CabulosoCast #126 – Steampunk e Identidade Nacional

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Olá Cabulosos do meu Brasil Baronil e Booklovers de todos mundo! Neste capítulo, Lucien o Bibliotecário e Carlos Relva recebem Bruno Accioly, Enéias Tavares e José Roberto Vieira para juntos discutirem o tema: Há um Steampunk genuinamente brasileiro? Hoje vocês saberão que o Steampunk nacional pode nos ajudar a definir nosso própria identidade; que boas histórias são mais importantes do que um gênero; que a literatura steampunk pode vir a ser uma boa maneira de apresentar a literatura clássica nas escolas. Um bom episódio para vocês!

Atenção!!!

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  • Gabriel Mendes

    Lucien querendo me apaixonar por um gênero que eu já curto, mesmo conhecendo pouco. Vai faltar tempo pra ler tanto livro (risos)!

    • Lucien o Bibliotecário

      Gabriel,

      É isso que espero. E Gabriel, só um detalhe, presta atenção no discuso no Bruno no final do programa. Condiz muito com o que você disse naquele e-mail polêmico.

      Obrigado pelo comentário.

      Espero que goste do episódio.

      Abraços.

    • Carlos Relva

      Pelo jeito você já está apaixonado por Steampunk, meu caro Gabriel! 🙂

      • Gabriel Mendes

        Pode apostar!

  • FHC

    2:45 da manhã e vim aqui só para dar os parabéns pelo episódio.
    Uma boa noite! 😉

    • Lucien o Bibliotecário

      FHC,

      Obrigado pela consideração, meu amigo. Fico imensamente feliz sabendo que gostou do episódio!

      Obrigado novamente.

      Abraços.

    • Carlos Relva

      Muito obrigado, FHC!

  • jedimdk

    Klaus
    38 anos
    Sobradinho DF

    Bem interessante o episodio, baixei o livro do Carlos Relva na Loja Kindle dentro da Amazon. Aproveitando que eu não tive uma boa experiencia com Machado de Assis e que este autor é super importante para a nossa literatura, mesmo meu sentido aranha apitando, gritando para não ler, vou dar uma chance. Afinal de contas, o autor não tem culpa se um professor que só dava aulas na escola que eu frequentei,o fazia exclusivamente por grana. Sinto pena dele, por ter trabalhado somente por dinheiro. Estragou um autor que parece ser super competente por causa da inaptidão de ganhar seu sustento e ao mesmo tempo fazer algo que ama e bem feito.
    Baixei História de uma lágrima, será o meu primeiro livro de Machado de Assis que lerei por livre e espontânea vontade, espero que outros tenham o mesmo destino. Farei a tentativa por causa do conteúdo deste episódio, de mente aberta, sem pressões.
    Ja que estava lá, baixei Você nunca soube de Teodósio Luiz, Fui uma boa menina? de Carolina Munhóz, Os sertões de Euclydes da Cunha e Contos tradicionais publicados pelo Ministério da Educação.
    Todos de graça na loja Kindle da Amazon.

    Concordo com o que foi exposto sobre a definição de literatura brasileira e sobre o rotulo de um livro. Literatura brasileira é literatura escrita por um brasileiro, não importando onde o autor escreva, e o assunto pode ser qualquer um, sendo na nossa língua e nascido aqui, ta valendo. Eu estava na academia, quando percebi que o Cabuloso Cast tinha saído, eu estava inclusive escutando o Scicast. Parei e baixei o o episodio 126 e tentei até conversar (mais uma das milhões de tentativas) sobre podcast com o pessoal, mostrar este universo informativo, cultural e bem variado da podosfera brasileira, mas ao quanto parece, sou o único ali que além de exercitar os músculos, exercita a mente também.

    • Lucien o Bibliotecário

      Klaus,

      Sobre o professor: acredito pode ser sim culpa dele, mas perceba que a maneira como se leciona literatura no Brasil é meio que consenso.

      Meu amigo, agradeço pela tentativa de difundir a palavra cabulosa até na sua academia.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Renato Dantas

        Eu acho tenso esse papo de professor que dá aula “só por dinheiro”. Acho muito legal fazer algo por amor, mas amor não paga as contas, não paga aluguel, não paga internet pra baixar cabulosocast, não paga celular ou ipod ou mp3 player pra ouvir cabulocast etc.

        Por mais amor que você tenha por algo, se não ganha o suficiente para levar uma vida pelo menos confortável, ao longo do tempo seu amor vai ser corroído e virar um grande desgosto. Eu me formei em Letras e queria ser professor, mas fiquei assustado com o desânimo dos colegas na sala de professores da primeira escola que ensinei. Uma professora me disse “faça qualquer coisa, mas não dê aula, depois de uns 10 anos todo amor que você tinha pela profissão vai embora”. Isso me chocou profundamente e acabou me levando a seguir outro caminho. Não acho que ela tenha sido uma filha da puta, ela me passou sua visão de mundo e sua experiência, como sempre fui mais prático que idealista pulei fora desse barco, não me arrependo e ainda agradeço a essa senhora que muita gente pode ver como vilã.

        Sobre o ensino de literatura, vivemos uma triste realidade de que a escola é um “adestramento” para as provas de seleção para entrada na universidade, seja ENEM seja vestibular. Então se um professor tenta usar algo “legal” em suas aulas, como fantasia, ficção científica ou capa & espada vai ter logo coordenador e pais de alunos esbravejando que “isso não cai no ENEM/vestibular” ou “meu filho não vai entrar na universidade por sua causa” ou, a melhor de todas, “não é para isso que estou pagando seu salário”. Então a culpa não é do pobre do professor, mas sim de todo um sistema que existe por trás da escola.

        • Carlos Relva

          Muito triste tudo o que você disse aí em cima, Renato. Mas, infelizmente corrobora com o que discutimos no programa.

    • Carlos Relva

      Obrigado por baixar meu livro, Klaus! Quando possível, mande suas considerações (meu e-mail está no e-book). Além de Machado de Assis, eu recomendo que você leia os contos de Eça de Queiroz, são sensacionais! Tudo bem que Eça era português, mas mesmo fugindo do escopo do programa está valendo (concorda, Lucien?). 🙂 Se tiver oportunidade leia “A Aia”, se esse pequeno conto te deixar apaixonado pela literatura de Eça, eu não vou estranhar!

      • jedimdk

        eu que agradeço por ter disponibilzado o livro gratuitamente. eu também entendo que o livro é fruto do esforço e do tempo de cada envolvido. está na lista de leitura, atualmente to no erik novello. (e to triste com a leitura) >>> lucien vai me matar quando ler isto

    • Carlos Relva

      Ah, já ia me esquecendo, Klaus! Obrigado pela dica do Scicast! Eu não conhecia!

  • Rodrigo Basso

    Olá, Lucien

    Eu conheço bem pouco a literatura steampunk, mas fiquei muito feliz em saber que tanta gente está produzindo este tipo de literatura baseado nos clássicos: Fernando Pessoa, Machado de Assis, Lima Barreto… fiquei muito curioso em ler os livros citados no podcast.
    Cara, que legal isso. Principalmente por isso ter um grande chance de fomentar a leitura de grandes obras nacionais.

    • Lucien o Bibliotecário

      Rodrigo,

      Também senti o mesmo. Que bacana essa intertextualidade que o Steam proporciona. Acredito que outros gêneros também o possam, mas no steampunk isto é mais palpável.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Carlos Relva

        Concordo com você, Lucien. Acho que o outro subgênero que tem essa flexibilidade é o das viagens no tempo. Mas no Steampunk a intensidade do texto e a liberdade do escritor é maior.

    • Carlos Relva

      Acho essa a grande diversão do Steampunk, Rodrigo!

  • Wesley Nunes

    Ouvir esse podcas foi um grande aprendizado.

    Em cada palavra de todos os participantes fica nítido essa vontade de fazer literatura. Também percebi que eles acreditam no público brasileiros e que o número de leitores em nosso país só tende a aumentar, quando enxergarem que a literatura fantástica é uma excelente porta de entrada para o universo dos livros.

    As vezes quando gostamos tanto de algo, queremos fazer parte
    desse algo, desejamos de alguma forma sermos relacionados a este algo. Lemos literatura fantástica ou steampunk, passados a gostar. Conforme o gostar se transforma em amar, nos arriscamos a escrever, porque queremos de alguma forma participar da literatura fantástica ou steampunk.

    Mas antes de amarmos a fantasia ou o steampunk, amamos as histórias,
    independente da forma que são contadas. Segredo para escrever não tem, mas fica aprendido que o primeiro passo a se dar é simples e obvio “é contar uma boa história”. O gênero a qual ela estará ligada é um detalhe que surgirá naturalmente.

    Agradeço a todos pelo conhecimento aprendido

    • Lucien o Bibliotecário

      Wesley,

      Acredito que esta seja a principal frase do programa. Antes de pensar o gênero, o estilo, os narradores… esteja focado em contar uma boa história.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Wesley Nunes

        Olá Lucien.

        Não canso de repetir “Agora é só esperar ansioso pela próxima
        aula.”

        Parabéns pelo Cast.

    • Carlos Relva

      Muito obrigado, Wesley! Eu também tive uma grande aula. E seu comentário resume bem tudo o que foi discutido no programa. Um grande abraço!

      • Wesley Nunes

        Olá Carlos.

        Agora é só esperar pela próxima aula.

        Cara, o programa me marcou tanto que logo que terminei de
        ouvir, consegui sintetizar tudo o que eu estava pensando e sentindo no comentário ai de cima.

        Até fiquei inspirado para escrever algo.

  • Precisa ter um CabulosoCast sobre as Cronicas de Fogo & Gelo

    • Lucien o Bibliotecário

      Agronopolos,

      É muito bom ver os ouvintes se manifestando. Agora estou ficando empolgado!

      Abraços.

    • Carlos Relva

      Vai ser um programa sensacional!!!

  • Bruno Lins

    Bruno Lins, 26, Recife.

    Eu estava ansioso para ouvir esse cast desde a postagem da foto da gravação na pagina do facebook!

    Meu exemplar do livro do Eneias chegou no último sábado e estou louco pra ler, tanto foram as recomendações, mas antes preciso terminar de ler Viva o Povo Brasileiro.

    Lucien, tem como me mandar a pauta anual do Cabuloso Cast? Eu estou sempre um livro atrasado!! 😛

    Abraços e até o próximo episódio!

    • Lucien o Bibliotecário

      Bruno,

      Foi mão, mas a nosso pauta é um segredo e muda muito ao longo do ano.

      Espero que goste de Viva o Povo… em seguida leia o do Eneias. Eu quero ler o livro do José Roberto Vieira antes.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Carlos Relva

      Também estou lendo Viva o Povo Brasileiro, Bruno. Muito bom, né? Também não vejo a hora de ler “A Lição de Anatomia…” e “O Baronato…”. Um grande abraço!

      • Bruno Lins

        Fala Carlos, muito bom sim, acho que vou terminar a leitura logo logo!

  • Pedro Víctor Santos

    Há tempos não escrevo um comentário aqui, mas como estou quase atualizado em relação aos cabulososcasts atrasados, venho aqui para dar dois dedos de prosa. 1. A questão de se existe uma literatura x ou Y nacional se aplicaria a qualquer classificação, por exemplo: início do século XIX: existe literatura romântica nacional? Século XVIII: existe arcadismo nacional? E por aí vai. Com isso dito, acredito que os próximos casts se beneficiarão em focar mais nas características nacionais desses estilos do que martelar mais uma vez essa questão (sei que vocês abordaram, e bem, essa parte, no entanto me pareceu que vocês em alguma parte se prolongaram bastante nessa parte).
    2. Conheci o Enéias quando fui a porto alegre no ano passado, e foi depois de assistir a uma palestra dele na feira do livro, numa discussão com o leonel caldela, que fui direto comprar um exemplar do livro e pedir seu autógrafo (o cara sabe vender bem o livro dele, e mesmo que não soubesse, sua obra merece ser lida, porque o cara escreve bem demais e sabe manter uma boa narrativa). Conversei muito com ele nesse dia, sobre literatura fantástica e não fantástica (e sobre a influência de diversos autores não fantásticos fazem mais parte da literatura fantástica que muitas influências óbvias), indicamos livros um ao outro e ainda atuei como fotógrafo para ele.
    No mais, gostei do cast e fico satisfeito em saber que o Brasil, por mais que não seja um país de leitores, ao menos está finalmente dando mais espaço a escritores de nicho (steampunk, scifi, fantasia… tudo tem se tornado mais fácil de encontrar do que anos atrás.)

    Grande abraço a todos.

    Pedro Víctor Santos, de Maceió, médico, 27 anos, lendo, no momento, Infinite Jest (há quase 5 meses) e Belas Maldições.

    • Lucien o Bibliotecário

      Pedro,

      Só não compreendi uma coisa: a questão da “literatura nacional” foi bem ou mal explorada?

      O Eneias é uma figura incrível mesmo. Sua participação foi fundamental para este programa.

      E como você constatou também acredito que haja mais oportunidade hoje para escritores nacionais e que o preconceito esteja reduzindo, apesar de ainda ser grande.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Pedro Víctor Santos

        vocês abordaram bem, no entanto, para mim, andam se repetindo. por exemplo há alguns meses vocês questionaram se existe fantasia nacional, neste cast questionaram algumas vezes se havia um steampunk nacional, entende? o que quis dizer é que esse questionamento, em determinados níveis, se torna irrelevante. mas também acho que vocês não ficaram só nisso, e seguiram discutindo sobre a abordagem do steampunk nas nossas terras e sobre o desenvolvimento dela, e aí sim, acho que foi um belo acerto. no mais, grande abraço.

        • Lucien o Bibliotecário

          Pedro,

          Agora compreendi. Tomarei cuidado ao elaborar pautas futuras para fugir dessa pancada. É porque sem querer saímos do lugar-comum para algo bacana como foi apontado pelos convidados.

          Muito obrigado pela dica, amigo. Espero conseguir explorar outros aspectos nos próximos episódios.

          Obrigado por esclarecer minha dúvida.

          Abraços.

        • Carlos Relva

          Muito obrigado por suas colocações, Pedro, e por ser um ouvinte tão assíduo! Acho que algumas pautas se repetem porque é a intenção do Lucien por alguns gêneros literários na berlinda para levar porrada e ver se sobrevivem! 🙂 Felizmente os convidados sempre mostram uma luz no fim do túnel (ainda bem!!!). Um grande abraço!

  • Pedro Víctor Santos

    Ah, e sempre quis participar de um cabulosocast, quem sabe eu pague aí uma graninha pra participar, heh.

    • Lucien o Bibliotecário

      Pedro,

      A campanha do Heimdall está ai! 😉 Sinta-se bem-vindo a participar.

      Abraços.

  • Flávio Medeiros Jr.

    Guris! Parabéns pelo papo de altissíssimo nível. Deu inveja boa. Se me permitem algumas considerações póstumas pessoais: não, não considero Verne autor de steampunk, e sim de FC futurista “tradicional” em sua época. Steampunk para mim é retrofuturismo, com grifo no “retro”. Sobre obras tipo “Orgulho, Preconceito e Zumbis” e similares, são outro gênero chamado “meshup”. Senti falta de uma conexão entre steampunk e história alternativa, já que os dois gêneros são praticamente inseparáveis. A propósito, um podcast do nível do Cabuloso merceia falar sobre história alternativa (não sei se já rolou). Concordo demais com a coisa de “escreva uma boa história e deixe que classifiquem depois”. Tenho uma história espetacular e ao vivo com o falecido escritor Osvaldo França Junior sobre isso. Agradeço a generosidade do Bruno e do Enéias ao mencionarem meu “Homens e Monstros”. Estou lendo (entusiasticamente) o livro do Enéias e descobrindo que são obras irmãs. O que me moveu a escrevê-lo foi exatamente como no caso dele, apenas com autores vitorianos estrangeiros em vez de nacionais (acho que não superei o “trauma”). O livro do Zero está ali na pilha, e chegando. Espero poder pagar os devidos jabás, enriquecidos com bons papos, quem sabe em Paranapiacaba. E caramba, tenham piedade e me convidem pro próximo! Abração, e chutem a lata!

    • Lucien o Bibliotecário

      Flávio,

      Concordo com você sobre Julio Verne ser FC tradicional.

      Acho que um CabulosoCast sobre histórias alternativas em ficção científica seria um tema bem interessante. Vou anotar aqui para realizar um episódio deste em breve.

      E, meu amigo, saiba que desde já sinta-se convidado para um CabulosoCast só precisamos de um tema, mas este que você sugeriu é muito, muito interessante mesmo.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Flávio Medeiros Jr.

        Obrigado, Lucien. Caso a ideia se concretize, considere-me inscrito desde já. E parabéns pela qualidade do podcast, que eu ainda não conhecia. Abraço!

    • Carlos Relva

      Acho que a grande característica dos escritores de Steampunk é o bom humor, mesmo! Flávio, Júlio Verne não só não escrevia Steampunk, como fizemos questão de deixar bem claro no CabulosoCast 96. Nesse programa também relacionamos Steampunk e histórias alternativas. Um grande abraço!!!

      • Flávio Medeiros Jr.

        Valeu, Carlos. O 96 ainda não ouvi. Preciso corrigir essa falha em breve. Abração!

  • Renato Dantas

    Renato, 34 anos, São Paulo, lendo Mistborn: O Império Final, de Brandon Sanderson.

    Olar,

    Ok, vocês venceram, vou reler O Nome do Vento.

    Sobre o Steampunk nacional, acho que a única coisa que li foi a coletânea da Draco do Vaporpunk. Não é que não goste, mas tenho uma quedinha mais pelas fantasias medieval e urbana.

    Fiquei bem curioso sobre os livros do José Roberto Vieira, só não sei quando terei tempo de ler. O Enéias eu conheci em um evento na Livraria Cultura, no qual ele, o Eric Novello e outra autora cujo nome não lembro (foi mal) falaram sobre como criaram seus mundos. Achei fascinante a ideia dele de uma “Liga Extraordinária Brasileira”, mas acabei não tendo um impulso mais forte de ir atrás do livro porque os personagens em questão não eram tão do meu agrado.

    Pergunta: vocês pretendem fazer cabulosos casts sobre os outros “punks”? Dieselpunk, Clockpunk, Atompunk, Teslapunk, Biopunk, Solarpunk, Infopunk, Runepunk, Magipunk…

    P.S. Já me disseram, mas não sei se era brincadeira ou não, que os Flintstones seriam um exemplo de Stonepunk.

    • Lucien o Bibliotecário

      Renato,

      Já adianto que este ano teremos outro CabulosCast sobre outro punk que você não citou. Contudo nada impede que os demais citados ganhem programas próprios ou quem sabe um episódio apenas para indicar esse punks todos.

      Não sei se você possui o Kindle, mas o livro do Eneias estava de graça na google play. Vale a busca.

      Sobre os Flintstones, perguntarei para o PAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI da FC.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Carlos Relva

        Hehehe! Segura essa, Paulo Elache!!!

    • Carlos Relva

      Hehehe! Também já ouvi isso sobre os Flintstones, Renato. E faz sentido, não? Um grande abraço!

  • Renato Dantas

    Ah, só para constar.

    Lucien, faz um cabulosocast de Crônicas de Gelo e Fogo!

    Vou pedir isso em todos os episódios, até conseguir, já aviso logo 😛

    • Lucien o Bibliotecário

      Renato,

      Pode pedir. Quero sentir o clamor dos fãs das Crônicas de Gelo e Fogo.

      Abraços.

      • jedimdk

        90% de chance deste episodio existir de fato

        • Lucien o Bibliotecário

          Klaus,

          Estou começando a considerar. Mas há uma questão importante que um outro ouvinte pontuou. Tantos já falaram que estou me perguntando como posso abordar de uma forma diferente.

          Abraços.

          • Renato Dantas

            Talvez se focar nas diferenças entre os livros e a série? Ou detalhes que a diferenciam de outras obras de fantasia?

            Bom, eu não ouço muitos podcasts. Então não sei o que já falaram.

          • Carlos Relva

            Muito boa essa sua ideia de mostrar as diferenças entre a série televisiva e os livros, Renato!

          • Lucien o Bibliotecário

            Renato,

            Ótimas ideias vou anotar aqui para servir como base para esse futuro CabulosoCast sobre GoT.

            Obrigado pelo comentário.

            Abraços.

  • Carlos Relva

    Finalmente, com outro modem (não movido a carvão), posso comentar! 🙂 Lucien, o programa ficou muito bom. Você escolheu a dedo os participantes e a conversa sobre Steampunk fluiu muito bem. Os momentos engraçados e os de informação relevante se mantiveram num equilíbrio perfeito. Claro, isso graças à sua edição também, meu caro bibliotecário, que ficou excelente (o que já é costume). Aliás, como você fez para minha voz ficar tão boa?! Um grande abraço!!! 😀

    • Lucien o Bibliotecário

      Carlos,

      De já agradeço por engrandecer nossos comentários.

      Sobre a sua voz, eu falei no começo de seu áudio estava bom, lembra?

      Sobre a edição, não adianta boa edição se não tiver conteúdo e esse episódio estava cheio dele.

      Obrigado pela amizade e pela contribuição para mais um episódio incrível.

      Abraços.

  • jedimdk

    (este texto foi colocado também no face, mas suponho que nem todos que frequentam o site, sejam também frequentadores do grupo no face, logo achei útil por aqui também)

    Lendo sobre o ultimo cast, o 126 surgiu nos comentários a vontade de se ter um cast sobre a obra do sanguinário Martin de GOT. Pelo o que entendi, o nosso host, Lucien não deseja fazer igual ao que foi feito em outros casts, e quer enquadrar o tema de forma diferente.
    Podemos falar a respeito? Alguém tem alguma ideia?

    Se eu fizesse um cast sobre o tema eu começaria falando do autor, das influencias que ele sofreu, dos seus contemporâneos, do estilo que usa, e da importância dele para o mercado atual de fantasia. E obviamente falaria sobre o livro e sobre seus personagens, aproveitando para falar da serie e das diferenças obvias e não tão obvias entre livro e serie.
    Quem sabe aproveitaria para fazer uma panorâmica sobre as consequências positivas e negativas do lançamento do livro e da serie no mercado de fantasia contemporâneo.
    Alguém pode me indicar onde errei, ou complementar o meu raciocínio?

    • Carlos Relva

      Achei suas ideias ótimas, Klaus! Lucien, os leitores clamam! Os leitores clamam!!! 🙂

    • Lucien o Bibliotecário

      Klaus,

      Acredito que essa ideia de começar a falar do Martin para abordar sua obra seja algo interessante. Também comecei a pensar desse jeito, o autor seria o ponto de partida.

      Obrigado pelas dicas.

      Abraços.