CabulosoCast #51 – Barroco: “Uma boa ideia”

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vitrine-de-destaque-do-cabulosocast-51Sim, Leitores! Sejam bem-vindos a mais capítulo do CabulosoCast. E neste episódio Lucien o Bibliotecáro (@lucienobiblio10), Sr. Estranho (@meninoestranho) e os professores convidados Sara Santos e Eder Vitorino do Cadeia de Eventos darão continuidade a série dos Movimentos Literários falando sobre o Barroco brasileiro.

CITADOS DURANTE O PROGRAMA

RECOMENDAMOS

  • LIVRARIA CULTURA

  1. 1984 do George Orwell
  2. Anjos e Demônios do Dan Brown
  3. Hamelt do William Skasperare
  4. História Concisa da Literatura Brasileira
  5. Literatura Brasileira Através dos Textos
  6. O Código Da Vinci do Dan Brown
  • SUBMARINO

  1. 1984 do George Orwell
  2. Anjos e Demônios do Dan Brown
  3. Hamelt do William Skasperare
  4. O Código Da Vinci do Dan Brown

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Tamanho do Episódio: 83 minutos

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  • Muito bom ouvir um podcast sobre um assunto que eu não manjo nada e que me permita aprender, parabéns!
    Dos poemas eróticos, escritos em português, eu gostaria de citar o mestre dos mestres:
    Bocage.

    No mais, deixo um abraço e aguardando a parte 3 da trilogia de não sei quantos.

    Diogo Lima , 35, Analista de Sistemas

    • Diogo,

      Obrigado pelo comentário meu rapaz! Na verdade, é um trilogia se levarmos em consideração que essa literatura é pertencente a era colonial, então falta mais 1 que é o Arcadismo.

      Seu feedback é sempre bem-vindo.

      Abraços.

  • Eriton

    Mais um podcast sobre escolas literárias \o/ baixandoo now (to precisando mesmo pro vestibular XD)

  • v.

    acredito que a importância do estudo dos movimentos literários se dê como forma de compreender a literatura e seu desenvolvimento no nosso país e acho que para isso é preciso que o aluno saiba reconhecer as características de cada movimento nos textos. não fui o melhor aluno de literatura do mundo nos meus tempos de colégio (duas recuperações, uma no no segundo e uma no terceiro ano), mas aprendi nos cursinhos da vida e quando passei no vestibular entrei fechando todas as provas de portugues que fiz no ano (foram quatro ou cinco vestibulares naquele ano).. ainda sei diferencias as características dos movimentos lendo seus textos e nunca memorizei um poema barroco ou árcade ou parnasiano ou simbolista ou moderno, mas identifico bem quando encontro as características chaves de cada um desses movimentos., no momento não consigo imaginar um outro motivo que justifique o estudo da literatura no ensino médio além do reconhecimento dos movimentos através da leitura dos textos (algo que foi condenado, se não me engano, ao longo do cast).
    gostaria de saber qual seria uma alternativa para o ensino da literatura (não dos autores) sem que haja uma completa reformulação do sistema educacional brasileiro? (queria que o brasil adotasse o estilo coreia do sul de estímulo ao ensino, mas nossos políticos nunca deixarão que isso aconteça)

    • Pedro,

      Eu e a Sara tentamos responder a sua pergunta lá na leitura de e-mails, mas infelizmente sem uma reestruturação do ensino é difícil, muito difícil mesmo.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • v.

    meus dados: 25 anos, natural de maceió, residente de recife, estudante de medicina.

    (ah, escutei o cast 50 esses dias: meu cast favorito: 24a e 24b, que teve a temática gay e, mesmo eu não sendo gay, me serviu para visualizar rumos literários que eu nunca imaginei e o pior foi o de música, incrivelmente boring e achei desinteressante, mas passou, passou….)
    menção honrosa ao ep. de kafka que me fez ter vontade/coragem de escrever meu primeiro email/comentário pra vocês.

    abraços

    • Pedro,

      Muito obrigado por deixar os seus dados. E quanto ao cabulosocast 50 obrigado por deixar suas impressões.

      Abraços.

  • Renato

    Como disse no cast sobre o Quinhentismo, estava aguardando o que falasse sobre o Barroco, principalmente Gregório de Matos.

    Lucien, não desanime com a série mesmo com o pouco retorno dos ouvintes. Essa série é única e muito importante, pelo fato de não ser como vc falou, focada em resolver questões de vestibular. Já tem muitos materiais, principalmente vídeo-aulas, que visam esse pragmatismo do cara ser aprovado em concursos públicos… e na minha opinião, perpetuam o dissabor pelo aprendizado.

    Concordo com a discussão que vcs tiveram sobre a literatura ser ensinada de forma despojada, como uma ferramenta para nos entreter e conhecer, não como um aprendizado a ser testado.

    Gostei da discussão que vcs tiveram sobre as questões de vestibular, onde vc disse que o próprio autor erra as perguntas formuladas, sendo que ELE FOI O AUTOR DO TEXTO. No Jô Soares, vi um depoimento parecido do Mário Prata, onde um texto dele caiu num vestibular de medicina. O próprio Mário Prata fez as questões dissertativas e errou todas!
    Isso precisa ser discutido… como um processo seletivo desses pode ditar e obrigar-nos a interpretar textos da maneira que lhes convém e decidir se está “certo” ou “não”. Isso pra mim é uma maneira de engessar o pensamento.

    Eu não sou leitor assíduo, nem um grande interessado por literatura. Mas acho importante me informar sobre e são conteúdos como o Cabulosocast que me aproxima, ou me estimula o interesse em conhecer mais sobre leitura, literatura… Seja de entretenimento ou Clássica.
    Infelizmente conteúdos assim não tem espaço no ensino tradicional. Por isso a importância do trabalhos de vcs.

    Espero ter te convencido a continuar com a série. Abraço.

    • Renato,

      Concordo com você. Assisto a estas vídeo aulas para fugir da mesmice antes de gravar os CabulososCasts sobre movimentos literários e acho um grande corta tesão da paixão literária.

      Sem sombra de dúvida continuaremos com nosso trabalho e este ano ainda teremos mais um da série, viu? Pode esperar.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • A questão do autor que responde questões de vestibular sobre um texto seu erra todas (comentário do Renato) é muito fácil de explicar. Num vestibular podem ser pedidas interpretações a partir de teorias literárias, que vem sendo desenvolvidas desde Aristóteles. O objetivo destas teorias, em grande parte, é fazer uma análise estética ou política-social da obra, sendo assim, não interessa o “gosto” do leitor.

      Basicamente, a questão do vestibular não quer saber a opinião do candidato, mas medir se ele tem conhecimentos suficientes para fazer uma análise dentro do que é esperado dele. Se fosse para dizer a opinião do candidato, qualquer resposta seria válida.

      Quanto ao autor que fez a prova, ele não precisa conhecer nenhuma teoria literária para escrever e, talvez, conhecer muita teoria talvez atrapalhe, pois ele pode ficar preocupado demais em se encaixar numa ou noutra corrente e perder sua fluidez.

      Parabéns pelo Cast! Estou ansioso por mais programas desta série. Acho que os comentários são poucos pelo estigma que esse estudo sistematizado da literatura carrega. Mas acredito que aos poucos eles virão, principalmente quando os ouvintes começarem a perceber que os programas são divertidos e instrutivos.

      Ansioso pelo Romantismo. Um abraço!

      • Robson,

        Mesmo compreendendo esta questão da teoria literária, você não acha que muito mais importante do que capacitar o aluno para responder uma questão, não seria fazer com que ele sentisse o prazer de ler o texto?

        Pode ficar tranquilo, pois este série não irá acabar mesmo com poucos comentários, pois sabemos da importância deste trabalho.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

        • Lucien,

          Realmente não tenho uma resposta 100% pronta. Nos anos iniciais, talvez seja mais importante despertar o gosto pela leitura, mas no Ensino Médio, acredito que seja mais importante despertar a criticidade. Há livros e livros. Alguns são fáceis de compreender. Ninguém precisa de um professor de literatura para compreender “Cinquenta Tons de Cinza”, mas perceber todas as possibilidades de leitura de “Dom Casmurro” é bem mais complicado. Não quero dizer com isso que “Dom Casmurro” deva ser obrigatoriamente cobrado nas escolas.

          Acredito nesse papel de ajudar o aluno a ver além da superfície, mas é claro que deve-se tomar alguns cuidados. Acho que o principal é não impor a literatura clássica, no sentido de obrigar o aluno a gostar. Ele tem o direito de gostar ou não, mas deveria conhecer, para saber que existem obras mais complexas.

          Essa é uma questão que me preocupa bastante. Venho pensando muito nisso ultimamente, mas não tenho uma conclusão ainda. Entendo o lado dos alunos, mas ao mesmo tempo, se eu (enquanto professor) não trabalhar textos mais profundos, sinto que não estou contribuindo em nada.

          Abraços!

          • Robson,

            Quando tivermos conclusões sobre algo, morreremos de tédio, não acha? Viva as conjecturas, as divagações!

            Concordo com você. E esta é a proposta da série dos movimentos literários: apresentar o movimento não empurrá-lo goela abaixo. Quem ouviu teve um panorama do Barroco e lhe foi feito um convite a leitura quando o convite será aceito ai são outros quinhentos. Até mesmo por que quando falamos de obras e autores admitimos abertamente o que não lemos e conhecemos; ou seja, fomos honestos o tempo todo em nossa proposta, o que a meu ver não parece ocorrer em sala de aula.

            Obrigado pelo comentário.

            Abraços.

  • Faltou citar o poema “Triste Bahia” do Gregório de Matos, que foi musicalizada pelo Caetano Veloso. De resto, o cast está excelente!

    Se puder postar link, aí vai o da música: https://www.youtube.com/watch?v=Ef8ZRrbYnkw

    Abraços!

    • Robson,

      Vai para a sessão prefácio da próxima leitura de e-mails.

      Muito obrigado pelos elogios.

      Abraços.