TEM QUE LER: “A Guerra dos Criativos” do Alec Silva

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Saudações, caros leitores! Conheci o Alec Silva, novo escritor parceiro do blog, por meio das redes sociais (como elas são belas quando funcionam bem, né?) e com a publicação de seu mais novo trabalho, aqui estou para divulgar!

Alec Silva
Alec Silva
Capa
Capa

Edição: 1ª
Editora: Independente
Ano: 2013
Páginas: 420
Skoob
Sinopse: Alec Silva de repente se vê no meio de batalhas nas quais o poder de criar confronta o de destruir, uma guerra em que Criativos, Juízes, Anjos, Lordes e criaturas oriundas dos sonhos e pesadelos se enfrentam em escalas nunca antes imaginadas.

O primeiro romance de autobiografia fantástica do autor de Zarak, o Monstrinho narra a saga do escritor em meio a um mundo sustentado pelas imaginações dos míticos Lordes, considerados deuses por muitos, enquanto uma força destruidora corrompe e almeja o poder supremo. Ajudado por Zarak e outros participantes da Guerra, Alec conhece mais sobre si e sobre um universo de ideias e sonhos, onde o equilíbrio pode ser abalado ao menor agito.

Com participações especiais de personagens de algumas obras de amigos escritores, como Phyreon (da Trilogia Legend of Raython, de Kamila Zöldyek), e dos próprios amigos, como Alfer Medeiros, Eric Musashi, Paul Law e Celly Monteiro, é uma história cheia de fantasia, aventura e drama, na qual o limite entre sonho e realidade pode ser abalado por uma simples ideia.

O convite irrecusável foi feito. Agora, resta a cada um aceitá-lo e participar do jogo, A Guerra dos Criativos mais mortal que já aconteceu no universo. aconteceu no universo.

Onde comprar (preço R$ 38,00)? Para adquirir um exemplar, basta enviar mensagem para iung-tao@hotmail.com, com o assunto GUERRA (pagamentos por depósito bancário).

Um pouco sobre o autor:

Sou leonino, embora não acredite em horóscopos; também sou do signo chinês de Cabra, o que deixa bem claro minha teimosia. Sofri uma forte pancada quando moleque, por isso endoidei e resolvi ser escritor e posso falar com criaturas de outros mundos e elas me permitem contar suas histórias. Dizem que sou hipster e de gosto duvidoso, pois nunca li os livros que todo mundo comenta. Coleciono livros e revistas, mesmo que nunca tenha lido tudo, miniaturas de dinossauros. Sou exagerado e não sei o que estou escrevendo aqui.

Além de A Guerra dos Criativos, já publiquei uma coletânea de noveletas, Zarak, o Monstrinho (Multifoco, 2011), na qual Zarak faz sua estreia — contando ninguém acredita, né? —, e consegui uma cota para um dracogrifo na coletânea Dragões (Draco, 2013). Tenho também um e-book na Amazon, o primeiro romance que escrevi, em 2007, Ariane.

Onde encontrar o Alec no ciberespaço?

  • Opa!
    Valeu pelo espaço, Ednelson!
    ^_^

  • Eu aqui rascunhando uma ideia em que há uma raça de Criativos(nome temporário) e vejo um livro desses. Hahaha, muito conveniente. Mas só mesmo a ideia que é semelhante, de resto é bem diferente (acho, pois não li o livro). Vou deixar anotado aqui na lista, pode servir de inspiração.
    Bem interessante o livro, e gostei do fato de ter personagens de outros autores. 🙂

    • Luiz, vá adiante mesmo com os seus textos, espero em breve lhe divulgar por aqui 😀 Essa ideia do romance do Alec se ligar a outros escritores é mesmo muito interessante, pois abre portas para leitores que ainda não os conheçam.

  • Eduardo

    Essa história fez-me lembrar de um jogo chamado Comix Zone, em que o desenhista de quadrinhos se torna personagem. Essa é sempre uma ideia interessante, e se fosse verdade os personagens iam gostar, porque aí o autor ia sentir na pele o que costuma fazer com eles…

    Também achei legal o fato de contar com personagens de outras histórias, é algo que costuma ser feito mais nos quadrinhos que na literatura.

  • Luiz, a ideia foi justamente pegar termos genéricos e usá-los de modo a servir apenas no contexto da trama. Lordes, Juízes, Anjos, Criativos, Traumas, Esfinges, Quimeras, Íncubos, Pilares… acho que a preguiça de inventar nomes me obrigou a isso. rs

    Eduardo, fiquei conhecendo esse jogo agora… rs E parece interessante. Quanto a eu saber como sofre um personagem, sim, eu descobri como sou sádico (e masoquista).

  • Eriton

    O livro parace muito bom XD e me indentifiquei bastante com o autor também, não bati a cabeça quando era mais novo, mas enlouqueci de tanto estudar u..u. Ja pus na lista de desejados o/