PODCAST: CabulosoCast #40 – E-book: o Fim dos Livros Upgrade

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vitrine do cabulosocast 40Saudações Literárias, Leitores Cabulosos! À pedido de muitos ouvintes, vamos retomar um tema já abordado no CabulosoCast #20: os livros digitais. Lucien o Bibliotecário (@lucienobiblio10), Serena (@Serena_Cabulosa), Paulo Elache (@P_Elache) e Vilto Reis (@HomoLiteratus) falam da vinda da Amazon no Brasil; por que as editoras nacionais não apostam no livro digital e muitas outras polêmicas! E no final do programa o Paulo Elache narra um conto de Braulio Tavares intitulado: O livros pós-eletrônico. Bom episódio para vocês!

CITADOS DURANTE O PROGRAMA

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Tamanho do Episódio: 78 minutos

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  • Rick Galasio

    O Paulo Elache falou de Sushi – Livro. Bem o Monteiro lobato já havia tido idéia semelhante no seu “A reforma da Natureza” onde ele fala de um livro comestível. O Livro Pão e o Livro Sonho, o doce sonho.

    Vou colar aqui o texto:

    O livro comestível

    A maior parte das ideias da Rã eram desse tipo. Pareciam brincadeiras, e isso irritava Emília, que estava tomando muito a sério o seu programa de reforma do mundo. Emília sempre foi uma criaturinha muito séria e convencida. Não fazia nada de brincadeira.
    – Parece incrível, Rã! – disse ela. – Chamei você para me ajudar com ideia na reforma, mas até agora não saiu dessa cabecinha uma só coisa aproveitável – só “desmoralizações …”
    – Isso não! A ideia das tetas com torneiras na Mocha foi minha e você gostou muito. A da pulga também.
    – Só essas. Todas as outras eu tive de jogar no lixo. Vamos ver mais uma coisa. Que acha que devemos fazer para a reforma dos livros?
    A Rãzinha pensou, pensou e não se lembrou de nada.
    – Não sei. Parecem-me bem como estão.
    – Pois eu tenho uma ideia muito boa – disse Emília. – Fazer o livro comestível.
    – Que história é essa?
    – Muito simples. Em vez de impressos em papel de madeira, que só é comestível para o caruncho, eu farei os livros impressos em um papel fabricado de trigo e muito bem temperado. A tinta será estudada pelos químicos – uma tinta que não faça mal para o estômago. O leitor vai lendo o livro e comendo as folhas; lê uma, rasga-a e come. Quando chega ao fim da leitura está almoçado ou jantado. Que tal?
    A Rãzinha gostou tanto da idéia que até lambeu os beiços.
    – Ótimo, Emília! Isto é mais que uma ideia-mãe. E cada capítulo do livro será feito com papel de um certo gosto. As primeiras páginas terão gosto de sopa; as seguintes terão gosto de salada, de assado, de arroz, de tutu de feijão com torresmos.
    As últimas serão as da sobremesa – gosto de manjar branco, de pudim de laranja, de doce de batata.
    – E as folhas do índice – disse Emília – terão gosto de café – serão o cafezinho final do leitor. Dizem que o livro é o pão do espírito. Por que não ser também pão do corpo? As vantagens seriam imensas. Poderiam ser vendidos nas padarias e confeitarias, ou entregues de manhã pelas carrocinhas, juntamente com o pão e o leite.
    – Nem precisaria mais pão, Emília! O velho pão viraria livro. O Livro-Pão, o Pão-Livro. Quem soube ler, lê o livro e depois come; quem não souber ler come-o só, sem ler. Desse modo o livro pode ter entrada em todas as casas, seja dos sábios, seja dos analfabetos. Otimíssima ideia, Emília!
    – Sim – disse esta muito satisfeita com o entusiasmo da Rã. – Porque, afinal de contas, isso de fazer os livros só comíveis para o caruncho é bobagem – podemos fazê-los comíveis para nós também.
    – E quem deu a você essa ideia, Emília?
    – Foi o raciocínio. O livro existe para ser lido, não é? Mas depois que o lemos e ficamos com toda a história na cabeça, o livro se torna uma inutilidade na casa. Ora, tornando se comestível, diminuímos uma inutilidade.
    – E quando a gente quiser reler um livro?
    – Compra outro, do mesmo modo que compramos outro pão todos os dias.
    A ideia, depois de discutida em todos os seus aspectos, foi aprovada, e Emília reformou toda a biblioteca de Dona Benta.
    Fez um papel gostosíssimo e de muito fácil digestão, com sabor e cheiro bastante variados, de modo que todos os paladares se satisfizessem. Só não reformou os dicionários e outros livros de consulta. Emília pensava em tudo.
    Também reformou muita coisa na casa. Por meio de cordas e carretilhas as camas subiam para o forro de manhã, depois de desocupadas, a fim de aumentar o espaço dos cômodos. As fechaduras não precisavam de chaves; bastava que as pessoas pusessem a boca no buraco e dissessem: “Sésamo, abre-te” e elas se abriam por si mesmas.
    – E os mudos? – perguntou a Rãzinha. – Como vão arrumar-se? Só se eles andarem com uma vitrola no bolso, que pronuncie por eles a palavra Sésamo.
    Emília atrapalhou-se com o caso dos mudos e deixou-o para resolver depois.
    O leite a ferver ao fogo dava um assobio quando chegava no ponto, de modo a avisar ao fogo, o qual imediatamente parava de agir. O mesmo com todas as comidas – e dessa maneira acabou-se a desagradável história do “feijão com bispo.”
    E tanta e tanta coisa as duas fizeram, que se fôssemos contar metade teríamos de encher dois volumes. Lá pelo fim da semana o Sítio do Pica-pau estava totalmente transformado, não dando a menor ideia do antigo. Foi por essa ocasião que chegou carta de Dona Benta anunciando a volta.
    – “Já concluímos o nosso serviço na Europa” – dizia ela.
    – “Deixamos o continente transformado num perfeito sítio – com tudo direitinho e todos contentes e felizes. A Comissão que nos trouxe vai reconduzir-nos para aí novamente. Devemos chegar na próxima segunda-feira e espero encontrar tudo em ordem.”
    Emília leu a carta para a Rãzinha, dizendo:
    “É uma danada, esta velha! Foi lá e fez o que todos aqueles ditadores e reis não conseguiram. Temos agora de preparar a casa para recebê-la.”

    Monteiro Lobato. In: A Reforma da Natureza. São Paulo: Globo, 2008

    • Rick,

      Obrigado pelo texto e você se importaria se o Paulo Elache fizesse uma narração deste texto para divulgarmos no CabulosoCast Drops #21. O que acha?

      Obrigado pelo feedback.

      Abraços.

    • Isso é que eu chamo de “devorar os livros”, hehe. Muito boa!

  • Douglas Vieira

    Lucien , só uma ideia, que na verdade me beneficiaria muito, coloca o podcast no youtube também. Para mim é tão fácil de acompanhar… abraços!

    • Doug,

      Dá um certo trabalho subir vídeos para o You Tube, mas amanhã tentarei postar este episódio.

      Abraços.

    • Vinícius de Souza

      Concordo que seria bem interessante ter o cabulosocast no youtube, apenas os sons e a imagem de capa. Seria mais um meio de ouvir o podcast.

      • Vinícius,

        Vou procurar fazer isto de modo prático já que é atendendo a pedidos.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

    • Já experimentaste o Youtuner? É um youtube pra podcast.

      • Daniel,

        O CabulosoCast já está no Youtuner, mas o número de pessoas que assina o You Tube é diferente, logo compreendo a cobrança e farei o possível para atender a todos.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

    • Douglas Vieira

      Obrigado Lucien,

      Grande Abraço!!

      • Douglas,

        Só me dê um tempo, para ver se posto neste final de semana.

        Obrigado pela compreensão.

        Abraços.

  • Manoel fernandes

    Manoel Fernandes – São Paulo SP
    Baixando mais um Cabuloooooooooooso Castt !!- Imitando a voz do Lucien ‘-‘ –

    • Manoel,

      Olha só um imitador! Mas se eu fosse gritar, seria mais ou menos assim Baixando mais um CaaaaaaaaaaaaaaaaaabulosoCast! 😀

      Abraços.

  • Lucien, muito sensato da sua parte inserir no início do podcast a situação do mesmo. Eu imagino o trabalhão que deve dar tocar um podcast como o Cabuloso, e acho que quando ele passou a ser semanal, (foi nesse período que realmente passei a acompanhá-lo assiduamente), a carga desse trabalho deve ter aumentado consideravelmente a ponto de encher, gota a gota, um copinho de stress. Não sei, especificamente, os motivos pelos quais você está abandonando o host do programa; como o Sr. estranho falou, é realmente complicado se dedicar em algo que não tem um retorno financeiro (embora o retorno afetivo dos ouvintes seja mil vezes maior, pois este vai para a alma), mas a vida é dura e o mundo é cruel. Logo, compreenderei se não ouvir mais sua voz no programa. Se o ritmo anda pesado, talvez fosse mais adequado tornar o podcast quinzenal ou a cada 10 dias. E no caso de um retorno financeiro, talvez se o Cabuloso Cast fosse PAGO, eu PAGARIA só pra ouvir a voz da equipe cabulosa toda terça-feira durante as viagens de ônibus para a faculdade ou sentado tranquilamente num dos corredores, pois acho que a dedicação de vocês merece ser recompensada. Enfim, vamos aguardar e ver o que acontece. De qualquer jeito, não deixarei de ser um leitor e ouvinte cabuloso.

    Sobre o tema desse episódio, discussão de ótima qualidade e muito conveniente para mim, que não possuo tanta afinidade com ebooks e sua tecnologia de suporte. Pertenço a classe que não irá largar os livros de papel e não prevejo meu futuro manuseando somente o aparelho de leitura. Como a Serena disse, acho que essas duas formas se complementam, mas compartilho um pouco do temor dos livros em papel se tornarem raros (previsão para daqui um século, talvez). Como o Lucien bem disse, essa geração de agora está cada vez mais se afastando da própria presença física da apreciação à arte. Basta um clique e baixamos o filme que está no cinema ao invés de ir ao cinema ou comprar o DVD para assistir tranquilamente no sofá da sala. Até mesmo nossa própria realidade de interações pessoais tende mais ao facebook do que para realidade (pelo menos para gente introvertida como eu, rsrs). Mas acho que o virtual e o real se complementam: posso gostar de falar com um amigo tanto no facebook quanto pessoalmente, mas só quando aperto a mão dele, sento que ele realmente “existe”; talvez, forçando um pouco a barra de fanboy de cheirador de livros, o mesmo vale para as obras literárias.
    Foi ótimo esse episódio. Me atualizei de muita coisa que não sabia sobre esse mercado virtual dos livros. Procurarei mais a respeito, pois, como escritor ainda não publicado, interessa-me bastante esse assunto.

    Abraços.

    • Luiz,

      Vou retomar um ponto levantado pela Serena. Não acho que o capitalismo faça uma pessoa se apegar ao físico, acho que o capitalismo faz a pessoa se apegar ao consumo; reiterar o que você cito: essa geração não está apegada ao físico muito pelo contrário, eles valorizam a portabilidade a praticidade.

      As duas tecnologias vão andar de mãos dadas durante um logo tempo, porém acho que vai chegar um momento que um começará a prevalecer.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Manoel fernandes

    Meu caro Lucien no começo do podcast pensei que você estava brincando em abandonar o Cabuloso cast pois você é a alma e o motivo de eu escutar o podcast, irei ficar muito triste por você abandonar o cast mas também entenderei pois não gosto de fazer algo que não me da prazer ou que não gosto.
    A Respeito do assunto do cast eu sinceramente não tenho nenhum preconceito contra os Ebook mas prefiro mil vezes os livros físicos mais pela parte de colecionar e ter aquele livrinho na minha estante. Já tive o prazer de ler um Ebook e não achei bom e nem ruim apenas não gostei, um dos motivos é que cansaram bastante meus olhos e não tive o prazer de pegar no livro e folhe-alo folha por folha que algo que me da prazer.
    Gostei bastante do Cast da semana e espero o proximo. Espero que você não abandone o Podcast pois sou seu fã e adoro escutar toda segunda você falando: Está começando mais um Cabuloooooooso cast com toda a sua animação.
    Já te considero um amigo mesmo não te conhecendo.

    • Manoel,

      Sempre quando vejo alguém justificar os motivos pelos quais valoriza mais o livro digital vejo um tom de nostalgia e por isto insisto na minha teoria de que essa sensação é nossa e nas gerações posteriores com certeza não teremos a nostalgia de pensar em livros digitais. Claro isso pode levar vários anos, mas já considero algo inevitável.

      Agora, Manoel, uma pergunta: você leu num eReader ou num iPad?

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Sou fã de livros impressos também! Quanto a ebooks cansarem, depende de onde você ler, no Kindle isso é praticamente impossível. Mas me lembro do primeiro ebook que li: “A Revolução dos Bichos” de George Orwell. Li para fazer um trabalho de escola, provavelmente iria pegá-lo em algum sebo, mas um amigo que já tinha acesso a internet baixou o PDF e o li inteiro, num monitor de tubo… além do cansaço por causa da luz do monitor, imagine a dor no pescoço, por causa da posição para ler (sentado de frente para a tela, hehehe). O segundo PDF que peguei foi “20.000 Léguas Submarinas”, livro ótimo de Júlio Verne… mas li exatamente até a metade e, desde aquela época (começo dos anos 2000) nunca mais me atrevi a ler um ebook, algo que só voltei a fazer no final de 2012 com o Kindle!

      • Frank,

        Os leitores de Kindles comentam o mesmo. A leitura neste eReader é muito semelhante a leitura do livro físico. Acho que muitas pessoas ainda confundem a leitora nos eReaders com a leitura na tela de um computador como no caso dos iPads.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

  • Tá, gostei do podcast. Principalmente, gostei da edição, rápida, nervosa. Toda a discussão, pertinentíssima às demandas atuais do universo de leitores e das obras. Mas, o que me chamou a atenção mesmo, eu, visitante de primeira viagem ao site, foi a extensão dos comentários. Bem feitos, coerentes e sem o internetês onipresente hoje na rede. Comentários de gente que lê, percebe-se. No mais, maravilhosos vocês e maravilhosa a iniciativa. Abraços gerais.

    • Marcos,

      Agradeço por ouvir este CabulosoCast e que elogio aos nosso ouvintes-leitores, hein? Espero que você continue nos ouvindo e caso tenha alguma crítica ou sugestão pode deixar sempre aqui nos comentários.

      Obrigado pelo feedback. Seja muito bem-vindo a família Cabulosa!

      Abraços.

  • Fala Lucien!
    Teve um momento da conversa em que vocês falaram que estão fazendo muitos filmes de livros… Eu concordo e, nesse momento, penso que a crise dos roteiristas acabou ajudando o mercado literário, ainda que indiretamente.Como a maioria dos (melhores) roteiristas perceberam que lucrariam bem mais trabalhando para séries do que para o cinema (para o roteirista, é bem melhor um contrato que dure 4 ou 5 temporadas do que o contrato para apenas um filme), os produtores de cinema tiveram que começar a correr atrás de histórias em outros locais. Hoje em dia, vemos que 90% dos filmes em cartaz de 2008 para cá(dados inventados por mim) trata-se, ou de continuações, ou de histórias tiradas de outras mídias (quadrinhos e livros). Vendo o filme, muitos acabam se interessando pelo livro e, lendo um livro ou dois, a pessoa acaba desenvolvendo o hábito da leitura!
    Eu sei que essa consideração não tinha nada a ver com o tema principal do CabulosoCast, só não quis deixar passar!
    Agora, quanto ao início do programa… Aquilo era brincadeira, certo? Estou considerando como tal para não ser forçado a lhe dar um puxão de orelhas! Apesar de te conhecer a pouco tempo, te considero um bom amigo e um dos primeiros a abrir espaço para mim! E você tem algo que não se aprende: carisma! Não desperdice esse talento! Não nos abandone!

    • Gabriel,

      Apesar de não ser o foco da discussão, mas você trouxe um tema excelente para este debate. Não tinha pensado em ligar a crise dos roteiristas hoolywoodianos ao aumento da produção de filmes adaptados de livros ou quadrinhos, realmente é um ponto interessantíssimo e que de forma indireta acaba favorecendo os leitores, pois sempre é bom vermos nossas obras favoritas adaptadas.

      Muito obrigado por levantar este ponto tão pertinente.

      Obrigado pelo feedback.

      Abraços.

  • Vou lavar a alma agora!!! hehehe

    Primeiramente parabéns pela atitude Lucien, quando a gente esta de saco cheio de uma coisa que só enche o nosso saco temos é que mandar tudo para o espaço mesmo!!! Quem dera tudo na vida pudesse ser assim!!! E mais parabéns ainda, sé é que este termo existe, por pensar no ouvinte e tentar arranjar uma solução para que nós não fiquemos sem este PodCast!!!

    Agora vamos lá:

    Eu leio apenas, única e somente livros “digitais” dês de 2005!!! Não li um único livro de papel dês de então e não leio em hipótese nenhuma um livro de papel, nem que me paguem!!! Sinceramente desejo o mais profundamente a extinção do livro de papel!!!

    Ai vem a Gigante Veja e nos diz que a compreensão do leitor de livros digitais é inferior a compreensão do leitor de livros convencionais??? Será que um leitor com compreensão inferior do texto poderia ter feito um comentário sobre um livro, assim como fiz no Literatuscast 0016???

    Acho que a única coisa que falta para o livro digital tomar o nosso cotidiano é as editoras deixarem de ser “SAFADAS”, querendo ganhar dinheiro em cima das costas dos outros e prestarem um serviço mais digno e com valor justo!!!

    Quem ja não escutou a estória do processo das editoras contra o projeto e a ideia do Google Books???

    Acho que assim que for apresentado um produto de qualidade e com preço justo a pirataria vai baixando aos poucos!!! A Steam e o Netflix estão ai para nos provar isso!!!

    Agora eu vou moderar os dedos e parar por aqui!!!
    Episodio empático com conteúdo!!!

    Sigo escutando!!! Até mais!!!

    • Felideo,

      Você se importaria de detalhar mais sobre a polêmica envolvendo o “Google Books?”

      Sabendo que és um leitor tão crítico fico feliz que este episódio tenha lhe agradado. Acho pertinente a opinião de alguém que apenas lê livros digitais e já compartilha da sensação de que os livros de papel deverão ser instintos.

      Ainda sou apegado aos livros de papel, mas por motivos que já citei no CabulosoCast; sei que são nostálgicos.

      Obrigado pelo comentário e por favor, volte para explicar esta questão, pois gostaria de levá-las a leitura de e-mails do próximo Drops.

      Abraços.

  • Olá cabulosos pensadores,

    bom, em primeiro lugar, eu não tenho muita opinião quanto aos e-books, simplesmente por só ter tocado em um uma vez. Ainda sim, compartilho mais ou menos da opinião do Lucien, que no futuro a propagação dos livros será muito mais digital. Mas enquanto os preços não se regularizarem e se adaptarem pelas vantagens da mídia, pouco mudará.

    Mas veja, isso tem acontecido muito. A música, os filmes, até mesmo o teatro e a TV. Me parece um efeito quase natural, por mais que parece absurdo, das novas gerações. Além do mais, a propagação dos leitores digitais ainda está recente, o que foi um “prejuízo”, fica quase como uma tecnologia atrasada.

    Ainda sim, apoio esses leitores. Embora os defeitos que tenham dito (principalmente quanto aos direitos dos autores e do leitor quando ao livro digital), acho que é uma ferramenta boa de leitura, e veio para acrescentar.

    Também gosto muito de possuir o livro. Mesmo que seja um que eu ainda não vou ler, mas é bom tê-lo ao alcance (a tentação aumenta quando está em promoção, rs). Felizmente, tenho me controlado nesse consumo de livros.

    Bom, acredito que é isso.
    Sou novo por aqui, mas venho gostando muito. Vocês verão, pois acho que vou mandar um áudio.
    Abraços a todos. E obrigado por todo o conteúdo.

    • Lucas,

      Salve, salve! Acho relevante suas considerações. O mercado da música, dos filmes, até dá tevê está passando por mudança, por que os livros seriam imunes? Achei interessante que todos os participantes do CabulosoCast que me ouviram defendendo o livro digital, acharam que eu era contra o livro de papel, e isto não é verdade. Eu, como você deixou bem claro aqui no seu comentário, também tenho um apego enorme com os livros físicos. Não é à toa que não faço nenhum esforço para para comprar um Kindle por achar caro demais, para os meus padrões, e achar que neste momento ele não seria uma vantagem.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Vilto Reis, 20 anos, Redator Publicitário, Blumenau/SC.
    (vou ter que escrever isso toda vez? Shuahsuausa)
    Antes de qualquer comentário, quero dizer que esta foi a gravação mais divertida de minha breve vida de podcaster. Foi a experiência mais próxima do que eu acredito que tem que ser um podcast, um papo de amigos sobre um assunto que acham interessante.
    Ouvindo agora depois de editado, pareceu que eu era um especialista no assunto, veja o poder da edição, rs. Mas por outro lado, e este foi sincero e real, todos nós que gravamos somos entusiastas dessas novas tecnologias que podem incentivar ainda mais a leitura em nosso país.
    E claro, né; vamos ficar esperando pelo episódio 60, onde o CabulosoCast falará novamente sobre ebooks… (ah, não é de vinte em vinte? Eu que estou viajando? rs).
    Parabéns pelo episódio e fico no aguardo do próximo, sem minha importuna presença 🙂
    P.S. Como assim, Lucien? Abandonando a boleia?

    • Vilto,

      Na verdade você era o especialista, pois de nós era o único que comprara um Kindle por livre e espontânea vontade e que no final das contas era o único que sabia operar o aparelho, vide a atrabalhação do Paulo Elache.

      Será que teremos um CabulosoCast #60 novamente sobre o assunto? Vamos ver se os ouvintes pedirem e houver avanços quando ao comércio de e-books aqui no Brasil quem sabe.

      Obrigado pelo comentário e respondendo a sua pergunta inicial: Sim! Você precisa colocar seus dados no início ou no final dos comentários. Deixe de preguiça!

      Abraços.

  • Galera, segue meu “pequeno” comentário! Tive que ouvir o podcast uma segunda vez para fazer as anotações. Não pude ler ainda os outros comentários, mas depois tento voltar aqui para ler todos. Um grande abraço!

    PS: Lucien, ouço o podcast há pouco tempo e não o estou fazendo em ordem cronológica. Não sei se, de repente, o áudio no começo foi uma pegadinha ou se é papo sério. Se for a segunda opção, agradeço pelo grande trabalho feito até aqui e lhe desejo melhoras ou forças para resolver os problemas que lhe atormentam! Tudo de bom!

    – Mito: Brasil – O País de não leitores.
    Quando costumava ler notícias sobre este assunto, na verdade, o que via relatado era que, no Brasil, a proporção de livros lidos por pessoa em 1 ano era bem menor do que a média em países da Europa, por exemplo. E a variedade da leitura: antes muita gente lia mais livros de autoajuda, ou seja, era uma leitura mais em busca de um conforto, uma ajuda de fato do que o simples prazer da leitura. Hoje, realmente, o leque de gêneros e quantidade de livros lidos aumentou muito. Sem contar o advento da internet, não na questão do ebook, mas nas lojas virtuais e suas promoções bem convidativas: vejo muita gente comprando livros de forma compulsória, mesmo que fiquem encostados por um bom tempo ou até mesmo não sendo lidos.

    – Sobre as distrações que são alguns “features” dos e-book readers, acho que grifar e criar notas particulares, faz parte do próprio habito da leitura no livro impresso, acho válido. Já as interações, acho legal compartilhar um trecho que gostei no Twitter ou Facebook, pois é algo que não interfere na minha leitura. Já algum recurso que invada a minha leitura, não curto e é nesse ponto que acho que os tablets e suas notificações tem desvantagem sobre um ebook reader dedicado ou livro impresso.

    – Sobre recursos interativos e afins.
    Costumo ler ouvindo música (pesada, geralmente). Mas faço isso quando leio no ônibus, a música serve exatamente para anular os ruídos do motor, solavancos, pessoas conversando em voz alta, pessoas ouvindo funk no celular sem fones de ouvido, etc. Em minha casa, costumo ler em silêncio e se tem barulho na vizinhança, uso aqueles protetores auriculares. Já audiobooks (sei que isso nem foi comentado no podcast), não sou contra, mas acho que é uma experiência bem diferente. Já ouvi “A Arte da Guerra” (Sun Tzu) e “Por Um Fio” (Drauzio Varella). Ambos foram experiências válidas e legais, eram vozes reais e não sintetizadas. Porém, ao leitor, é importante ter o controle da leitura, pois sim: a leitura é uma atividade interativa, enquanto eu não percorrer o texto com meus olhos e deslizar meu dedo para virar a página, a leitura não prossegue. Sendo assim, acho que até para os leitores que são deficientes visuais, é mais prazeroso ler em braile a ouvir um audiobook. Deixando claro que não sou contra os audiobooks, até gosto deles, mas acho que eles funcionam em alguns casos, em outros não. Durante um período que fiquei com a visão bem debilitada, acabei comprando o audiobook “Os Sete”, um trabalho até bem feito, dramatizado, com mais de um dublador/narrador, mas acabei parando em pouco mais da metade, achei muito cansativo… ainda pretendo ler em formato digital e tirar a conclusão se era o formato em áudio que era ruim, ou se é a obra em si mesmo que é cansativa.

    – Digital x Impresso
    Como vi em um site favorável a e-books: é o fim das tiragens esgotadas! Quantos livros que queremos ler estão esgotados e, quando achamos, se encontram em Sebos em edições antiquíssimas? Eis a grande vantagem do Digital sobre o Impresso.

    – DRM e amarras ao serviço online
    Isso é muito perigoso. Porém, resignado, me rendi ao sistema deles (Amazon). Mas eis aqui uma questão que legitima a exigência de preços menores. Realmente temos de pensar: e se a Amazon for a falência? Como ficam os meus livros, já que só podem ser lidos em aparelhos ou software especifico?

    – Sobre o medo das editoras em lançar títulos de seu catálogo em formato digital.
    Só leio em Kindle hoje. Alguns (muitos, na verdade) títulos estão esgotados e não são lançados de forma digital, a exemplo de “Caçador de Andróides” (de Phikip K Dick, o que possui a citação que o Paulo fez no inicio do programa). Mandei e-mail para Rocco pedindo informações e previsão para lançamento digital… até hoje não me deram resposta. Mas não vou esperar, já baixei o PDF feito a partir de um livro scaneado. Já li e até fiz uma resenha:

    http://positroniko.com/2013/01/31/resenha-o-cacador-de-androides/

    Se não fosse a disponibilização deste PDF, provavelmente, ficaria sem ler esta obra que tanto tinha vontade de ler! Fica o alerta as editoras! Não sou a favor de consumir o produto sem pagar, mas já tenho uma certa idade, quero ler os livros que tenho vontade, não ficarei esperando sentado a boa vontade dessas editoras medrosas não!

    – Sobre a alteração de texto nos livros.
    Uma coisa que já aconteceu comigo foi de um livro ter uma nova edição e ser automaticamente atualizado. Isso pode ser bom em alguns casos, quando existem apêndices legais, extras ou até mesmo revisão de erros.

    – Capa – Uma verdade inconveniente
    Para as mulheres mais acanhadas, o ebook pode ter sido uma boa alternativa àquelas sobrecapas para esconder a capa original de “Cinquenta Tons de Cinza” 😛 Mas, por outro lado, algo que para uns pode parecer nostalgia e saudosismo, para mim já é uma questão até socio-cultural: A capa dos livros! No Kindle ou Ipad, podemos sim visualizar e admirar a arte da capa de um livro, seja a cores (Ipad, Tablets, PC…), seja em preto e branco (Kindle, Kobo, …). Mas, ao meu ver, a questão não se resume à isso. Sei que, às vezes, pode parecer e ser inconveniente, mas quem nunca se sentiu curioso em saber o que uma pessoa numa sala de espera ou no transporte público estava lendo? Quem nunca deu uma olhadela na capa do livro e, em alguns casos, até fez pesquisa para saber do que se tratava? E quantas vezes já não puxamos conversa ao abordar alguma pessoa, conhecida ou não, ao constatar que está lendo determinado livro/autor? Acho que este aspecto é uma grande perda que o livro digital está nos trazendo e, a mim, fará muita falta!

    – Quem faz o seu lado não precisa escolher.
    Acho que o ebook, neste momento, veio para acrescentar, não para substituir. Porém, há a possibilidade, dependendo do jogo de interesses, de haver um fomento para livros digitais com a desculpa de que “vamos salvar a natureza e o meio ambiente”. Mas o perigo que reside neste último ponto, é o preço, que pode vir a ser abusivo se rolar esse lobby.

    – Por quê aderi ao Kindle?
    No meu caso específico, acessibilidade. Tenho uma acuidade visual bem ruim, possuo vários livros impressos, mas infelizmente, os que ainda não pude ler, ficarão pegando poeira na estante. Pois, devido ao tamanho da fonte, é extremamente difícil de ler, já tentei comprar uma espécie de lupa/lente de aumento, não deu muito certo. Com o Kindle, veio minha salvação, pois posso aumentar absurdamente o tamanho da fonte, ainda que isso comprometa livros em verso por causa da quebra de linha (porém este tipo de literatura não é o meu foco), quebrou não um galho, mas uma árvore para mim! O resultado é que estou lendo com muito mais frequência e velocidade em relação à época que lia os impressos. Porém, confesso que sou um cara conservador: demorou muito para eu me conformar com a distribuição digital nos vídeo games, por exemplo. Sempre preferi a mídia física, mas o cerco se fechou quando as empresas começaram a limar os manuais impressos dos jogos, assim como utilizar estojos vagabundos (procurem “dvd ecobox” no Google), aí desisti e comecei a consumir mais conteúdo digital, já não valia mais a pena pagar mais caro por um produto de má qualidade! No caso dos livros, existem muitas promoções, acho que vale muito a pena ainda pegar os impressos. Para colecionadores, vez ou outra aparece alguma coisa ou se tem editoras que fazem um trabalho mais caprichado, mas não há uma cultura de livros capa dura aqui no Brasil, geralmente são só os pockets mesmo. Outro motivo que me levaria a ebook é a questão do espaço, livros ocupam muito espaço e minha estante já estava começando a ficar numa situação crítica. Como é algo que sempre buscamos coisas novas e dificilmente relemos os antigos, fica meio complicado. Acho que cada um deve pesar qual é a necessidade para partir para o ebook ou qual praticidade que o mesmo trará. Minha maior crítica ao ebook no momento é a escassez de títulos em português, algo que precisa urgentemente mudar. Quando comprei o meu Kindle fiz um texto com algumas impressões, quem quiser ler, pode conferir neste link:

    http://positroniko.com/2012/12/26/kindle/

    – Vídeo: Livros versus E-books
    Gostei muito do vídeo, vale muito a pena assistir!

    – Energia solar
    Pensando aqui enquanto escrevia: apesar de leitores como o Kindle ter um consumo irrisório de bateria, talvez uma desvantagem que o ebook tivesse ao livro impresso seria o próprio uso de bateria. Não sei se existe algo parecido, mas já pensaram se lançassem um Kindle movido a energia Solar? (olha o Solarpunk aí, hehehe). Ou até mesmo um híbrido com bateria+energia solar, seria demais! E pelo visto é simples, acho que isso nunca foi utilizado em larga escala por causa do lobby de companhias como Duracell, pois lembro de ter visto uma vez uma calculadora movida a energia solar e funcionava muito bem! Fica a dica!

    Um grande abraço leitores cabulosos!

    • Frank,

      Também vou respondendo ponto-a-ponto para não perder seus argumentos.

      1. Sim, hoje as pessoas estão lendo mais e comprando mais livros. Vejo sempre pessoas lendo andando na rua ou em locais públicos como praças de alimentação de shoppings e ônibus.

      2. É interessante perceber que a leitura é um ato solitário, mesmo que desejemos compartilhar com algumas pessoas certas informações. Por exemplo, existem blogueiros literários que fotografam seus livros e postam no facebook, o que é uma forma de interação, não acha?

      3. Acho interessante esta discussão do áudiobooks, pois acho que, para mim que sou extremamente fácil de se distrair, a possibilidade de começar a imaginar e perder o foco é mais fácil. Já ouvi o livro de A Metamorfose e gostei, mas precisei ouvir três vezes, pois sempre me perdia em devaneios. E ouvi o Lucas Radaelli, comentando que ele preferia ouvir a ler em braile. Tenho curiosidade de entrevistá-lo para ser como é a leitura para cegos. Quem sabe!

      4. É verdade, isto foi comentado no CabulosoCast #20 com a Bia Kunze.

      5. Esse ponto da pirataria é delicado, pois se pararmos para pensar você tem toda a razão, as pessoas que leem pelo Kindle vão ficar sem determinadas obras simplesmente pro que as editora nacionais não querem investir?

      6. Cara, eu já comprei vários livros pela capa, logo compartilho de sua angústia.

      7. Concordo em momento algum do CabulosoCast disse que os livros digitais virão para destruir o livro físico, mas que a transposição será cada vez para o digital disto não tenho dúvida.

      8. A acessibilidade do Kindle é sempre muito elogiada por seus usuários. Lembro do tempo que tinha meu pc, com CPU, monitor e o escambau! E como fiquei meio pé atrás ao comprar um notebook, porém hoje, pela possibilidade de transportá-lo para qualquer lugar, vejo o quanto meu medo era infundado. Logo, no momento não vejo motivo para ter um Kindle, além de estar aquém da minha capacidade financeira terei o mesmo com os livros físicos, por isto digo que neste momento passo.

      9. Bem, quem gosta de especular é o Paulo, logo acho que ele compraria esta sua ideia fácil fácil.

      Obrigado pelo riquíssimo comentário.

      Abraços.

    • Lucien,

      Valeu Lucien!

      3) E, sim: acho que tirar a foto do livro impresso e compartilhar é uma interação sim. Inclusive, uma outra ferramenta que existe e pode ser muito usada para quem lê impressos é o Skoob, o qual sei que vocês utilizam, pois já resenhas do Leitor Cabuloso por lá! 😉

      Um abraço!

      • Frank,

        É verdade. Uma coisa que esqueci de comentar quando você tocou neste assunto das capas é que realmente fiquei um pouco triste com o fato delas se apresentarem em preto e branco. Sei que o Kindle possui uma “tinta” para deixar a leitura mais confortável, porém considero que um meio deveria ser usado para que pelo menos a capa pudesse ser mostrada sendo colorida, não é? Mas considero que cheguemos a isto.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

  • Douglas Vieira

    Gostei muito desse podcast, na vida o Kindle substitui o livro mais que 100% já que a leitura é muito melhor, você pode adaptar a visualização do livro para que lhe agrade melhor aos olhos, o que comentaram também e eu concordo é com o aumento da velocidade na leitura, eu também sinto muito essa diferença. O dicionário é muito rápido de se utilizar, pode se destacar o texto e recortar que o kindle sincroniza através da nuvem podendo ser aberto diretamente no computador. Na prática o grande medo é a pirataria, já que os ebooks estão aos milhões na internet, a proteção pode ser quebrada facilmente. As conversões de arquivos são fáceis, existem programas como o Calibre que faz isso muito rapidamente, ele converte pdf, epub, doc , para o formato .mobi que é aceito no Kindle. Sinceramente fora os aspectos emocionais (cheio, textura de folha…) o Kindle é melhor que o livro físico (que pra mim já está aposentado).

    PS: o ebook comprado pela amazon pode ser emprestado por 10 dias a outro usuário, ele fica indisponível para quem tem, o empréstimo é único.

    PS2: Lucien você não vai mais fazer o cabulosocast ?? :'(

    • Isso mesmo, pelo que li no manual do Kindle é possível fazer empréstimos, mas acho que isso só vale para a loja americana, não sei se funciona na brasileira. Além do que, provavelmente só nos EUA também, ele cita bibliotecas virtuais também

      • Frank,

        Ah! Então quer dizer que no Brasil, os utilizadores do Kindle não podem emprestar livros? Que coisa! Quanta limitação! Seria interessante uma biblioteca virtual, não acham?

        Obrigado por mais esta informação.

        Abraços.

    • Douglas,

      Acho que o medo das editoras deveria ser convertido em oferecer um produto melhor e com uma qualidade melhor para os leitores; pois se elas continuarem com a preocupação de gerar tanta proteção, acho que, como citei, será um tiro no próprio pé.

      Que legal esta questão dos empréstimos, não sabia.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Lucien,

      No Brasil, não posso afirmar, mas creio que não tenha. Pelo que lembra, você poderia emprestar para pessoas de sua lista de amigos, mas não sei a Amazon Brasil tem algum recurso de interação desse tipo entre os usuários. No mais, o que estão fazendo de bom é colocar pelo menos um livro com 50% ou 70% de desconto por semana, não é o ideal, mas já ajuda a popularizar mais o formato!

      • Frank,

        É uma alternativa para atrair mais pessoas a terem um Kindle. Esta lista de amigos seria algo interessante a se fazer no Brasil, mas teria que passar pelo crivo das editoras nacionais que com certeza vão impor restrições enquanto puderem.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

  • acredito que o ebook e o livro de papel vão existir pacificamente. A facilidade de ter um livro digital e muito prática e vai ficar do mesmo modo que o MP3 ficou.

    No mundo do Ebook eu me deparo com um problema. Onde estarão os livros após um cataclisma? Durante crises, os livros ficaram a salvo em um local, e o ebook? Já imaginaram se der uma pane mundial, onde estarão os ebooks?

    Por isto imagino que o livro físico fique. Mas acho que o modo como comercializam as mídias devem mudar. No mundo da informação gratuita, na geração google, os arquivos estão em qualquer lugar. Esta briga do DRM deve acabar, acredito que os livros deverão estar de forma gratuita daqui alguns anos, assim como a música esta se tronando. Muitos Músicos preferem que suas músicas estejam percorrendo Players em formato de MP3, acredito que os livros logo estarão do mesmo modo, o mercado forçara esta renovação.

    Esta revolução do Ebook vai fazer com que qualquer uma pessoa que queira produzir um livro o faça, isto fará com que as pessoas partam para uma nova realidade literária.

    Ebooks, eu uso o tablet mesmo, pois eu uso um aplicativo android muito bom, carrego uns 50 livros e não ocupo quase nada de espaço. O material fica lá, esperando que eu leia. Já imaginou eu carregar 50 livros pra lá e pra cá, pois é Ebooks eu posso.

    Abraços e até a próxima.

    • Daniel,

      É como comentei na parte em que o Paulo falou sobre o tal roubo dos 1984 por parte da Amazon. A entrega total tem suas consequências e precisamos ficar vigiantes. A não ser que um Kindle de energia solar seja produzido.

      A portabilidade do Kindle é realmente algo magnífico, neste ano estou me habituando a ler 2 livros simultaneamente, geralmente leu um de cunho literário e outro mais técnico, porém sempre escolho apenas um para levar ao trabalho, pois a bolsa já vai muito pesada.

      Obrigado pelo comentário (é sempre bom ler suas impressões).

      Abraços.

    • “Onde estarão os livros após um cataclisma? Durante crises, os livros ficaram a salvo em um local, e o ebook? Já imaginaram se der uma pane mundial, onde estarão os ebooks?” – > Boa Daniel! Muito boa! Eu sempre fico pensando nisso. Isso me remete aquele filme “A Máquina do Tempo” (a nova versão, dirigida pelo neto do H.G. Wells), onde num futuro longínquo (anos 3000 e cassetada, se bem me lembro), a humanidade meio que dá um “reboot”. Houve algum evento catastrófico e as pessoas estão vivendo de bem rudimentar, em meio a natureza. E, por acaso, ainda encontram um holograma com inteligência artificial ou algo assim, mas realmente equipamentos eletrônicos são muito mais frágeis e fáceis de terem sua informação perdida, a medida que livros podem se perpetuar muito mais.

      Sempre penso nisso: será que as invenções de hoje ou as que virão no futuro, são inéditas mesmo? Ou será que alguém redescobriu algo que já havia sido descoberto, mas por falta de documentação se perdeu no tempo?

      Um abraço!

      • Frank,

        Acho que a medida que avançamos sempre vamos prezar mais pela portabilidade e virtualidade. O que só reforça a preocupação com possíveis cataclismas ou panes em nossas redes. É interessante deixar registrado que isto já ocorre quando o google, facebook ou skoob ficam fora do ar. A sensação de “e agora o que faço?!”. Devemos deixar esses pensamentos registrados para pensarmos em alternativas como os sushi-books do Paulo Elache.

        Obrigado pelo comentário.

        Abraços.

  • Muito bom o podcast, tanto no conteúdo quanto na edição. Creio que ebook veio para ficar, não tem para onde correr, até os nostálgicos vão ceder algum dia. Apenas acho que alguns defeitos da Amazon foram imputados ao ebook, e vamos ter consciência que existem outros e-readers; a Kobo sana alguns problemas da Amazon, e tem outros problemas que não tem na Amazon.

    Sobre edição, realmente o KDP da Amazon é muito bom. Publiquei meu livro por lá e com pouco conhecimento, a diagramação do meu livro ficou melhor que a maioria dos ebooks de editoras grandes.

    Lucien, uma pena você sair, cara, vc realmente é a figura emblemática do podcast.

    Abraços.

    • Daniel,

      Pode deixar aqui o link para o seu livro na Amazon? Seria interessante divulgá-lo! E é como comentei no programa, temos muito o que criticar e questionar neste nova forma de ler. Estamos observando uma mudança e isto é muito relevante para nossa geração.

      Mas como disse o Erick Santos editor da Draco no CabulosoCast #15: “Tudo são livros, o que muda é forma de ler”.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

    • Daniel,
      Também fiquei curioso sobre o seu livro, poste o link ou nos passe o título, por gentileza! Em questão de custo x benefício do aparelho, acho que o Kobo vendido no Brasil é muito mais vantajoso que o Kindle, já em se falando de qualidade de serviços de nuvem, creio que a Amazon seja melhor pelo pouco que sei.

      PS: Avatar maneiro esse aí! Ainda quero jogar algum dia esse Policenauts!

  • É a primeira vez que ouço o podcast de vocês e confesso que fiquei um pouco assustado quando ouvi a mensagem no começo, porém logo que começou o cast, eu meio que esqueci disso.
    Apesar de ter 26 anos de idade, a primeira vez que eu li um livro por conta própria foi em formato digital. Na época do discado, qualquer coisa era muito difícil de baixar, inclusive livros. Lembro que baixei Harry Potter e a Pedra Filosofal no Kazaa e comecei a ler. Era uma merda ler e-book, pois a luz dos monitores queimavam os olhos e eu não conseguia ler mais de 5 horas sem ficar vesgo, porém li os 4 primeiros livros que eram todos que estavam disponíveis da época.
    Depois disso eu cheguei a comprar livros físicos, mas para mim as desvantagens eram irritantes, como no caso de livros grandes de capa dura que você tem que ficar forçando as suas mãos para que o livro fique aberto e carregá-los aumentava o peso da bagagem.
    Eu adoraria ter um kindle. Eu li uns artigos sobre ele e o que mais despertou meu interesse foi o fato que o hardware dele foi feito para dar uma boa experiência de leitura, com uma excelente resolução e um tela que não cansa a visão.
    Enfim, tendo em vista o meu histórico, posso dizer que prefiro ler e-books. Se o livro tem um drm, não tenho o menor pudor de baixar um pdf dele, pois que já paguei pelo direito de lê-lo. Acredito também que um dia o livro físico vai quase que sumir totalmente, assim como os LPs e VHS. O pessoal usa muito o argumento que o rádio e a TV continuam ai, mesmo depois de aparecer outras mídias, mas não acho que esse exemplo pode ser aplicado no caso dos e-books, já que livros físicos e digitais são formatos da mesma mídia, assim como vhs e dvd. Ainda tem artistas que lançam LPs, mas poucas pessoas tem interesse nesse material e acaba virando coisa de nicho.

    Gostei muito do lance de qualquer um poder vender seu livro nessa lojas digitais. Eu sei que o trabalho de profissionais de edição, entre outros serviços de editoras, são importantes para a qualidade do livro, mas acho que isso democratiza as publicações. Chega de editoras menores que querem ganhar dinheiro explorando autores sonhadores, fazendo eles financiarem tiragens caríssimas…

    Gostei muito do podcast de vocês e torço que novos episódios sejam gravados e que ele não acabe.

    • Arthur,

      É interessante sua opinião sobre a comparação sempre feita com o rádio e tevê muito usado como argumentação para defender que o livro físico continuará a existir. Vemos que o cinema e a tevê tem objetivos e propósitos completamente diferentes, assim como o rádio e a indústria fonográfica em si. Mesmo percebendo que Serena comentou que algumas bandas esteja lançando LP’s querendo se proteger da pirataria mostra-se ser um ato ingênuo, pois como bem sabemos a banda ganha dinheiro com os shows; o escritor não ganha (pelo menos no Brasil) dinheiro com a publicação de obras, mas com palestras e cursos.

      O que a Amazon propõe, se bem me lembro no CabulosoCast #20 foi o Settembrini que citou isto, é que o autor fique com 80% do lucro da venda dos livros.

      E vejo da mesma forma de você, os e-books vão forçar as editoras a prestarem um serviço melhor, com preços mais acessíveis ao público.

      Obrigado pelo comentário; seja bem-vindo a Família Cabulosa!

      Abraços.

  • Fica a questão:
    “O Brasil é um pais que não lê, ou que não lê literatura?”
    -André Abujanra

    • Diogo,

      Depende que se considera literatura. Pois se considerarmos a literatura como literatura clássica brasileira ou a literatura clássica universal, considero que estamos no caminho; agora se literatura for vista como um gênero e dividida em subgêneros como fantasia, terror, aventura, romance…, então já chegamos lá e cada vez mais existem pessoas que leem em nosso país.

      Sob o CabulosoCast #40 e as minha opiniões me refiro a segunda possibilidade.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • diego leal

    estou achando que a amazon tem algum parentesco com os duendes de harry potter,porque pagar e mesmo assim não ser nosso parece ficção mesmo.

    • Diego,

      É estranho pensar que o livro é seu, mas não é seu ao mesmo tempo, não acha?

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Mariana

    Mariana Budzisch, 26 anos, Assistente de documentação, Joinville/SC

    Faz dias que queria escrever mas só agora consigo! Amei o podcast e acho que o que torna o Cabulosocast tão rico e interessante são as diferentes opiniões e como vocês manifestam com respeito quando um discorda do ponto de vista do outro. Eu leio muito e já me questionei se deveria comprar um Kindle ou um Kobo ou outro e-reader (o problema já começa aí! São tantos!), mas ao ver os preços dos e-books, dá um desânimo! É realmente o ponto, já citado, de que no submarino mesmo com frete muitas vezes o valor do livro está mais barato que o e-book. Citando um exemplo: eu já vi o Crônicas de Nárnia por 19,90 no submarino e o e-book (na amazon em português se não me engano) estava 69,90…
    Tem tantos pontos ainda a ser comentados sobre o assunto que acho que renderia mais uns 15 podcasts!

    E Lucien eu acho você a alma do podcast!!! ^_^

    • Mariana,

      Considero que existem sim muitas questões que ficaram pendentes. A mais problemática talvez seja realmente esta questão dos preços, pois as editoras estão usando este artifício para minar a expansão do livro físico.

      Sempre que falo de tecnologia estou dois passos atrás de muita gente; mas acho que posso esperar e ver no que vai dar.

      Obrigado pelo feedback e por deixar seus dados corretos!

      Abraços.

  • Lucien, o Ednelson até fez um post dele aqui no Leitor Cabuloso! hehehe

    O homem sem signo, o nome, olha a página dele no skoob: http://www.skoob.com.br/livro/288445

    Tenho ele e mais um, “O ingresso e a Lei de Murphy” à venda na amazon.

    http://www.amazon.com.br/s?_encoding=UTF8&field-author=Daniel%20Monteiro&search-alias=digital-text

    Enfim, para complementar a discussão, deixa eu avisar que o preço abusivo dos ebooks no Brasil NÃO DEVE ser impedimento para quem quiser comrpar, pois, mesmo que o livro lançado no mês esteja custando caro (a editora sacaneia mas é direito dela colocar o preço que quiser), o kindle não será inutilizado por isso.
    O que não falta é livro DE GRAÇA para todo mundo, e não tô falando de pirataria, tem muita coisa BOA em domínio público, e às vezes em edições melhores que os ebooks de livrarias e editoras grandes.

    Abraço.

    • Daniel,

      Muito obrigado por disponibilizar os links e vou agradecer ao Ed também pelo post.

      É verdade existem muitas obras em domínio público hoje e isto não é divulgado. É até uma ideia interessante para tema no Leitor Cabuloso.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Renato, Recife, 32 anos, Revisor de Texto e Tradutor

    Sobre a questão de o Brasil não ser um país de leitores, acho que a grande questão é que os críticos literários e professores de português (que são quem geralmente fazem e propagam essa afirmação) não consideram literatura infanto-juvenil, fantástica e erótica ou os quadrinhos e mangás como leitura. Eles acham que leitura “de valor” são só os clássicos, que, apesar de serem muito importantes, são muito chatos e enfadonhos para um adolescente ou para um adulto que não foi habituado desde jovem a ler.

    Eu reconheço a grande importância do Machado de Assis e do Camões, mas até hoje tenho agonia e tremeliques só de pensar em reler Dom Casmurro ou os Lusíadas, porque algum professor de português ensandecido achou que seria uma boa ideia uma classe de 6ª série (não sei a denominação atual) composta de meninos e meninas de 11 e 12 anos ler esses dois clássicos da literatura de língua portuguesa. Hoje eu adoro os contos de Machado e os sonetos de Camões e amo Memórias Póstumas de Brás Cubas, mas não quero chegar nem perto de Dom Casmurro e dos Lusíadas.

    Sobre os e-books, estou fortemente inclinado a comprar um Kobo ou outro e-reader (não gosto da ideia de só poder comprar pela Amazon, mesmo que o acervo dela seja enorme), pela questão de espaço físico mesmo. Ano passado me mudei da casa dos meus pais (que foi vendida após a separação) para um apErtamento meu e tive que me desfazer de uma quantidade enorme de livros, porque simplesmente não caberiam no apErtamento (doei parte para a biblioteca da faculdade e parte para a biblioteca da escola onde estudei). Esse ano vou me mudar para São Paulo e mais uma vez vou ter que me desfazer de vários livros, mas com um e-reader posso levar meus livros para onde for e não passar mais por essa dor de ter que deixar meus companheiros para trás.

    • Cara, mas aí vem outro fator a se considerar: vc só pode COMPRAR livros da amazon pelo método tradicional. Isso não impede vc de comprar em qqer outra loja, converter o arquivo e ler no kindle tranquilamente.

      Mas mesmo assim, o serviço de compra das outras lojas é MUITO precário. Na amazon vc dá um clique e já comprou. Se não quiser o livro, manda um email que eles devolvem o dinheiro ou desfazem a compra sem cobrar. Para o Kobo, comprar livro é UM SACO, vc tem que instalar o programa que vc quer, e cada livraria tem seu programa único.

      • Daniel,

        Poxa não sabia desta diferença. Sempre que vi reviews do Kobo só vi o pessoal comentando das maravilhas e benefícios, este ponto é muito importante e ninguém comenta. Então quer dizer que baixar livros pelo site da Amazon é muito mais simples? Bacana. Gostei de saber.

        Obrigado pelo comentário.

    • Renato,

      Infelizmente a postura hoje de professores e críticos é esta: dizer que o brasileiro não lê literatura clássica ou lê só “porcarias” e ainda usar este argumento para ratificar o estado de letargia/estagnação que nossa sociedade vive. É engraçado que estes mesmo críticos/professores, que em muitos casos escrevem textos cheios teorias e estatísticas esquecem de falar da programa de nossa televisão; de como importamos o lixo americano para colocar em nossas atrações televisivas. O discurso é semelhante ao de pedagogos que criticam o ensino de gramática nas escolas para justificar a falência da educação no Brasil.

      Quanto ao transporte de livros, sei o que você está passando, pois quando me mudei para Caruaru percebi o quanto meus livros são volumosos e consomem espaço. Contudo existe outra questão: e se o Kindle ou qualquer outro cair no chão e se espatifar? Será que perco meus livros?

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Paulo Ricardo

    Fala meus caros amigos do leitor cabuloso?Gostei muito do cast,e parabéns a todos!Queria apenas acrescentar algo,a maioria dos epubs hoje não são lidos num kobo ou kindle ou pc’s mais sim em tablets e smartphones com android queiram alguns sim ou não!os apps de leitura permitem que você faça de tudo grife, faça anotações que são salvas no arquivos originais,anexa pequenas notas e etc.Eu também acredito que os e-book’s dominaram o mercado.Porém ,A PIRATARIA já se instalou na rede,faça um teste escreva um titulo e faça a busca no google ,livros de ontem e hoje,principalmente os de destaque podem ser baixados gratuitamente,existem inúmeros sites de download’s,seja em pdf ou epub.E o formato proprietário da adobe (ou qualquer outra empresa) podem ser facilmente quebrados,o YOUTUBE esta cheio de tutoriais de como violar esses arquivos ,e isso já fica com a consciência de cada um,pois a pirataria sempre vai existir ,e sempre vai haver alguém para quebrar qualquer proteção de software’s de direitos autorais .Todas as eras são de mudanças ,a transformação faz parte de nossa história não devemos temer e sim usufruir.Para os temerários deixo a seguinte frase : Keep Calm and Don’t Panic !!!

    • Paulo,

      Concordo que a pirataria se alastrou e mesmo sem possuir um Kindle já imaginava isso, porém sou da política de que as pessoas estão dispostas a pagar um preço justo por um livro digital.

      O problema reside quando a política protecionista das editoras se torna preços altos para evitar perdas. O que, como disse no programa, é dar um tiro no próprio pé. Aumentar o preço é uma forma de incentivar a pirataria e não de se proteger ou provar que o livro digital não é viável. Essa tecnologia precisa ser assimilada o mais rápido possível.

      Obrigado pelo comentário! Deixe o seu feedback sempre é importante para nós.

      Abraços.