RESENHA + PROMOÇÃO: “A HISTÓRIA DE UMA RAINHA: O FIM É SÓ O COMEÇO”, UMA AVENTURA DE HERÓIS TÃO GRANDES QUE A FORÇA MAIS IMPIEDOSA DO UNIVERSO A CONTA

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Capa

Autor: Lucas Hollanders
Editora: Literata
Origem: Brasileira
Ano: 2012
Edição: 
Número de páginas: 242
Skoob
Sinopse: Como alguém miserável e odiado pode se tornar uma Lenda? A Rainha começou sua vida solitária e abandonada, odiada por um mundo ao qual ela nunca pertenceria. Mas sobreviveu, cresceu e não demorou a se juntar a Elite, os maiores heróis que já viveram. Ela tinha uma missão: trazer a paz a uma terra que a odiava. Tudo isso sob os olhos dos deuses, de seu sangue e do Rei. A História de Uma Rainha, o Fim é Só o Começo é um conto de heróis, vilões, fantasia e aventura. Um conto de um mundo mágico, fantástico e cheio de surpresas. Um conto que, se depender de você, não terá fim.
Onde comprar? Novos Escritores.

Análise:

“[…] muitos despertares de Aleph¹ ainda virão e muitos olhares de Samech² passarão pelo mundo antes que o fim chegue […] Entenda apenas isso. O fim é só o começo.”

—Pág. 231.

Saudações, caros leitores! A fantasia…o próprio nome deste gênero, acredito eu, dispensa apresentações pomposas, mas qual leitor resiste a um galanteio com um estilo que admira? Eu não consigo, confesso. Gosto de pensar que a fantasia nos permite experimentar a sensação de sermos plenamente nós mesmos. Tais palavras, quando não elucidadas, podem parecer apenas um delírio, todavia gosto de evitar dar passos em falso. Quando uso as palavras “sermos plenamente nós mesmos”, quero transmitir a ideia de que a fantasia nos apresenta as ideias, sentimentos e valores em uma forma mais esplendorosa, digna de sua importância em nosso mundo material; com a finalidade de atrair as pessoas, penetrar em espíritos e serem captadas pelos olhares mais sagazes. Possibilitando que sintamos as coisas em seu estado mais primário. Comentei isto porque “A História de Uma Rainha: O Fim é Só o Começo” envolveu-me, agora vou compartilhar um pouco de minha experiência de leitura.

Começo elogiando a capa, elemento que carrega uma simbologia muito forte em relação à trama, além de ser visualmente agradável. Na parte da frente do livro vemos a imagem de uma pessoa com traços femininos (Lucy, a protagonista) e uma escuridão que parece querer engoli-la. Além disto, vemos uma presença mais discreta do vermelho (sangue) e do branco que se contrapõe à atmosfera que envolve a protagonista. Na parte de trás, encontramos ilustrações de guerreiros na cor cinza, característica que lhes confere uma aparência etérea. Nenhuma destas particularidades é por acaso, com a leitura cada uma faz ainda mais sentido, mas vou me deter aqui para não soltar spoilers.

O livro possui uma estrutura de prólogo, capítulos (com nomes, como em um seriado, mas sem revelar informações antecipadamente), epílogo e um apêndice (com informações sobre o panteão do cenário, alguns personagens e eventos históricos). Achei essa formatação muito boa, principalmente levando em conta que a obra pretende narrar uma clássica aventura de heróis que partem em uma jornada a qual foram convocados (como jogo RPG, já estou habituado à ideia); o fato dos capítulos possuírem nomes me faz imaginar que a história é contada por algum tipo de bardo, indivíduo responsável por transmitir o conhecimento das lendas. O prólogo já pega o leitor de surpresa, com um começo pouco convencional, não havia cogitado um narrador tão improvável.

Após esta primeira surpresa, pois há um número satisfatório delas ao longo da história, o primeiro capítulo inicia-se. O texto é um pouco “travado”, devido ao uso demasiado de uma palavra para referir-se a uma personagem, contudo isto é sanado nas partes subsequentes, tornando a leitura verdadeiramente empolgante e “viciante”, se você gosta de fantasia, vai prender-se a cada um dos personagens.

Lucy, apesar de ser o centro de muitas reviravoltas, não é a única a receber atenção do escritor. Cada personagem tem a sua merecida importância e, pelo menos, um grande momento de destaque. Sendo a narração em terceira pessoa, o peso de cada herói fica mais ou menos equilibrado; obviamente que o leitor vai ter o seu personagem favorito, cada membro da Elite (o grupo dos maiores heróis de Gilbania – como é chamado o planeta neste livro) tem um temperamento diferente, mas isso é uma questão subjetiva. A Elite é formada por: Gallos – o elfo guerreiro -, Akura – a meio-orc clériga –, Sato – o humano samurai –, Sul – o humano (amaldiçoado) bárbaro -, Gil – o gnomo ladino – e o líder, o mais poderoso dentre os campeões, Turskem – o anão ferreiro. Durante o livro, são feitas adições, mas dizer exatamente quem e quando seria estragar um pouco da surpresa. Só posso dizer que não esperava por elas.

O Lucas descreve o necessário sobre a vida de cada personagem, uma quantidade suficiente para despertar a vontade por mais, porém não perde o foco do elemento principal: a aventura! Os obstáculos que se apresentam no caminho dos heróis podem até oferecer um alto risco de morte, contudo estamos falando aqui dos campeões de um planeta, portanto os embates não são extremamente árduos, apesar de ter um instante mais dramático. Percebo que na verdade este primeiro volume da “Saga Heróis” foi um ensaio para o que está por vir; acreditem, será muito impressionante e é nesse momento que a verdadeira missão terá inicio! Fiquei sabendo de algumas novidades em primeira mão, porém não vou lhes dizer nada!

Uma das grandes mensagens do livro é: Sangue não é destino. Não gosto de soltar spoilers em minhas resenhas, mas posso revelar que essa é uma ideia que tem como base a personagem Lucy. Durante os capítulos ela vai se transformando bastante, tanto interiormente, quanto exteriormente (em sua maneira de agir com as pessoas próximas), e trava uma intensa luta entre o que carrega em seu sangue, aquilo que alguns planejam para ela e aquilo que ela mesma anseia. Enfim, é uma personagem cativante, assim como todos os outros.

Os deuses de Gilbania também atuam diretamente nos eventos, não são entidades alheias ao desenrolar da vida no plano dos mortais. Alguns vão lhe fazer rir, com as suas palavras irônicas, outros vão fazer você ter receio, devido ao jeito taciturno, e outros vão lhe deixar desconfiado, com as suas atitudes dúbias. O panteão ficou muito bem elaborado e a cosmogonia é um assunto levemente explorado. Acho importante, em um mundo de fantasia que pretende se firmar como cenário, ter uma estrutura bem planejada e a Saga Heróis está firmando-se nesse terreno, deu um primeiro passo firme.

Porém, percebi duas coisas que me desapontaram: a revisão e a diagramação. Não sou um revisor, contudo possuo um conhecimento de português necessário para constatar erros grosseiros de revisão. Acredito que, como em algumas obras que já li, uma possível saída para evitar deslizes na revisão, seria o uso de dois revisores por livro. Compreendo que a contratação de revisores exige dinheiro, mas acho que um trabalho de maior qualidade, que agradará ainda mais leitores (dando retorno financeiro maior), compensa os gastos. O pequeno problema na diagramação foram as margens esquerdas (páginas pares) e direitas (páginas impares), elas estão grandes e o texto ficou empurrado para o centro do livro.

A obra também tem algumas ilustrações (autoria de Alexsander Rezende) ao longo dos capítulos, tornando o prazer visual ainda maior. Sim, eu gosto de ressaltar quando os livros conseguem me fornecer maiores canais de deleite. Então, dou três selos cabulosos e meio!

Nota:

Avaliação
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Promoção:

Regras (obrigatórias)

  • Curtir a página do Leitor Cabuloso no Facebook.
  • Seguir o Leitor Cabuloso no Twitter.
  • Responder a seguinte pergunta: “Se você fosse um personagem de fantasia, como seria?” Lembre-se de deixar um e-mail de contato junto com a resposta.
  • O vencedor terá o prazo de 48h para responder o e-mail enviado, caso não o faça outro ganhador será selecionado.
  • A promoção terminará dia 17 de janeiro! (Prazo atualizado devido a problema no post)
  • R:
    seria uma fada (:
    e ao perceber que a pessoa tivesse malvada ou ruim abri minhas assas e pulverizava um pó cintilante faria pessoa mudar de ruim pra boazinha !

    • Caroline, você esqueceu de colocar o seu e-mail para contato…

  • Lucas Hollanders Braga

    É isso ai pessoal, participem e ganhem!

  • Bruna Costenaro

    Se você fosse um personagem de fantasia, como seria?
    R: Eu gostaria de ser uma maga como Gandalf, responsável por proteger o mundo. Já me cansei de pessoas que olham apenas para seus quadrados e se esquecem que somos como dominós: se uma peça cai, derruba as demais.
    Ser uma maga com tais poderes me traria visão de conjunto, logo o julgamento cairia, e apenas um objetivo restaria: fazer o bem, sem segundas intenções, sem coletar fortuna ou status.

    Tenho que comentar sobre a rsenha =], para mim a Fantasia trás um mundo onde vale a pena se viver, os objetivos são claros e objetivos, os protagonistas acabam por lutar por bens maiores, e isso sim é algo por qual devemos perder tempo!

    Miquilis: Bruna Costenaro- bruheadbanger@hotmail.com

  • Primeiro que eu adorei sua resenha. Como você já havia me dito que o livro é bom, me interessei ainda mais.

    Bem, se eu fosse um ser da fantasia, escolheria ser como você, amigo Bardo, para que pudesse levar a mensagem a todos os cantos, assim como as histórias que tanto amo estudar. Seria uma alegria infinita poder compartilhar o pouco que sei com os demais que, por muitas vezes, carecem de bonitas histórias.

    Beijos

  • Andréa Bertoldo

    Eu seria, como numa tradicional campanha de RPG de fantasia medieval, uma elfa-maga ou talvez uma meio-elfa. Bonita, inteligente e observadora, gentil com todos e sempre disposta a lutar por uma causa nobre, porém daquelas com personalidade forte, impulsiva e endiabrada, capaz de deixar o líder doidinho e quem sabe até apaixonado!rsrs Já fiz uma personagem assim num jogo. O nome dela era Lehana e tinha uma história bem interessante. Bom, enfim, é por ai.rsrs Um abraço!

    Meu e-mail é andreabertoldo@globo.com.

  • carliane sousa silva

    eu gostaria de ser um dos deuses de Gilbania,para transformar os seres humanos a fim de torna-los melhores.traçaria para os mortais um plano de vida com coisas boas e que beneficiassem a todos. assim a maldade,cobiça inveja e outros males mundanos nao existissem e nao atrapalhariam a felicidade dos humanos.

    carlianesud@hotmail.com

    • Boa sorte, Carliane. Se bem que do jeito que anda, desconfio que não precisa dos meus desejos, né?

  • Gislayne Perez

    “Se você fosse um personagem de fantasia, como seria?”
    Essa pergunta é meio difícil, a maioria dos personagens de fantasia são legais, eu gostaria de ser uma bruxa da luz, para trazer um pouco de magia do bem para esse mundo… restauraria a harmonia entre os humanos e a natureza…

  • Muito boa promo *.*

    Boa sorte a toda a galera que está participando e parabéns pela resenha.

    Infelizmente to um pouquinho longe, daí nem vou me arriscar a participar rs

  • Creio que eu seria algo parecido com o Aslan de As Crônicas de Nárnia. Por amar felinos e ter vontade de ajudar a todos, ficaria feliz demais vivendo em Nárnia.
    Não precisaria ter muitos poderes se pudesse viver em um lugar como aquele.

  • Lucas Hollanders Braga

    Olha, por falar em Aslan, estamos trabalhando na criação do RPG do cenário e uma das raças principais se chama Raion-Tora, uma raça de hibridos de trigre e leão, mas que é inteligente, fala e é jogavel. Acho que quando sair o rpg será uma das favoritas do pessoal!

  • Lucas Hollanders Braga

    Raion-Tora

    “Todos fazemos parte de um grande ciclo. A morte de um dá vida ao outro, por isso prezamos a vida. O bando é nossa família, os antigos são nossos guias e os jovens, nosso futuro. A amizade que nos une é o motivo de nossa vitória. As outras raças são nossas irmãs, e quando eles morrem, assim como nós, viajam para o céu e brilham sempre que o deus da luz celeste vai dormir. Somos vida e luz. Nós somos os Raion-Tora.”
    (Rei Roar – atual Grande Rei dos Raion-Tora em reunião com os outros monarcas do Grande Continente durante a formação da Aliança)

    Os raion-tora são uma antiga raça de felinos que agraciada pelos deuses recebeu a capacidade dos humanóides de exercer intelecto. Embora seja um povo que ainda vive nas savanas, eles aprenderam muito em contato com outras raças, principalmente anões e gnomos. Os raion-tora suprimiram seus instintos animais com mais eficiência até mesmo que alguns humanóides, mas por sua forma bestial são muitas vezes confundidos com monstros.

    Personalidade: São mais calmos e reflexivos do que agressivos, tendo vencido a maior parte de seus instintos animais. Não cobiçam bens materiais, preferindo os laços de amizade e irmandade que geralmente são os motivos pelos quais se aventuram. Seres que fazem amizade com facilidade, devido a sua cordialidade natural, mas quando adquirem um inimigo, terão esse inimigo pelo resto da vida. Dificilmente respondem a insultos, só não aceitam serem confundidos com animais.
    Descrição Física: Seus corpos são quadrúpedes e a altura (das patas ao alto da cabeça) chega a no máximo 1,20m variando no máximo 20cm. As fêmeas costumam ser menores enquanto os machos maiores, seu comprimento total é de 2,20m à 2,40m (sem contar a cauda). Esses seres são robustos e musculosos, os machos pesam mais que as fêmeas, geralmente entre 100kg e 120kg, as fêmeas geralmente são de 10 a 20 kg mais leves. Suas peles variam muito, vão do amarelo-palha até o marrom escuro e alguns poucos indivíduos são completamente brancos, os machos ainda apresentam uma grande quantidade de pelos em forma de juba sobre e sob a cabeça e o alto dos ombros, a juba é sempre mais escura que o pelo do restante do corpo. Esses seres tem um caminhar firme e forte, porém com uma graça imensa.
    Um Raion-Tora não se alimenta da mesma forma que humanóides. Eles precisam de 20kg de carne a cada duas semanas, podendo saciar a fome em apenas uma refeição.
    Chegam a idade adulta aos 15 anos de idade e tem expectativa de vida de 90 anos.
    Relações: Gostam especialmente de gnomos, prezando sua alegria, mas tem grande apreço também por elfos e os humanos de Herbrom por compartilharem o respeito à vida. Não entendem a ambição dos anões por bens materiais, assim como a dos humanos de Kalgondert. Tem certa desconfiança quanto a humanos de Kubut e orcs, por seu comportamento agressivo e recluso. Não tem grandes relações com tritões ou humanos de Dal-Lee, mas no caso destas os tratam com toda a cordialidade.
    Tendências: Usualmente os membros dessa raça apresentam perfil leal e neutro, embora não sejam raros os membros leias e bons. A única exceção se faz para indivíduos maus ou caóticos, que embora existam, mostram-se extremamente raros.
    Raion-Tora segue desde o nascimento um conjunto de regras e ritos. Respeitam a vida acima de tudo. Só atacam em defesa do bando, autodefesa ou para caçar e, nesse caso, fazem rituais de preparação antes da caça e de agradecimento depois do abate para honrar o ser que deu a vida para que eles pudessem se alimentar.
    Somente em ultimo caso se alimentariam de um ser inteligente, no caso de matar um ser inteligente, em proteção ao bando ou em autodefesa, faz-se os rituais fúnebres ao falecido e o mesmo não é usado como alimento.
    Seu código de conduta ainda dispõe sobre um grande respeito aos deuses, aos anciões, ao rei, ao líder do bando e seus demais membros e as outras raças inteligentes.
    Desonrar um deus, o rei, seu líder ou qualquer outro membro da raça e mesmo membros de outras raças é motivo para que o rei desafie o “injuriador” para um combate punitivo não letal, em casos mais sérios o indivíduo pode ser banido.
    Terras dos Raion-Tora: São os senhores da savana ao norte de Aflinzza. Seu território vai das praias até o encontro com a floresta de Herbrom. Todo esse território é habitado por vários bandos da raça, formados sempre de um a cinco machos alfas, cinco a trinta fêmeas caçadoras e os filhotes.
    Jovens filhotes machos devem migrar e se juntar a jovens fêmeas de outros bandos para formar seus vínculos aceitando a dominação de um macho alfa que já esteja no bando ou pedindo uma ou mais fêmeas em troca de rituais de respeito e de combates para com o macho alfa a quem o requer.
    As jovens fêmeas por vezes ficam no próprio bando e com a morte do(s) macho alfa procuram por jovens machos para tomar seu(s) lugares, ou são dadas como presente a jovens machos após os devidos rituais de respeito e combate.
    Jovens da raça são muito curiosos e tem tendências a se aventurar, a maioria dos aventureiros da raça são jovens. Adultos com bando fixo jamais abandonariam a família. Jovens por outro lado podem adotar um grupo de aventureiro como seu bando.
    Membros da raça encontrados em outras terras que não a savana serão sempre aventureiros ou membros honorários de outras famílias.
    Existem em quantidade moderada em Herbrom e Taslit-Kalfloi e em pouco número em Darrrog.
    Religião: Desde o seu nascimento um raion-tora é ensinado a respeitar o Grande Circulo de Luz, sua divindade máxima. Eles fazem freqüentes rituais para essa divindade geralmente se unindo em longos rugidos quando o deus se deita e dá lugar aos Brilhantes Espíritos Anciões que guardam a noite a mando do deus supremo.
    Raion-Tora leva seu respeito às divindades muito a sério, mas apresenta isso mais de forma ritualística que clerical.
    A Grande Vida que faz crescer a relva e nascerem os filhotes também é muito adorada. Raion-Tora crê em deuses soberanos, mas não malignos.
    Idiomas: Sua língua é muito baseada em rugidos, urros e rosnares, que aparentemente lembram demonstrações de ataque de um monstro, mas para aqueles que aprendem a língua deste povo é possível notar uma grande quantidade de gestos e sinais de respeito e cordialidade em sua fala. Sua língua não possui alfabeto nem escrita, mas os raion-tora são capazes de se utilizar de desenhos em runas para explicar sua linguagem a humanóides.
    Nomes: Ao nascer um raion-tora é batizado por seu pai que pode ou não ouvir a opinião da fêmea progenitora. Os nomes sempre tem algum significado relevante e ao dá-lo o pai deve mostrar qual é a expectativa em relação a seu filho(a). O sobrenome é o chamado nome da família e todo raion-tora carrega o sobrenome da família de seu pai.
    Nomes de Machos(Tradução para o Comum): Roar(Grande Pai), Darrur(Feroz), Rester(Caçador), Kertor(Guardião dos Antigos), Lunafa(Gentil e Delicado), Kingan(Abençoado), Terdur(Esperto).
    Nomes de Fêmeas(Tradução para o Comum): Buku(Boa Mãe), Uvi(Mestra da Caçada), Sika(Forte Como o Pai), Tika(Forte Como a Mãe), Terka(Armadilhas), Sunafa(Bela), Sissuker(Escolhida pelo Grande Circulo de Luz), Daskass(Leal).
    Nomes de Famílias (Tradução para o Comum): Rrarrerr(Família do Grande Rei), Kershar(Grande Pedra), Crranoer(Escondidos Sob a Relva), Gaar-Reenor(Família das Areias e Águas), Arkas(Maiores que os Demais).
    Aventuras: Raion-Tora vai se aventurar logo após entrar na idade adulta e o fará pela mera vontade de conhecer o novo e de ter novas experiências. Muitos se aventuram para aprimorar suas habilidades e assim voltar e formar uma forte família. Grupos de jovens irmãos machos ou casais jovens também se aventuram com bastante freqüência. Eles quase sempre procuram grupos de humanóides que os apresentem, pois, sabem que os mais incultos os confundirão com animais ou monstros.

  • Rita souza

    Seria uma criatura sobrenatural tão magnifica e poderosa q ñ existiria conceito para me definir,um mistério tão grande q ninguém ousou desvendar,teria dons tão perfeitos q seriam capazes de ver o mundo de um jeito tão sutil e perfeccinista quão jamais foi visto,meu modo de ver o bem e o mal seria tão diferente q todos se renderiam a meu conhecimento tentando no maximo entender uma parte do meu saber. Vampiros,elfos,fadas,lobisomens,bruxas e até magos pareceriam crianças inocentes se comparado a mim!
    rytinha@live.com

  • Eduardo

    Seria algum louco bruxo,
    talvez um pouco gorducho.
    Nunca mostraria meu rosto,
    quem sabe por puro desgosto.
    Vestiria um roupão branco.
    Andaria devagar, meio manco.
    Viveria num coral bem no fundo do mar
    A Receita Federal nunca iria me pegar!

    Saberia de cor todas as magias,
    para causar as maiores agonias.
    Faria variadas diabruras,
    para apimentar a aventura.
    Usaria tudo o que destrói
    só para infernizar o herói.
    Um vilão com poderes sobrenaturais:
    sofreria menos e me divertiria mais!

    revolvtionibvs@gmail.com