Green, autor de best seller.

    Ele e o irmão (e mais um pessoal) possuem um canal chamado Crash Curse, onde eles costumam a dar aulas rápidas sobre assuntos diversos (História, ciência, astronomia e tudo mais). Fica aqui o link: É realmente bem bom! Sou fanzona dele por conta desses videos (tudo em inglês. Não sei se tem legenda)
    https://www.youtube.com/user/crashcourse

    Pegando gancho no ultimo comentário que o Lucian fez no episódio: já aconteceu de um personagem estragar toda minha experiência de leitura e me fazer abandonar uma série inteira! Abandonei na metade o livro 2/4 da série Brumas de Avalon por não suportar a Gwenhwyfar (mas eu tinha uns 15 anos. Acho que não teria abandonado a leitura se tivesse lido hoje, porque o livro é de fato bem bom)

    • Lucien o Bibliotecário

      Rachel,

      Sobre quem foi o editor, vamos permanecer no mistério? hauhaahaua

      Eu também conheci o John Green através deste Canal. Adoro seus vídeos de análise literária, mesmo que não entenda nada de inglês.

      Sobre As Brumas de Avalon, parece ser um livro que divide muitos leitores, hein?

      E quando a ressaca literária passar dê uma chance para o senhor João Verde, você irá gostar.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Isadora, 19 anos, continuo no fim do mundo chamado Viçosa do Ceará.

    Olá Cabulosos!!!
    Primeiro Domenica enquanto estiver na crise do desemprego e tiver com as dívidas da formatura e dos livros que quero comprar vai ter que esperar até uma próxima mesmo pelo presente. Como o Lucien disse até o dia que você morrer tenha esperança que você possa ganhar um livro. A esperança é a última que morre rsrsrs
    Lucien não sabia que você era #GreyPegaEu kkkkkkkkk E é sério eu só gostei dos livros da série Cinquenta Tons, o filme para mim foi uma droga. Mas não julgo quem gosta, porque afinal eu sou uma das que não pode dizer nada.
    Agora focando em Tio João Verde, ou melhor, John Green eu sou fã e ele é um dos meus autores preferidos se não o meu preferido.
    Tenho todos os livros dele e sou uma Nerdfighter.
    Bem acho que as pessoas tem um certo preconceito mesmo com os livros do John Green por ele ter se tornado modinha, concordo com isso que foi dito mas também por acharem que todas as histórias dele é para adolescentes e que nunca vai ter um final que o casal protagonista fique junto.
    Lucien Cidades de Papel foi lançado antes de A Culpa é das Estrelas (só para saber ok?? 😉 )
    Eu conheci John Green através de uma amiga que queria A Culpa é das Estrelas de presente e dei o livro para ela e comprei um para um. Fato que quase matei minha amiga por causa do final do livro, então é algo que nem precisa se comentar. Depois, disso conheci os outros livros e fui ver o vlog dele e do irmão dele e pronto ficou paixão forever John Green. Os livros dele tem essa pegada adolescente? Sim, mas é aquilo você que é adulto ver com a sua mente mais desenvolvida, para um adolescente ele vai ler aquele lado fofo o que ele quer se identificar ali.
    John Green é gostoso de ler e você se questiona em algumas coisas, além pegar temáticas que você sinceramente não achava que podia acontecer algo daquele tipo.

    Sobre os personagens:
    Bem o Quentin ele é aquele adolescente que eu me indentifico, caramba eu sou praticamente ele na época de escola e agora no meu curso, só fico a vontade quando estou com meus amigos. Eu goste dele e bem assim eu concordo com a Domenica e com o Lucien ele está apaixonado pela Margo desde pequeno e ele quer ir atrás dela porque ele acha que é isso que ela quer. Tá certo, que é idiotice porque ele tá apaixonado pela idealização que ele faz dela mas ao mesmo tempo eu entendo ele.
    A Margo ela é aquela garota popular, mas que as pessoas acham que conhecem e sinceramente elas não sabem nada dela porque ela é totalmente confusa e precisa se conhecer realmente para saber o que ela quer.
    Eu gostei muito do Radar e do Ben são amigos que você realmente morre de rir, mas eles também estão preocupados com suas próprias vidas e seus próprios problemas. O Radar com medo que a namorada dele saiba que os pais deles colecionam papais noéis negros e o Ben só naquela coisa tenho que arranjar uma namorada (O Ben ás vezes era muito tarado ok pessoal?? ¬¬’)
    Os pais da Margo e do Quentin são controversos e sinceramente você abusa deles. Está certo que os pais da Margo acabam desistindo dela por ela fugir demais, mas caramba eles mesmos não conhecem a filha deles nem tem vontade de saber o porque dela fazer tudo isso e tal. E os pais do Quentin assim não tenho muito o que falar deles sério.
    Lembrando em falar de pais, ainda bem que não sou filha de nenhum de vocês tenho dó da criança quando ela ouvi: “Eu te dei a vida, eu posso tirar.” Meu DEUS!!! Medo de vocês O.O

    Cidades de Papel é meu segundo livro preferido do John Green, porque sinceramente ainda prefiro A Culpa é das Estrelas. Mas enfim gostei do que o livro quis trazer pois realmente as pessoas se baseiam muito no estereótipo que fazem umas das outras e realmente a maioria de nós julga a pessoa pela primeira vez que ver e já deduz DEUS e o mundo sobre a pessoa.
    Eu conheço pessoas de papel e ás vezes acho que sou uma porque eu sou muito regrada e sei que isso é muito chato, ás vezes eu vou mais pra agradar os outros do que a mim mesmo. Só quem é meu amigo de verdade sabe como eu sou.

    Gente eu sou que nem o Quentin eu nunca matei aula na minha vida, então imagina só??

    Sobre os planos da Margo eu achei o primeiro mais louco, o segundo nem tanto porque ela já ia fazer isso mesmo. E sinceramente pra mim ela deixou pistas, mas para saberem que ela estava bem independente de onde ela estava e não para ser encontrada. O Quentin pela paixão que ele tem por ela, pela idealização que ele tem dela é que resolve ir atrás achando que tudo isso era para ele achá-la.

    Ah! A parte da viagem é hilária você morre de rir. E gente e quem era pessoa X que fez determinada coisa dentro das latinhas é o Ben. E a Margo segue o caminho dela e o Quentin volta para casa, então não fica subtendido que ela volta ela vai EMBORA MESMO!!!

    Gente eu assisti o filme e entre filme e livro, eu prefiro o livro porque sinceramente eu esperei mais por causa dos trailers que me deixaram na expectativa mas foi aquilo eu não gostei do filme. Eu prefiro A Culpa é das Estrelas oficialmente, pois o filme de Cidades de Papel faltou muita coisa que eu achava importante. Gostei dos atores que foi perfeito a escolha de elenco, realmente foi o que eu achava de cada personagem e a trilha sonora é incrível, mas o filme continua na história eu não gostei tanto assim.

    E bem é isso.
    É gostei muita da Trilha Sonora tava show 😀

    Lucien recomendo se você for ler outro livro do John Green algum dia leia Quem É Você Alasca? talvez você goste mais do que os outros livros dele que você poderia ler.

    E é só isso mesmo, pois em vez de comentar eu escrevi basicamente um texto aqui.
    Abraços cabulosos 😀

  • Vitor Sandrini de Assis

    A quem interessar, minha análise/resenha do livro: http://www.stuffhood.com/2015/vidas-de-papel/

  • Douglas Santos

    Olá Cabulosos o/

    Gostaria de comentar (um pouco atrasado) sobre uma discussão que ocorreu no final deste podcast (por volta de 1h4m) sobre a possibilidade de a Margo ter
    deixado pistas ou marcas porque queria ser encontrada ou se o plano era realmente não ser encontrada. Acho que vocês deixaram passar uma parte da
    leitura em que ela explica ao Quentin o seu plano, logo após o choque do
    reencontro (Na página 340 ela pergunta: “Como que você conseguiu me achar?”. O Q responde: “Achei que fosse o que você queria.”; Margo: “Ah, mas não era mesmo.”).

    Na final da página 347, a Margo explica ao Q que o motivo de ter deixado as
    pistas em seu quarto. Descrevo aqui a passagem:

    “Só que, naquela noite, você se provou uma pessoa de verdade. […] Assim
    que voltei para meu quarto, senti saudade de você eu queria voltar e ficar mais um pouco com você, conversar, mas já havia decidido ir embora, então eu não podia recuar. E, no último segundo, tive a ideia de fazer você ir até o Osprey. Para que ele ajudasse você a deixar de ser um gatinho medroso.”

    Então, na minha visão, a Margo realmente não queria ser encontrada. As
    pistas que ela deixou não eram para mostrar o caminho até ela, mas sim para o Q encontrar o Osprey e talvez utilizá-lo para sair do seu “mundinho de
    papel”.