CabulosoCast #63 – Alice no país das maravilhas

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vitrine 960 CC63Sim, leitores! Sejam muito bem-vindos a mais um CabulosoCast! E neste programa, em homenagem ao dia da criança, Lucien o Bibliotecário (@lucienobiblio10), Serena (@Serena_Cabulosa), do blog Palavras Prolíferas, Dany Bella e, do Homoliteratus, Vilto Reis (@ViltoReis) falarão sobre Alice no país das maravilhas de Lewis Carroll. Descubra quem é o autor, qual a inspiração para a criação de Alice, por que tanta loucura, por que tanto nonsense… e a final seria realmente este um livro infantil? Bom episódio para vocês.

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  • Augusto Tenório

    Luciã, reclama com a patroa. Por causa dela, só chegamos lá na bienal quase 19h.

  • Augusto Tenório

    Luciã, vê se a pronúncia é essa: CHARLES LÚTIVIDJ DÓGSÔN.

  • Augusto Tenório

    Rapaz, esse mundo do haxixe de alixe é muito loco.

    • Augusto,

      Muito louco mesmo, mas extremamente divertido.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Adorei o cast, foi muito interessante, confesso que nunca me interessei pela obra, pois nunca consegui assistir até o final a animação da Disney, achava a Alice muito chata e a história em si muito sem noção. Mas vocês me fizeram mudar de opinião e darei um voto de confiança 😀

    Ah, morria de rir toda vez que a musiquinha de Bob Marley tocava ao fundo kkkkk. Abraços!!

    • Brenda,

      Se você ficou interessada em ler a obra então cumprimos nossa tarefa.

      A música do Bob foi um toque.

      Abraços.

  • É sempre uma surpresa quando achamos que conhecemos algo com base em versões contadas por terceiros.

    O episódio 63 cumpre sua função como coelho branco, nos leva pelo verdadeiro caminho nonsense da obra de Carroll.

    Nunca curtí muito a animação da Disney e também não me amarrei no filme do Burton, talvez porque estes autores sempre quiseram que sua obra e vida se mesclassem.

    Ao mesmo tempo, sem ler o livro seguiria infinitas vezes (como cinéfilo) a garota da tatuagem do filme Matrix.

    Carroll foi o primeiro a verdadeiramente seguir o coelho branco, sendo assim um legítimo escritor de um clássico atemporal onde referências nunca deixarão de existir e versões jamais substituirão o que é original.

    • Alexandre,

      Belíssimas palavras! Também nunca simpatize com o filme da disney e achei enfadonho a versão do senhor Tim “Black” Burton, concordo quando diz que ambos tentaram interpretar baseados em suas próprias vidas.

      Obrigado por este comentário.

      Obs.: Eu também seguiria a garota do matrix, facinho, facinho.

      Abraços.

  • Rafael Botter

    Quando eu era criança não tinha paciência de ler a história por causa da Disney praticamente ter estragado minha infância rsrs. Sempre gostava de assistir aqueles seriados da tv manchete tipo Jaspion entre outros heróis japas que tinham, mas minha mãe sempre zelava por uma boa educação e me tirava de assistir para poder assistir aos desenhos da disney. Depois de muito tempo que eu tive a paciência de ler todo o livro.

    Gostei muito do cast parabéns para todos os participantes e para o Lucien e Serena, unica coisa que fico triste é que outro cast só daqui 15 dias.

    Abraços.

    • Rafael,

      Lembro pouco da animação da disney, mas os vestígios de memória me dizem para não assisti-la novamente. Adora Jaspion e demais seriados japoneses se houvesse a CabulosoCast semanal ainda acho que gravaríamos um programa sobre, mas agora é quinzenal e o foco será a literatura sem sua mais pura essência.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Mais uma Vez o meu podcast preferido de literatura faz algo épico. Foi uma curiosidade curiosa de deixar atônito qualquer um. Havia acabado de ler Alice no final da tarde, achei muito bom e pensei: “poxa poderia ter um podcast sobre Alice.” Fui procurar no feed e não tinha… a não ser o CabulosoCast que tinha acabado de sair.

    Parabéns mais uma vez.

    • Daneil,

      Fico muito feliz em saber que somos o podcast preferido de um dos “comentadores”. Que coincidência legal, termos feito um episódio exatamente de um livro que você acabará de ler.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Melhor episódio , junto com o do Alienista, em muitos meses.
    Vocês deveriam fazer mais neste formato.
    Lucien, você podia se inspirar no layout do Grifo Nosso, http://www.grifonosso.com/2013/10/capitulo-28-orgulho-e-preconceito/ eles são a excelência em organização de site de literatura, entre os que conheço, ainda que o podcast deles seja uma bagunça, e nisto eles não são exemplo pra ninguém.
    Mas parabéns, o visual atual do Leitor Cabuloso está bem mais agradável que o anterior

    • Ivan,

      Vindo de você é um grande elogio.

      Sobre o layout do Grifo Nosso não atende as necessidades do LC, pois geramos muito conteúdo diariamente. Em breve ainda teremos mais algumas modificações.

      Obrigado pelo comentário e fico feliz que tenha conseguido chamar sua atenção.

      Abraços.

  • Adorei o podcast, realmente mostrou a diferença entre a obra original e as adaptações, fiquei até com uma vontade de reler Alice. Confesso que não gostei, li uma edição em inglês e após terminar lembro de ficar com a mesma impressão da Serena, de que o livro é muito “sem propósito”. Talvez eu pegue para dar uma renovada na minha opinião.

  • Jonas Daggadol

    Olá, galera. Conheci o podcast há poucos dias, por indicação de um amigo. Ouvi o 63 e 62, estou baixando o 61. Com o tempo vou conhecendo vocês melhor e fazendo comentários mais pertinentes. Por enquanto é só para dar um oi e elogiá-los pelo trabalho.
    Abraço a todos!

    • Jonas,

      Agradeço por ouvir e espero que goste. Aceitamos críticas também não apenas elogios, logo se você quiser sugerir melhorias, pautas, indicar livros fique à vontade.

      Aguardo seu feedback.

  • Olás!

    Muito bom o episódio.
    Li os dois livros de Alice há muito tempo, e pelo jeito preciso reler.
    E ontem vi um exemplar da edição da Zahar numa livraria e tive que me segurar muito para não comprá-lo na hora. Muito lindo o trabalho da editora, e como já havia escutado este cast foi difícil resistir
    Mas tá na lista e assim que o orçamento permitir ele vem pra casa

    abraços

    • Nilda,

      Ceda as tentações literárias, não tenha medo, se entregue!

      Obrigado pelos elogios.

      Abraços.

  • Marcelo Zaniolo, 26 anos, Florianópolis – SC, host do LivroCast.

    Bom dia, amigos, tudo bem?
    Escrevo para parabenizá-los por mais um episódio!

    Alice é um livro que sempre quis ler, apesar de nunca ter encontrado tempo para tanto. Tenho certo receio de ler obras de histórias que já conheço (por isso evito ver filmes adaptados de títulos que não li), mas o programa de vocês conseguiu reacender esta vontade dentro de mim, pela qual sou muito grato.

    Principalmente pela opinião final do Lucien.

    Vocês conseguiram ser bem humorados, passar muito conteúdo e instigar a leitura, características que julgo essenciais em um podcast. Então continuem assim e até a próxima!

    Grande abraço! o/

    Ps: Não comentei no último episódio, mas sigam fortes. Sou fã confesso do CabulosoCast, da edição do programa e das pautas. E acho que a decisão de virarem quinzenais foi acertada tanto para dar certo sossego ao Lucien quanto para aumentar ainda mais a qualidade dos temas e convidados. Vocês são essenciais para o mundo da literatura. E, no que precisarem, conte com minha ajuda, ok?

    o/

    • Marcelo,

      Fico muito feliz que este episódio tenha motivado você a ler. Alice foi um livro surpreendente para mim também não apenas pela versão que comprei, mas pela narrativa e demais pontos apontados em todo o programa.

      Agradeço todo o apoio que tem dado ao CabulosoCast e saiba que sempre serei fã e entusiasta também do LivroCast.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Fala Lucien e Serena, tudo bom?

    Primeiro, parabéns pelo cast. Alice no País das Maravilhas é um clássico dos clássicos e a conversa foi muito boa e fez jus ao livro. Também senti a estranheza do livro, acho a criança/porco a coisa mais bizarra do mundo e eu queria fazer um ensopado com aquele coelho chato. E eu concordo com a Serena, acho “Através do espelho” melhor que o primeiro.

    Uma curiosidade que eu aprendi no meu curso técnico de química: não é a toa o chapeleiro ser o personagem louco. Antigamente, os chapéus eram feitos usando mercúrio. Quando aquecido, o metal solta um vapor que é mais tóxico que o líquido e, se eu não me engano, afeta o sistema nervoso central. Então era muito comum os chapeleiros ficarem loucos e morrerem muito novos.

    Bruno Assis, 24 anos, Belo Horizonte, jornalista e podcaster do Papo di Minero
    Lendo: A garota Einstein, de Philip Sington

    • Bruno,

      Não conhecia esta curiosidade sobre o chapeleiro, muito bom mesmo.

      Obrigado por contribuir para o programa.

      Abraços.

  • Olá Lucien e Serena.
    .
    Decidi ler “Alice no País das Maravilhas” por tratar-se de um clássico. Isso foi há cerca de dois anos. Conforme as páginas ficavam para trás, meu sentimento era de um enredo ‘nonsense’ e que Lewis Carroll não estava sóbrio quando escreveu. No final das contas terminei o livro e avaliei em duas estrelas no Skoob, ficando a sensação de que não se trata de uma história para crianças. A verdade é que após este episódio, tive vontade de reler o livro e quem sabe conhecer “Alice no País dos Espelhos”. A propósito, Lucien, eu também pulei os poemas.
    .
    Ademar, 33 anos
    São Paulo/SP
    Atualmente lendo “A Rainha do Castelo de Ar” de Stieg Larsson.

    • Ademar,

      Pular poemas nonsense é algo que faço sem culpa. Fico feliz que tenhas dado uma nova chance graças ao CabulosoCast. Tenho certeza eu não se arrependerá.

      Abraços.

  • Day

    Como alguém do podcast sabiamente comentou, as ilustrações do Tenniel são desproporcionais, sim. Inclusive o próprio “Carrol” não gostou delas.
    O que se pode dizer é que há qualidades no desenho.

  • Maíra

    Maíra. 30 anos. Servidora Pública. Brasília. Lendo: Drácula de Bram Stoker e Sidarta de Herman Hesse.

    Olá Lucien,

    Acho que fui a única que li Alice na infância (tinha cerca de dez anos) e devorei o livro em poucos dias. Alice é sim um livro para crianças, pessoal. Deveriam ter feito esta pergunta para alguém que leu quando uma, rsrsrsrs. Foi um dos livros que mais me marcaram.

    Lembro de não ter achado ele nada estranho em nonsense para época, achei divertido e curioso. Os diálogos faziam sentido para mim. Gostei até dos poemas Carroll sabia como funciona a cabeças das crianças. Crianças não são levadas por morais e razão. Crianças vivem no faz de conta, na imaginação. Adorei a história não ter moral. Não existe moral na brincadeira das crianças. Não achei Alice estranho na época. Fez sentido para mim. A parte do bebê que vira porco achei divertidíssimo, rsrsrsrsrs.

    • Lucien o Bibliotecário

      Maíra,

      Que bom. Fico feliz em saber que o livro ainda atinja tão bem o público a que se direcionou em seu lançamento.

      É maravilhoso este seu comentário, pois vai na contramão de tudo que dissemos. Que bom, que o livro é tão bom para crianças quanto é para nós adultos.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.