CabulosoCast #96 – Os vapores do Steampunk

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vitrine-cabulosocast-96-960Olá  Cabuloso, sejam bem-vindos a mais um CabulosoCast e neste capítulo, Lucien o Bibliotecário, Carlos Relva, Charles Dias e Paulo Elache recebem Igor Rodrigues para falar um subgênero da ficção científica o Steampunk. Hoje você saberá a origem do Steampunk, seus principais escritor e a influência da literatura do vapor na cultura pop. Coloque mais carvão na fornalha, pois o expresso Cabuloso está para zarpar! Bom episódio para vocês.

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  • Ezequias Campos

    Excelente tema.
    Perdi a frescura depois de Mortal Engines.

    • Ezequias,

      Aguardo seu comentário então. 😀

      Abraços.

      • Onihime

        Não tem nada a ver com o assunto, mas depois de ouvir o episodio de aniversário, baixei novamente o episodio sobre Death Note, Lucien eu gostei do podcast, axei ele muito bom de verdade.

        • Onihime,

          É apenas uma opinião pessoal. Comparado aos outros não considero o melhor.

          Obrigado pelo comentário.

          Abraços.

    • Primeiro o Lucien e agora você, Ezequias? Tenho que ler esse livro!!! 🙂

  • Daniel Monteiro, 26 anos, administrador e escritor, Minas Gerais, lendo Frankenstein.

    Excelente podcast, achei bastante informativo, como já é de praxe nos episódios cabulosos que trazem um gênero literário como tema. Confesso que gosto mais do steampunk pela sua ambientação aventuresca e pelo impacto visual, mas não descarto que uma história consiga se destacar pelo embasamento científico da era do vapor no seu enredo. Anotei alguns exemplos e acho que vou, no mínimo, dar uma olhada mais afundo para ver se entra na minha gloriosa lista de leitura. Lucien acertou em cheio no final do podcast, steampunk tem muita variedade, tem que ter um gosto muito específico – ser bem cabeça dura – para não gostar de nada no gênero.

    Fecho o comentário fazendo uma indicação de uma animação absolutamente fenomenal, uma das raras animações que me fizeram chorar após ter passado dos 20 anos (não tem Shrek nem frozen que se iguale aos clássicos Disney): ∀ Gundam.
    Essa animação combina magistralmente o clima de descoberta além dos horizontes, experimentação científica, visual da era vitoriana, e entrega um produto final espetacular. Me serviu de inspiração para um dos meus livros, inclusive. Vou deixar o link de um clipe curto só para mostrar como ficou realmente lindo o trabalho dos japas:
    http://www.youtube.com/watch?v=7t661DztOJQ

    • Daniel,

      Eu não conhecia esta animação apesar do traço me soar familiar. Valeu pelo link, vou procurar para ontem, pois como percebeu sou fã do Steam.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Lucien, vi no segundo semestre de 2012, infelizmente só achei em inglês. Vale a pena dar uma olhada se já legendaram em português, pq se tiver disponível eu recomendo bastante.

        • Daniel,

          Vou procurar sim. Fiquei maluco para assistir. Diante de tantas coisas para ler, assistir a uma animação de qualidade me faz bem.

          Muito obrigado pela recomendação.

          Abraços.

    • Excelente clipe, Daniel! Gundam e era vitoriana??? Cara, quando penso em Gundam só me vem a mente robôs gigantes! Fiquei muito curioso e vou correr atrás de Turn a Gundam. Obrigado pela dica!

      • Por nada, Carlos.
        De fato, essa série destoa um pouco dos outros Gundam, mas os robôs ainda marcam presença. Essa série específica se passa num futuro distante, quando o uso da tecnologia já ocasionou a destruição mundial há bastante tempo. A raça humana ressurge repetindo a história, e conhecemos este período equivalente ao período vitoriano “normal”. Como após a guerra global alguns bunkers resistiram à passagem do tempo, algumas máquinas e robôs permaneceram armazenados e intactos, como fósseis enterrados.

        Lembro que após a metade do seriado, o enredo puxa mais para a ficção científica e de certa forma perde o charme histórico, mas mesmo assim indico a todos, gostem de animes ou não.

        • Daniel,

          Agora pensando… a série Gundam sempre teve esse ar vitoriano, mesmo que longe do Steam, pois os conceitos tecnológicos são os mais avançados, contudo as roupas, moradias, até a forma de cortejar é bem vitoriana mesmo. Putz! Adorei a reflexão.

          Abraços.

        • Daniel, os filmes “Earth Light” e “Moonlight Butterfly” são compilações da série Turn a Gundam? Eu os encontrei legendados.

          • Sim, são compilações da série. A mente por trás de Turn A Gundam é conhecido por fazer animações anuais (50 eps) e tempos depois criar filmes de compilação; geralmente fica bom, mas não neste caso. Nessa série eu não recomendo assistir os filmes, pois a supressão de muitos eventos e episódios torna a narrativa MUITO confusa. Coisa de você não entender nada, de onde veio nem para onde foi. Eu diria que serve para quem quer relembrar o anime sem ter que assistir tudo novamente, porque os filmes mostram as passagens mais emblemáticas, mas não é um bom jeito de conhecer a história nos pormenores.
            Em todo caso, a melhor maneira de saber é assistindo. Pelo menos o Earth Light, quando eu terminei de assistir, tive que buscar a série animada, pq o final foi MUITO BOM, e eu quis saber como diabos era a história sem furos.

  • Paulo Teixeira

    Como fã do tema, te odeio por motivos obvios Lucien, e já considero o cast ótimo por motivos mais obvios ainda. Vamouvir =)

    • Hehehe, que comentário ESTRANHO! Um grande abraço, Paulo!

  • Renato

    Saudações seus cabulosos

    Meu primeiro contato com o termo Steampunk foi a coletânea da Editora Draco, o Vaporpunk, que um amigo me recomendou, ele me falou de todos esses Punks (Steam, Diesel, Atom, Bio, Info, Solar etc.) como derivações do Cyberpunk e sempre os vi assim.

    Comecei a ler o Baronato de Shoah e infelizmente não terminei, ficou em Recife quando me mudei para São Paulo, pelo pouco que me lembro é um mundo fictício com uma atmosfera vitoriana e as máquinas a vapor têm algo místico envolvido no seu funcionamento.

    Eu gosto da atmosfera vitoriana, ignorando suas mazelas sociais obviamente, para quem curte RPG existe um cenário chamado Castelo Falkenstein, com uma pegada bem Steampunk, mas também com magia e seres mágicos envolvidos. Trata-se de uma Terra Alternativa onde a magia, as fadas, os anões e os dragões fazem parte da sociedade humana, como mulheres humanas podem ser usuárias de magia tão poderosas quanto os homens e damas feéricas e dragoas são adversárias mortais, ninguém é louco de ser machista nessa sociedade, e a presença dos anões fez com que a revolução industrial alcançasse os níveis tecnológicos típicos do steampunk.

    Renato, 33 anos, Agente Técnico Administrativo, São Paulo-SP, lendo A Marca de Athena

    • Renato,

      Não conhecia o Castelo Falkenstein achei o universo interessantíssimo. Vou procurar saber mais sobre esse RPG. Infelizmente para evitar o episódio muito longo não pudemos falar de outras mídias, mas desde já agradeço a indicação.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Cara, finalmente conheci alguém que jogou Falkenstein! Hi 5!

    • Quando fiz minha pesquisa para escrever “Franksteam & Electrônia” encontrei muitos artigos sobre esse RPG. Parece ser realmente muito bom!

  • Muito bom
    Excelente participações de Carlos Relva, Paulo Elache e Igor Rodrigues (principalmente ao questionar o contexto dado a era vitoriana).
    Às vezes tenho a impressão que as pessoas tem dificuldade de relacionar as obras que consomem com a sociedade e o período histórico em que foram feitas.
    Gosto quando o CabuloCast faz esse tipo de abordagem, ou trata temas como este, sempre aprendo algo novo, ou obtenho alguma referência para pesquisar.
    A edição ficou boa também.

    • Ivan,

      Fico feliz que tenhas gostado da edição.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Obrigado, Ivan! E eu também achei a edição do CabulosoCast excelente! O Lucien está mandando muito bem! Aliás, como fazia tempo que eu não participava das gravações, também percebi o quanto o Lucien evoluiu como Host. O Bibliotecário está de parabéns!

  • Eriton

    Adorei o cast, desde que descobri steampunk virei fã e esse programa me ajudou a saber mais coisas sobre esse tema que tanto me agrada, vou guardar as indicações de livro e meu bolso vai sofrer por isso…
    Falou Cabulosostaff o/ valeu pelo ótimo cast.
    Eriton Araujo, 17 anos, Estudante de Física – Bacharelado ( Agora de recesso, ou seja, ex-escravo por pouco tempo), Goiana/ Recife – PE , Lendo “Até mais e obrigado pelos peixes” Douglas Adams(Acabo de ler os outros três volumes da série ) e vou ler Praticamente Inofensiva (Mesmo autor) e Hemlock Grove (Brian Mcgreevy)

    • Eriton,

      Todos os livros citados estão linkados no post, caso esqueça algum é só vir consultar. Mesmo aqueles que não estão disponíveis via Livraria Cultura ou Submarino coloquei outras opções para outras livrarias ou sebos.

      Muito obrigado pelo comentário e saiba que fiquei surpreso em saber que você gostava de Steampunk.

      OBS.: Aproveite o recesso.

      Abraços.

    • Valeu, Eriton! E você está lendo coisa boa, hein? 🙂

  • Bom dia Cabulosos!

    Ótimo programa! Bem legal mesmo! Várias dicas de leitura!
    Confesso que não li muito desse gênero, os desses gêneros, mas é uma temática e estética que me agradam muito.
    Só acho que é preciso não se apegar demais a tantas subdivisões de gêneros, que são nada mais do que artifícios para atender a necessidade obsessiva tipicamente humana de classificar tudo que vê. São úteis sim, mas no meu ponto de vista não vale a pena criar cabelos brancos por causa deles.
    Gostaria de citar um exemplo que transcende todos os rótulos. A Torre Negra, de Stephen King.
    Temos sci-fi, terror, fantasia medieval, tudo junto e misturado numa obra de impossível classificação. Que tem, alias, um outa clima SteamPunk, principalmente quando envolve a locomotiva e tudo mais.

    Grande abraço!
    Lucas Ferraz, 25 anos, Consultor de TI de Sorocaba, SP, lendo O Que Deu Pra Fazer em Matéria de História de Amor de Elvira Vigna.

    • Lucas,

      Sem sombra de dúvida a necessidade de saber o que é Steampunk e o que não é Steampunk, se hoje temos Steampunk ou não é uma preocupação desnecessária para os leitores. Sou do time do Paulo, antes de tudo leiam e ponto. Gostou de Dieselpunk, leiam, gostou de Steampunk leiam. Não importa o resto.

      O foco do programa, claro, era mostrar os subgênero e suas variantes (ou derivações ou inspirações), mas o que importa mesmo é que as pessoas leiam.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Lucien, pra mim não é desnecessário, eu gosto de saber principalmente as inspirações, o que leva a cada classificação, as inspirações de épocas e tecnologias e tudo mais. Só acho que a partir de certo ponto perde um pouco o sentido ter tantas subdivisões, sendo que o que muda é a tecnologia em us ou coisa parecida. Chega ao cumulo de ter NaziPunk. Ou seja, na verdade é fantasia em universos paralelo qualquer.
        Mas curti muito saber das influências vitorianas e tal com mais detalhes, foi muito informativo o programa, além das dicas de leitura. Valeu!

        • Lucas,

          O conhecimento das subdivisões são importantes, pelo menos para mim, para que possamos saber que eles existem. Dá mesma forma que a Draco lançou duas coletâneas de contos intituladas Dieselpunk e Solarpunk, acho válido que os outros nomes e seus respectivos conceitos sejam conhecidos, pois vai lá que alguém aqui no Brasil lança um Nazipunk e a pessoa ficar se perguntando: “O que diabos é isso?”

          Muito obrigado pelo comentário.

          Abraços.

    • É a “desgraceira” que comentei no programa, Lucas. O Steampunk tornou-se desnecessariamente o carro-chefe de um monte de “punks”, quando na verdade tudo deveria ser considerado realidade alternativa. E concordo com você: isso tudo é a necessidade humana de classificar as coisas, que vem desde Aristóteles (para não dizermos de Platão). 🙂

      • Pois é Carlos! Entendo que o “Punk” veio do CyberPunk e tudo, mas como começaram a surgir tantas coisas, que se coloque tudo no bolo de, sei lá, Punk Fiction de uma vez. Defina-se como ficção passada em universo paralelo com foco em alguma tecnologia do momento e com personagens caracterizados por atitude e vestimentas Punk, seja lá o que isso quer dizer. Fui longe né? Hahahaha

  • Augusto Tenório

    Esperando ter um pouco de tempo para ouvir os 4 últimos CC…

  • Alvaro Rodrigues

    Alvaro Rodrigues, 27 anos, desenhista da engenharia de produto automotivo, Rio de Janeiro, lendo O Punho de Deus (Frederick Forsyth).

    Senhores, parabéns pelo episódio! A escolha dos participantes foi excelente, todos visivelmente apaixonados pelo tema, trazendo não somente ótimas explicações e indicações, mas um sentimento de que o episódio foi muito curto para a quantidade de coisas boas que ainda poderiam ser abordadas. Essa sensação de sempre haver algo novo a ser explorado é a força motriz da ficção especulativa. Sensação bonita, épica, feito para quem sonha e sonha grande, trazendo, por exemplo, personagens históricos do século XIX mesclados a caricatos personagens fictícios, pequenas e grandes invenções com suas pequenas e grandes engrenagens, clima vitoriano (ou não) e musicalidade peculiar.

    Não é por menos que grandes autores tiveram influências com o gênero, como: Arthur Conan Doyle, H.G.Wells, Charles Dickens, dentre outros.
    Seguem as influências (eu disse “influência” apenas, hem… rs) em outras mídias:

    – Roteiristas de HQs influenciados: Mike Mignola, Warren Ellis, Stevens Sanders, Dave Stevens

    – Filmes influenciados: As Loucas Aventuras de James West, De Volta Para O Futuro III, Sucker Punch – Mundo Surreal, The Rocketeer, A Liga Extraordinária, Van Helsing, a animação 9 – A Salvação, o anime Full Metal Alchemist.

    – Jogos influenciados: a série Bioshock, Final Fantasy VI (Dirge of Cerberus), o jogo indie de naves Jamestown, Machinarium, The Gene Machine, série Wild Arms, e até o Epic Mickey da Disney.

    – Música: Melhor ouvir que explicar:
    Abney Park
    https://www.youtube.com/watch?v=YPH1OoTobtk&list=RDYPH1OoTobtk

    The Clockwork Dolls
    https://www.youtube.com/watch?v=ULzDJTo1zNw&list=PLH76iaNcfeA4GeaYEGIvFxQUJDY3eN-1k

    No mais, parabenizo o Lucien novamente, por mais este episódio bem editado e mais do que o assunto, pelo bom humor dos convidados Carlos Relva, Charles Dias, Paulo Elache e Igor Rodrigues.
    E vivam as mocinhas bonitas de corset apertado! Ops…

    Forte abraço!

    • Álvaro,

      Achei excelente a sua lista de elementos da cultura pop que possui a “influência” Steampunk. Infelizmente o episódio poderia ter abordado essa vertente não-literária, contudo devido ao tempo o CabulosoCast ficou concisamente literário, mesmo assim achei sua lista mais que válida.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Obrigado, Alvaro! Eu não tinha participado de nenhuma discussão sobre Steampunk e a gravação me deixou mais apaixonado sobre o assunto. E nem comentamos no programa sobre o PodEspecular que trata do gênero ( http://podespecular.com.br/podcast/archives/131 ), mas que infelizmente não participei.
      E também achei excelente sua lista! Aliás, sobre músicas Steampunk, eu já curto a banda Abney Park há um tempinho, principalmente o álbum “Ancient World” de 2012. Desse álbum eu destaco “Steampunk Revolution”, “Ragtime Punk” e, especialmente, “Can’t Talk About It”, que apesar de não ser muito Steampunk é linda!
      Agora vou pesquisar sobre a banda “The Clockwork Dolls”. 🙂
      Um grande abraço!

  • Nando Moraes

    Sei que esse podcast eh antigo, mas tenho umas considerações:

    – Não colocaste outros livros comentados como “Boneshaker” da Cherie Priest (que até o Igor falou da edição da falecida editora brasileira Underword)

    – Não colocaram também a serie Leviatã (Scott Westfield) que sai aqui pela Galera Record e foi comentado bastante no pod.

    Falando em Leviatã, queria entender:
    Ele não seria então um dieselpunk??

    • Lucien o Bibliotecário

      Nando,

      Não colocaste? Onde não entendi?

      Não li a série Leviatã, mas vou perguntar para o Paulo Elache e pedir para ele vir aqui e dizer.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Nando Moraes

        Não, esquece o Leviatã tá ali descrito. Perdão.

  • Bem legal! Só faltou chamarem ao menos uma menina para debater e indicar obras de mulheres também, como Zoë Archer, Meljean Brook, Gail Carriger, Beth Cato, Shelley Adina… 🙂

  • Isabela O.

    Eu meio que fico irritada com essas coisas de colocar punk em tudo e criar vários gêneros e sub-gêneros… Sério, já perdeu até o sentido colocar punk nos nomes. Esses gêneros sinceramente não me atraem muito, só cyberpunk e steampunk, mas os outros só me parecem interessantes pelos cenários, figurinos, caracterizações e tal. Não acho que as histórias sejam tão boas quanto as de Cyberpunk e Steampunk.