CabulosoCast Drops #22 – Cinquenta Tons de Cinza, Guerra Mundial Z, O Conde de Monte Cristo, Persépolis, Kindle

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Saudações Literárias, Leitores Cabulosos! Lucien o Bibliotecário (@lucienobiblio10), Priscilla Rúbia (@Priscilla_Rubia) e a convidada e escritora Tatiana Ruiz (@LadyBigdy) comentam que Emma Watson esnobou a obra Cinquenta Tons de Cinza, que o autor de Guerra Mundial Z lançará uma HQ, que O Conde de Monte Cristo vai ganhar um remake, que Persépolis pode ser banido das escolas americanas e conhecerá o Kindle Paperwhite; além de acompanhar o feedback do CabulosoCast passado. Bom episódio para vocês!

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Tamanho do Episódio:  49 minutos

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  • Renato, 32 anos, Recife (São Paulo, a partir de 06 de Abril), Revisor de Texto e Tradutor.

    Sobre o 50 Tons de Cinza, eu não li e não tenho vontade, não vou falar que é ruim, afinal não li, mas posso dizer que não me interessa. Sobre a questão de Dominação e Submissão sexual, eu gostaria de esclarecer que não tem nada a ver com denegrir a imagem da mulher, não sei se é isso que a autora do 50 Tons passa, mas as relações de BDSM podem ser tanto com o homem dominando e a mulher sendo submissa, quanto com a mulher sendo dominadora (as chamadas Dominatrix) e o homem submisso.

    Recentemente vi uma reportagem muito boa no site da Folha, em que alguns praticantes de BDSM comentam sobre o sucesso da série.

    Segue o link: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1250745-sucesso-de-cinquenta-tons-de-cinza-atrai-curiosos-a-clubes-de-fetiche.shtml

    Sobre as outras notícias acho que não teria nada para comentar.

    Ah, comprei meu Kobo mini na Livraria Cultura, por hora estou explorando o universo dos livros gratuitos e achando muita coisa interessante. Mas logo pretendo começar a montar minha biblioteca virtual, no caso dos ebooks cujos preços valham a pena. Os livros do Martin, por exemplo, tem uma diferença de R$5 ou R$6 em média entre o físico e o ebook, então quando eu for comprar eu compro os livros físicos. Digo quando for comprar, porque morro de medo de começar a ler, me apaixonar e esse homem morrer sem terminar a série.

    Abraços!

  • Olá Cabulosos!
    Gabriel Gaspar, 27 anos, carioca que mora em Brasília, militar e escritor.
    Quando eu ouvi a noticia da censura da obra Persépolis, eu tive uma outra impressão. Será que não faz parte da política americana, de “demonizar” os povos árabes? Nós sabemos que os EUA vem tentando, ao longo dos anos, tornar a cultura árabe o que antes foi o comunismo e o nazismo. Ou seja, fazer dos povos árabes os inimigos da liberdade e do mundo. Como você vai convencer um jovem americano a matar um jovem árabe sendo que os dois não se conhecem? É preciso criar a cultura maniqueísta de que o outro povo é absolutamente mau. E lembram de uma obra como Persépolis, que humaniza a população local, que mostra que o cidadão que nasceu no Irã tem os mesmos medos e as mesmas aflições que o cidadão que nasceu na América. Uma obra como essa não atende os interesses atuais da política americana e, como está acontecendo, começa a ser evitada.
    Não sei se foi isso que aconteceu, mas é muita coincidência isso ocorrer justamente quando as relações com o Irã ficam mais tensas.
    Um forte abraço Lucien! E força!

    • Gabriel,

      Por isso que acho hipocrisia proibir a obra da Marjane Satrapi e não tormar outras atitudes com relação a outras obras, entende? Compreendo tudo o que você disse e vejo claramente isto em todos os produtos americanos.

      Quando li “A Cidade do Sol” do Khaled Rossieni fiquei estupefato com várias informações e com a visão que os povos do oriente tem a respeito dos Talibãs e de terroristas, sabe aquele choque de realidade? Pois é. Obras como Persépolis precisam sim continuar a existir e estar em todas as escolas.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Vinícius de Souza

    Absurdo banir Persépolis das escolas! Revoltante!

    Parabéns ao Cabuloso Cast por ter publicado essa notícia sobre o possível banimento de Persépolis. Essa informação precisa ser repassada.

    • Vínícius,

      Se há alguma tentativa de acabar com a liberdade dos leitores o CabulosoCast sempre irá denunciar.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • v.

    ainda não ouvi, mas vou comentar que esses dias eu estava asistindo a nova novela das seis e o enredo é basicamente o mesmo de “o conde de monte cristo” (pelo menos do último filme, visto que ainda não li o livro). “amigo” rico traindo amigo pobre pra poder comer a namorada/noiva dele, forjando morte/exílio do cidadão. só estou esperando ele casar com a mulher. ahaha com direito até a pai cego do personagem traído.

    e no momento estou lendo “infinite jest”, do david foster wallace (apesar de não ter avançado uma página sequer nas últimas três semanas); “vendo vozes”, do oliver sacks e “meridiano de sangue”, do cormac mccarthy.

    • Cara… Eu comprei um livro do David Foster Wallace e ainda não comecei a ler… Mas me falaram muito bem! Iaí? O que você está achando dele até então?

    • Pedro Victor,

      É verdade! MEU DEUS! Que plágio sem nem dar os créditos! Meu caro, se por acaso ocorrer mais semelhanças me mantenha informado.

      Olha o Gabriel fez uma pergunta sobre os livros que você leu. Não conheço nenhum dos livros que você comentou, mas alguns título me chamaram a atenção.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Novelas da Globo se “inspirando” em literatura é algo antigo, faz anos que não assisto, mas lembro de uma (O Cravo e a Rosa) que era cuspida e escarrada A Megera Domada, teve também Suave Veneno que o plot principal era sem tirar nem pôr o mesmo do Rei Lear.

      • Renato,

        Caramba! Como não assisto novelas nem acompanho seus enredos nunca fiz estas ligações. Agradeço pela ideia genial para um tema do CabulosoCast.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

    • Tenho certeza que os produtores não irão revelar o conteúdo original de suas “inspirações”. Mas seria interessante, se nós, leitores que conseguimos perceber essas semelhanças, mostrássemos aos noveleiros as obras nas quais suas novelas foram baseadas. Vale qualquer coisa para formar mais leitores. 😀

  • Eduarda Costa

    Eduarda,18 anos Curitiba estudante de pedagogia.
    Ainda bem que a Emma Watson não quer fazer Cinquenta Tons de Cinza porque não seria bom para a carreira dela e também eu não gosto desse livro e gosto dela kkkk
    O Conde de Monte Cristo ter um remake acho totalmente desnecessário.
    Esse negócio de ficar banindo uma coisa ou outra,assim como pode acontecer com Persépolis é sem sentido já que tem muita coisa pior que não é banida.

    • v.

      gabriel… tô gostando bastante do infinite jest, mas é uma leitura densa e difícil. requer muito do inglês do leitor e as notas de rodapé são muitas e muitas vezes gigantes. acho que minha rotina atual não me permite muito me entregar tanto assim a leitura dele.

      e lucien, quanto aos livros… dá uma buscada neles, são muito interessantes. um deles foi escrito por um neurologista (oliver sacks), que tenta abordar o desenvolvimento da linguagem em surdos pré-linguísticos (aqueles que nasceram surdos e nunca aprenderam a falar por nunca terem desenvolvido a audição). o cormac mccarthy é um dos americanos cujo nome sempre consta na lista dos possíveis nobel de literatura todo ano. dele foram adaptadas duas obras ao cinema: onde os fracos não tem vez e a estrada. li a estrada… não achei bom. achei muito esquisito, parecia mais um monte de trechos não utilizados interligados ocasionalmente.
      e renato… suave veneno e rei lear eu nunca tinha notado, mas as adaptações de histórias clássicas da literatura estão sempre bombando. tanto nas novelas quanto no cinema. afinal o que é o rei leão, se não hamlet com animais? ahaha (acho que o cravo e a rosa é a menos descarada das adaptaçoes, já que até o nome dos personagens principais é catarina e petrúchio. 10 coisas que eu odeio em vc, com o finado heath ledger é a mesma adaptação, só que numa escola americana)

      • Pedro V.,

        O livro de linguística passo, mas este do Cormac McCarthy fiquei interessado, pois assisti A Estrada e gostei bastante da adaptação.

        Gente, vocês me deram uma ideia ótima para um CabulosoCast.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

    • Eduarda,

      Concordo plenamente: existem coisas muito mais “irrelevantes” que deveriam ser banidas. Uma obra como Pesérpolis é leitura obrigatória para, como citou o Gaspar, quebrar o preconceito que os filmes, séries, telejornais… trouxeram contra os povos do oriente.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Tenho certeza que os produtores não irão revelar o conteúdo original de suas “inspirações”. Mas seria interessante, se nós, leitores que conseguimos perceber essas semelhanças, mostrássemos aos noveleiros as obras nas quais suas novelas foram baseadas. Vale qualquer coisa para formar mais leitores. 😀

  • Carlos Valcárcel

    Muito obrigado por responder minhas dúvidas.
    Eu escreví “La Torre Oscura” porque me referia a edição que leio, que é em espanhol.

    • Carlos,

      Não há de quê! Ahhhhhhhhhhh “La Torre Oscura” agora está explicado!

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Concordo muito com o que foi dito sobre esses pedófilos em potencial no que se refere a Emma Watson (atriz do filme do Harry Potter). E para ver o nível que isso chega, digitem o nome dela no Google, aliás, eu mesmo coloco aqui, aparecem como sugestão de pesquisas relacionadas: “emma watson flagra”, “emma watson top less”, “emma watson hot”…

    Uma coisa é ver como estão hoje atrizes que hoje são adultas como a da Punky ou a Maria Joaquina do Carrossel e se surpreender como ficaram jeitosas, mas ficar desse jeito com uma garota tão nova assim, particularmente, acho muito doentio…

    Sobre o Kindle Paper White, por um lado achei interessante pelo touch, mas pelo mesmo lado achei desinteressante pelo mesmo recurso, explico: o touch é muito legal para quem gosta de fazer notas, digitar usando o cursor para notas com mais que duas palavras é tenso, geralmente sincronizo e faço isso no meu smartphone. Porém, o fato do touch causar viradas de páginas acidentais é algo “sem perdão”, o ideal para mim seriam aqueles modelos mais antigos com teclados físicos, mesmo que fossem grandalhões:
    http://www.amazon.com/gp/product/B004HFS6Z0/ref=s9_simh_gw_p349_d0_i1?pf_rd_m=ATVPDKIKX0DER&pf_rd_s=center-3&pf_rd_r=08A98YFKPGRCNN5H2D9V&pf_rd_t=101&pf_rd_p=470938811&pf_rd_i=507846

    Mas é claro que, no Brasil, esse modelo aí não teria apelo nenhum. Outra coisa que acho negativa nesse Paperwhite é, justamente, o “paper white”, assim como nos livros, acho que esse branco alcalino agride mais do que a cor mais puxada para o tom de sépia. E o Kindle básico é mais puxado para essa cor, portanto, acho que ele ainda é a melhor opção para quem realmente gosto de conforto na leitura.

    *Não sei se com a iluminação desligada o paperwhite fica com a tela igual ao Kindle básico.

    Um abraço galera, mais um ótimo podcast!

    • Frank,

      Quando estava procurando uma imagem para fazer a vitrine no programa me deparei com estas opções, por isso comentei que a maior decepção por Emma Watson não fazer a personagem do Cinquenta Tons é para os rapazes que criaram estas tags.

      Não sabia que todas as desvantagens quanto a tecnologia do Paperwhite. Este é o objetivo dos comentários, proporcionar aos próprios ouvintes mais informação do que foi passado no CabulosoCast. É muito relevante tudo o que disse, pois como não entendo fiquei fascinado como um bobo olhando um novo video game.

      Muito obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Vicente de Aguiar

    Como não mandei no último comentário, aqui vai:
    18 anos, estudante de Gestão Empresarial pela FATEC-BS, Bertioga/São Paulo.

    Olá Pessoal!
    Sobre a Emma Watson não fazer 50 Tons de Cinza, achei uma boa decisão pela carreira dela devido ao excesso de críticas negativas que o livro sofre. Não li nem tenho interesse de ler.
    Eu já gostava da atriz como Hermione em Harry Potter e passei a gostar ainda mais no filme As Vantagens de Ser Invisível.

    Como disse no outro comentário, tenho um Kindle.
    É o modelo básico vendido pelo Ponto Frio, de R$ 300,00.
    Ele me atende bem, não me incomodo com os botões, portanto não vejo necessidade da tela touchscreen nem da iluminação do aparelho. Principalmente quando o custo disso é R$ 180 para a versão WIFI e R$ 400 para a versão WIFI + 3G.

    Abraços.

    • Vicente,

      Não assistir “As Vantagens de Ser Invisível” tenho muita curiosidade de ler o livro antes do filme.

      Pois é, acho que se você já possui um Kindle e está satisfeito com o modelo não precisa sair correndo para comprar a última versão. Isto é apenas bobagens do consumismo.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Luiz Teodosio, 23 anos (completados em Março, mas ainda me sinto com 22), estudante de Letras, Rio de Janeiro.
    Olá, Cabulosos. Novamente demorei a escutar o podcast. Já mencionei que é quase um ritual ouvir podcasts enquanto sigo de ônibus para a faculdade, matando assim o tempo ocioso; e como houve um hiato de duas semanas na aula, acabei não escutando os últimos CabulososCast.

    Agora me tornei fã da Emma Watson após essa declaração. Eu não acompanho o trabalho da atriz, mas vejo que ela se empenha bastante em trabalhos bem diversificados. Ela para sempre será a Hermione, mas parece já estar começando a despontar como uma triz a parte do mundo de Harry Potter.

    Sobre a polêmica das proibições… Olha, eu tenho um grande asco por essa palavra “proibição” quando se diz respeito a literatura ou qualquer outra arte em geral (no caso de 50 tons, é válido por ser erotismo). Que coisa estúpida proibir um quadrinho só pelo seu conteúdo violento! O óbvio, é claro, seria uma indicação de faixa etária adequada para aquela leitura. Esse papo de que “irá estimular o demônio interior nas crianças” é muito hipócrita. Então quer dizer que se um personagem entrar na escola e sair dando tiro nos colegas, a pessoa vai se inspirar nele e fazer a mesma coisa na realidade? Se a pessoa fizer mesmo isso é porque ela já possui um problema, e não que a origem do problema esteja naquilo que ela leu ou viu.
    Outro exemplo. Enquanto os pais proíbem uma criança de assistir Cavaleiros do Zodíaco só porque o personagem dá seu sangue pelo sentimento de amizade que tem com o amigo, permitem assistir o desenho do pica-pau que é um personagem que sai distribuindo violência gratuita em todos os seus episódios. As pessoas não conseguem discernir as narrativas além da sua primeira camada. Acham que algo é violento e impróprio simplesmente porque jorra sangue na tela. A mesma questão vale para os jogos de videogame.

    O fato de um Resident Evil (aqueles mais antigos) ter uma censura de 17 anos não me impediu de jogá-lo com 13 ou 14. Lembro que um familiar comentou, quando eu estava jogando o mesmo jogo, assim. “Ah, Luiz. Que horror! Que jogo violento!”. E o irônico é que essa mesma pessoa, sem saber que se tratava de Resident Evil, assistira ao filme comigo uma semana atrás e não falara nada do tipo “Ah, Luiz. Que filme violento! Acho melhor você não vê-lo”. Ou seja, rola um preconceito e falta de conhecimento também com as próprias mídias, sobretudo com os games e com as histórias em quadrinhos, que ainda são vistas pela maioria como coisas bobas e infantis. Se eu falo para alguém da minha família que estou analisando a história (enredo) de um jogo, eles vão me olhar com uma cara confusa, já que na mentalidade deles acham que games é apenas “passar de fase” como nos jogos do Pacman e do Sonic. Sim, na minha família, ninguém me entende em questão de literatura, games, quadrinhos e afins, rsrs (exceto minha irmã e irmão caçula).
    Abraços.

    • Luiz,

      Que personalidade a dessa menina, hein?

      Concordo plenamente contigo. E já percebeu como ninguém culpa a televisão? O cinema, os games, a literatura inspira assassinos, mas a televisão, não? Quanta hipocrisia. Existe uma opinião dogmatizada e vazia que as pessoas ficam repetindo por ai sem nem ao menos parar para refletir no que dizem.

      Muito obrigado pelo seu comentário.

      Abraços.