Bakuman – O anime e mangá de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata – Segunda temporada

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Bakuman 2

Abertura

Nessa resenha irei abordar a segunda temporada do anime de Bakuman e sua respectiva parte no mangá. A resenha da primeira temporada pode ser lida aqui. Para quem ainda não viu a primeira parte, este texto contém spoilers.

O ANIME

A primeira temporada encerra com a dupla ganhando a primeira serialização, que no caso é Detetive Trap. O mangá não faz um sucesso esmagador de início como eles gostariam para enfrentar o Niizuma, mas descobrem que com o tempo o mangá vai ganhando melhores posições.

Bakuman trap

Uma mudança de editor acontece e em vez do Hatori que dá muito certo com a dupla eles conhecem Miura, um novato empolgado que ama mangás de comédia. O Miura é legal na maior parte do tempo, mas fiquei com raiva dele algumas vezes na insistência em fazer a dupla desenhar algo que não combina com eles.

Bakuman miuraAshirogi Muto percebe o quanto é dificil manter a serialização. Além da dificuldade em criar uma história que mantenha uma boa posição, tem os prazos apertados para a criação de um capítulo por semana. Mashiro acaba não se cuidando e o inevitável acontece: ele fica doente.

bakuman doente

A luta a partir daqui não é só para se manterem semanalmente sem o cancelamento, mas para que a edição aceite que a dupla continue publicando mesmo com Mashiro no hospital. Já que o tio de Mashiro morreu por causa do mangá, o próprio Mashiro acaba sofrendo por causa disso.

Acontece bastante coisa nessa temporada, tanto em relação a dupla, quanto em relação aos outros autores. Eiji se coloca em outro patamar e parece que alcança-lo é impossível… Além de surgir uma espécie de ódionojopena contra o Nakai, pelo menos de minha parte. Pra quem só viu a primeira temporada e ainda não chegou á segunda, vou parar por aqui. No final dessa temporada vemos que, por mais que uma obra seja cancelada, não foi em vão já que os mangakás aprendem, ganham experiência ao fazê-la.

Encerramento:

O MANGÁ

A segunda temporada de Bakuman engloba os seguintes volumes do mangá:

manga x animeMuito mais volumes do que a primeira temporada, o que acabou acarretando em mudanças maiores. A grande mudança realmente foi a exclusão de um personagem, o Ryu Shizuka, autor de Shapon, o Fim do Japão. É um mangaká totalmente recluso e estranho que faz mangás bem sombrios. É divertido em ver a luta do editor para tentar fazer tanto o autor quanto a obra melhores. Infelizmente ele foi completamente excluído do anime, não sendo citado e nem sua obra.

ryu

Considerações Finais

Essa resenha foi bem menor que a anterior… acho que até demais. Desculpem por isso, mas queria evitar uma resenha completa, com todos os acontecimentos para quem ainda não viu a segunda temporada do anime ou não leu os respectivos volumes do mangá. Agora vou partir para a última temporada que é nova para mim.

Deixem seus comentários. Até a próxima!

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  • Eu parei de ver o anime ao fim dessa segunda temporada justamente pela falta de fidelidade ao mangá. Como estou com a coleção completa, irei acompanhar o mangá e verei o anime depois. Por enquanto está sendo uma experiência melhor que a animação.

    • Priscilla Rubia

      Oi Luiz! Realmente o mangá é sempre melhor. Será que tem alguma vez que acontece o contrário? xD Acho que o anime empolga mais por ser “animado”, mas o mangá tem mais detalhes que infelizmente não dá pra passar no anime.
      Obrigada pelo comentário!

  • Quanto a um anime ser melhor que o mangá, talvez Shingeki no Kyojin seja um exemplo. Só estou vendo o anime, mas que é de uma qualidade tão, mas tão foda, que não sei se a leitura do mangá será mais empolgante. xD

    • Priscilla Rubia

      Pois é, agora estou lendo Death Note e já vi o anime. Algumas partes que no anime é tenso, no mangá eu n sinto tanta tensão… mas ai n sei se é pq já vi ou é pq é anime xD