CabulosoCast #86 – O livro é bom, mas o filme… hum!

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Olá Cabulosos! Sejam bem-vindos a mais um CabulosoCast e neste programa Lucien o Bibliotecário (@lucienobiblio10), Priscilla Rúbia e Domenica Mendes recebem do LivroCast, Marcelo Zaniolo (@celo_zaniolo), para falar das adaptações literárias que detestaram. E ai, qual o livro que você ama que teve uma adaptação decepcionante? Quer saber quais são os traumas cinematográficos dos participantes deste programa? Então fique e ouça! Bom episódio para vocês!

  • Vitrine: André Wallace do Coffeunlocked

Atenção!!!

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  • Ótimo episódio!
    Gostaria de dar meu suporte ao Marcelo, que foi escrachado em sua opinião sobre o Hobbit, e dar minha opinião sobre essa bomba, que, como fã de Tolkien, me dá raiva de lembrar até agora.
    Primeiro, não acho que o problema resida na produção ser feita em 3 filmes, e justifico. O Senhor dos anéis tem 1200 páginas, sendo 1000 de história e 200 de apêndices. Considerando que houve grandes cortes, notavelmente toda parte de Tom Bombadil e o final, como a parte de Ithilien, o Expurgo do Condado e tudo mais, além de diversas outras cenas menores, consideremos que a adaptação deve cobrir de 600 a no máximo 700 páginas de texto. Aproximadamente o dobro de texto do Hobbit. Levando em conta que o Hobbit é muito mais superficial, com cenas que passam muito rapidamente sem descrições detalhadas, podemos dizer que o SdA tem o dobre de detalhamento do que ele. Assim sendo, eles seriam equivalentes em termo de adaptação.
    Em resumo, tem cenas de 10 páginas que sem bem feitas podem render de 15 a 20 minutos tranquilamente, sem invencionismo e sub-criação exagerada. Após essa pequena defesa do formato, pois acredito que dava pra fazer três filmes bons se bem feitos, vou descer o pau no pior filme que vi na vida, A Desolação de Smaug:

    O Senhor dos Anéis teve ajustes e alterações na adaptação e pois mais que alguns sejam incômodos não estragam o todo. O Hobbit parte 2, teve seu espaço muito mal utilizado e fizeram coisas indescritíveis com a história.
    Por onde começar?

    – Arkenstone. No filme a jóia ganha uma conotação que nunca teve na mitologia de Tolkien. Nos livros ela é simplesmente uma jóia fabulosa que foi encontrada em Erebor e era um tesouro do Rei. Ponto final. No filme virou um item super especial que quem possuísse governaria os sete povos dos anões. Sete povos que eu creio alguns nem existiam mais na terceira era.
    – Azog, que não dei muita bola no primeiro filme, começou a virar um pé no saco. Por culpa dele a passagem com Beorn foi mal escrita, mal feita, e muito ruim, além de extremamente curta. Beorn merecia muito mais tempo e destaque no filme.
    – Legolas. Aparição dele na captura dos anões e prisão e tudo mais é muito boa. Completamente plausível apesar de ele não estar nos livros. A partir do momento da fuga nos barris torna-se simplesmente ridícula. Primeiro que orcs atacam, o que já é uma bosta. Ai ele vira super Legolas de novo, surfando barris loucamente, matando todo mundo. A parte em que ele vai pra Esgaroth prefiro nem comentar.
    – Tauriel é iinútil mas poderia passar de boa se não fosse a mesma coisa que desgostei do Legolas de sair salvando o mundo. Além do mais, romancinho com Kili? Sério PJ?
    – Kili ferindo, quase morrendo, ficando pra trás em Esgaroth com outros três anões só pra justificar outra aparições da dupla élfica dinâmica.
    – Anões contrabandeados em Esgaroth por Bard? Ai já é pra zuar com minha cara, sério mesmo.
    – E aquela máquina maluca e a flecha negra do caramba? Precisava mesmo?
    – Ai vamos pra montanha solitária e o ponto alto do filme que é o perfeito diálogo de Bilbo e Smaug. A partir dai é diarréia no ventilador. Anões invadem loucamente antes dele sair, e lutam com ele. Thorin em pé no nariz de Smaug foi pra zoar de vez. Depois vão pras forjas e tentam derrotá-lo com fogo. Ah sim, faz sentido. A cena mais bizarra foi Smaug revestido de ouro voando e se chacoalhando que nem cachorro molhado.
    – A sequência de Sauron e Gandalf ficou muito bonita visualmente e legal, já que não há descrições desse embate, foi bem feito.
    – E o Bard que começa a ser caçado do nada depois de estar tudo bem entre ele e o senhor da Cidade? Incluindo a cena a la comédia de sessão da tarde do cara saindo do nada e passando o pé no Bard. Ridículo.

    Para mim o filme não se sustenta nem sem considerar o livro. Não verei o 3 no cinema nem de graça.

    Abraços!

    • Lucas,

      No livro, o Tolkien dá sim a ideia de que ela é pedra diferente das outras explicitei isso na resenha que fiz do livro.

      A Tauriel é um problema, pois perderam uma excelente oportunidade de fazer com que Legolas pudesse simpatizar com Anões, mas ela tá lá e isso simplesmente vai pelo buraco. #concordo

      Anões entrando na surdina é uma desculpa legal para eles entrarem na cidade, sem problemas.

      O embate de Sauron e Gandalf foi meio tosco, não? Parecia que o mago tinha tomado ácido.

      Ainda gosto do filme. 😀

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

      • Lucas Ferraz

        Grande Lucien!
        Algumas considerações. Sim, a Arkenstone era uma pedra especial, era o coração da montanha, tinha um brilho incrível e despertava a ganância em quem a via. Porém, não tinha papel determinante de qualquer natureza no governo dos anões. Eis a “falha”.
        O embate do Gandalf, mesmo os efeitos parecerem artificias e serem meio forçados, eu curti. Achei visualmente agradável.
        O fato que a Priscila citou do Gandalf descobrir Sauron no Hobbit mas no SdA ele não sabia e tal provavelmente se deve ao fato do PJ nem sonhar que filmaria o Hobbit um dia, mas como o fez, tinha que estabelecer essa ligação de maneira mais forte. Ou pelo menos sentiu que tinha.
        No livro do Hobbit ele é chamado apenas de Necromante, e Sauron nunca é citado, mas no SdA, quando o Tolkien decidiu colocar tudo aquilo na Terra-Média de sua mitologia mais antiga que viria a ser o Silmarillion, fica claro que os sábio sabiam disso quando o expulsaram da Dol Guldur, pois Gandalf havia entrado lá e descoberto.
        Sobre a balestra dos anões, apesar de ser mais factível, acho que tira um pouco da magia da história, de ter um arpão gigante estourando um buraco no dragão. A sutileza do livro, onde Bard faz uma simples flecha, com perícia única, penetrar num pequeno buraco de onde uma joia havia caído, o atingindo mortalmente, é muito mais poético, e dava para fazer uma cena animal. Imagina comigo, o dragão passa voando, o tordo conta pro Bard onde atirar, o Bard vê e quando ele da um rasante solta a flechinha normal. A camera segue a pequena flecha, até ela entrar no buraquinho de nada que só agora o espectador percebe com total clareza, e se aloja no coração do monstro. Animal! 😛
        Quanto a pessoas metendo o pau no SdA na época dos filmes, estejam certos que teve sim, nos fóruns Tolkienianos que participei desde aqueles tempos remotos, mais de uma década atrás! Apesar de ter poucos defeitos, tem algumas coisas bem incomodas para os fãs menos tolerantes, mas pra mim não chega a estragar o todo como aconteceu na Desolação.

        Abraços!

        • Lucas,

          Mas funciona para o filme o fato da Arkenstone ser algo a mais.

          Mas venhamos e convenhamos que o fato de Bard no livro do Tolkien – que é um livro aparentemente infantil – matar um dragão com uma fecha é uma coisa, já em um filme que é focado em um público mais “madura” não ficaria bom, certo?

          Bem, se teve gente que achou O Senhor dos Anéis ruim, então o que dizer de O Hobbit, certo?

          Acho o mais legal é que pudemos discutir isso de forma civilizada, coisa que algumas pessoas jamais conseguiriam. Apesar das críticas continuo gostando do filme.

          Obrigado pelo comentário, grande amigo.

          Abraços.

  • Estou por aqui novamente, Marcos Martins, de Jaboatão dos Guararapes (onde a pátria nasceu), 36 anos, faço bico como auxiliar administrativo, mas sou poeta e escritor.

    Lucien, mais um fabuloso CabulosoCasta no ar! Tema interessante que me fez recordar de quando fui assistir ao Senhor dos Anéis – a sociedade dos anel – e só depois li o livro. Sai do cinema louco para comprar o livro ( o comprei e o li). Um ano depois fui assistir a continuação, que era as Duas Torres, e cara, eu meio que pirei na sala de cinema, comecei a falar alto que certa cena, que nem lembro mais qual foi, não estava no livro e foi engraçado porque um amigo meu, que estava comigo no cinema, me mandava calar a boca e olhava de um lado para o outro, no escuro, com medo que as pessoas reclamassem com a gente ou nos expulsassem da sala.

    Outra coisa interessante foi eu ter assistido ao filme Clube da Luta e ter lido o livro depois. Cara, gostei mais do final do filme do que do livro, mas o livro é muito bom e curti a adaptação ao cinema. O interessante é que esses filmes e outros que assisti me fizeram querer ler os livros, no final sai ganhando.

    Acho que essa é uma discussão quase que sem fim, mas muito boa para se por a retoria em dia.

    Abraços literários em todos!

    Vida longa e próspera ao leitor cabuloso e ao CabulosoCast!

    • Marcos,

      Ouvi o LivroCast sobre o livro e eles comentaram a mesma coisa sobre o final quero muito ler os livros do autor de O Clube da Luta.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Succ Kammiekazzie

    Caras, o que mais me impressionou nesse CabulosoCast foi o contraste entre ele e o anterior. Se um deixou os ouvintes emocionados, transpirando pelos olhos, este último foi hilariante, nem deu pra ficar brava com o Zaniolo (Lucien, não assuste os convidados). Bom, na verdade ele só merece perdão porque acabei de achar um podcast sobre On the Road no LivroCast.
    uahauhauahauahua
    Olha, o meu maior trauma (nem vou falar das adaptações do King, que praticamente 95% são bizarras) foi As Brumas de Avalon. Gente que coisa horrorosa! O pior foi que eu comprei o vídeo, pois, na época não tinha a locadora favorita da Priscilla e na verdade nem sei que fim levou esse filme (se está com alguém, favor não me devolver).
    Eu tenho um guri de 6 anos que ama os filmes do Harry Potter e já me acostumei com eles, não os considero ruins. Aliás, ele é louco para ler os livros e acho que daqui há uns 2 anos ele conseguirá.
    Bom, poucas adaptações me agradaram, O Hobbit, O Senhor dos Anéis, Drácula de Bram Stoker, O Menino do Pijama Listrado estão entre elas.
    Beijo pra todo mundo!

    • Succ,

      A intenção era essa mesma, depois de fazê-la chorar, estava na hora de fazê-la rir. Obrigado por concordar comigo sobre o filme de O Hobbit. Eu achei As Brumas de Avalon meio blé! Mas ainda não li os livros.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Ingrid Santos

    Olá 😀
    Ingrid Santos, 23 anos, estudante. Estou lendo Dom Quixote e Psicose.

    Pessoalmente eu não gosto das adaptações de HP não, mas a que eu menos gosto é a Ordem da Fênix, acho que o livro é muito emocional, o Harry luta contra o Voldemort internamente e os sentimentos ruins dentro dele que são muito bem descritos no livro, mas fica impossível no filme.

    Eragon, até hoje eu não consegui ver inteiro.

    Recentemente eu li O Iluminado, e sinceramente, estou com medo de ver o filme… O livro é tão psicológico, o personagem do Jack sofre internamente, o hotel vai fazendo ele perder a cabeça devagar,e eu não sei se vão conseguir colocar isso em um filme, mesmo sendo um filme tão aplaudido.

    Como sempre, ótimo cast, muito divertido.

    Beijos 😀

    • Indrid,

      Depois que a Pri fez aquela apresentação de A Ordem da Fênix não tem como não querer ler o livro, né? Não assista Eragon, poupe seus olhos.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Laisa Couto

    Laisa Couto, 26 anos, designer, lendo O Vento Norte de Claudio Villa.

    Oi, Lucien, se tem uma adaptação que eu acho muito, mas MUITO RUIM é Eragon. Eu li o livro antes e quebrei a cara quando vi o filme no cinema, senti vergonha alheia. O ator protagonista sempre com aquela cara de paisagem, efeitos especiais nível paint (ta, exagerei) gostei da Saphira. E aquela “elfa” loira, a Arya, com cara de humana comum? E os cenários com aquelas pedras de plástico? Foi frustante. Jesus, Maria, José, o que foi aquilo…

    • Laísa,

      Eu não tinha reparado nas pedras de plástico. Acho que preciso rever (ou não!).

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Bem divertido esse episódio. Na verdade, não tem muitas adaptações em que li o livro primeiro, mas há um filme que vi depois de ter lido o livro e achei RUIM DEMAIS foi Memórias Póstumas de Brás Cubas (que o Lucien citou). Foi uma adaptação que não conseguiu captar a essência do texto. O Reginaldo Faria, que interpreta o velho Brás parece que está atuando com sono e a cena baseada no capítulo “Delírio” é triste!

    Posso ter cometido o mesmo erro de quem comentou sobre O Prisioneiro de Azkaban (não lembro se foi a Priscila ou a Domenica). Eu li Jogos Vorazes e Em Chamas depois de ter visto os filmes e quando fui ler a A Esperança acabei imaginando tudo como no cinema. Vamos ver se vou me decepcionar com o filme.

    • Joe,

      Então não irei assistir a adaptação de Memórias Póstumas, pronto! Obrigado!

      Espero gostar de Jogos Vorazes.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Guilherme B

    Apesar do livro ser sempre melhor que suas adaptações, os filmes do hobbit tem seus méritos:
    – Os anões no livro não são desenvolvidos, nem um pouco, sequer tem aparência diferente. No filme muita gente fica de mimimi dizendo que “ah mas tem anão que nem fala” blz, mas pelo menos eles tão ali, e cada um tem um visual único. No livro todos eles são iguais, soh muda a cor da capa e o thorin que eh o líder e o bombur que eh o gordo, soh isso.

    – A desculpa do filme eh bem mais elaborada e torna os anões mais heroicos numa busca pela terra natal, já no livro, eles ligam o foda-se! Eles querem SÓ o tesouro, tanto que a ideia inicial era chegar lá e usar o bilbo pra entra e sai da montanha e ir roubando o tesouro (muito retardado).

    – Trazer de volta, quinhentos personagens e cenas que fazem alusão ao senhor dos anéis só tem uma explicação = queremos ganhar dinheiro, então vamos encher de referencia pro publico civil e burro que nao tem ideia doque q eh esse filme, pra que eles pensem “olha o carinha do senhor dos aneis”.

    – No livro, a batalha dos cinco exércitos é descrita assim = começa a luta, o bilbo leva uma pedrada, desmaia, acorda e ai contam pra ele…”os anoes jovens e o thorin morreram, o Beorn apareceu aqui e matou o Bolg”…. Veremos oq peter jackson vai fazer com isso….

    • Guilherme,

      Só tenho uma coisa para dizer: MUITO OBRIGADO! É isso ai! O FILME DO HOBBIT é bom!

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Ana

    Ana Paula, 35 anos, Vancouver, no Canadá

    Pra começar, também não gostei do filme do Hobbit. Não li o livro ainda, apesar de tê-lo há muitos anos. Li O Senhor dos anéis. O filme do Hobbit, tentei ver duas vezes só o primeiro e dormi nas duas vezes. Não deu, gente. Lucien, deixa o Marcelo em paz! 🙂

    Pra comentar sobre a questão filmes versus livros. Eu tendo a preferir os livros também, porém em uma ocasião gostei mais do filme do que do livro. O diário da princesa, de Meg Cabot. Eu vi o filme primeiro e amo a Anne Hathaway como Mia. Mas a Mia do livro é uma pedante chaaaaaaaata de doer! Não curti.

    Algumas adaptações pra mim são tão boas como os livros, de formas diferentes. Talvez eu seja como a Domenica, que sabe diferenciar as duas mídias. Coraline, de Neil Gaiman, foi um que eu amei o livro e também a animação! Tem coisas diferentes no filme, mas a adaptação é sensacional também.

    Outro que eu curti foi Jogos Vorazes. Só peguei o livro por causa do filme. O que eu curti desse foi que os dois se complementam. O filme perde um pouco porque você não enxerga o que vai dentro da cabeça da protagonista, mas ainda assim achei muito bom.

    Pra finalizar, Lucien, tem como maneirar no linguajar? Percebo que você tem esse jeitão todo espontâneo, mas nesse episódio o excesso de palavrões me incomodou um pouco. Em um momento do episódio você advertiu um convidado dizendo que o Cabuloso Cast é um “podcast da família brasileira”, mas logo em seguida, você mesmo lascou uma infinidade de palavrões que, pra mim, foram desnecessários. Não me parece tão podcast de família assim.

    Foi mal, mas queria deixar minha opinião. Gosto muito do Cabuloso Cast, adoro as discussões, mas dessa vez eu realmente fiquei um pouco incomodada com o linguajar.

    • Ana,

      Deixo sim, o Marcelo em paz! 😀

      Se eu não me engano, Serena também gosta da adaptação de O Diário de uma Princesa.

      Ana, então você também tem o super poder de saber diferenciar as mídias. E sobre JV acho que concordamos um filme bom ou ruim acaba sendo uma ótima propaganda do livro.

      Sobre os palavrões, prometa maneirar. É que episódios com temas mais soltos gosto que a conversa fique mais à vontade, diferente dos temas mais sérios ou análise de obras. Contudo se você acho que eu exagerei, então prometo me conter da próxima vez.

      Muitíssimo obrigado pelo puxam de orelha!

      Abraços.

  • Alvaro Rodrigues

    Salve, cabulosos!
    Escrevo este comentário enquanto ouço o cast, esperando não ser redundante, então os farei direto das citações de cada participante e contrastá-las com as minhas próprias opiniões. A princípio, não concordo muito com a Priscilla quando a mesma afirma que a principal dificuldade, ao menos para ela, em se adaptar o personagem é retirar a empatia proporcionada pelos seus pensamentos. Acredito que a empatia possa ser caracterizada por uma boa atuação ou uma boa transposição/adaptação do roteiro. São mídias diferentes, eu não preciso que no meio do filme surja uma narração em primeira pessoa do personagem dizendo, por exemplo, que está com raiva de outro. No filme ou série, esse sentimento deve ser incorporado pelas expressões do ator, pode-se utilizar de recursos visuais, pode-se mudar a música ou seu tom, dentre outros recursos. Mas, para isso, toda a produção deve ser séria, conhecer e acreditar na obra (acho que está aqui a dificuldade). Fora isso, a empatia é particular. Um bom exemplo, e nem sei se falarão de The Walking Dead até o fim do programa, é a inserção de novos personagens, alteração de personalidade de outros e mortes que não seguem um cânone dos quadrinhos, e posteriormente dos livros. Esta mudança da obra dividiu os fãs, mas atendeu à sua premissa básica de entreter e atrair mais fãs ao universo dos quadrinhos, livros e jogos sem que precisássemos “ler a mente” dos personagens. Vale ressaltar que mudanças drásticas, por outro lado, afastam os fãs e não criam novos (vide Dragon Ball: Evolution).
    Até que o Marcelo afirma se tratar de mídias diferentes, finalizando com: “ver e imaginar são coisas diferentes”. Exatamente o que havia dito anteriormente. Deve-se ter outro olhar para as adaptações visto que cada um imagina e sente de forma diferente. Ninguém é igual. Assim sendo, fica claro que as adaptações por melhores que sejam NUNCA agradarão a todos.
    No geral, continuo concordando com o Lucien que nunca vi um filme melhor do que um livro, porém, alguns conseguem ser tão bons quanto, como O Poderoso Chefão, O Clube da Luta, etc.
    Concluindo meus achismos, concordo também com a Domenica em acreditar que as adaptações são sempre bem-vindas, se forem levadas a sério pelos artistas envolvidos (claro!), e diferenciá-los como mídias distintas (gostando de ambos, na maioria das vezes). É a sétima arte fazendo sonhos em realidade… Ou seriam pesadelos dependendo das expectativas?
    Repetindo-me, parabéns pelo excelente episódio, pela escolha de participantes, edição e pelo carinho, humor (ou raiva nesses episódios de terapia) que vocês tratam os assuntos.

    Até a próxima!

    Alvaro Rodrigues, 26 anos, Rio de Janeiro

    • Álvaro,

      O Poderoso Chefão é impressionante, tive a sorte de ler o livro antes de assistir ao filme e achei um filmaço.

      Sobre as adaptações é inegável que nunca teremos opiniões unânimes e esse episódio foi pautado nisso. Como falei, a necessidade de adaptar pode causar desavenças, mas pode causar alegria também.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Queridos,

    Um filme que assisti há muuuuuuuuuuito tempo e adorei na época foi Papillon. O filme era fantástico, com Steve McQueen e Dustin Hoffman… E isso ficou marcado na minha memória.

    Aí, depois de muitos anos, resolvi ler o livro… Fantástico Fantástico FANTÁSTICO!!!

    Depois disso, claro que resolvi rever o filme, né? Pois é… vi que no filme mesclaram vários personagens em um só. A trama foi extremamente reduzida… fiquei com raiva do filme.

    Destruiu as memórias que tinha do filme, mas, por outro lado, conheci uma obra que adorei!

    Aliás, não sei se já leram, mas PAPILLON é um livraço!

    Grandes abraços.

    aLx
    Os Comentadores

    • Alx,

      Vi recentemente numa livraria próxima da minha casa Papillon, mas pensei que sei lá, o filme representasse bem o livro, contudo já que você recomenda, logo vai para a lista infinita de leitura com méritos.

      Muito obrigado pelo comentário e pela indicação.

      Abraços.

  • Diego A. C. Alves

    Pessoal do CabulusoCast, eu sou muito fan de cinema como também um leitor muito frenético.

    Começando de Percy Jackson e o Ladrão de Raio. Putz foi uma coisa do outro mundo nunca não tinha lido o livro para começo de conversa quando saindo da sessão do filme. “Carai tenho que ler o livro”. Ganhei o livro de presente da minha noiva, com menos de 50 paginas lidas juro que gritei no meu quarto ao ponto de virem perguntar o que estava acontecendo. “O que porra e essa que fizeram com o Filme” tamanho foi o trauma. Depois de ler o primeiro livro devorei o resto da saga em menos de um mês a saga de livros e muito boa! Tirando o Livro Dois. A leitura e fácil excelente para sair de leituras mais densas a qual estou habituado. Com o Filme Mar de Monstros eu foi ver só pela curiosidade de o que eles iriam fazer com essa merda do tamanho do Godzila, vão jogar ela no ventilador ou vão colocar um pouco de bom ar na parada. Ainda bem que foi a segunda opção, porem a cagada do primeiro foi tão grande que era melhor fazer logo um Reboot e começar do zero do que investir com essa mesma franquia.

    Com relação a Harry Potter, gostei muito das adaptações ate o 4º Livro/Filme dai para frente a coisa desandou e não consegui sentir o mesmo que quando li os Livros. Resumindo não tenho Muita coisa a falar das adaptações do Harry Potter.

    Os Jogos do Exterminador: Não vi o Filme e nem li o livro.

    Abraham Lincoln Caçador de Vampiros: Só vi o filme o filme perdão da palavra “Cú”

    Eragon: Eu goste como adaptação, mas concordo com o Lucien os cortes de orçamento foi foda.

    Beowulf: Eu conheço a lenda então achei o Filme legal.

    Falando de Stephen King, não vejam de The Mist “O Nevoeiro” o Livro e muito foda como a maioria dos livros dele mas as adaptações. PQP parecem que tudo o que e produção independente faz adaptação dele vai tomar no (….) a exemplo de cemitério. Livro nota 10 arrepia ate o cabelo do dedo mindinho do pé esquerdo o filme PQP o que e aquilo meu deus acabaram com isso.

    Não vou continuar se não vou me prolongar muito, para mim uma adaptação boa e como o Senhor dos Anéis, Jogos Vorazes, O Poderoso Chefão etc eu quero apenas sentir o que sentir quando estou lendo o livro quero sentir que a alma do livro esta lá, não desconstruções como Percy, Eragon, The Mist, etc.

    • Diego,

      Eu gostei do 2º filme, pois não gostei do livro, mas acho que seria melhor, realmente, rebootarem logo.

      Lembro que Serena gostou de O nevoeiro, mas como ela não leu o livro então fica uma opinião pela metade.

      Achei legal sua teoria: um filme que tenha a alma do livro.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Augusto Tenorio

    Concordo com muito do que foi dito aqui, principalmente sobre o filme Eragon.
    Sobre HP
    Livro 1, 10, filme 8.
    Livro 2, 9, filme 9.
    Livro 3, 10, filme 9.
    Livro 4, 5 (atençao dada a morte de cedrico), filme 6 (idem).
    Livro 5, 7, filme 7.
    Livro 6, 3, filme 10.
    Livro 7, n quis ler, filme 10.

  • Augusto Tenório

    Vou defender Zaniolo:
    Assisti o filme de Gulliver e quase sempre assisto se estiver passando, simplesmente tire seu cérebro da cabeça e assista, passa.
    Sobre o Hobbit, também creio que não precise de 3 filmes de 3 horas. Sobre dormir no cinema, minha namorada dormiu no 2º filme (o óculos 3D ajudou a disfarçar).

    • Augusto,

      Um filme que precisa que você tire o cérebro para assistir não merece que eu queira assisti-lo.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Luiz Teodosio, 24 anos, estudante de Letras, RJ

    Só gostaria de comentar minha indignação pelo Lucien e os outros terem achado o primeiro filme uma merda. E olha que eu vi o filme sem ter lido o livro. E o quarto filme é meu preferido. Todos vocês estão loucos! 😛
    Tchau!

  • Filipe de Oliveira

    Cara esse host é um saco, não respeita a opinião dos outros não deixa os caras falarem.

  • Sabrina, 30 anos, Engenheira, Vila Velha- ES.
    Episodio muito bom ! Me diverti muito ouvindo.
    Um dos filmes que mais me incomoda, daqueles que te faz perder a fé da humanidade, e adaptação de o Guia do Mochileiro da Galaxia. Q P***** foi aquela?! Não acredito até hoje por que fizeram aquilo, o filme é muito ruim … muito mesmo. Acredito que o grande erro é tentar transformar o humor inglês em humor americano.
    Bem é isso ai. Abraços

    • Sabrina,

      Não li os livros do Guia e nem assisti ao filme, contudo vejo que são muitas as pessoas que o criticam.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Isabela O.

    Bom, primeiro eu vou definir o que EU acho que é uma adaptação ruim: Quando um filme não consegue passar o que está em um livro. Quando o livro, mesmo que não seja bem escrito, mesmo que a história não seja boa, é mais fácil de engolir do que o filme. Tem muitos livros que EU acho ruins, medíocres, descartáveis, mas quando vi a adaptação disse: O livro é melhor. Porém, muitas vezes o mesmo motivo que faz com que o filme seja uma adaptação ruim, também pode ser o mesmo que faça com que a adaptação seja melhor que o livro.

    As piores adaptações que eu já vi, foram na verdade filmes parodiando livros clássicos. Pois esses filmes NÃO podem ser considerados adaptações e sim paródias. Tipo, filmes que são reinterpretações de livros clássicos, tal livro na versão terror, tal livro na versão ficção científica, tal livro na versão ‘moderna’, tal livro com zumbis, dinossauros, dragões, vampiros lutando kung fu no espaço durante uma invasão alienígena e por ai vai.
    Amo Vinte mil léguas submarinas, e foi um milagre eu ter lido o livro, pois já tinha visto adaptações HORRÍVEIS desse livro. Quando li o livro, fiquei aliviada por ser BEM diferente dos filmes que eu já tinha assistido. O mesmo com A volta ao mundo em 80 dias, Viagem ao Centro da Terra, e vários outros de aventura.

    Eu tenho um caso de amor e ódio com a adaptação de Eu sou a lenda com o Will Smith. Eu AMAVA esse filme, adorava, idolatrava, chorava quando via. Aí eu li e o livro. E só conseguia pensar: Que porra de filme é aquele? Como fizeram aquilo com um livro tão bom? Mas mesmo assim eu continuo gostando do filme com o Will, apesar de ser ruim como adaptação, eu até acho ele bom D:

    E também tem o filme Comer, rezar, amar. Eu confesso que não acho o livro muito bom, mas antes de ler o livro, só ouvia falar do filme. Todo mundo massacrava o filme, dizia o quão horrível ele era e só vários anos depois de ter saído o filme eu decidi ler o livro. E gostei. Não é uma maravilha, uma super biografia com uma incrível história de vida. Mas é melhor que o filme, que foi muito chato. E quem só viu o filme deve achar que a Elizabeth Gilbert é uma fútil, mesquinha, chata e pau no cu, pois a Julia Roberts estava horrível nesse filme hahahaha.