CabulosoCast #105 – A História das Histórias de Terror

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Olá Cabulosos, sejam muito bem-vindos a mais um CabulosoCast! E neste capítulo, Lucien o Bibliotecário, Priscilla Rúbia e Paulo Teixeira (vulgo Sr. Estranho) recebem Leonardo Mitocôndria para falar sobre a origem das histórias de terror. Por que temos fascínio pelo medo? O que os contos de fada tem de aterrorizante, qual o passado, o presente e o futuro deste gênero? Você saberá tudo isso hoje. Um bom episódio para vocês!

Atenção!!!

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  • luiz o porteiro

    primeiro………………………………………………(ate que emfim)

  • Coringa

    Muito Bacana o Podcast, confesso que fazia meses que não ouvia o Cabulosocast, e gostei bastante. Tinha esquecido como era divertido e informacional. Esse tema em si é um tema que atrai realmente muita gente, quando Priscila falou sobre com o passar dos anos consumindo esse tipo de conteúdo fica mais difícil se impressionar e temer suas histórias, isso é verdade,Mas…Existe um cara e o nome dele é Stephen King, que sempre consegue fazer com que sei lá uma barata gigante no lado de fora da porta te faça ficar no mínimo reflexivo. há um conto que é FODÁSTICO! que sempre recomendo do próprio King que se chama ” A Excurssão”. Aqui do Brasil há certos contos que a Lygia Fagundes Telles escreve que são bem soturnos também.

    • Coriga, meu grande amigo,

      É uma honra ler seu comentário aqui. Não sabia deste ar da Lygia Fagundes Telles muito bom saber.

      Gostei da indicação do conto do King, sabe em qual livro está?

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Coringa

        está no livro ‘Tripulação de Esqueletos”

  • Baixando…. pra escutar amanhã, durante o dia

    Abraços

  • Baixei e escutei rigorosamente no escuro. Mas não deu medo…. Que pena. Lucien eu gostaria que desta vez tivesse inserido mais efeitos escondidos, como portas batendo, correntes, gritos, e etc… Que o programa tivesse “defeitos não intencionais”, que vocês se lamentassem de um frio intenso e repentino, uma sensação de estar sob vigilância, algo do tipo. Assim daria um clima sombrio ao podcast.
    Vamos então pontualizar umas coisinhas: (adicionando informação e colaborando para enriquecer o conteúdo)

    Quanto ao escritor Walpole: o castelo de Otranto (pronuncia-se Ótranto), ele tem uma importância minuscula. Na verdade foi o escritor que passou por um tempo na Itália, na região da Puglia e lá existe um castelo na cidade de Otranto, e o escritor tempos mais tarde comprou um terreno em Londres e tentou reproduzir em parte esta arquitetura e a enriqueceu com obras de arte, gárgulas e toda uma cenografia para assustar. Eram comuns visitas guiadas no local, lideradas pelo próprio autor e proprietário. E a gráfica não era de fato no castelo como alguns acreditam, mas num local anexo, e a curiosidade e importância desta gráfica, era ser a unica no país dotada e uma prensa pertencente a um privado (sem ser publico ou de uma grande companhia).

    Quanto ao Edgard Poe, foi uma descrição perfeita, li durante os anos de escola, e gostei muito do detalhe do coração batendo sob o pavimento, e o assassino ficando maluco com um bater que somente ele podia ouvir. Ótimo.

    Ja Lovecraft não funciona para mim. Simplesmente não me da medo algum. Diante do desconhecido, eu quero fazer alianças, conhecer algo que ninguém sabe, ter contatos exclusivos. Logo, o medo inominável, nao só é nominável para mim, como teria até apelido. O medo é a morte da mente, existe enquanto quem o sente, estiver permitindo que ele comande. Sinto muito Howard, se a Tropa dos Lanternas Verdes existisse, eu seria o escolhido desse sistema solar.

    King nao da medo, e o que ele faz de melhor é a Torre Negra, que não é horror.

    Concordo sobre o André Vianco, de fato não é terror puro, é uma aventura com notas de terror.

    Bom, é isso. Mas se querem mesmo terror, pensem na situação do bebe no meio da madrugada ouvindo a musica:

    Nana neném, que a cuca vem pegar, papai foi pra roça e mamãe foi trabalhar.
    Imaginem o neném pensando:
    (quem ta cantando essa musica pra mim? ja que a mamãe ta trabalhando e papai também?)

    Obrigado pelo maravilhoso programa. Parabéns pelo trabalho.

    • Klaus,

      Suas ideias dão ótimas sugestões para o próximo ano.

      O Leandro Hassum possui um vídeo hilário sobre esta música.

      Agradeço pelos esclarecimentos quanto a Walpole, pois são pontos que eu desconhecia.

      Poe é demais, um dos meus autores favoritos.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Jônatas Silva

    Entrei no clima e assisti de noite. Que p… foi essa de botar esses cochichos ao fundo do áudio?! Velho, que susto da bexiga hauhauhauhauaha
    Ficou muito bom o podcast! Não só o tema e a qualidade do que foi discutido, mas a edição também. Novamente meus parabéns pelo excelente trabalho e pelas dicas de leitura.
    Ah! Foi massa as histórias no fim também. Cuidado aí com esse dom, Lucien!

    • Jônatas,

      (Fico feliz que tenha levados sustos com a edição do episódio <----- é um comentário válido? 😀 ). Tomarei cuidado sim, não se preocupe. Agradeço os elogios e obrigado pelo comentário. Abraços.

  • Roberto Padilha

    Excelente episódio!

    Um cast só sobre Stephen King seria fantástico!
    Gostaria de indicar também o autor Dean Koontz. Não tem tantos livros dele em portugues, mas é bem bacana. Como sugestão ficam os livros:

    – Velocidade (esse tem em português) e
    – Innocence (esse só em inglês)

    • Roberto,

      Agradeço pelas indicações, espero em breve poder ler mais autores do gênero.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Sobre nossa cabeça “sem limite de orçamento” (genial), queria deixar um exemplo do próprio King, imagine a cena: um homem sobe a escada e para na frente da porta de um quarto, ele olha para dentro e ve uma mulher dormindo, então ele se joga sobre ela para enforcá-la e então ela começa a gritar. – fim.
    Agora imagine isso: um homem sobe a escada e para na frente da porta de um quarto, ele olha para dentro e ve uma mulher dormindo, então ele entra e fecha a porta atrás de si. Então lá dentro, sem visão pois a porta está fechada você consegue ouvi a mulher gritar. – fim
    Nossa cabeça (imaginação) sempre consegue fazer um bom trabalho.
    Sensacional o podcast de vcs, divulgo direto com meus parças.
    Forte abraço e sucesso.

    • Flávio,

      Muito obrigado pelo apoio. Seus exemplos exploram bem o que o Sr. Estranho comentou no programa.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Izabel

    Primeiramente, eu tive que fazer uma pauta sobre o que eu ia comentar porque eu sempre esqueço de vir aqui no site colocar meu comentário já que eu ouço no celular, então meu comentário vai ser um bando de tópicos
    – Agora falando do podcast em si, ficou muito bom. Os efeitos sonoros de terror em momentos aleatórios ficaram muito legais e a música do Michael Jackson no final foi perfeito. (Me caguei de medo com as histórias do Lucien, adeus sono)
    – Eu não considero Frankenstein terror, porque ele não me dá medo. Você fica com dó do monstro quase o tempo todo e não dá pra ter medo de algo que você tem dó.
    – E por falar em dó, eu sinto isso pelo filho do Stephen King, porque eu não lembro o nome dele e aposto que a maioria das pessoas também não, fazendo com que ele seja a sombra do pai dele sempre, mesmo não tendo lido nenhum dos livros deles, eu acho que ambos tem capacidade de escrever ótimos, mas infelizmente as pessoas acabam perdendo um pouco da diversão ao ficar comparando o pai e o filho, sendo que são duas pessoas diferentes.
    – Sobre Edgar Allan Poe, eu gosto dos contos dele, mas eu sinto que eles são meio repetitivos e isso me deixa um pouco receosa porque parece que eu sempre sei o final.
    – No Brasil, sempre houve um preconceito com literatura nacional, então não me surpreende que só tenha André Vianco de referência, porque ele simplesmente se destacou no mercado e as pessoas acabam procurando apenas ele.
    – Para quem quiser saber mais sobre o Oscar Wilde e o conto do Fantasma de Canterville, o 30 min (Homoliteratus) sobre literatura inglesa falou dele.
    Era só isso que eu queria falar. Adorei o podcast de vocês <3

    • Izabel

      *ótimos livros (eu comi a palavra “livros” no comentário)

    • Izabel,

      Não sabia desse programa do 30 MIN sobre o Wilde; acho que ainda está no meu ipod para ouvir.

      Sobre o Poe, acho que essa impressão de repetição se dá pela própria não definição que se tinha sobre o gênero na sua época. O Poe revolucionou sem sombra de dúvida, mas – posso estar bem equivocado – acho que nem ele sabia que escrevia literatura de terror/horror.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Uma ótima dica de leitura para você Lucien: “Ratos de Cemitério” – Henry Kuttner.

    E pelo que me lembro em “O coração delator” o homem mata o velho por causa dele (o velho) ter um olho vazado, coberto por uma película azulada.

    • Guilherme,

      Obrigado pelas correções e pela indicação. Irei procurar este livro. Como disso não é um gênero que eu seja um grande leitor, por isso aceito indicações.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Olá, galera, adorei o tema do episódio!

    Sou muito fã de terror, tanto que desde o ano passado mantenho uma loja de livros e filmes ligados a esse gênero hahahaha sobre a diferença entre terror e horror, gosto da definição que a Priscilla deu, onde o terror é psicológico e o horror é mais sensorial. Como gênero literário, acho que isso é menos importante do que parece, porque raramente há horror sem terror e vice-versa. O terror é o clima, e o horror é o clímax 🙂

    Sobre a questão de ser aventura com elementos de terror ou apenas terror, o exemplo do Terra Morta de Tiago Toy é bem legal, porque eu também o vejo como um livro de aventura ou ação com elementos de terror. Diferente do Noite dos Mortos-Vivos de John Russo, que se enquadra em terror mesmo. Na minha opinião isso está ligado ao cenário onde se passa a história. Na história de Russo, os sobreviventes estão presos numa casa, na de Toy, eles vagam por todo o interior de SP. É muito mais assustador quando os protagonistas não têm como fugir, como em O Iluminado, ou Cão Raivoso do King.

    Eu gosto dos dois tipos de literatura, então nem entro em mérito de qual é melhor ou não.

    Sobre escritores brasileiros de terror, há muita força na literatura fantástica, principalmente em pequenas e médias editoras, mas quem se dedique apenas a esse gênero e seja relevante, dá pra contar nos dedos mesmo. Um que gostaria de destacar é o Duda Falcão, sócio-fundador da editora Argonautas e que sempre marca presença em antologias de contos do gênero.

    Acho que é isso.

    Abraços ao pessoal e parabéns pelo programa!

    • Rafael,

      Não conhecia o Duda Falcão foi procurar saber mais sobre o cara e em quais coletâneas ele escreve.

      Eu também acho que a especificação não é necessária, mas algumas pessoas são “taradas” por definições daí a necessidade de fazê-las durante o programa. É de se pensar, não? Por que existem tão poucos escritores de terror no país?

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Ah, e Frankenstein é terror sim, poxa, o monstro mata várias pessoas, a gente fica se perguntando o tempo todo se ele vai ou não fazer algo, se ele é culpado ou não, se ele matará o criador ou não. Ele não é uma criatura fofa como desejam os filmes de Hollywood.

    • Izabel

      Rafael, eu li o livro e eu ficava com dó do monstro, simplesmente não rolou. Pode até ser assustador para alguns, mas não vejo nada para ter medo

    • Rafael,

      Ele é terror, claro. Falamos isso no programa, mas faz parte do romance gótico do século XIX.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • FRANCESCA

    Semana Passada.

    O aplicativo de podcast do celular faz a atualização e vejo um cast não baixado do CabulosoCast.

    A insônia da gravidez me faz ir ao escritório terminar as coisinhas do futuro herdeiro Gustavo.
    Era por volta de 1h da manhã.
    Sem pensar e interpretar a informação contida no título do cast, faço o download espontaneamente.
    Aperto o play.
    E peiii….
    O som que vinha nos fones de ouvidoo, se misturou ao som do escritório, arrepio no cangote, e veio o medo de olhar pra trás e ou mesmo de olhar no reflexo do vidro da janela a frente da mesa que estou sentada.
    Ah!!!!! acho que o cast não durou muito tempo….kkkkk

    Cagona de carteirinha, e CONFESSA,
    aperto o stop e mudei sem MEDO DE SER FELIZ o cast a ser escutado naquela hora.

    kkkkkkkkkkkkkkk

    Terminei de ouvir agora.
    Em plena luz do dia de um sol do meio da tarde.

    Excelente Cast

    • Francesca,

      Fiquei curioso para saber o feedback dos ouvintes quando a edição. Fico feliz (palavra errada?) que tenha gostado do trabalho a ponto de ter desistido de ouvir o episódio à noite.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Olá, cabulosos!
    Estou devendo vários comentários. Fiquei um tempo sem pc e acabei me acostumando a fazer download dos episódios no celular, mas vou comentar os episódios passados o quanto antes.
    Sobre o tema, admito que não sou grande conhecedor. O gênero nunca me cativou, na verdade. Não consigo tomar susto ou sentir medo com literatura, no máximo senti curiosidade ou suspense lendo uma ou outra coisa. Para dar uma ideia: não gostei do que li do SK (li 3 livros e confesso que fui aproveitando mais a cada livro, mas nenhum deles realmente me ganhou: Pistoleiro->Nevoeiro->Misery). Poe eu só li a trilogia Dupin, que é policial, e no geral, curti. Lovecraft sim, é um cara que me conquistou sem muito esforço, achei sensacional quase tudo que li dele. Mas mesmo Lovecraft não chegou a me dar “medo”.
    Frankenstein foi uma ótima surpresa, fui sem saber o que pensar e a história me marcou bastante (li não tem muito tempo).

    É um gênero que acabei por gostar, mas não me afeta como deveria, ou pelo menos como afeta os outros leitores.

    • Daniel,

      É interessante. Você não é a primeira pessoa que afirma não tomar sustos com o gênero de terror. Porém não acho que a função exclusiva do terror seja dar medo, porém é preciso compreender que há boas histórias, histórias que não necessariamente dão medo, mas mergulham no ser humano em busca de compreendê-lo.

      Muito obrigado pelo comentário e seja muito bem-vindo de volta.

      Abraços.

  • Vanessa Straioto

    estou ouvindo o podcast agora, de dia..rss..cagona assumida mesmo…
    adorei os efeitos especiais..
    muito bom o tema.
    indicando outros livros do Dean Koontz
    – do fundo dos seus olhos
    – a noite mais escura do ano
    – fantasmas ( tem filme)
    – seu coração me pertence (ultimo que foi lançado no Brasil)
    – o bom sujeito
    – intrusos (tem filme tb)
    – lagrimas do dragão

    nem tudo o que ele escreve é tão bom, mas gostei de quase todos…
    aproveitem

    • Lucien o Bibliotecário

      Vanessa,

      Obrigado pela lista. Apesar de não ser superfã da literatura de terror é bom conhecer as obras de determinado para saber por onde começar.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Ola Lucien,
    quero parabenizar por mais um CabulosoCast. Quero dizer que gostei muito do estudo psicológico que vocês fizeram no início e as citações sobre o modo de escrita dos grandes autores. Queria ressalvar que vocês não falaram das histórias de vampiro antes do romance de Drácula. A novela Carmilla, o poema A Noiva do Corinto e o conto O Vampiro por exemplo, também sobre a relação do horror com outros gêneros como a ficção científica por exemplo, Frankenstein foi o primeiro sci-fi e introduziu o esteriótipo do cientista louco, muito usado nas futuras histórias de horror. Fora isso eu amei o podcast. Parabens e um abraço!

    • Lucien o Bibliotecário

      Mahatma,

      Acho importante você ter apontado esses deslises nossos, pois assim poderei no futuro corrigi-los. Acredito que um CabulosoCast sobre Vampiros na literatura seja válido.

      E sobre o Frankenstein, foi uma mancada deste episódio, mas já tínhamos falado isso no CabulosoCast sobre a história da Ficção Científica.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Legal Lucien hahah vou ouvir esse da ficção científica. Sou absolutamente fissurado nesse tema. E se precisar de uma dica, tem aquela coletânea Contos Clássicos de Vampiro da editora Hedra, nele tem uma introdução longuíssima sobre a expansão do mito do vampiro, sua chegada na literatura e a presença dele na cultura pop atualmente. Vale muito a pena.

  • Sim, estou vendo em outubro. Só digo que: VOCÊS PRECISAM LER O VILAREJO, DO RAPHAEL MONTES. Sério, perturbador.

  • Isabela O.

    E esse barulho do filme O grito no fundo do podcast? Hahahahahaha
    É incrível que eu, que me considero uma fã do gênero de Terror/Horror, não li ainda Poe ou Lovecraft D: