CabulosoCast #125 – O Nome do Vento

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Olá Cabulosos, seja bem-vindos a mais um CabulosoCast! E neste capítulo, Lucien o Bibliotecário e Priscilla Rúbia recebem Ezequias Campos, Roberta Spindler e Sérgio Magalhães para falarem de uma obra épica: O Nome do Vento. Mais um programa “comprado” por um ouvinte que colaborou com a campanha do aplicativo Wecast no catarse. Hoje você saberá quem é Patrick Rothfuss (e como se pronuncia este nome!); Quem é Kvothe (mais um nome difícil!)?; Saberá tudo sobre o mundo fascinante de Quatro Cantos; e muito mais! Um bom episódio para vocês!

Atenção!!!

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  • FHC

    Conhecia o livro apenas por nome e me pareceu muito interessante, pena que minha pilha de livros já está no teto e graças à minha namorada consegui a Jornada do Escritor na biblioteca da faculdade dela.
    Mais uma coisa: como é bom ouvir um cast em que a trilha de fundo é todinha do Skyrim! Que saudade daquele jogo!

    • Ezequias Campos

      É um pequeno tijolo, mas li numa semana. Não dá para largar, mesmo quando está se lendo uma segunda vez!

    • Lucien o Bibliotecário

      FHC,

      Que bom que notou. A opção por usar me surgiu durante a própria edição.

      Sobre A jornada do escritor, só lembrando que a Aleph relançará em breve.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • FHC

        Pode deixar, Lucien!
        Ler apenas uma vez A Jornada do Escritor é algo que não farei. Enquanto não compro ficarei com o da biblioteca da faculdade, mas é um livro pra vida toda!
        Abraços!

        • Lucien o Bibliotecário

          FHC,

          Sim verdade. Como o Spohr disse: “Vai lá que ele te ajuda num momento de dificuldade”.

          Abraços.

  • Como o Pablo Assis já comentou em alguns podcast, esse livro tem tudo que eu já tô de saco cheio: Jornada do herói, um herói super fodão
    que tem uma história misteriosa, um “escudeiro” fiel que faz tudo pelo
    seu amigo, um mal misterioso que só uma pessoa poderá derrotar, uma
    mocinha que trás mais solução do que problema… MAS JURO, é um dos
    MELHORES livros de aventura capa e espada que já li!!

    • Lucien o Bibliotecário

      Stuart,

      Não podemos esquecer que existem livros que lemos simplesmente para nos divertir. Sentar, ler e aproveitar a viagem. Nem todos precisam ser inovadores e revolucionários.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Sim, claro! E ele é divertidíssimo!
        Mas sobre ser inovador ou revolucionário, o que me fez gostar (até posteriormente) foi uma própria entrevista do Patrick, que ele fala justamente isso de ter livros e mais livros, sempre contando a mesma história. Ele diz algo como: “Sou apaixonado por aventuras e terras fantásticas mas depois de ler tanto sobre as mesmas aventuras, depois do herói salvar o mundo… o que eu iria escrever? Salvar o mundo… de novo?”.

        Só não sabia que ele ainda NÃO tem o terceiro livro escrito, pensei que estivesse apenas guardando estrategicamente.

        Enfim, excelente programa! E essa Denna é uma chata do caralho!

        • Lucien o Bibliotecário

          Stuart,

          Também fui cativado pelo Rothfuss e por essa proposta dele. Fiquei curioso para saber se realmente o seu romance é inovador quanto a narrativa e que o último livro parece ser tão imprevisível ai, não custa nada ler, não é?

          Obrigado pelo comentário.

          Abraços.

  • Renato Dantas

    Ainda não ouvi o episódio, mas já li esse livro e me sinto dividido com relação a ele. Me empolgou muito no início, mas me decepcionei com o final e perdi totalmente a empolgação quando vi o tamanho do segundo livro. Fiquei com a impressão de que o autor estava enchendo linguiça e esticando a história mais que o necessário.

    Renato, São Paulo, Revisor, lendo Sol e Tormenta da Leigh Bardugo

    • Lucien o Bibliotecário

      Renato,

      Não sei se quando ouvir o episódio isto o motivará a continuar. Falamos de alguns spoilers e a forma como o livro 1 termina foi debatido. Espero que ouça e depois volta para dizer se conseguimos lhe empolgar ou não.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Renato Dantas

        Ouvindo o episódio me lembrei de uma coisa bem tensa, acho que foi a Priscilla que falou que o maior inimigo do Kvothe é a falta de dinheiro.

        Li esse livro logo que cheguei a São Paulo, há mais ou menos 2 anos. Nesse primeiro momento eu estava trabalhando com telemarketing e morava em uma pensão cujo aluguel consumia mais da metade do meu mísero salário. Eu praticamente sentia na pele o que o Kvothe estava passando de ter que contar os trocados para garantir que teria o que comer.

        Estranho que tinha bloqueado completamente essa memória, só lembrava de uma sensação ruim associada ao livro. Pensava nesse livro e me vinha uma sensação muito desagradável. Vim para São Paulo em busca de melhores oportunidades profissionais e de um local onde fosse mais fácil ser gay e nerd, mas os primeiros meses foram muito difíceis. Um emprego merda, um salário de subsistência e uma sensação constante de que tinha feito uma grande besteira na minha vida ao trocar Recife por São Paulo.

        Agora, com a vida mais encaminhada e estabilizada e relembrando os fatos do livro através do episódio, me pergunto se meu desagrado não é por ter lido numa época “ruim” da minha vida e ter associado ele a esse período.

        Enquanto ouvia o episódio pensei várias vezes em reler o livro, mas aquela sensaçãozinha ruim associada a ele não passa hehehe

        • Lucien o Bibliotecário

          Renato,

          Que coisa curiosa. Meio que você sublimou a lembrança. Quem sabe. Agora que você rememorou isso, quem sabe se não consegue reler o livro?

          Lembro que você chegou a relatar isso numa troca de e-mails e fico muito feliz que tudo tenha se ajustado e esteja se encaminhando.

          Olha aí, o CabulosoCast servindo de catarse. 😀

          Obrigado pelo comentário.

          Abraços.

  • Augusto Tenório

    Luciã, põe o nome no tradutor do google que vc vai ouvir a pronúncia. Mas seria +- assim:
    Pé-TRwiK WRÓ-th(quase mudo)-FÃss

    • Lucien o Bibliotecário

      Augusto,

      Obrigado pelas dicas, mas não costumo acreditar no google.

      Abraços.

  • Wesley Nunes

    Apesar da timidez, depois desse cabuloso cast tenho que deixar registrado aqui a minha opinião.

    Como esse livro foi me seduzindo. O que mais me chamou a
    atenção foi a mentalidade do autor. Que tem a preocupação em fazer algo
    diferente, que possui um cuidado especial com a linguagem (algo que raramente vejo nas obras de fantasia que eu leio). Um autor que não tem medo de se arriscar e que tem muito esmero com a sua obra.

    Acho interessante a forma de enxergar a magia com a ciência tornando-a
    mais verossímil. Fiquei curioso para conhecer mais desse mundo e de seus
    personagens.

    Assisti até a parte que não tem Spoiler e algo não ficou muito claro. Já peço desculpas se foi falta de atenção minha.

    O livro se passa pelo ponto de vista do cronista ou do mago?
    Ou o mago e o cronista são a mesma pessoa?

    Agradeço pela atenção e parabéns pelo Cast.

    • Ezequias Campos

      O livro é assim, Wesley: até o Kvothe começar a contar a história dele, o livro é em terceira pessoa, depois o Kvothe assume como narrador (é diferente, mais natural, talvez, segundo o autor, escrever em primeira pessoa é o mais natural do escritor)

      O cronista é famoso por contar histórias, ele é como um biógrafo famoso, digamos, a premissa do livro é que ele quer conseguir a história verdadeira do Kvothe, o Arcano, o Sem Sangue e tantos outros nomes.

      • Lucien o Bibliotecário

        Ezequias,

        Em suma, o cronista não é o Kvothe, mas não aparece tem o foco na história, correto?

        Abraços.

        • Ezequias Campos

          Isso mesmo, o cronista é praticamente uma máquina de escrever, um taquígrafo, para ser mais exato. O Kvothe faz questão de destacar que a história será contada por ele, protagonista, cabendo ao cronista meramente registrar tudo no papel da forma exata.

          O cronista é só o Word Office de uma fantasia medieval. kkkkkk

      • Wesley Nunes

        Olá Ezequias.

        Agradeço pela sua explicação, a partir dela fiquei mais
        interessado pelo livro. Achei interessante esse conceito de uma história dentro de uma história. Sempre leio historias pelo ponto de vista cru e seco de um guerreiro, estou curioso para ler algo sobre o olhar poético e atento de um cronista.

        Como hoje é dia do livro, como o livro é muito bom, não teve
        jeito e acabei comprando (usei o link do leitor cabuloso para dar uma força, não conta para o Lucien não, se não ele vai ficar mal acostumado)

        Para quem interessar, os dois livros estão em super promoção hoje 23/04/2015 no submarino.

    • Lucien o Bibliotecário

      Wesley,

      Fico feliz que o programa o tenha motivado a ler a obra. Se você achou tudo isso sem ouvir os spoilers acredite se tivesse ouvido já teria lido.

      Acho que o Ezequias já explicou tudo direitinho.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Wesley Nunes

        Eu que agradeço pelo Cast, Lucien.

        Ficou tudo bem explicado.

        Não vejo a hora de ouvir a segunda parte. Será que teremos
        um cast sobre O Temor do Sábio?

        • Ezequias Campos

          Eu espero que tenha!!!!

          • Lucien o Bibliotecário

            Ezequias,

            Vou entrar em contato com o Wecast para nova campanha! 😀

            Brincadeira. Quem sabe.

            Abraços.

  • Lucas Rafael Ferraz

    E ai pessoal!
    Legal o cast, fiquei ainda mais curioso com esse livro que todo mundo elogia!
    Tive que parar o cast no meio pra ficar longe dos spoilers, hehehe

    Abraços!

    • Lucien o Bibliotecário

      Lucas,

      É um livro interessante e acredito que como é o primeiro de uma trilogia, mesmo os spoilers não entregaram nada. Pois o Ezequias – que já leu o 2º livro – deixou claro que não faz ideia como a história terminará.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Alexandre Carfer

    Lucien, dentro destas 125 edições cabulosas existe algum podcast que trate do misterioso papel dos livreiros ?

    • Lucien o Bibliotecário

      Alexandre,

      Não. Acho que seria um tema importante para a série profissões. Você conhece algum? Acha que daria um episódio interessante?

      Abraços.

      • Alexandre Carfer

        Acredito que muitos ouvintes são ou pretendem ser escritores, hoje o mercado independente começa a dar os primeiros passos, já não é difícil imprimir um livro, mas a veiculação depende destes misteriosos intermediários com as livrarias. Infelizmente não conheço nenhum, mas posso pesquisar…

        Hoje o escritor independente é um empreendedor.

        • Lucien o Bibliotecário

          Alexandre,

          Não deixa de ser uma tema interessante. Vou pesquisar por aqui também e ver se consigo alguém para batermos um papo. Toparia participar do episódio?

          Abraços.

  • Vinicius

    Vinícius Gomes, 23 anos, estudante, lendo Orlando, de Virgínia Woolf.

    Poxa, Lucien, você aprendeu até o nome do vento e esqueceu o meu!! :'(

    Hahaha muito bacana o episódio, o Ezequias tomou conta e foi bem divertido. Talvez tenham me convencido a dar uma nova chance ao livro, há uns 3 anos eu tentei ler e não sobrevivi à PG 50… Mas muitos falam para tentar resistir, vocês mesmos disseram que lá página 60 engrena e fica ótimo, vou acreditar!

    Um grande abraço!

    Att.

    • Lucien o Bibliotecário

      Vinícius,

      Peço desculpas. Não se preocupe que você não foi o único que ficou com vontade de ler a obra.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Rodrigo Basso

    Caramba, eu não tenho palavras para expressar o quanto gosto dessa trilogia, mesmo ela não tendo terminado ainda!
    Uma das muitas coisas interessantes deste livro é a desconstrução dos mitos em torno do Kvothe e dos clichês que normalmente vemos nas hstórias de fantasia. Por exemplo: ele é chamado de “Sem-Sangue”, o que remeteria a ideia de alguém bad-ass, típico de um personagem herói, mas depois ele te conta como realmente ele ganhou essa alcunha e você percebe que não é bem assim como a história conta… o livro está cheio dessas passagens. A escrita é deliciosa de ler e eu recomendo fortemente este livro!!!

    • Lucien o Bibliotecário

      Rodrigo,

      Sei que você mandou um e-mail para nós, mas responderei ambos, certo?

      Essa foi a impressão que fiquei ao terminar de ouvir. Que o mais importante não é o que o protagonista conta, mas as coisas que aconteceram que a priori ele não revela.

      Me motivou mais ainda, meu amigo.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Bruno Lins

    Cast legal galera, esse livro já tava na minha lista, logo depois de O Poder da Espada. Mas, confesso que depois do comentários do Pablo me desanimei um pouco…

    Uma pergunta: aquelas narrações do Igor são do audiobook por acaso narrado por ele ou foram feitas especialmente para o programa? Ficaram muito boas!!

    Abraços.

    • Lucien o Bibliotecário

      Bruno,

      As narrações foram feitas para o episódio. O André e o Igor narraram e eu editei.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Bruno Lins

        Vocês deviam gravar audiobooks, eu comprava! 😛

        • Bruno Lins

          Eu lembrei do Cast sobre O Silmarilion, tinha umas narrações beeeem legais, também foram vocês que fizeram?

          • Lucien o Bibliotecário

            Bruno,

            Sim. Naquele episódio, participaram a Angélica e o Marcos do Cine Masmorra, o Igor e o Thiago Simão do SpheraCast.

            Mas a edição continua sendo responsabilidade minha.

            Abraços.

  • “Acaba acontecendo uma coisa trágica que vou deixar para meus amigos contarem mais pra frente, e acaba vivendo como órfão”…. meu amigo, vc já contou a coisa trágica, se ele tá órfão né? ¬¬

    • Lucien o Bibliotecário

      Jonas,

      Isso acontece logo no começo. O mais relevante da obra, até onde compreendi não é apenas os mais, mas exatamente aquilo que no protagonista não está contando.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Carlos Valcárcel Flores

    Eu já escutei falar muito bem desse livro em outros podcast, assim como ver esse livro em maos de varios leitores no metrô. Ainda que tenha uma longa lista de livros por terminar de ler, vou ir adicionando na lista nas proximas leituras.

    Carlos, 33 anos, São Paulo.

    • Lucien o Bibliotecário

      Carlos,

      Então conquistamos nosso objetivo. Se você adicionou O Nome do Vento a sua lista de leitura acredito que o episódio já valeu a pena.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Andre Garcia

    Ola cabulosos, vcs nao imaginam a minha felicidade quando vi o tema do programa, é um livro maravilhoso e digo mais, o segundo livro O TEMOR DO SABIO é o melhor livro que ja li. Muito bom programa

    • Lucien o Bibliotecário

      Andre,

      Que bom que gostou do episódio. Nem vou dizer que fico feliz que acertamos, pois o mérito é do Ezequias que o escolheu como tema do episódio.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Ezequias Campos

      Já estou quase terminando de reler o temor do sábio… coisa de pouco mais de uma semana (porque temos que trabalhar, estudar, etc, senão terminaria num dia só).

      Apesar disso, já comecei a matutar algumas críticas, o autor não é 100% perfeito. A repetição de algumas estruturas é algo que me marcou nesta minha releitura do Temor do Sábio.

      Mas isso é um assunto para outra oportunidade kkkkk

  • Rick Galasio

    Curiosidades sobre o nome e sobre vento.

    Vento em muitas mitologias está ligado ao sopro das divindades.

    No Egito antigo, diz a lenda que a música nasceu quando o vento passou por uma casto de tartaruga onde ainda existiam tendões e estes vibraram e assim a musica foi criada.

    Em vários mapas antigos vemos anjos soprando nos quatro cantos destes mapas. São os quatro ventos do destino.

    Na bíblia o sopro de Deus tem um significado muito profundo e que se confunde com a criação da criatura humana:

    “E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” Gênesis 2:7

    Na verdade, já que estamos falando De nome e de Vento existe uma estória realmente bonita sobre respiração e nome. Os antigos Rabinos Judeus tem um ensinamento, ligado ao vento, ou sopro que acredito caber aqui.

    Em primeiro Lugar o nome de Deus que aparece nas bíblias em português grafado mais de 6000 vezes como SENHOR é na verdade grafado nos originais como:

    YHVH

    Claro que nas letras hebraicas seria: יהוה

    Se pronuncia: YÔ, RÊ, VÁ, RÉ

    Que por uma questão de se tornar possível uma pronúncia aproximada em português lemos como Yaveh ou Jeová adicionando vogais onde estas faltam.

    Só que estas letras constituem sons de vento, ou de respiração e sozinhas são impronunciáveis já que seriam o equivalente a consoantes na língua hebraica.

    Segundo uma antiga interpretação, estes são exatamente os sons de uma pessoa respirando, puxando e soltando o ar. Exatamente o som da brisa que vai e vem soprando as ondas do mar.

    Significa, segundo esta escola, que o nome de Deus é o som da respiração de todos os seres vivos que respiram.

    Portanto o nome de Deus é dito por toda a criação sem parar e por todas as pessoas dês da primeira respirada antes do primeiro choro no nascimento e será o último som que todos iremos emitir com nossa boca ao morrermos.

    Em contrapartida todas as pessoas tem dentro de si algo de Deus, a alma.

    No original grego alma vem da palavra pneuma que significa… vento ou sopro.

    Este portanto é o nome do vento ou sopro e todos carregamos ele no nosso peito.

  • Augusto Tenório

    Essa trilha sonora de skyrim ficou otima

  • Felipe Loureiro

    Olá!!

    Posso dizer que a capa de “O Nome do Vento” foi a principal responsável por eu comprá-lo… lembro que foi a capa que me fez pegar o livro e ler a sinópse…

    Quanto à narrativa, ela não me incomodou de forma alguma…
    Gosto muito do início do livro, que vocês, de modo geral, acharam lento. Eu gostei bastante, pois ela mostra um personagem decadente. Pra mim, o taberneiro é um homem claramente maior do que demonstra, porém é um homem quebrado. A admiração de Bast foi o que mais me indicou de que Kote tinha sido um grande homem no passado, mas que por algum motivo, foi forçado a abandonar sua vida antiga e fugir de seu passado.

    Quando coisas estranhas começam a acontecer, e o Cronista convence Kote a contar sua história, somos apresentados a Kvothe (eu leio Kuôthe, mas sei lá…XD) um personagem fantástico com o qual é difícil não simpatizar.

    A grande questão nesse livro é que já sabemos de início que o Kvothe narrado pelo taberneiro não teve um final feliz, pelo menos não no momento em que o encontramos pela primeira vez, o intrigante é como aquele jovem impetuoso e bravo teve sua vida mudada a tal ponto que se viu obrigado a fugir de tudo e se isolar em uma taberna num fim de mundo esquecido…

    Grande livro!

  • Nathan

    O nome dele deve ser lido como Kuout ou Kuouf.

    Além disso… me incomoda demais como o pessoal fala do livro e mal se lembra dos detalhes. =S

    Não é o único cast que eu vejo o povo nem lembrando de nome de personagem e detalhes da narrativa. Aí começa um monte de “aquele ali que faz isso” ou “acho que era um fulano de tal”… “acho que era assim”. Pô…achei meio largado nesse ponto.

  • Como a um músico que não esquece velhas canções, lembrei
    desse cast e o ouvi mais uma vez. Venho agradecer pela indicação da excelente
    obra e também por mais um divertido cast.

    P.S. – Demorei para iniciar a leitura da obra, mas li.