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CabulosoCast #45 – Profissão: Tradutores – Entrevista com Flávia Gasi

Posted by Lucien o Bibliotecário - 20/05/2013 - CABULOSOCAST

CabulosoCast #45 – Profissão: Tradutores – Entrevista com Flávia Gasi


vitrine-do-cabulosocast-45Saudações, Leitores! Lucien o Bibliotecário (@lucienobiblio10) e Priscilla Rúbia (@Priscilla_Rubia) batem um papo descontraído com Flávia Gasi (@flaviagasi) tradutora do livro God of War – lançado no país pela editora Leya. Em mais um programa da série profissões, você ficará por dentro dos bastidores que trouxeram o livro de um dos games mais espetaculares para  o nosso país. Bom programa para vocês!

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Comentários

  1. v. says: maio 20, 2013

    pedro víctor santos, 25 anos, estudante de medicina, residente de recife, procedente de maceió.
    excelente assunto. a tradução muitas vezes pode ser capaz de construir ou destruir um livro. um dos meus tradutores favoritos é o paulo henriques brito, que verteu ao português boa parte das obras do meu escritor favorito, o philip roth, também é responsável pelas traduções do thomas pynchon, o que o faz ser um grande herói da tradução (artigo sobre a tradução de uma obra do pynchon, escrita pelo brito http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-33002005000200015&script=sci_arttext ), don delillo, e, se não me engano, faulkner. esses são só os que sei de cabeça, certeza que a lista é gigantesca.
    alguns críticos dizem que o paulo coelho, maior escritor brasileiro em vendagens da história, se destaca tanto lá fora justamente pela capacidade dos tradutores dele. não sei o quanto de verdade há nisso, mas sei que coelho não é, nem de longe, o pior escritor que já li (é, já li umas merdas na vida, mas quem nunca?).
    não li o livro de god of war, mas estou muito a fim d”o jogador número 1″ a gasi ficou responsável por reorganizar termos “gamers” de forma mais adequada.mas nunca encontro nas lojas essa tal segunda edição (eu sempre dou uma olhada nos créditos do livro pra ver se encontro o nome dela por lá).
    o blog da companhia das letras está postando, ao longo do ano, quase que um diário de um tradutor, do caetano galindo, que está trabalhando em infinite jest, uma obra gigantesca do estadunidense David Foster Wallace. ( http://www.blogdacompanhia.com.br/category/colunistas/caetano-galindo/ )
    acredito que o brasil esteja passando por um excelente momento para tradução. ano passado guerra e paz, clássico mundial, foi traduzido do russo para o português pela primeira vez, trabalho dantesco realizado pelo escritor rubens figueiredo. a editora 34 vem traduzindo também do russo as obras completas de dostoiévski e muitos outros russos. antigamente as tradições dessas obras advinham do francês ou inglês, e aí o que o leitor brasileiro tinha em mãos era uma tradução da tradução, fazendo com que muitas das sutilezas da lingua original fosse perdida.
    estou me estendendo demais por esse assunto, mas é um assunto pelo qual me interesso bastante.
    enfim, vou ficando por aqui. ainda estou a escutar o cast, mas creio que esse será meu comentário final. abraços a todos.

    • Lucien o Bibliotecário says: maio 23, 2013

      Pedro,

      Achei muito interessante o que você disse. Hoje o mercado editorial está apostando no público leitor que vem crescendo ao longo dos anos. Mesmo que muitos digam “somos um país de não leitores” acho que esse dados que você trouxe só comprovam isto.

      Os links são incríveis e serão citados na próxima leitura de e-mails.

      Nunca fui apegado ao nome dos tradutores, mas após a conversa com a Flávia comecei a respeitar mais ainda a tradução. Um amigo meu sempre disse que havia um ditado em latim (que não saberei reproduzir) mas que em ideia geral dizia que o “tradutor era um traidor”, esta frase sempre ecoou na minha cabeça e percebi que até certo ponto me deixei influenciar por este argumento ingênuo e preconceituoso. Contudo depois de um CabulosoCast assim seria impossível dizer que respeito mais do que nunca a profissão de tradutor.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  2. v. says: maio 20, 2013

    ok, fui dar uma olhada em alguns blogs e encontrei esse, que na página inicial tem dois ou três postagens sobre tradução http://naogostodeplagio.blogspot.com.br/

  3. Gabriel Gaspar says: maio 20, 2013

    Dr. Estranho e Dr. Destino: Triunfo e Tormenta comprado pelo link do Leitor Cabuloso!

  4. Vilto Reis says: maio 24, 2013

    Vilto Reis, 20 anos, Editor do Homo Literatus e Redator Publicitário, Blumenau/SC.
    Caramba, ótimo Cast.
    Foi muito interessante ouvir esta tradutora, pois a linguagem é muuuuito diferente da maioria. Por ela ser focada no universo dos games, realmente não poderia ser alguém melhor para traduzir o livro em questão. Bom seria se todos os tradutores conhecessem o universo para o qual estão traduzindo.
    A tradução em si é algo muito complicado. Mas antes de falar mal, como a maioria faz, eu valorizo. O que seria de nós brasileiros se não fossem estes profissionais? Querendo ou não, o português representa uma parcela pequena em termos de falantes; e são poucos os brasileiros que dominam o inglês, então perderíamos muita coisa que não foi escrita em nossa língua.
    Louvados sejam os tradutores, rs.
    Parabéns pelo programa e até o próximo!

    • Lucien o Bibliotecário says: maio 24, 2013

      Vilto,

      Louvado sejam os tradutores! :D

      É discussão igualitária a pessoas que fazem campanha contra filmes dublados. Nem todos gostam de ficar lendo legenda ou dominam o inglês para assista ao filme no idioma original.

      Excelente ponto este do seu comentário.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  5. Luiz Teodosio says: maio 24, 2013

    Luiz Teodosio, 23 anos, estudante de Letras, Rio de Janeiro

    Lucien, esse podcast me fez ter ainda mais vontade de ler o livro e também jogar novamente o game. Estou muito curioso para saber como o enredo se desenrola, e gostei muito de saber que serão mostradas cenas dos bastidores da guerra e o foco nos pensamentos do Kratos.
    Eu sempre tenho receio de adquirir romances baseados em games, pois não tenho garantia de que o tradutor daquele livro realmente entende sobre o assunto. Mas depois dessa entrevista com a Flavia Gasi, tenho plena confiança na tradução de God of War.
    E, sim, temos que dar mais créditos aos tradutores, pois eles são quase que co-autores de uma obra; a tradução também não deixa de ser uma criação, é realmente uma escrita quase criativa, no final das contas.
    Obrigado pelo feedback na leitura de emails. :)
    Abraços.

    • Lucien o Bibliotecário says: maio 24, 2013

      Luiz,

      Recado n.º 1: compre pelo link!

      Recado n.º 2: Eu ainda não consegui encontrar o jogo!

      Se você gostou do jogo, então se prepare para viciar neste livro é um deleite para os gamemaníacos.

      Não precisa agradecer pela leitura do seu e-mail, pois conteúdo sempre terá espaço no CabulosoCast.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  6. Mariana says: junho 3, 2013

    Mariana C. Budzisch, 26 anos, Tradutora e Assistente de documentação

    Obrigada por mais este maravilhoso cast! Apesar de eu trabalhar com tradução técnica, foi muito interessante ouvir todo o processo da Flávia (de quem eu sou fã). Só pra complementar o que foi dito, nem sempre as editoras tem o cuidado de escolher uma pessoa que tenha conhecimento ou esteja inserida de certa forma no ‘universo’ do livro ou do público alvo do mesmo. Muitas pessoas tem a mania de criticar o tradutor por traduções mal feitas, mas não sabem que no meio do processo teve um revisor (que nem sempre conhece do assunto e faz ‘correções’ um pouco duvidosas), um editor, um departamento de marketing etc e tal e que ás vezes do original do tradutor ao livro traduzido lançado tem uma grande diferença. Mas agradeço á Flávia e a editora Leya pela seriedade no trabalho. =D
    Seria muito legal se pudesse chamar outros tradutores literários para partilhar suas experiências!

    Aproveitando, Lucien, ficou muito show o novo layout do Leitor Cabuloso!!!!

    • Mariana says: junho 3, 2013

      ops. esqueci a cidade Joinville/SC

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