CabulosoCast #14a – Mulheres na literatura

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Olá ouvintes-leitores! Sejam bem-vindos ao CabulosoCast! Neste episódio, feito em homenagem ao dia internacional das mulheres, Lucien, Serena e Maiana falaram sobre as mulheres através da literatura. Quais as primeiras escritoras? Sobre o que elas escreviam? Por que falar de mulher também significa falar de sexualidade? Essas e outras perguntas serão respondidas agora. Boa leitura!

CITADOS NO EPISÓDIO

Ágora (trailer)

A história do sexo (vídeo)

A lenda Beowulf (trailer)

O nome da rosa (trailer)

Memórias de uma gueixa (trailer)

Miss Potter (trailer)

Murphi’s Library (blog)

Shoujo Café (blog)

LIVROS CITADOS

As brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley (Ed. Imago)

Emma de Jane Austen (Ed. Best seller)

Orgulho e preconceito de Jane Austen (Ed. Best bolso)

Razão e Sensibilidade de Jane Austen (Ed. Best seller)

O morro dos ventos uivantes de Emily Brönte (Ed. Lua de papel)

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PARTICIPARAM DO CAST


  • Surtur

    Estou ouvindo o episódio agora mesmo. Adorei a leitura de cagadas. Poxa, 24 anos, Pintópolis?!hehe
    Podem deixar que eu aprendi a lição! Comentarei este episódio por e-mail e prometo informar idade e localização!
    Também farei o seguinte (e acho que seria uma boa pedir que todos os leitores-ouvintes fizessem o mesmo, pelo menos na primeira “comentada”) : Vou lhes dizer de onde acabei conhecendo o Cabulosocast – informação que pode ajudá-los a saber de onde a maioria de seus ouvintes estão vindo. Uma boa, não?

    Já ouvi 6 episódios do Cabulosocast e pude perceber a evolução da qualidade do cast, uma experiência muito legal. Achei muito interessantes os assuntos discutidos principalmente no Microcast sobre Chic Lit onde comentaram até sobre a ausência de livros juvenis “do momento” nas escolas. Gostei mesmo das opiniões.
    O legal é que vocês não falam só do livro em questão e os episódios acabam virando um bate-papo sobre literatura, com opiniões relevantes – o mais importante.hehe
    Acho que encontrei o podcast de livros que eu procurava e não achava em lugar nenhum. Valeu mesmo!

    Ah, sobre o nome: Surtur é o nome de um gigante da mitologia nórdica. Tenho a mania esdrúxula de me identificar com o nome de gigantes dessa mitologia. Mas tem um motivo. hehe

    Abraços. E até mais!

    • Surtur,

      Ficamos felizes que todos estejam compreendendo nossa brincadeira do “24 anos” e “Pintópolis”. Gostamos muito de saber onde vem e qual a idade dos nossos ouvintes, pois facilita a criação de um perfil para quem sabe futuros patrocínios para o blog e o podcast.

      Gostei da sua idéia em informar como conheceu o CabulosoCast seria muito importante identificar a “fonte” para investirmos em divulgação nesse espaço. Muito obrigado por baixar e ouvir os antigos episódios, principalmente em opinar sobre eles. Ouço hoje o podcast e vejo como fomos aprendendo a trabalhar o som. Fazer podcast é muito mais que juntar um grupo de amigos e gravar é cuidar do som, fazer uma postagem legal do programa e estudar a pauta para gravar. Como dissemos na leitura de “e-mails e cagadas” compramos o novo microfone e estamos testando para melhorar a qualidade do programa, por isso a preocupação em recebermos feedbacks, para saber o que não está bom e no que precisamos melhorar.

      Nunca deixe de opinar e deixar comentário ou e-mails longos, não se importe nós gostamos e precisamos saber o que você, que gasta o seu tempo baixando o episódio e ouvindo, pensa do CabulosoCast.

      Obrigado pelo seu comentário e não deixe de nos enviar o e-mail.

  • Genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, Bianca BRIONES! hahaha
    Já ouvi todos os podcasts! Sim, desde o primeiro. Gostei bastante da evolução de vocês.
    Me nego a falar a minha idade, mas tenho dois filhos, um com 12 e outro com 5. Ah… Tenho 31, pronto. rs
    Onde moro pode continuar sendo a Terra do Nunca. =P
    Lá estava eu ouvindo o podcast sobre as mulheres quando vocês começar a ler o meu comentário. Foi uma surpresa agradável, mas foi tenso o “Briontes” haha
    O meu livro um do Percy Lindo não tem a capa do filme! *-*
    Fui escrevendo o comentário conforme fui ouvindo. Ah… Virei fã do trabalho de vocês! Adoro podcasts, em geral, mas vocês me ganham por estarem sempre preparados de acordo com o tema abordado. Vocês são tão organizados! Adooooro!
    Comecei a ler Jane Austen quando era menina e sempre gostei dela. Preciso reler. *-*
    Quero a continuação do podcast. =P
    Beijos.

    • Bianca Briones,

      Pedimos imensas desculpas por erra o seu nome, não acontecerá novamente. Que bom que você gostou do nosso jeito “organizado” de ser, ficamos muito felizes em ler isso, já que a deorganização não rima com informação. Esperamos que goste da nossa continuação. Um grande abraço e muito obrigado pelo seu comentário!

  • Pingback: LEITOR CABULOSO » PODCAST: CABULOSOCAST #22 – O “BEGINS” DA LITERATURA()

  • Augusto Tenório

    Não li o livro, mas vi o filme “O nome da rosa”. Simplesmente FODA! Melhor ainda com Sean Connery no papel principal. É um ótimo retrato da idade média.

    • Augusto,

      Tenho muita curiosidade de ler o livro do Umberto Eco, pois de uns tempos para cá venho percebendo que os filmes são muito inferiores as obras originais.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Augusto Tenório

    Ah, o filme “Miss Poter” é muito bom.

  • Maíra

    Primeiramente, vou parabenizar vocês pelo excelente podcast. Ouvi desde o primeiro e desde então vocês melhoraram muito, muito mesmo. Foi uma evolução visível. Eu sei que muitos podcasteiros não gostam do primeiro cast, mas o de vocês é melhor que o de muitos casts que ouvi por aí. Parabéns!

    Mas eu tive que comentar neste. Sinto muito pessoal, mas logo de cara teve muitas cagadas neles, que quase m fez para de ouvir este cast em específico (não este podcast em geral, mas esse das mulheres). Tive que parar de ouvir para comentar. Ia comentar apenas no último que eu ouvisse, enfim…

    Lucien, para que você confundiu as sociedades humanas primitivas com o início da Grécia Antiga. Sim, existe toda essa teoria da mãe terra, sociedades matriarcais, culto à fertilidade, mas isso é relacionado à sociedades primitivas. Se isso tem alguma coisa a ver com a Grécia, se refere à um período bem anterior ao da antiguidade clássica.

    Também na antiguidade clássica não existia “Grécia”como estado. A Grécia então eram muitas cidades-stados. Até achei quando vocês se referiram sobre a mulher ter certo poder/direitos na Grécia vocês iam falar sobres Esparta, onde as mulheres tinham bem mais direitos que em Atenas, mas até onde ouvi, Esparta não tinha sido mencionada. Vocês parecem e referir à Grécia como Atenas, e em Atenas a mulher tinha pouquíssimos direitos. Bem menos que as mulheres de Esparta.

    Hipátia de Alexandria não era grega ou ateniense. Ela era egípicia ( Alexandria é uma cidade do Egito). E da Alexandria já dominada por Roma onde o cristianismo estava ganhando força. Do modo que vocês falaram parece que Hipátia era do início da sociedade ateniense, mas ela estava muito longe dessa sociedade. Em Atenas antiga Hipátia nunca ia chegar onde chegou.

    Na sociedade Romana, embora as mulheres não tivessem muitos direitos (embora fosse bem melhor ser mulher na Roma antiga do que em Atenas antiga) a sociedade em geral tinha bem mais respeito à figurar feminina familiar que se pensa hoje em dia. Uma lida sobre as matronas romanas dá uma idéia disso. Aliás, a sociedade romana em geral já era bem desenvolvida. Depois da invasões bárbaras, iria levar séculos para a sociedade Européia se igualar ã Roma. Lembro que um historiador disse que só seria no séc. XIX ou XX.

    Sobre Lesbos, que eu saiba não há registros sobre rituais lésbicos sagrados ou coisa parecida. Isso me parece lenda. Lésbica vem de Lesbos porque a poeta Safo viveu por lá.

    Bem, por enquanto é só. Desculpe Lucien, eu tive que escrever. Acredito que vocês confundiram as eras e locações. É normal isso. Continuem com o bom trabalho.
    Abraços

    • Maíra,

      Agradeço por ouvir o CabulosoCast e pelos apontamentos. Assumo que nossa pesquisa foi muito superficial e seus apontamentos são mais que bem-vindos.

      Eu não encaro as correções dos ouvintes como críticas, mas como correções, por isso só posso agradecer e me desculpar pelo excesso de erros que comentemos nesse episódio. Seu comentário será lido no Notas de Rodapé que sairá no dia 26 de dezembro.

      Muito obrigado mesmo.

      Abraços.

      • Maíra

        Olá Lucien!

        Obrigada pela resposta e não ficar ofendido. O cast melhorou muito mesmo, e errar é normal, sem problema. Eu não sou especialista, mas é que estudei Tradução na faculdade e os cursos de literatura são mandatários pouco de literatura na faculdade e um pouco de história antiga. Nossa Lucien, agora que você falou de bibliografia, não sei responder. Eu lembro muito bem das aulas. Na Wikipedia inglesa tem um catálogo bibliográfio, mas apenas em literatura em inglês. Aqui está:http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_biographical_dictionaries_of_women_writers_in_English

        Engraçado é que muitas das minhas professoras de literatura inglesa eram feministas e por isso eu conheci muitas escritoras inglesas (meu curso era tradução inglês e estudei muito a literatura inglesa) A minha, por exemplo, não gostava muito de Jane Austen, gostava bem mais de Elisabeth Gaskell, menos conhecida mas muito mais crítica de sua época, especialmente em questões sociais.. Ah, e você. tem razão sobre as mulheres escritoras no séc. XIX. Elas realmente “invadiram” a literatura neste ‘século, especialmente nas literaturas inglesas e francesas ( onde também aconteceu as primeiras ondas do feminismo no final do séc. XVIII.) Mas existiu algumas mulheres escritora antes disso, como Cristina de Pisano na Idade Média, e também no gênero religioso.

        Novamente, obrigada pela resposta Lucien, valeu mesmo.

        • Maíra,

          Prometo consultar o link fornecido. Eu confesso abertamente que hoje, tendo consciência do que eu posso e consigo fazer jamais proporia uma pauta como este, contudo eu desejo muito corrigir a partir das dicas que você deu nos CabulososCasts futuros.

          Obrigado pelo comentário.

          Abraços.

  • Maíra

    Desculpe pelos erros de digitação o último. Agora que ouvi todo podcast, tenho que comentar mais, rsrsrsrs.

    Sobre a Idade Média, não existia essa restrição sexual como se comentou. Isto é outra lenda (existem muitos mitos sobre o periódo medieval), claro que a Igreja pregava a castidade e tal, mas não era essa restrição. E, certamente, em Atenas a sexualidade feminina estava LONGE de ser celebrada. A mulher não tinha poder NENHUM em Atenas.

    A tão falada “Idade das Trevas” foi algo criado por historiadores ingleses no que se refere a um período de 200 ou 300 anos que vai de 400 até mais ou menos 700. Certamente não durou toda a Idade Média e não foi em toda a Europa. Sobre o cerceamento ao conhecimento pela a Igreja, o acesso aos livros naquela época era muito difícil. Livros eram caros e os copistas não eram comuns. A Igreja certamanente protejeu o conhecimento clássico durante as invasões bárbaras. A falta de acesso ao conhecimento se deve muito mais a fala de acesso a esse conhecimento, do que qualquer “censura”por parte da Igreja. Apenas com a prensa de Guntenberg esse conhecimento ficou mais acessível. Não sou muito fã da Igreja, sou atéia, mas têm muitos desse mitos sobre ela que são certamente exageros.

    O que me leva à “Caça às Bruxas”. Durante quase todo o período medieval não teve uma, UMA “bruxa” queimada. “Bruxas” eram considerada um mito, supertição, e você certamente estaria encrencado ao acusar uma mulher de bruxaria. A Igreja revisou sua posição sobre bruxaria durante a crise do séc. XIV, já no fim da Idade Média e no início do renascimento. E mesmo assim não como os mitos (como esse lance do penhasco) que alguns livros costumam dizer. Tinha que ter testemunhas, provas, evidencias. Havia todo um processo legal. E acredite, muitas mulheres foram inocentadas (sim, com vida). Sim, houve fogueiras, mas a maioria das pessoas eram queimadas por heresia ( Joana D’arc foi queimada por heresia, não bruxaria)

    E, por último pessoal, vocês pularam séculos de literatura. Eu queria ouvir sobre a mulher na literatura medieval, renascentista, moderna, iluminista, etc. E certamente algo além da literatura Inglesa. Jane Austen não era da época Vitoriana, é do periódo regencial. Vocês citaram Emily Brönte, mas sequer mencionaram suas irmãs, Charlotte e Anne, também escritoras. Esqueceram Elisabeth Gaskell, George Elliot, George Sand, Edith Warthon, e inúmeras outras. Pô pessoal, o cast é ótimo, mas precisa ser mais informativo e a pesquisa precisa ser mais aprofundada. Vou continuar ouvindo, mas espero que não se ofendam com essa crítica. Foi feita sem malícia e para ajudar.

    Abraços

    • Maíra,

      Mais uma vez fica meu agradecimento. Estávamos no começo e a elaboração da pauta era algo que estávamos aprendendo a fazer. Você teria uma bibliografia para recomendar?

      Só tenho a agradecer essas correções preciosas e mais que valiosas para o CabulosoCast.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.