CabulosoCast #100 – O Silmarillion: a Bíblia da Terra-Média

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Olá Cabulosos, sejam bem-vindos a mais um CabulosoCast! E neste capítulo: Lucien o Bibliotecário recebe Eduardo Spohr, Igor Rodrigues e Nilda Alcarinquë para falar sobre O Silmarillion de J. R. R. Tolkien em comemoração a chegada ao centésimo episódio do seu podcast literário! Navegue conosco pela terra-média. Um bom episódio para vocês!

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  • Augusto Tenório

    Esse promete!

  • Renato Aparecida

    F5!! Eu sei que aqui não tem, mas fiz questão de ser o 1° a comentar, kkk…
    Cara, eu lí esse livro a luz de velas só pra me ambientar na escuridão de Arda, gostaria de poder fazer algo parecido com o CabulosoCast 100.
    Parabéns!!

    • Renato Aparecida

      Bom… parece que perdi pro Augusto, mas nao tem problema pois como ele mesmo disse esse CabulosoCast promete!!

      • Renato,

        O Augusto sempre ganha no F5 do CabulosoCast. 😀

        Abraços.

        • Augusto Tenório

          Foi-se o tempo, Lucien. Trabalhando feito um condenado, já peguei muitos CC depois de semanas… =/

    • Renato,

      Ouvir um cabulosocast na escuridão é tranquilo! Só à nível de curiosidade a Nilda comenta algo no meio do programa.

      Espero que goste do episódio.

      Obs.: Só para constar, o Augusto chegou primeiro!

      Abraços.

  • Lucas Ferraz

    Aiya, amigos cabulosos!

    Esse episódio foi SENSACIONAL!
    Que maneira grandiosa de se fazer um episódio número 100!

    Primeiro, parabéns aos envolvidos no áudio-drama do Silmarillion, aquilo ficou realmente primoroso, e o Lucien arrasou na edição, ficou show mesmo! Também curti a versão da faixa War of Wrath do disco do Blind. Que é, aliás, um puta disco e uma puta dica do Igor. Quem ler o Silma, depois ouça o disco acompanhando as letras, vale muitíssimo a pena! Se não manjar de inglês dá pra achar fácil as traduções das letras.

    Anyway, só queria fazer uma pequena adição, é algo que vocês comentaram de forma esparsa, mas acho interessante colocar. Eu considero muito importante pra quem quer entender o Silma e a obra do véio mais a fundo saber a história do livro. No primeiro volume do HoME (History of Middle Earth) que foi citado no episódio, Christopher sumariza muito bem o que é o Silmarillion. Ele descreve o livro como um corte transversal de toda produção do seu pai, dos anos 10 até sua morte nos anos 70. O Silma tem trechos das primeiras versões datando de 1916 ou 17, que precisaram ser usados para tapar buracos e completar narrativas, e também tem partes que datam de pouco antes da morte do Tolkien. Esse foi o trabalho Hercúleo do Christopher, pegar TUDO que o pai fez e condensar numa única obra coerente e coesa, e ele conseguiu isso muito bem. Mas não ficou satisfeito, e lançou os Contos Inacabados com outras versões e relatos das histórias. E não ficou satisfeito!
    Foi então que decidiu lançar tudo que o pai publicou, numa série tão complexa que beira o academicismo. Ele compara versões, faz notas extensivas pra caralho, faz relações com a vida do pai, referências a cartas e tudo mais. Tem volumes que se abusar tem mais texto analístico dele do que textos do pai mesmo. Enfim, ele descreve as HoME como um corte longitudinal da produção do Tolkien, Ali está tudo, todas as fontes usadas por ele na compilação do Silma, e mais.
    Os primeiros 5 volumes são conhecidos como Early Silmarillion, pois contém os relatos mais antigos, que diferem drasticamente da versão final do Silma, incluindo, como disseram, o gato que virou Sauron, Tevildo, que nomeou a pequena besta de Morgoth que crio em casa. Os últimos volumes são o Later Silmarillion, e incluem versões feitas depois de ter lançado o SdA e tudo mais. Ai tem versões reescritas das histórias, mas perto das que conhecemos, e textos de caráter mais metafísico, analises da natureza do mundo e dos seres que o habitam, estudos da natureza da alma e vida humanas, etc. No fim da vida ele se preocupou muito em fechar esses pontos para deixar o mundo mais coesa e definido, e acabou se perdendo e nunca completando a história.
    Isso tudo pra dizer que, aquele lance que o Lucien falou dos capítulos iniciais terem informações redundantes e tal, não foi proposital, aqueles textos são remendos, imensas colchas de retalhos com décadas entre elas, que o Christopher colocou junto da melhor maneira que pode. Eu acredito que, se ele tivesse finalizado como queria finalizar, isso não aconteceria. Teríamos uma obra bem detalhada, amarradinha, provavelmente muito maior do que a atual, e sem tantas contradições e buracos como temos.
    Isso também pode explicar os problemas em usar as cartas para defender pontos de vista em debates e tudo. Esse lance do Glorfindel é controverso mesmo, e as cartas dificilmente são uma fonte confiável, porque ele próprio tinha muitas dúvidas sobre esses lances de hröa e fëa (corpo e alma), sobre se os elfos deviam reencarnar ou não, qual seu destino depois do fim de Arda, para onde iam os homens. Muito escreveu sobre, mas eu sinto que, no fim, ele nunca chegou a uma decisão final sobre essas questões, e após ter afirmado em carta que Glorfindel reencarnou, ele pode facilmente ter revisto sua posição.
    Os planos do Tolkien eram de lançar o Hobbit e SdA + O SIlmarillion como A Guerra das Jóias e A Guerra dos Anéis, mas isso não foi feito porque ele não concluiu tudo e havia certo receio dos editores a respeito da publicação de uma obra grandiosa como o Silma. O próprio Tolkien se preocupava pois achava que podia diminuir a magia no SdA, revelando todo plano de fundo que é insinuado no livro. No SdA ouvimos de Beren e Luthien, de Morgoth, de Ancalagon, e tudo mais. Ele temia que revelando tudo isso, empobreceria o livro. Eu discordo mas tudo bem, hehehe.
    Enfim, o resultado final foi essa coleção de textos costurada a mão, artesanalmente, que deixa dúvidas e redundâncias, que nos deixa com uma certa agonia por não ter relatos maiores de fatos importantes e tudo mais. A Guerra da Ira, por exemplo, a derrota final de Morgoth, durou décadas e resultou no afundamento de Beleriand. Os Vanyar vieram de Valinor liderados por Eonwë, imagina os feitos heróicos e aventuras e histórias que não tem ali dentro? Mas o que chegou a nós foi coisa de meia página. Triste.
    E ainda assim, essa própria natureza incerta, incompleta, redundante em partes, que eleva ao Silma, como vocês disseram, a um patamar mitológico que incita a curiosidade, a imaginação e as discussões infindáveis entre os fãs. Não sei como seria ter o relato completo e de acordo com o que o velho queria, seria sensacional mas de uma forma diferente, completa e finita. Eu gosto de como é hoje, é muito instigante.

    Pra finalizar, pra mim:
    – Balrogs tem asas
    – Elfos tem barba (Cirdan gente, Cirdan!)
    – Bombadil é o cara.

    Desculpem o IMENSO comentário, mas é o Silma. Não dá pra eu ficar calado!
    Parabéns a todos pelo episódio SENSACIONAL!

    Abração!
    Lucas

    • É isso mesmo Lucas:
      Cirdan! Cirdan!
      Tenho outros argumentos além deste, mas Tolkien escreveu claramente que o Cirdan tem barbas

      E sobre o Tom Bombadil: ele É.
      XD

      abraço

      • Rick Galasio

        Esqueci de falar 2 coisas:
        -Elfos podem ter barba, dês de que vivam tanto quanto Cirdan…
        -O Barlrog de fogo de Khazad-dûm tem assas mas não voa fazem muitas eras. Pode ter sido ferido (especilo) e fugiu para as trevas sob a montanha e portanto ele não voa mais e cai da ponte sim…

        • Oi Rick!
          Os dois pontos que apresentou são questionáveis, mas Deus sabe que já debati isso demais na minha existência! hahahahahha

          Abraço!

      • Outra polêmica das boas!
        Ele é! Iarwin Ben-Adar, o mais velho e sem pai!
        Dá pra imaginar bastante coisa!

      • Círdan, Círdan… mais uma das incoerências do Tolkien. Elfos passam a eternidade raspando a barba. De qualquer jeito entendo que a ideia de “pureza” élfica descrita pelo próprio e a arte de D&D acabaram criando esse elfo sem pelos.

        Agora, Tom Bombadil apenas é… deixa pra lá. =P

    • Lucas,

      Muito obrigado por esse comentário incrível e tão esclarecedor sobre o universo do Tolkien, pois muito se critica o filho do Tolkien, mas poucas pessoas souberam, como você, expor de forma tão objetiva o valor que o Christopher tem para a obra do pai. Depois do que a Nilda disse no programa e da sua complementação terei muito mais respeito pelo grande Christopher Tolkien.

      Muito obrigado mesmo.

      Abraços.

  • Augusto Tenório

    Opa, Lucien, Ruas e companhia no Paço… EU VOU!

  • Leonardo Garcia

    Oi amigos

    Este cast só tem uma definição: É P I C O!!!!!. Vocês conseguiram ,agora estou oficialmente viciado no cabulosocast .
    Parabéns mais uma vez para toda a equipe

    • Leonardo,

      Muito obrigado pelos elogios e fico muito feliz que tenhas gostado e que estejas viciado no CabulosoCast, espero que esta paixão só cresça.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Rick Galasio

    Lucien,

    Aurë Entuluva!

    É com grata satisfação que eu parabenizo o cabulosocast 100, a sua edição, os convidados e todo o trabalho fera que foi feito neste episódio!
    Já te falei via mensagem do face que por culpa de vocês irei reler o
    Silmarilion mais uma vez. Tenho uma edição em papel mas vou ler no meu
    e-reader novamente. Este é um livro pra ser relido não pela complexidade e
    sim pela profundidade mítica. Sim, porque ele nem é tão complicado assim. Eu
    acho ele mais sério e as implicações de tudo que acontece mais épicas. Mas ele
    é bem simples.
    Apesar de que tudo parece maior e às vezes muito mais perigoso. Continentes se
    dividem devido à violência de guerras. Céus e terra (Arda) são abalados.
    Personagens humanos, ou élficos, fazem frente aos “quase” deuses, abraços Kratos, Ghost os Sparta…
    Até a mitologia teológica do Silma, (para os íntimos) é muito bonita.
    Foi comentado sobre a permissividade do Único e esta é uma questão simples e
    complexa ao mesmo tempo. Sem permissividade, não existiria a história de
    nenhuma forma. Tudo seria um contínuo ponto parado no vácuo sem nada que o
    movimente para lados distintos. Matematicamente falando, não existiriam dois
    pontos diferentes no universo sem divergência. Ou seja dois pontos em
    divergência são dois pontos com diferenças de movimento ou posição. Sem dois
    pontos diferentes não exite nem mesmo uma reta, quanto mais um plano e quanto
    mais algo em 3D. Sem a opinião própria (divergência), seja de partículas sub atômicas, seja de opiniões tudo seria um ponto único e seria tudo o mesmo ponto.
    Não existiria nada em movimento, pois não existe um referencial de parado.
    Mesmo que este único ponto se movesse não seria possível determinar direção e
    nem velocidade. Antes da divergência existia o Único, O Ponto. E tudo é este
    ponto. Mas não existe nada além do Ponto. Sem a permissividade de Eru, não
    existiria o livre arbítrio e nem divergência alguma.
    E sem livre arbítrio, não existiria o mal e o ódio mas não existiria o próprio
    amor (fileos, amor entre dois). Portanto o segundo ponto criado, Melkor, se torna necessário para
    construir tudo. Mas, a maldade dele é um efeito colateral indesejado, só que é
    algo inevitável. Sem criar um ponto divergente, nada existiria. Mas com isso o mal
    irá existir eventualmente. Ao ler Ainulindaë (a musica dos einar) dá pra se
    ver exatamente isto acontecendo. E se Melkor fosse exatamente igual ao Eru, não
    existiria outro Eru, Seria o mesmo Eru. Não existiriam dois pontos
    divergentes considerando a sua onipresença isto já existiria de certa forma e não
    serviria como referencial para a criação. Melkor tem que ter os próprios pensamentos e com isso ele se afasta
    naturalmente de Eru se tornando lentamente em Morgoth. É importante notar que
    este caminho não é de forma alguma obrigatório, já que existem muitos outros
    Valar e Istari que não o trilharam. E esta é inclusive a mesma visão teológica judaico/cristã.

    Bom, chega de viajar né!

    • Rick,

      Obrigado por lembrar do Kratos! 😀 Que enfrentou os Deuses!

      Concordo plenamente que sem permissividade não haveria história. Pois, é essa contradição que alimenta o enredo principal do livro. Excelente ponto!

      Muito obrigado por todo o carinho, nobre amigo.

      Abraços.

  • Izabel

    Eu gostei do podcast e apesar de não ter lido Silmarillion, eu não fiquei perdida, porque foi bem informativo e dinâmico. Vocês estão de parabéns <3

    • Izabel,

      Fico feliz que esse programa tenha agradado a leitores e não leitores do Silmarillion.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • R.Santos

    Qual é a trilha tocada no hora da leitura dos trechos???

  • Victor Hugo Oliveira

    Gostei bastante do cast, o audiodrama inicial ficou MUITO bom, podia até ter tido mais =D. Sou conhecedor da obra do Tolkien de orelhada, pelos filmes e podcasts, e com certeza este foi o podcast que mais me animou a ler, inclusive de começar a ler por Silmarillion e seguir a ordem cronológica da história, a maior dificuldade para tal é só o investimento inicial de cara em pelo menos dois livros (Silmarillion e Contos Inacabados), mas coloquei aqui na listinha de aquisições.
    Estão de parabéns mesmo, o papo foi animado e muito informativo, valeu sem dúvida o cast centenário, quero ver o que vai rolar no cast 200 =). Só faltou perguntar para galera o personagem favorito da obra completa de Tolkien!
    Victor Hugo Oliveira, 23 anos, Rio de Janeiro, Eng. Metalúrgico e escritor wannabe(ou não)
    Lendo Mortal Engines vol. 2

    • Victor,

      À princípio, recomendo que leia O Silmarillion e Os Filhos de Húrin, pois foi essa a sequência de leitura que me sugeriram (ela está no post o CabulosoCast). Acho que a pergunta foi respondida indiretamente: o Spohr gosta dos personagens humanos, o Igor o Melkor e a Nilda é a interrogação.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Oi Victor

        Personagem preferido?
        Esta é bem difícil de responder
        Minha raça preferida são os Hobbits, e no Silmarillion gosto muito de uma humana chamada Haleth.
        Mas no geral, acho que o personagem que mais gosto mesmo, de toda obra, é o Sam Gamgi

        abraço

  • Rafael Garotti

    Primeiro CabulosoCast que ouço e gostei muito mesmo! Excelente! Ganharam mais um fã! Parabéns e continuem com ótimo trabalho! 🙂

    • Rafael,

      Seja bem vindo a família Cabulosa. Espero que goste dos demais episódios, antigos e que estão por vir.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Dinei Júnior

    Esqueceram de falar de um grupo de debatedores que defende até a morte que há a possibilidade de o Um Anel ser usado para o bem. Eu deixei de visitar o Valinor por quê em toda santa conversa que tinha alguém começava com essa conversa.

    ótimo cast.

    • Dinei,

      Verdade? Caramba! A obra do Tolkien é realmente cheia de polêmica entre os fãs.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Olá Dinei.

      Nunca ouvi ou li esta defesa do uso do Um Anel, mas não duvido que tenha gente que defenda esta idéia.
      Não é difícil refutar esta opinião, pois Boromir a defende no Conselho de Elrond, e é posição vencida, já que os sábios presentes sabiam do caráter maligno e corruptor que o Um Anel tinha.

      Mas é bem desgastante tentar convencer quem acredita em algo deste tipo…

      abraço

  • Bernadete Santos

    Olá pessoal!

    Em primeiro lugar, parabéns pela escolha do tema para comemorar o 100º episódio!

    Para mim, “O Silmarillion” foi uma espécie de ‘consolidação’ de minha paixão por Tolkien. Li a trilogia “O Senhor dos Anéis” logo depois de assistir ao primeiro filme (em 2001). Adorei a história! Pouco tempo depois “O Silmarillion” foi lançado no Brasil e aproveitei o embalo para comprá-lo também. E aí aconteceu a mágica: percebi que tudo se interligava, e que cada personagem, cada lugar, cada raça, cada detalhe na obra de Tolkien não era aleatório. Reconheci que não conseguiria simplesmente ler um ou outro de seus livros, mas sim gostaria de conhecer sua Obra. Sim! Sua Obra com “O” maiúsculo, pois tudo o que ele escreveu e criou faz parte de uma grande Obra única. Depois dessa descoberta, comecei a ler todos os seus livros lançados por aqui e cruzar referências entre eles. Me diverti (e me divirto até hoje) conhecendo cada Era da Terra Média. Foi uma fase de leitura marcante (literalmente, pois fiz uma tatuagem fofa de uma expressão élfica – almarë).

    Realmente fiquei feliz em ouvir um episódio com um tema pelo qual tenho tanto carinho!

    Um grande abraço!

    Bernadete Santos

    Bancária, Cuiabá/MT, 32 anos, lendo “O Iluminado (Stephen King) e decidindo se leio “Os Miseráveis” ou “O Conde de Monte Cristo” em seguida…

    • Bernadete,

      Serena também leu O Senhor dos Anéis após assistir ao 1º filme. Poderia nos mostrar uma foto desta sua tatuagem, fiquei curioso.

      Acho que é isso que está me maravilhando na leitura de O Silmarillion é perceber que a Obra do Tolkien (com O maiúsculo mesmo) possui uma unidade. E que é possível ver/ler em cada linha a paixão do seu criador.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Davi Dutra

    Sensacional esse #podcast100! Eu li Silmarillion logo após eu ler Senhor dos Anéis, mas dizendo já, para mim o melhor livro de Tolkien é Filhos de Húrin, um drama incrível, melhor que romeu e julieta de shakespeare… kkkk’
    Acho que vão gostar quando ler também e ali sim mostra oque é um dragão de verdade, mas voltando ao assunto, li o Silmarillion quando tinha 18 anos, e já tenho 22, preciso reler e por causa do podcast de vocês eu percebi isso…. Eh só uma perguntinha quem são os três personagens favoritos de vocês, deixo aqui os meus Feanor, Beren e Túrin o//

    • Davi,

      Como só li 5% do livro posso responder que Ilúvatar é um personagem incrível. Assim que concluir a leitura do livro dou-lhe uma resposta mais completa.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Venâncio

    Gostei de mais… Fugindo um pouco do assunto Lucien, qual o significado de cabuloso? Desculpe minha ignorância, mas encontrei vários significados pra essa palavra. Qual você tinha em mente quando nomeou seu podcast?

    • Venâncio,

      Na verdade, cara, a palavra Cabuloso, para não tem muita ligação com o significado, mas muito mais sobre o tom “nordestino” (que depois descobrimos que ela não possui :D). Contudo, se eu desse um chute seria também ligado ao fato de expressarmos nossas opiniões (gostem ou não) sendo assim pessoas Cabulosas.

      Não sei se me fiz entender.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Succ Kammiekazzie

    Ahh, Caramba, Putz, Putz, Putz!!!
    Sensacional, Incrível, Maravilhoso, Brilhante!
    Caras, amo vocês demais da conta… Que episódio foi esse? Que bonitinho o Spohr participando, amo esse guri (agora volta pro livro, Edu. E cuidado com a Annie Wilkes).
    Então, o pessoal já teceu todos os elogios para a obra de Tolkien e ele realmente merece, entretanto, fico me perguntando: Qual a extensão da obra de Robert E. Howard se ele chegasse aos 80 anos? Não quero criar polêmica, é apenas uma observação, eu também amo o Tolkien.

    Beijo pra todo mundo, ainda estou consertando minha vida turbulenta.

    PS: Guilherme ainda não terminou o livro? Como assim? Merece um puxão de orelha.
    PS2: Volto para iniciar a campanha: Cabuloso Cast A Torre Negra. Providencie os livros, seu Guilherme, você vai precisar.

    • Succ,

      Se você fosse indicar um livro do Conan para um CabulosoCast qual seria? Você sempre elogia tanto o Howard que fico curioso para começar a ler.

      A campanha continua.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Succ Kammiekazzie

        Bom, eu indicaria Conan, o Cimério (são dois volumes). São excelentes, vários contos do Howard, muitos bem famosos, ilustrações incríveis e tem umas anotações, observações sobre os contos, foda mesmo vale um Cabulosocast.
        Mas para quem não conhece muito da Era Hiboriana, recomendo que comecem pelos quadrinhos, de preferência A Espada Selvagem de Conan que além de tudo, tem ilustrações perfeitas, verdadeiras obras de artes (por isso não consigo gostar de mangá). Eu tenho uma coleção quase completa, falta alguns números graças aos empréstimos.
        além da ESC, existem vários títulos de Conan em quadrinhos: Conan Rei, Rei Conan, Conan, o Aventureiro, enfim, é Conan para todos os gostos… E Kull, Salomão Kane, Red Sonja e muitas outras criações de Howard que também são incríveis.
        Ahh, Howard e Lovecraft gostavam de trocar figurinhas.

        • Succ,

          Eu não sabia que eles trocavam cartas (acho que era a forma de contato dele).

          Adorei as indicações. Todas anotadas para uma pauta de 2015.

          Muito obrigado pelo comentário.

          Abraços.

  • Cara, esse episódio… Essa leitura… Perfeito! Não tenho mais que comentar. :*

    • Daniel,

      Pow, cara, fico muito feliz que você tenha gostado a ponto de não ter nada o que acrescentar. Valeu mesmo pela força.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Renato Aparecida

    Saudações literárias!
    É muito bom ver nossas expectativas alcançadas e superadas, e o CabulosoCast conseguiu isso.
    por isso digo: “CONTEMPLEM SEU PODCAST!!”

    • Renato,

      Fico imensamente satisfeito que você tenha curtido tanto o CabulosoCast.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Livia Santos

    Excelente podcast! Minha primeira vez por aqui, e confesso que vim atraída pela narração da Angélica e do Marcos do Cinemasmorra, que foi feita lindamente.

    Eu acho o Silmarillion o livro mais bonito de toda a obra do Tolkien, e sempre quando leio/escuto algo sobre a obra fico até emocionada. É um universo muito rico, e a criação dele é muito poética!

    A trilha do podcast ficou sensacional!!!!!

    Um grande abraço e parabéns pelo excelente trabalho!
    Lívia.

    • Lívia,

      Sem sombra de dúvida o CabulosoCast não seria o mesmo sem a incrível narração da Angélica e do Marcos.

      Você conseguiu a melhor definição para o Silmarillion: ele é um livro bonito. É assim que vejo, um belíssima obra.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Parabéns à equipe do Cabuloso Cast por mais um episodio, e que continuem evoluindo e melhorando a cada semana.
    Me chamo Klaus, sou dono da Frutta Mesmo Picolés Naturais, ( fruttamesmo.com.br) e trabalho ouvindo os programas passados e presentes deste sincero e descontraído podcast.
    Tenho 37 anos e sou de Sobradinho (DF). Isto é, moro atualmente em Sobradinho, mas na realidade já morei em tantas cidades e países que é melhor nem começar a contar.
    Gostaria de levantar uma questão que sempre me incomodou no mundo de Tolkien. Colocarei os pontos e depois ilustrarei meu ponto de vista para cada um deles.

    Silmarillion

    Acho que é uma obra muito bem feita, mesmo se ao meu ver tediosa. Fico no entanto encantado com os Valar, seu canto, sua profundidade. Tolkien foi sem duvida um grande linguista e um estudioso sem igual no seu tempo. Com certeza foi uma grande mente. Não obstante eu atribuo a ele alguns furos que honestamente falando, não consigo entender como alguém com tamanha capacidade e imaginação, deixou passar coisas tão importantes, comportamentos tão bizarros para algumas de suas criaturas.
    Vou me explicar melhor

    No Silmarillion não vejo la grandes erros, acho que a parte o tédio que a obra evoca que pode ser comparada somente a sua beleza, acho que está bem escrita.
    No Hobbit, apesar de saber que a obra começou como literatura infantil e lentamente foi evoluindo, considerando as versões feitas e refeitas por seu autor, ainda tem alguns pontos nada claros e um ponto que para mim era um furo no enredo, mas que recentemente eu quis acreditar que havia sido deixado por uma razão.
    No Hobbit, posso até ignorar a fraca motivação dos personagens em sair em busca do ouro, enriquecer, ou reconquistar suas origens na montanha. Afinal são anões, e é o que se espera de personagens com as características que eles possuem. Mas o lance todo do Gandalf precisar especificadamente do Bilbo, e posso até entender a descendência das fadas e etc… Mas não é possível que o mago não tenha sacado que era o Um anel que tinha dado ao Bilbo a sua “coragem”. E tem a questao dos tempos entre uma aventura e outra. São muito espaçadas. Entre o Hobbit e o Senhor dos Aneis, passam-se 60 anos, e o que fez o mago? Fumou maconha esse tempo todo? Deve ser por isso que Gandalf adora o fumo da Quarta Sul ali do Condado. So pode ser.
    E a todo momento, tanto no livro, quanto no filme, ele da dicas que sabe bem do Gollum e do real motivo dele seguir a Fraternidade do Anel. Ele quer o Um. Obvio. Mas esse lance todo dele estar atrás de Bilbo, e depois de Frodo, é antigo. Vai me dizer que ele não sabia do Um antes?
    E Galandriel? Que tem poderes ultra fenomenais, invade a mente das pessoas, conversa em telepatia com quem desejar… Vai me dizer que ela não sabia do Um? De seu paradeiro? De sua real condição?
    São furos como este que me deixam insatisfeito com a obra do grande, fantástico Tolkien. Não me entendam mal. É verdade que estou criticando a obra desse grande ser humano. Mas é também verdade que eu reconheço seu trabalho esplendido. So me surpreendo de como alguém tão inteligente deixa furos assim.
    Podemos até teorizar de que, sendo o Gandal quem era, uma mini divindade que ao vir para a Terra Media teve seu poder diminuído, ele poderia até saber o teor das canções dos Valar e saber o que viria no futuro. E por isso sabia de Bilbo e da papagaiada toda do anel. Mas de que adianta saber se nada pode fazer para melhorar?
    Vou especificar

    O negromante vai e vem, convoca os orcs como e quantos quer. E nada dos elfos se mexerem ou dos magos pra tomar uma atitude.
    Na Guerra do Anel, quando Isildur pegou o pedaço de espada e arrancou o dedo de Sauron fora e decepou o poder do Um. Depois o general élfico, Elrond o guia até a montanha para destruir o anel. O elfo simplesmente permite que o humano pegue o anel e saia andando. Fala serio! O que qualquer um naquela situação faria? Se o general aliado te traiu, e você está sozinho com ele num lugar distante, e ele desarmado e você com uma espada em mãos… O que você faria?
    Eu o deceparia ali mesmo e jogaria o anel na lava. Se me perguntassem o que houve, eu diria que um Troll tinha feito o serviço e que eu empurrei o Troll com anel e tudo pra dentro da lava. E me livraria na própria lava do cadáver de Isildur, dizendo que o Troll o tinha arrastado com ele na queda, numa tentativa de salvar a própria vida. Eu seria herói, e Isildor teria permanecido com sua honra intacta, e morrido como um grande rei dos homens. Todo mundo contente no final.
    E ai vocês me dizem: mas então não haveria o que contar!
    Pois é. Teria terminado ali. Que nem a questão das águias que poderiam ter feito o serviço no lugar de Frodo, ou até mesmo com ele. Se existem falhas na trama, elimine-as Sr Tolkien!
    Mude a parte do Elrond e Isildur na montanha. Mate as águias antes de Frodo nascer. Mas por favor, não insulte nem minha imaginação e nem minha inteligência.

    Bom essencialmente era isso. Agora joguem as pedras.

    • Klauss,

      Infelizmente não sou capaz de responder a suas perguntas, talvez que o fato do Ganfalf não fazer nada sobre o Um anel no Hobbit é que Tolkien nem imaginava que sua obra teria uma continuação e como o Igor disse ele não teve tempo para reescrevê-la.

      Quanto as demais vou passar para o Igor e a Nilda ver o que eles acham.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Lucien como sempre exagerando nas coisas que eu falo. Nunca disse que o Silmarillion foi o livro mais chato que já li, mas foi sim um livro difícil. Não sei se é porque eu li em uma tacada só e seria melhor ler com pausas, mas eu fiquei um pouco traumatizada e meio que me sinto culpada por isso, porque gostei de todos os outros livros de Tolkien que li e gostei bastante. O último que li foi Os Filhos de Húrin, que tem um resumo no Silmarillion e gostei muito (tem até resenha). Quero reler Silmarillion um dia com calma.
    Bem, só vim me defender 😀

  • Daniel Franco

    Muito obrigado pelo podcast, gostei por vários motivos:
    bom ritmo, condução da pauta, audio nivelado, profundidade no assunto, cortesia entre os convidados, bem humorado sem ser babaca, um capítulo muito bem cuidado e feito com esmero.

    Continuem assim.

    • Daniel,

      É importantíssimo saber que agradamos tanto um ouvinte tão fã de Tolkien. Obrigado pelos elogios.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Francesca Abreu

    Ouvindo, finalmente…
    porque a Terra média é do caraíííííí…

    e essa equipe do episódio 100 é TOP…
    vamos ao cast

  • Viviane Antonio

    Eu estou lendo por nível de dificuldade: O Hobbit, O Senhor dos Aneis, etc. Espero com isso estar preparada para ler o Silmarillion.
    Muito interessante o podcast, divertido, informativo, enfim tudo de bom!

    • Lucien o Bibliotecário

      Viviane,

      Acho muito válida a sua ordem de leitura. Acredito que cada leitor deva ler no seu ritmo.

      Obrigado por ouvir e por comentar.

      Abraços.

  • E-brain!

    Desde que esse cast saiu,eu o escuto tipo uma vez por mês. Tenho o livro e estou esmiuçando parte por parte. O mais legal é que na trilogia dos filmes do Senhor dos Anéis tem muitas referências,assim como na trilogia do Hobbit, a medida que vou lendo vou percebendo os detalhes. E esses audios dramas são o melhor. Parabéns a todos vocês por isso. Detalhe: essa ouvi este cast 4 vezes! Um grande abraço!

  • Thiago Veiga De Jesus Da Silva

    ‘A música dos Ainur’ é claramente pré Gênesis e Gênesis. Muito bom
    Podcast