CabulosoCast #111 – Trilogia Jogos Vorazes | Parte A

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Olá Cabulosos, sejam bem-vindos a mais um CabulosoCast! E neste capítulo, Lucien o Bibliotecário e Domenica Mendes recebem Igor Rodrigues e Diana Ruiz para falar sobre a trilogia Jogos Vorazes escrita pela Suzanne Collins. Este programa será dividido em duas partes e na parte A você saberá de várias polêmicas que envolvem a saga de Katniss além de saber as impressões dos participantes dos 1º livro e filme. Bom episódio para vocês!

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  • Vinicius Gomes

    Lucien, o episódio B sairá nesta semana ou na semana que vem? =P

    • Vinícius,

      Só semana que vem.

      Abraços.

      • Vinícius Gomes

        Fui precipitado, Lucien, perguntei antes de ouvir! =P
        Ótimo episódio e tenho que dizer que acho o filme sensacional, mas nunca me motivei a ler os livros da série. Um efeito igual ao Harry Potter: gostei tanto do filme que quero terminar de vê-lo para não estragar aquela sensação de que a primeira experiência foi maravilhosa.

        • Vinícius,

          Eu gostaria de assistir logo a todos os filmes para só em seguida ler os livros, mas confesso que depois de dois episódios fiquei com muita vontade de ler.

          Obrigado pelo comentário.

          Abraços.

  • Lucas Ferraz

    Olá pessoas!

    Nunca li nenhuma dessas distopias atuais. Não é preconceito nem nada, apenas falta de interesse mesmo, mas quero ler para ficar a par do que se trata.
    Queria apenas adicionar uma distopia desse tipo nacional (que também não li), que é a trilogia Anômalos da Bárbara Morais, sendo publicada pela Gutemberg.
    Já tem dois volumes, A Ilha dos Dissidentes e A Ameaça Invisível.
    Já ouviram falar, ou de repente alguém já leu?

    Lucas Ferraz, 26 anos, Consultor de TI, de Sorocaba SP

    • Ouvir falar eu já ouvi, mas meu preconceito contra “ondas de mercado” me impedem de ler. Sempre que um fenômeno de vendas traz uma saraivada de títulos consigo eu acabo evitando os demais a não ser que descubra ser algo MUITO diferente e muito bom.

      • Igor,

        Mas nem todos são iguais ou usam os mesmo elementos. Muitos deles pegam carona.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

    • Lucas,

      Não conhecia essa trilogia que você comentou, mas quem sabe em um futuro. Agradeço a indicação.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Onizuka Teacher

    Eu vi apenas os filmes, então talvez minha opinião não seja tão relevante. Eu sou um dos que acha a Katniss uma personagem muito chata, mas não só ela, a história pra mim é muito fraca e com pouca criatividade não sei se acho isso por causa da minha idade. Eu não gosto quando as pessoas falam que eu tenho que gostar de um personagem chato porque na idade dele eu também era assim ou porque era a intenção do autor fazer ele ser chato e por causa disso eu que estou errado em não gostar do personagem, eu acho que se o personagem fosse bom eu gostaria independente de qualquer coisa. Pra mim essa personagem só fez sucesso por causa da atriz que a interpreta. Soou até ironico quando o Igor, sendo um homem, gritou todo exaltado defendendo a Katniss de peito aberto sendo que todo mundo fala que ela uma personagem feminina forte que não precisa de nenhum homem para defende-la. Uma personagem feminina que eu gostei muito e tem uma personalidade, acho eu, bem pior que da Katniss porém muito carismatica e a personagem feminina da trilogia millenium que pra mim carrega o filme nas costas e por causa disso comprei os três livros.
    Muito bom podcast, só achei que o Igor se exaltou demais desnecessariamente. Na minha opinião de bosta se alguem de 17 anos fosse colocado na posição da Katniss, não importa se fosse homem, mulher (a não ser que fosse um espartano dos 300) iria só sentar e chorar, pois não importa que mundo fosse, acho que alguem de 17 anos não tem capacidade de lidar com o tipo de problema apresentado na história.

    • FAla cara! Foi mal aí gritaria, a continuação será mais calma (espero). 😛

      Quanto ao que eu disse sobre gostar ou não da personagem, fique tranquilo, é brincadeira, não leve esas coisas a sério. Ninguém tem que gostar de nada e está longe de mim achar que todos devem ou não gostar de algo. Eu mesmo detesto a Sansa Stark, por exemplo, por ser uma típica adolescente, fielmente retratada. E exatamente por isso acho um saco. Mas como gosto da Katniss usei como argumento, ou seja, é gosto pessoal.

      Já indo pras discussões sobre a história… Bem a Katniss já era adorada antes dos filmes, a parada é que ela entrou no inconsciente popular pelo filme que, como falamos, dá outra proporção à história. A JLaw ajudou, mas no livro a Katniss é um indivíduo muito mais completo já que em primeira pessoa podemos ver seus raciocínios e pensamentos, o que morreu nos filmes, dando uma esvaziada nela. Recomendo a leitura, é bem divertido apesar dos pesares (e são muitos pesares, você verá no próximo programa).

      Quanto a defender a Katniss por ser mulher não foi bem isso. A exaltação é pela misoginia gratuita. Me transtornei igual quando descobri a revolta dos leitores ao chegarem no cinema e descobrir que a Rue era negra. Acho inadmissível essas manifestações burras contra qualquer grupo. Já sofri com isso e tenho muita empatia, seja com meu grupo social ou com outros.

      E será que alguém de 17 anos não seguraria o rojão? Bom, eu não, mas quem vive nessa realidade é diferente. O mundo real é MUITO pior que a ficção, os guerrilheiros mirins da África, mini traficantes do Rio e todos os outros menores que vivem em situações extremas fazem muito pior que a galera da arena para sobreviver. Aliás uma falha dos livros e filmes é não mostrar os vencedores como adultos altamente traumatizados, com exceção do Hamitch. =/

      É isso. Abraço e na parte 2 garanto que falarei mais baixinho. 🙂

      • Igor,

        Você trouxe excelentes exemplos de adolescentes que fazem coisas não correspondentes a sua idade. É certa ingenuidade tentarmos impormos limitações a personagens baseadas em nós mesmos.

        Não somos limitados por meros estereótipos o ser humano é complexo e capaz de coisas que muitas vezes não acreditamos, chegando ao ponto de criamos numa palavra para expressar o afastamento do ser humana de sua humanidade. Quando uma criança comete um ato brutal, quando um adulto faz uma atrocidade dizemos que o que ele fez foi “desumano”.

        Obrigado pelo comentário e enriquecer o debate.

        Abraços.

    • Onizuka,

      Toda a opinião é relevante. Se você só assistiu aos filmes então vou ler seu comentário de igual para igual, pois também só vi os filmes.

      Sobre a Katniss fazer sucesso pela atriz pode ser para algumas pessoas, contudo realmente considero-a excelente. Em nenhum momento dos filmes, ela me incomodou, muito pelo contrário a achei condizente com a situação que ela vivia.

      O fato do Igor, que é um homem, tê-la defendido é apenas o ponto de vista dele. Se você não gosta respeito isso e não soa irônico termos opiniões diferentes contato que todos se respeitem.

      Se você você gostou de Jogos Vorazes existem diversos filmes, livros, personagens…

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Weslley Reis

    Pra começar, eu só vi os filmes e li o primeiro livro. Não gostei do livro, achei lento, mas isso pode ser um efeito de ter visto o filme primeiro. Quando eu vi o primeiro e o segundo filme até gostei, mas não foi um caso de grande amor. Fato que mudou no terceiro filme. Desculpe a expressão, mas… CARALHO QUE FILME FOI AQUELE?
    O insight do último filme fez eu compreender toda a trama restante. Fica clara a referência a 1984 e até acho que a questão levantada sobre o pão e circo ser para a capital, se explica quando se entende a referência. Só que no caso dos Jogos Vorazes, a “falsa esperança” acabou fugindo do controle e tomando proporções de revolução, mesmo que ao acaso.
    Fora que é fácil ver as claras referências ao capitalismo, desde os pacificadores até o sistema de divisão para a produção em prol da capital que me lembra, inclusive, a “vocação estatal” dos liberais.
    Não vou me prolongar, porque as minhas sacadas comunistas vieram aos montes depois do terceiro filme, só me é curioso como muita gente “de direita” idolatra uma autêntica revolução proletária.

    Ademais, só as lágrimas nas cenas de levante popular no terceiro filme.

    • Weslley,

      Acho que as analogias são válidas sim e também acho bem engraçado pessoas de extrema direita torcendo pelo levante da Katniss e Cia. Gostei bastante dos 8 primeiros capítulos, porém concordo que são lentos comparados com o frisson do filme. O Segundo é muito bom, para mim, melhor que o primeiro. Ainda não assisti ao 3º.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Aleluia, consegui comentar após dias e dias sem conseguir clicar dentro dos campos de preenchimento. Ainda não tive a oportunidade de ler este livro, vi somente os filmes que estão disponíveis, e não achei particularmente bons e nem ruins. É um bom passatempo, mas nada que me faça pensar, refletir e crescer mentalmente.
    Foi muito engraçado para mim ouvir a voz da Diana, o sotaque de estrangeira dela, e isso me fez refletir como eu era ouvido por meus amigos e conhecidos nos meus primeiros anos de Brasil, após viver mais da metade da minha vida na Europa. Hoje já não tenho mais sotaque gringo.
    Parabéns pelo programa, continuo me dividindo entre a maratona dos programas antigos e ouvindo os novos conforme são disponibilizados.

    • Klaus,

      Pelos pontos levantados pelo Igor, Diana e Domenica comecei a olhar Jogos Vorazes a partir de outra ótica. Fiquei realmente motivado a ler os livros.

      Obrigado por ouvir e por comentar.

      Abraços.

  • Ingrid V.

    Sinceramente, eu acredito que a Katniss poderia sim ser considerada um grande símbolo feminista na literatura. Ela realmente que entre de gaiata na revolução, pois o Distrito 13 a viu mais do que tudo como uma oportunidade, mas ainda assim ela é uma personagem com uma imensa importância. É importante que as pessoas saibam que o feminismo não existe para abraçar somente garotas estilo “Robin Scherbatsky”, que são workaholics e não querem se casar. O feminismo dar a mesma importância a todos os tipos de mulheres. Um ícone feminista pode ser mais que uma garota badass de calça de couro que desce a porrada em meia dúzia de vilões. Um ícone feminista poderia ser uma garota introvertida, que é doce e tem um grande senso de humor. Eu acho que o que poderia tornar a Katniss um símbolo feminista não seria pelo o que ela passou nos Jogos ou quem ela matou por lá, mas a pessoa que ela era antes de se voluntariar. Ela era uma garota quieta, que depois da morte do pai e durante uma ditadura teve que se virar para alimentar uma mãe depressiva e a irmã mais nova. Na opinião, se ela nunca tivesse saído do Distrito 12, o enredo ainda seria bem interessante. Mas enfim, para ilustrar o que eu disse, eu deixo essa parte de um post incrível que eu achei no Tumblr:
    “Screw writing “strong” women. Write interesting women. Write well-rounded women. Write complicated women. Write a woman who kicks ass, write a woman who cowers in a corner. Write a woman who’s desperate for a husband. Write a woman who doesn’t need a man. Write women who cry, women who rant, women who are shy, women who don’t take no shit, women who need validation and women who don’t care what anybody thinks. THEY ARE ALL OKAY, and all those things could exist in THE SAME WOMAN. Women shouldn’t be valued because we are strong, or kick-ass, but because we are people. So don’t focus on writing characters who are strong. Write characters who are people.

    The only bad female character, if you ask me (and you did), is one who’s flat. One who isn’t realistic. One who has no agency of her own, who only exists to define other characters (usually men). Write each woman you write as if she has her own life story, her own motivations, her own fears and strengths, and even if she’s only in the story for one page, she will be a real person, and THAT is what we need. Not a phalanx of women who can karate-chop your head off, but REAL women, who are people, with all the complexity and strong and not-strong that goes with it.”

    Ah, e alguns livros com protagonistas mulheres com um enredo que não é focado na relação dela com um homem:
    Belezas Perigosas (Trilogia Gemma Doyle) – Libba Bray
    Fangirl – Rainbow Rowell
    Fingersmith – Sarah Waters
    Emma – Jane Austen
    Codinome Verity – Elizabeth Wein

    • Ingrid,

      Acho pertinente o seu comentário, já que a Katniss é uma personagem forte por ser quem ela é e não por participar dos Jogos Vorazes. Tanto é que a Diana fala isso. Ela não vence os jogos porque é forte e uma assassina nata, não é quase que por sorte.

      Excelente ponto de vista.

      Obrigado por engrandecer os comentários do CabulosoCast.

      Abraços.

  • Alessandra Medeiros

    Oi estou escutando o podcast e não sei se alguém já corrigiu mas o distrito tb recebe “prêmios” quando seu tributo ganha os JV. É chamado de Dia da Partilha. Uma vez por mês todos no distritos recebem comida (acho que tipo uma cesta básica), contendo grãos e até doces como a Katniss comenta da alegria das crianças. Isso acontece durante todo o ano até os próximos jogos. Há tb uma festa, um banquete, no distrito quando os tributos voltam, mas isso só para as pessoas importantes do distrito e convidados. Acho que essas coisa tá no “Em chamas”, faz tempo que li, mas é isso. O distrito tem vantagens tb quando seu tributo ganha.
    Estou adorando o podcast. Muito bom descobrir vcs.
    Cheguei aqui procurando algo sobre A 5ª Onda”.