CabulosoCast #111 – Trilogia Jogos Vorazes | Parte B

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Olá Cabulosos do meu Brasil Baronil e Booklovers de todo o mundo! Neste programa Lucien o Bibliotecário recebe Diana Ruiz e Igor Rodrigues para falar sobre a segunda parte do CabulosoCast sobre a Trilogia de Jogos Vorazes. Além de saber quais as impressões dos participantes sobre Em Chamas e A Esperança também saberá sobre o polêmico final da saga e as impressões sobre o novo filme. Um bom episódio para vocês!!!

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  • Lucas Ferraz

    Bom dia amigos!

    Vejam só! Me surpreendi com esse final hein.
    O Igor pontua situações realmente muito estranhas, coisas que denotam um worldbuilding um tanto falho, que peca por falta de verossimilhança, mas esse final, pqp.
    Adorei. Sério. Tem que ter bolas pra fazer um final desse, e pouca gente tem. Só por causa disso fiquei com certa curiosidade para ler. Antes dos 15 minutos finais do podcast eu ainda estava cagando, mas agora… quem sabe no futuro em leia pra ver qualé.

    Valeu!

    Lucas Rafael Ferraz, 26 anos, Consultor de TI de Sorocaba, SP

    • Lucas,

      Acho que por isso que tantas pessoas “odiaram”, pois não é um final “happy end” como é costume destas séries YA.

      Obrigado pelos comentários.

      Abraços.

  • Charles Dias

    Antes de qualquer coisa, independente de minha opinião sobre a trilogia Jogos Vorazes, muito boas ambas as partes desse programa especial. Parabéns a todos os participantes pelas ótimas análises. Realmente destrincharam a obra.

    Pois bem, não gostei de Jogos Vorazes desde o começo. Li o primeiro livro antes de assistir o filme … não empolguei com um ou com o outros por conta da história rasa e cheia de clichês em minha humilde opinião. Tentei ler o segundo livro, mas não passei do segundo capítulo. Assisti ao segundo filme e achei um repeteco morno do primeiro com a maior cara de caça níqueis. Desisti dos livros. Quanto aos filmes do final da trilogia (sacanagem essa mania de dividir a última parte em duas), sinceramente não estou animado de gastar para ver no cinema. Só esse visual SWAT arco e flash do Rambo da Katniss me desanimou.

    Hoje mesmo estava conversando com uma amiga sobre esse desgosto dos leitores acima dos trinta e poucos em relação às obras (livros e filmes) Young Adult e congêneres. Essa coisa de gêneros voltados para dos quinze aos vinte e poucos anos é coisa muito recente. Há algumas décadas se tinha livros infantis, pouca coisa de infanto-juvenil em geral com cunho educacional, e livros para adultos. Nós com mais de trinta e poucos crescemos lendo livros para adultos e, portanto, nos acostumamos com algo mais hardcore que o encontrado nessas agas Young Adult e similares seja do ponto de vista da profundidade das histórias quanto da sofisticação das obras. Enfim, para quem se deleitou com “2001 – Uma Odisseia no Espaço” de berço, difícil, muito difícil, se apaixonar por “Interestelar”.

    Charles Dias, 43 anos, Servidor Público Federal, São Paulo-SP

    • Charles,

      Fico feliz que não haja livros hardcore só para adultos, mas que hoje tenhamos uma literatura dedicada a um público que foi esquecido durante muitos anos pelo mercado editorial. Como citamos, Jogos Vorazes pode levar a outras leituras e assim a escada literária segue. Quantos leitores abandonaram os livros por causa disso?

      Observe como o público leitor e o mercado é mais diversificado do que quando você era um adolescente. Logo é compreensível que um cara que advém de leitura mais “hardcore” como você acha um Jogos Vorazes limitados, mas para muitas crianças e adolescentes este é o primeiro livro, a primeira leitura e é uma porta importante para esse público. Que hoje pode assistir a Interestelar e quem sabe aprender a se deleitar com 2001.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Klaus
    37 anos
    Proprietário da Frutta Mesmo Picolés Naturais
    Sobradinho – DF
    Olá, achei muito bom o cast B, os participantes souberam explicar bem não só o filme como os acontecimentos do livro. Eu nunca tive uma impressão positiva sobre os Jogos Vorazes, confesso que me fizeram mudar de ideia ao longo desses dois casts. Assisti os dois primeiros filmes no intervalo entre os dois programas.
    Quanto ao inicio do programa desta semana, eu não gostei da ideia de fazer um cast mensal só com os emails. Não acho legal. Bom, é só a minha opinião, e obviamente não pretendo ser o dono da verdade. Proponho um formato diferente para o cast que seja compatível com varias exigências.

    • Klaus,

      Assim que o Notas de Rodapé for ao ar eu prometo recolher o feedback para ver o que os ouvintes acham, contudo agradeço sua opinião franca e sincera.

      Fico feliz que tenha gostado do programa.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Tiago Bragança

    Não sei se é só comigo, mas quando rolo a página até o final, a parte esquerda, logo acima do banner de propaganda não permite que eu clique. Isso aconteceu com os podcasts mais antigos em todas as páginas, sempre o último pod da esquerda, e também quando vim comentar para relatar o erro. =/

  • FRANCESCA EMMANUELLE LEITE

    Excelente Cast.
    Os convidados acrescentaram bastante ao conteúdo do Cast.
    Tenho algumas ressalvas com eles mas nada que me impeça de ouvi-los.
    Adorei os dois programas A e B.
    É sem dúvidas o Cast mais completo que ouvi sobre Jogos Vorazes.
    Como é bom não se preocupar com spoilers.

    • Francesca,

      Obrigado pelos elogios. Seria bem difícil não falar spoilers diante da trilogia completa.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • FRANCESCA EMMANUELLE LEITE

    Sobre o final do livro (o qual eu não li),
    aonde vcs resumiram mais ou menos o que aconteceu. Vale lembrar o que vcs haviam comentado anteriormente nos programas A e B.
    A autora usou muito da história do pai com relação à sua experiência na guerra.
    Experiência que nenhum de nós teve que viver.
    É claro que a katniss quer tranquilidade e melancolia, fora dos holofotes, no final de sua vida.
    Aquilo tudo mexeu com ela. Matar, Sobreviver, fazer escolhas, sentir a maldade humana em todos.

    Como vcs disseram, é um final cru e real.
    A autora teve coragem de abordar desse jeito. Show de bola.

    Não tenho vontade de ler.
    São poucos os livros em 1ª Pessoa que tenho vontade de ler.
    Esse livro, prefiro assistir aos filmes.

    Parabéns novamente pelo Cast.
    Completo, Divertido e Envolvente.

    • Francesca,

      O diretor do filme avisou que o final seria diferente, mas será que teremos um “happy end”? Eu fiquei mais interessado em ler por saber o final. E sim, concordo com você, com certeza Collins usou as memórias que seu pai lhe transmitiu para construir o final do livro.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Nay

    Bom vamos lá. Fiz até anotações pra fazer esse comentário!! kkkkk (senta que lá vem história)

    Pra começar queria dizer que achei ótima a ideia de criar um episódio só para leitura de e-mails. Essa interação com os ouvintes pode ser super rica e suprimir ou reduzir acredito que seria uma perda para o programa. Aguardando as Notas de rodapé! 😉

    Quanto ao Cast, gostei bastante da forma como foi realizado e como foram as discussões. Apesar de ter gostado infinitamente mais da parte A, pois a Domênica fez um contraponto importante para a discussão. Na parte B o Igor e a Diana declaradamente não gostaram muito da obra e acabou virando uma malhação do Judas presa a detalhes que, na minha opinião, não servem pra qualificar a obra como boa ou ruim.

    Mas também confesso que sou um pouco fangirl da obra (ou #tributo, como dia a Domênica). Já não sou mais “Young adult” mas achei que a trilogia conseguiu superar esse rótulo, coisa que a maior parte dos outros títulos que vieram no vácuo dela nem chegaram perto de fazer, como Divergente, Maze Runner, etc. Eu gostei da história, dos personagens e da forma como foi escrito. E como todos no Cast concordaram: um final primoroso. Quem não gostou do final é porque é “Young adult” mesmo! Rsrsr
    O Igor disse que achou o segundo livro inútil e que achou que é ridículo o fato de que o Snow fica demorando para “dar um fim” na Katniss, que poderia ter dado um jeito de matar ela logo.

    Eu discordo completamente, não só pelo fato de que tem que ter três livros por isso ela não podia morrer. O Snow, assim que termina os jogos, não pensa em eliminá-la porque ela é a celebridade que todos querem ver, é a figura pública do momento. Me pareceu, pelo que entendi do livro, que o Snow valorizou muito mais mostrar que tinha poder sobre ela, que ela era um fantoche nas mãos deles do que eliminar ela. Se quando ela finaliza os primeiros jogos vorazes daquela forma já começa a suscitar um certo desconforto nos distritos, mata-la só iria aumentar a coisa num grau muito maior. Ia criar um mártir, um símbolo. Era muito melhor uma Katniss passiva e subserviente ao presidente na frente de todas as câmeras.

    Com o passar do tempo, essa mesma ideia é usada para que Plutarch Havensbee manipulasse o presidente. Foi a sugestão e a manipulação do Plutarch que fez com que Snow adiasse os planos de eliminar Katniss e a levasse para uma nova arena. Projetada pelo próprio Plutarch como pavio da revolução que estava se formando nos bastidores.

    Outro ponto comentado é de que no massacre quaternário, no 75º jogos vorazes, a Katniss teria uma vantagem infinita em relação aos demais por ser mais nova. Na verdade da mesma forma que os jogos que a Kantniss venceu, existem distritos que treinam para disputar os jogos. E, pelo que eu interpreto da história, poderiam muito bem se manter “em forma”, uma vez que o próprio Haymitch fala que os jogos nunca acabam para os vitoriosos. Eles sempre estarão nos holofotes, quer sejam como treinadores de novos tributos, quer sejam em aparições públicas para a capital. Se existe um distrito que treina para os jogos e ele sai vitorioso, não vejo falta de lógica em esse vitorioso se manter em treinamento constante. Só porque ela é mais nova não significa que seja mais forte ou com vantagem em relação aos demais.

    Enfim, eu anotei várias coisas, mas vai ficar um livro então encerro por aqui só corrigindo que a Katniss e o Peeta não disputaram os 24º jogos e sim o 74º jogos vorazes.

    Encerro dizendo que as pessoas que não leem o livro simplesmente pelo rótulo dele ser Young Adult deveriam quebrar os preconceitos e ler, porque na minha humilde opinião, vale muito a pena.
    Um grande abraço! Desculpe pelo comentário enorme!

    Nay (vulgo Nayhara Wolkartte Costa Silva), 28 anos, engenheira ambiental, Vila Velha – ES, Atualmente lendo “O temor do Sábio – A Crônica do Matador Rei: segundo dia”

    • Oi Nay, tudo bom?

      Então, quanto ao “declaradamente não gostaram muito da obra”, preciso fazer uma correção. Eu declaradamente gostei muito da obra, falei várias vezes no episódio que apesar da trama ter buracos demais eu achei o livro envolvente e empolgante e só nas releituras e rediscussões que comecei a notar os problemas, mas mesmo assim sigo gostando. Aliás sou grande defensor de JV contra a galera (sobretudo da minha idade ou mais velhos) que o atacam por ser YA, vazio, etc. Acho que JV tem o mérito de ser um livro fácil de ser lido, uma protagonista interessante e bem escrita, entreter e se comuncar com o público jovem e tudo isso sem perder a inteligência! Em lugar de focar em namoricos e miudezas a obra se debruça sobre guerra, política e relações de poder e que bom um livro pra jovens ser assim. Pra mim é o Star Wars ou Indiana Jones dessa geração. 🙂

      Agora quanto aos probelmas do livro, eu não vi quase nenhum quando li pela 1ª vez (a não ser o do 2º livro repetir a fórmula). O fato do livro ser em 1ª pessoa atrapalha por exemplo sabermos o que se passa na cabeça do Snow e como está sendo manipulado por Plutarch, o que ficou mais claro no filme onde o vemos convencendo o presidente de mantê-la viva. O princípio da ideia no livro é bom, mas entre a visita do presidente até o massacre quaternário se passa um ano inteiro em que – ao meu ver – a estratégia falhou. Eu não acho que ela devia ser morta na cara dura, mas com sutileza e usando a força da mídia. Denegrir a imagem dela, criar mentiras, falsificar testemunhas e outras coisas que “mostrariam” pro público quem ela era. Daí faz o tem descarrilar e fim de papo. Pelo fato do governo ser controlador das comunicações é impossível desmentir ou alguém investigar qualquer coisa.

      É claro que pra quem gosta muito é chato ouvir essas críticas focando em detalhes, mas os detalhes estão lá para serem esmiuçados, assim como outro positivos, como a referência romana à lenda do “vomitorium” (que não é verdade, mas foi bom ter sido visto), o nome do Peeta (um pão mediterrâneo), o distrito 11 de população negra que engloba os estados escravagistas americanos e inclui produção de algodão (a mesma coisa que os escravos gringos produziam), entre outras coisas. Deixo aqui um artigo interenssantíssimo sobre as plantas de Jogos Vorazes: http://jardimdesiguta.blogspot.com.br/2014/12/plantas-notaveis-de-jogos-vorazes.html e um vídeo que analisa muito bem os temas do livro. Em inglês https://www.youtube.com/watch?v=GX0RYi0hVso

      Pensando bem talvez devesse ter mencionado isso no episódio também, não lembrei na hora. Shame on me. Mas é isso, acho JV recomendadíssimo tanto que vejo todos os filmes na estreia.

      Abraço. 🙂
      P.S.: se o teu nome for esse mesmo tu devia ser um personagem de fantasia.

      • Nay

        Oi Igor!

        Então acho que chegamos num denominador comum! rsrs Nem ao céu nem ao inferno . Refletindo num ângulo menos #tributo eu concordo com alguns pontos que vc colocou sim.

        Concordo principalmente com seu comentário a respeito dos problemas da história ser contada em primeira pessoa. É muito verdade que em alguns momentos do livro foi bem chato ficar na cabeça da Katniss. Principalmente no ponto que vcs falaram: quando ela fica isolada no distrito 13 num paranoia chata e sem fim.

        Meu comentário tava enorme e também foquei em criticar e não falar dos pontos positivos. Gostei bastante também desses paralelos históricos que vocês comentaram.

        Acessarei os links recomendados!!

        Grande abraço e SIM, meu nome é esse mesmo! rsrs Com todos esses Y’s e H’s e K’s

        • Você merece estar em algum universo ficcional nesse caso, hahaha. 😀

          Pois é, esse é o motivo de eu achar as adaptações tão boas. Se a Katniss do livro é mais interessante e desenvolvida, a Panem dos filmes é maior e mais “real”. A gente vê um pouco mais da revolução acontecendo. E nesse último filme tomara que mostrem mais.

          Abração

      • Igor,

        Star Wars ou Indiana Jones dessa geração? Curti, hein!

        Valeu pelos links prometo citá-los no Notas de Rodapé. E agradeço por você e Diana terem contribuído tanto para esse episódio.

        Obrigado por participar dos debates.

        Abraços.

    • Nay,

      Nunca peça desculpas pelo comentário grande, nós adoramos, sempre dissemos isso.

      Concordo que quem não gostou do final levou o rótulo de YA muito ao pé da letra. E só porque o livro termina de uma maneira mais real não significa que seja ruim.

      Achei suas argumentações a favor do presidente ter mantido a Katniss viva válidas demais, eu cheguei a pensar nisso, porém como não li os últimos dois livros (e no filme isto é muito sutil) não me achei do direito de defender um ponto que talvez o livro não abordasse.

      Muito obrigado por esse comentário incrível.

      Abraços.

  • E aí Lucien, Igor, Diana, tranquilos?

    Finalmente coloquei os CabulosoCasts em dia e posso comentar. Aliás, meu comentário sobre o livro foi até citado pelo Igor no programa, então nem vou falar muito sobre ele. Queria destacar um ponto que vocês falaram bem pouco no episódio que é a questão das propagandas de guerra. Em todos os livros fica bem claro que a Katniss não é uma líder pra revolução (e ela nem quer ser, inclusive), mas ela é usada o tempo inteiro como um objeto de propaganda. Isso é reforçado no terceiro livro, quando o Distrito 13 usa e abusa dele como personagem. Esse talvez tenha sido o ponto que mais filosofei durante a leitura, principalmente porque é minha área de atuação profissional. Esse ponto, desde o início, é trabalhado de forma incrível pela Suzanne Collins.

    Como de praxe, as duas partes desse cast ficaram fodas. As discussões foram muito boas! Abraços =]

    Bruno Assis, 25 anos, Belo Horizonte, jornalista e podcaster do Papo di Minero (que retorna em janeiro \o/)
    Lendo: Novembro de 63, do Stephen King

    • Bruno,

      Realmente esse é um ponto que pouco exploramos no programa e que é pouco explorado nos romances distópicos YA. A propaganda em período de guerra é usada fortemente em 1984 o que me leva a dar créditos ao Igor quando ele diz que Jogos Vorazes é válido como obra em si.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Pedro Silva

    Equipe,

    O arquivo disponível na pagina para download está corrompido.
    Quando tento descompactar o mesmo alertar estar corrompido.

  • Achei excelente a discussão sobre o final “não-feliz” da trilogia. Os livros estavam na minha lista, mas subiram algumas posições depois desse cast só por causa disso. Isso de desvirtuamento da rebelião com o uso de justificativas maquiavélicas e criação de uma nova ditatura é muito interessante. É algo que acontece no mundo real com bastante frequência e fico feliz da autora ter discutido isso na obra.

    Essa semana fiz uma tradução no meu blog que trata deste assunto no contexto nerd. O resumo é que os nerds que eram perseguidos nos anos 80 e 90 agora têm poder e hoje estão excluindo outras minorias do mesmo modo (ou até pior) que acontecia com eles. Vou deixar aqui como referência e jabá descarado o link para o meu blog: http://blog.thiagoarrais.com.br/2014/12/por-que-a-cultura-nerd-tem-que-acabar/

    • Thiago,

      Citaremos o link no Notas de Rodapé. Fico feliz que o programa o tenha motivado a ler o livro.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Amanda

    Olá Lucien e equipe Cabulosa! não sou muito de comentar, mas após ter ouvido a segunda parte do episódio me senti na obrigação de agradecer pelas horas de entretenimento com muito conteúdo que me proporcionaram com esse episódio. Adorei vocês terem analisado os livros e os filme com um olhar mais crítico, pois assim conseguimos ver os dois lados das obras, o que torna a discussão bem interessante. Ainda não li os livros, mas fiquei mais ansiosa para ler, depois que o Igor revelou o final corajoso, realista e nada hollywoodiano da Collins. Parabéns pelo ótimo episódio! adorei as participações dos convidados. Abraço! 🙂

    • Amanda,

      Agradeço por ouvir e fico feliz que tenhamos tocado você a ponto de vir aqui comentar. Também fiquei com vontade de ler Jogos Vorazes depois que soube do final.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.